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O Cristão Bíblico

O Cristão Bíblico

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O Cristão Bíblico

avaliações:
5/5 (7 avaliações)
Comprimento:
111 página
2 horas
Lançado em:
Feb 21, 2014
ISBN:
9781310390203
Formato:
Livro

Descrição

O que significa ser um cristão bíblico? Esta é a primeira questão levantada e respondida neste livro. O autor sugere que na atualidade há três tipos de cristãos, mas somente um deles cumpre o propósito de Deus através de Seu plano redentor. Partindo deste pressuposto, o autor procura explicar e aplicar à vida do leitor o que significa ser salvo, eleito, chamado, regenerado e convertido. O livro também explica o significado de outras importantes doutrinas como a justificação, adoção, santificação, perseverança e glorificação. Amplamente fundamentado na Bíblia, este livro explica o que significar ser um cristão cheio da graça, da Palavra e do Espírito Santo, e a importância do amor, da fé, da esperança e da alegria na vida do cristão bíblico.

Lançado em:
Feb 21, 2014
ISBN:
9781310390203
Formato:
Livro

Sobre o autor

Evaristo Filho é teólogo, cientista social, escritor e professor. Ele é o fundador e diretor do SETEB – Seminário Teológico Evangélico Bíblico, um ministério cristão que oferece cursos ‘livres’ de teologia. Através do SETEB, o autor tem facilitado o acesso a uma educação teológica de qualidade a líderes brasileiros e luso-africanos em várias partes do mundo. Sua grande paixão é ver centenas de igrejas sendo edificadas de acordo com o padrão estabelecido por Deus no Novo Testamento, a fim de que o evangelho seja pregado a milhares de pessoas que se converterão e serão discipuladas.


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Melhores citações

  • Ele canta músicas evangélicas e, por mais que ele diga que isso seja adoração ou louvor, na realidade, é somente mais uma atividade restrita à igreja ou às reuniões cristãs. Ele canta, mas não adora; não há entrega, intimidade ou realidade em seu cantar.

  • Assim, se tanto a santificação como a obediência cristã é por meio da fé, não é necessário tentar obrigar as pessoas a obedecerem a Deus ou forçá-las a mudar de vida, pois isso deve acontecer por fé e não por imposição.

  • Ele vê todas as atividades cristãs como um meio de continuar sendo salvo, e acredita que se deixar de cumpri-las haverá um sério risco de perder a sua salvação ou de não ir para o céu quando Jesus retornar.

  • Além disso, ela nos mostra que na eternidade passada Deus decidiu derramar o Seu amor sobre nós, ou seja, antes mesmo de existirmos Ele já pensava em nós e tinha planos para nós. Isso é maravilhoso e encorajador!

  • A Bíblia ensina claramente que o cristão é um eleito de Deus, um escolhido de Deus para a salvação (ver Atos 13.48; Romanos 8.28-30; 9.11-13; Efésios 1.4-6; 1ª Tessalonicenses 1.4-5; 2ª Timóteo 1.9; Apocalipse 17.8).

Amostra do Livro

O Cristão Bíblico - Evaristo Filho

Introdução

O que significa ser um cristão bíblico? Esta é a primeira questão a ser levantada e respondida neste livro, pois ao usar o termo cristão bíblico, eu estou sugerindo que há outros tipos de cristãos que não são bíblicos. Mas será há que de fato algum tipo de cristão que não seja bíblico? Se fizéssemos essa pergunta nas primeiras décadas ou talvez nos primeiros séculos da história da igreja cristã ela seria considerada, no mínimo, estranha. Hoje, no entanto, a questão se torna relevante, pois a paisagem cristã atual difere e muito da realidade do primeiro século da era cristã e, por esta razão, é imprescindível identificarmos e definirmos os diferentes tipos de cristãos existentes em nossos dias, a fim de melhor compreendermos o tipo de cristão que está em foco neste livro.

No entanto, antes de fazer isso, eu quero deixar claro qual é o meu propósito e a forma como espero que você se aproxime das ideias aqui apresentadas. Primeiramente, ao ler este livro, não pense que estou tentando criar uma elite de cristãos que terá algum tipo de privilégio especial diante do Senhor. Muito pelo contrário! O meu propósito é despertar em cada cristão o desejo de alinhar a sua vida prática com o propósito eterno de Deus, de modo que cada um expresse genuinamente (como um fruto do relacionamento com o Senhor e da experiência de Sua vida em seu interior) tudo aquilo para o qual fomos criados e salvos e confirmados em Cristo Jesus.

Em segundo lugar, talvez seja necessário que o leitor busque dentro de si mesmo um espírito humilde e contrito para apreender proveitosamente a mensagem deste livro. Aqui não estou pensando em humildade no sentido de se tornar submisso a uma ideia ou ensinamento ou a um líder cristão ou a uma igreja; estou pensando, sim, em ser humilde no sentido de reconhecer onde e em qual condição você – e cada um de nós – se encontra hoje em sua jornada cristã em relação ao que Deus quer fazer em sua vida, com você e através de você. Talvez seja necessário, enquanto estiver lendo este livro e se deparar com algo diferente do que você está vivenciando atualmente, que você reconheça as suas falhas, não somente por reconhecê-las, mas principalmente para buscar a graça do Senhor a fim de que algumas coisas mudem em sua vida. Isso aconteceu comigo enquanto eu preparava este livro e acredito que também poderá ocorrer com você, então, não desconsidere irrefletidamente essa minha recomendação.

Para alguns dos leitores, talvez seja necessário também uma dose extra de humildade para que não se ensoberbeça ao descobrir que certas áreas em sua vida estão estreitamente alinhadas com os propósitos de Deus. Afinal, ser um cristão bíblico não nos torna especiais em detrimento dos outros. Ser um cristão bíblico não nos dá o direito de nos sentirmos superiores aos outros; aliás, se alguém se sente assim, ainda não está vivendo como um cristão bíblico deveria viver.

Finalmente, não pensemos que o cristão bíblico é perfeito, ou seja, que ele não comete pecados ou erros e, portanto, que não precisa mais de nenhum tratamento de Deus em sua vida. É preciso entender que o cristão verdadeiro é simplesmente aquele que está unido a Cristo pela fé; e, quanto a isso, não importa a condição de seu viver. Porém, uma vez salvo, uma vez cristão verdadeiro, é necessário, para a glória de Deus e para o nosso próprio bem, alinhar o que a Bíblia diz que somos com a maneira como nós vivemos neste mundo. Portanto, a santidade prática deve ser o desejo e o alvo do cristão já salvo e santificado em Cristo, mas nunca deve ser o referencial pelo qual iremos definir terminantemente se uma pessoa é salva ou não. Portanto, não pensemos que eu, você ou algum conhecido nosso não seja um cristão verdadeiro ou bíblico tão somente porque existem imperfeições em sua vida.

Com isso em mente, o leitor agora pode mergulhar na leitura reflexiva de O Cristão Bíblico que, no primeiro capítulo, mostrará como é possível identificar, definir, diferenciar e contrastar três tipos básicos de cristãos que existem em nossos dias. Nos capítulos seguintes, o livro apresentará ao leitor a sólida imagem do cristão da maneira como ele é retratado na Bíblia.

O que significa ser um cristão bíblico?

Definição de termos

O termo cristão é usado três vezes na Bíblia. Ele aparece em Atos 26.28, 1ª Pedro 4.16 e Atos 11.26. Na primeira referência, o governante Agripa declara ao apóstolo Paulo que por pouco me persuades a me fazer cristão. No entanto, essa não foi uma declaração de uma pessoa disposta a crer em Cristo; antes, foi apenas uma declaração de quem estava usando uma tática para ganhar tempo e retardar a sua decisão, argumentando que um discurso de meia hora seria insuficiente para torná-lo um cristão. Mas, independentemente das intenções de Agripa, o importante é salientarmos que, naquele contexto, o termo cristão não foi usado de forma positiva, mas sim com desprezo, pejorativamente. Assim, ser um cristão, tanto para Agripa como para outras pessoas, era algo desprezível e de má fama.

Na segunda referência bíblica, o apóstolo Pedro emprega o termo cristão dando-lhe um significado positivo e digno de honra. Para o apóstolo, morrer como um cristão era motivo de gloriar-se em Deus. Na terceira referência, Atos 11.26, a palavra aparece no plural, e o texto informa que em Antioquia os discípulos foram chamados pela primeira vez de cristãos. Temos aqui, então, a origem do termo. O termo cristão foi cunhado pelos pagãos de Antioquia e significava apenas ‘aquele que aderiu a Cristo’ ou ‘aquele que pertence ou segue a Cristo’. Inicialmente, ele foi um apelido pejorativo, mas depois os cristãos passaram a usá-lo para se designarem e se tornou um nome honrado, pois os identificava claramente com o Seu Mestre, Jesus Cristo.

O termo Cristianismo não aparece nas Escrituras e, segundo alguns historiadores, quem empregou o termo pela primeira vez foi Inácio de Antioquia. Ele escreveu que em sua época o título de cristão era um título de honra e que a glória do cristão era viver de acordo com o cristianismo.

Obviamente, o termo derivou de cristão e passou a ser usado para identificar o grupo dos seguidores de Cristo em contraste com o judaísmo e as religiões pagãs. Com o passar dos séculos ele foi se solidificando e tornou-se o termo geral para qualquer um que professasse crer em Jesus Cristo, independente da realidade dessa confissão e da forma de doutrina que se crê a respeito de Cristo. Mais tarde, quando se tornou a religião oficial do Império Romano e com a consequente institucionalização da igreja, o Cristianismo passou a ser cada vez menos cristão, especialmente quando comparado com o significado do termo que lhe deu origem.

Há muitos segmentos ou expressões diferentes de doutrinas e práticas no Cristianismo e, por isso, nós precisamos diferenciar o Cristianismo em geral (religioso e institucional) do Cristianismo Bíblico. Esse último termo se faz necessário para ressaltar que existe um tipo de Cristianismo – um que realmente poderia ser reconhecido por Cristo como sendo formado por Seus seguidores – que se fundamenta nas Escrituras e, portanto, está em franco contraste com aqueles que se dizem cristãos, mas seguem os dogmas, as regras e as doutrinas que

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