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Balada do Cárcere de Reading

Balada do Cárcere de Reading

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Balada do Cárcere de Reading

notas:
3/5 (1 nota)
Duração:
26 páginas
20 minutos
Editora:
Lançados:
Oct 6, 2015
ISBN:
9788893159623
Formato:
Livro

Descrição

A «Balada do Cárcere de Reading» é uma longa carta escrita por Oscar Wilde durante os dois anos em que esteve preso sob a acusação de homossexualidade. Nesta obra, Wilde divaga sobre a importância do belo e sobre o ser e a maneira de ser, acabando por concluir que o mundo é um palco e que os papéis foram mal distribuídos.
Editora:
Lançados:
Oct 6, 2015
ISBN:
9788893159623
Formato:
Livro

Sobre o autor

Oscar Wilde (1854–1900) was an Irish playwright, novelist, essayist, and poet. Celebrated on both sides of the Atlantic for his wit, he is rumored to have informed a customs agent upon his arrival in America, “I have nothing to declare but my genius.” Wilde’s health and reputation were destroyed by his imprisonment for “gross indecency” in 1895, and he died in poverty a few years after his release. Today, his only novel, The Picture of Dorian Gray, and his play, The Importance of Being Earnest, are recognized as masterpieces of English literature.  


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Amostra do livro

Balada do Cárcere de Reading - Oscar Wilde

centaur.editions@gmail.com

Dedicatória

IN MEMORIAM

C. T. W.

ALGUM TEMPO SOLDADO DO ROYAL HORSE GUARDE

Faleceu no Cárcere de Reading, Berkshire, em 7 de julho de 1896

1

Não usava a jaqueta vermelha, pois vermelhos são o sangue e o vinho,

e de sangue e vinho estavam tintas suas mãos,

quando o encontraram com a morta, a pobrezita que ele amava e assassinou no leito.

Com um coçado fato cinzento e um boné de cricket na cabeça, passeava com outros presos;

leve e ledo era o seu passo, mas nunca vi um homem tão apreensivamente para o dia olhar.

Nunca vi um homem tão apreensivamente fitar esse toldozinho azul a que os presos chamam céu

e cada nuvem que, com argênteas velas, ao sabor do vento, ia vogando.

Com outras almas amarguradas eu passeava noutro pátio e de mim para mim ia perguntando se grande ou pequena seria a culpa daquele homem,

quando, por trás de mim, cochichou uma voz: Aquele vai dançar na corda.

Cristo querido! Até as paredes da cadeia pareceram, de súbito, vacilar, e, por cima da minha cabeça, o céu tornou-se um capacete de aço escaldante;

e embora em minha alma a dor tivesse, minha dor não sentia.

Somente sabia

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