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Que Venha O Crash!

Que Venha O Crash!

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Que Venha O Crash!

Duração:
196 páginas
2 horas
Lançados:
Mar 3, 2015
ISBN:
9781507103395
Formato:
Livro

Descrição

O dólar americano oscila à beira da catástrofe.
Pela primeira vez na história, a dívida do governo mais poderoso da Terra, que lidera a maior economia do mundo, foi baixada pela Standard & Poors de um Perfeito Triplo AAA para AA. A arrogância política dos Republicanos e Democratas sobre o teto da dívida, fez com que muitos americanos e outras pessoas à volta do mundo duvidassem da nossa liderança. E muita gente acha que o acordo final não foi tão longe quanto deveria ter ido, na redução dos gastos do governo.
A dívida do governo dos EUA é agora igual ao Produto Interno Bruto (PIB).
A crise financeira de 2007-2009, parece ter sido o primeiro passo em direção a uma depressão deflacionária, que poderia destruir as economias de três gerações de americanos. Estivemos tecnicamente a "recuperar" desde março de 2009, mas, apesar de todas as ações do governo e do Fed para estimular a economia dos EUA, o desemprego continua teimosamente acima de 9%.
É esta a previsão, a não ser que a quantidade maciça de dinheiro injetada pelo governo, desencadeie uma onda de hiperinflação.
O dólar dos EUA atingiu recentemente novos mínimos face ao iene japonês e ao franco suíço, apesar das massivas intervenções dos bancos centrais dos dois países.
A China alienou 97% das suas participações de títulos do Tesouro dos EUA de curto prazo. Isto aconteceu em março de 2011, muito antes da baixa de notação atual.
A China ainda detém muitos bilhões de dólares de títulos do Tesouro de longo prazo dos EU e está claramente preocupada com o futuro. Estão a montar um grande espetáculo de apoio à economia Europeia, para que assim tenham uma alternativa ao dólar norte-americano. O que se está a passar connosco, para que o maior país comunista na Terra tenha que nos dar lições sobre a forma de gerir a nossa moeda?
Se esses países começassem a vender dólares norte americanos em vez de
Lançados:
Mar 3, 2015
ISBN:
9781507103395
Formato:
Livro

Sobre o autor

Richard Stooker hails from the Mississippi River town of Alton, Illinois, warping him for life. Rich in history, Alton provides a combination of the idyllic Illinois background Ray Bradbury wrote of; the Mississippi River and bluffs of Mark Twain; and a rich, unique history -- often violent. From the Indian legend of the Piasa Bird, to the tallest man who ever lived (Robert Wadlow), to the assassin of Dr. Martin Luther King, Jr., James Earl Ray. FATE Magazine terms Alton "The most haunted small town in America." Richard's childhood home stands close to the route where Union wagons once carried the corpses of Confederate prisoners who died of smallpox. At 8 years old, he first hears of James Earl Ray, (who later assassinates Dr. Martin Luther King, Jr.) Ray robs a grocery story owned by the grandparents of close neighbors and friends. In 1974 a still-unknown murderer abducts one of Richard's friends from a record store and kills him. Several years later, the father of other childhood friends goes on a jealousy-inspired, mass murder spree, killing three people -- including Richard's high school class president -- before committing suicide. Richard's over 30 years for a social service government agency gives him a broad background of dealing with both the worst and best people in modern society. When he writes, Richard realizes the horror and joy of every day life inspire dark fantasy stories.


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Que Venha O Crash! - Richard Stooker

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O único objetivo destes materiais é educar e recrear. Quaisquer desconsiderações percebidas a organização específicas ou individuais não são intencionais.

Aviso Legal e Direitos de Autor 2007 de Curt Dillion & The-Librarian.com

Índice

Introdução

Secção um – O Panorama do Problema

O Que é o Dinheiro

O Dólar dos EUA, Passado, Presente e Futuro

Inflação

Deflação

Inflação ou Deflação?

Outras Moedas Principais

Secção dois – Recomendações Específicas e Advertências

Negociação de Moeda Estrangeira

Como se Saíram os Investimentos Contra a Inflação Desde 1 Jan. 1975

O Ouro e Outros Metais Preciosos

Barras de Ouro

Moedas de Ouro

A Moeda de Ouro Digital

O Ouro e as ETFs??? (Ou ETFs de Ouro?)

Reservas de Minério

Advertência sobre o Ouro

Matérias-Primas

Energia

Energia, ETFs e Fundos Mutuos

Trusts de Rendimento Canadianos

Master Limited Partnerships

Ações de Serviços Públicos Estrangeiros

Possuir Moedas Estrangeiras

ETFs de Moeda Estrangeira

Certificados de Depósito de Moeda Estrangeira

Títulos Estrangeiros

Ações Estrangeiras

Valores Imobiliários com Proteção contra a Inflação

Anuidades Suíças

Secção Três – As Suas Finanças Pessoais

Faça um Plano de Investimento

A Aposta Única Contra o Dólar dos EU

Reduzir Juros e Outras Despesas

Aumente o Seu Rendimento

Expatriados

Poder de Consumo Reduzido é Melhor Que Zero

Conclusão

Introdução

Escrevi este livro para ajudar as pessoas que dependem do dólar dos Estados Unidos a sobreviver a uma crise económica.

Estão incluídos quase todos os residentes dos EUA (tenho a certeza que algumas pessoas que aqui vivem têm rendimentos de países estrangeiros e, portanto, beneficiam quando o dólar desvaloriza) e residentes de outros países - expatriados e outros – que dependem da Segurança Social dos EUA, das pensões e dos rendimentos de investimento.

É para todas as pessoas que recebem a maior parte dos seus rendimentos em dólares (incluindo eu próprio).

Oferece um processo de três passos simples para proteger o poder de compra.

Abrange todas as formas de que se possa lembrar para se proteger do risco de crache do dólar dos EUA, incluindo algumas que provavelmente não conhecia.

Não concordo com a teoria de que todos os métodos que as pessoas usam para se protegerem do risco face à queda abrupta do dólar estadunidense são recomendáveis. Vou deixar isto bem claro ao escrever sobre este assunto. Mas vou também cobrir todos os cenários imagináveis a fim de ser o mais abrangente possível.

O Cenário Económico Sombrio Não é Nada de Novo.

Há uma série de livros no mercado com títulos como The sky is falling (o céu está a cair), Woe is the US dollar (Ai, é o dólar dos EU) e Profit from the coming crash (Lucre com o próximos crache). Alguns apresentam conselhos úteis, mas a maioria dá uma visão geral da situação económica do mundo e dos Estados Unidos.

Opto por não me juntar a eles.

Em primeiro lugar, porque esses livros não são novidade. Lembro-me de ter lido obras semelhantes de Howard Browne e Howard Ruff na década de 70. Nunca li The Great Depression of 1990 (A grande depressão de 1990) do Dr. Ravi Batra, que foi também um best-seller. Dez anos mais tarde, este autor estava a ganhar imenso dinheiro com as vendas de The Crash of the Millennium (O crache do milénio).

Não sou o galinho Chicken Little - Mas o céu pode estar realmente a cair.

Os cenários apocalípticos de que tanto se escreve nunca aconteceram, mas não posso afirmar que nunca acontecerão. Esperemos que não.

No entanto, tenho que admitir que, enquanto escrevo, as coisas parecem sombrias. A volatilidade é generalizada em toda a moeda global, nas obrigações e nos mercados acionistas.

Se as coisas alguma vez ficarem tão más quanto essas pessoas apregoam, um livro não o irá ajudar em muito. Vai precisar de comida armazenada e de armas para se proteger dos seus vizinhos. Se mora num bairro nobre, todos vão precisar de comida armazenada e de armas para se protegerem do resto do mundo.

Em suma, não sou especialista na arte de meter a foice em seara alheia e não quero fazer a previsão de um crache que poderá nunca acontecer. Escrevi este livro para ajudar as pessoas a enfrentar os anos vindouros. Não quero conjeturar sobre um prazo para tal panorama, nem ter de explicar que sim, a depressão não aconteceu em 2012, mas no próximo ano ou em 2019, vai acontecer de certeza!.

Escrevo para Investidores Que Necessitam de Respostas Práticas.

Em segundo lugar, esses são livros de grandes cenários que dedicam a maior parte das suas páginas para o convencer de que os seus autores estão corretos. Estou interessado em ler sobre a teoria e a história económica, mas quero que este livro seja prático, no imediato, para pessoas comuns e para pequenos investidores.

Não precisa do meu argumento de que o dólar está em declínio. Há mais de 50 anos que tal tem vindo a ser uma realidade.

A questão agora é: o que fazer para se proteger hoje e no futuro?

Em terceiro lugar, muitos desses livros, implícita ou explicitamente, apelam à ação política. Expulsem esses vagabundos! Reduzam o défice orçamental! Comprem americano!

Mas o nosso governo, como um todo, não vai mudar de direção até que muitos mais americanos estejam a sofrer a dor económica.

Olhe para tudo o que passámos em 2008 e 2009. A taxa de desemprego ainda está em cerca de 9%.

Atualmente a Standard & Poors reviu em baixa a dívida do governo dos EUA.

Os Republicanos e os Democratas lutaram entre si, de forma acérrima, até ao fim do prazo do "Teto de Débito 2 de agosto" e alcançaram um acordo que nos pode ajudar a evitar mais débito, mas não nos tira dele.

O super comité encarregado de apresentar um plano bipartidário para cortar o orçamento em 1 trilião de dólares, foi um fracasso previsível. O débito total do Governo dos EUA equivale aproximadamente ao Produto Interno Bruto (PIB) de 14,5 triliões de dólares.

O dólar americano atingiu uma baixa recorde contra o iene japonês e o franco suíço. Esta é a verdade, apesar de o Banco do Japão e de o Banco Nacional Suíço terem intervindo para comprar grandes quantidades de dólares dos EUA.

O ouro bateu recentemente o record de 1.813 dólares por onça.

Milhões de americanos perderam as suas casas, ou viram os seus valores descerem até cerca de 50%. O mesmo se passou com os Planos de Contribuição Definida 401 (K)s, IRAs e outras contas de investimento.

Enquanto escrevo, o Dow Jones está pouco acima de 11.000 pontos, posição que atingiu pela primeira vez no Crache de 1999. A chamada década perdida do mercado de ações já dura há 12 anos, prevendo-se que se prolongue.

As eleições do próximo ano estão destinadas a serem extremamente tensas.

Há um número de americanos a sofrer o suficiente para quererem eleger um presidente, um Senado e uma Câmara de Deputados vocacionados para a redução do orçamento e fortalecimento o dólar?

Não sei. E sejamos francos - ainda não estamos a sofrer metade da dor sentida pela média da população grega, que passou meses em tumultos nas ruas, mas não conseguiu parar as medidas de austeridade impostas ao seu país.

Espero que o eleitorado americano eleja políticos que resolvam os nossos problemas económicos, antes que a China nos imponha condições do tipo das que a França e a Alemanha estão a impor à Grécia.

Mas este não é um livro político. E não sei se poderemos esperar até janeiro de 2013 (tempo em que o novo presidente-eleito tomará posse).

Precisa, pois, de se proteger e de proteger a sua família.

Os Políticos Não o Estão a Proteger. Portanto, Deve Proteger-se e Proteger a Sua Família.

A situação económica dos Estados Unidos terá que piorar muito mais, antes que a população em geral permita que a tendência de ir à deriva rumo ao socialismo (visível de há cem anos a esta parte), mude. Se passarmos por um crache como o que está a ser previsto por alguns, então poderá vir a acontecer. Infelizmente, se houver uma catástrofe económica drástica, poderemos também acabar por viver sob um governo mais à direita, ou numa ditadura de extrema-esquerda.

Protestos do tipo Ocupem a Wall Street só podem piorar as coisas.

Se deseja educar, agitar, organizar, alertar para a responsabilidade fiscal, que Deus o abençoe e boa sorte. Mas este livro não o vai ajudar nesse sentido.

Além disso, não tem que ser um crache a fazer com que o seu poder de compra em dólares norte-americanos esteja em risco.

Há muito que vem a registar um determinado declínio.

Parte desse declínio era inevitável. No final da 2ª Guerra Mundial, éramos a maior potência mundial. Contudo, não poderíamos esperar que a Europa e o Japão não se reconstruíssem. Nós incentivámos e ajudámo-los, e essa foi a medida mais acertada, pois a América hoje é mais rica, em parte, devido aos produtos e serviços europeus e japoneses.

Presentemente estamos a enfrentar a sua concorrência económica, o que é benéfico - nós louvamos a concorrência.

Estamos também a enfrentar a concorrência económica da China, e isso é igualmente benéfico. Embora este país viva ainda sob um governo autocrático que se intitula de comunista, na prática tem sido mais puramente capitalista do que nós, desde que o Gang of Four foi atirado para a prisão logo após a morte de Mao.

Ora, a subida e descida do dólar devido às flutuações normais do comércio é uma coisa.

Mas o dólar a cair, e a cair constantemente, porque não podemos controlar os nossos gastos nacionais - isso é outra coisa bem diferente.

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