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Um Natal muito especial

Um Natal muito especial

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Um Natal muito especial

Comprimento:
56 página
35 minutos
Lançado em:
Dec 8, 2015
ISBN:
9781507127209
Formato:
Livro

Descrição

Num fechar de olhos, Josey perde as pessoas mais importantes da sua vida, os pais.

Pode um cão chamado Cookie, um par de pombas de lamentação e um veterinário apaixonado trazer de volta o espírito natalício para a vida de Josey a tempo do Natal?

Lançado em:
Dec 8, 2015
ISBN:
9781507127209
Formato:
Livro

Sobre o autor

Sharon Kleve was born and raised in Washington and currently lives on the Olympic Peninsula with her husband and two cats. When not writing, and working full-time, she can usually be found either curled up in her recliner with her cats and a good book or in the kitchen making cheese or baking sourdough bread or bagels. Sharon is a multi-published author of contemporary romance with over twenty stories published in eBook, paperback, on audio and translated into six different foreign languages. She has written New Adult and Romantic Suspense, but what brings her the most joy is writing Romantic Comedies. She loves giving her characters the happily ever after they deserve—with a few laughs and maybe a few bumps and bruises along the way.


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Amostra do Livro

Um Natal muito especial - Sharon Kleve

idioma

Não amam que não mostram o seu amor.

William Shakespeare (1564 - 1616)

Capítulo Um

No ano passado, o telefone da minha secretária não parava de tocar. Faltavam três dias para o Natal, e de alguma maneira eu tinha a certeza que seriam más notícias. Se eu deixasse o telefone tocar, as más notícias desapareceriam? Não aconteceu. Então lá atendi e era a minha irmã, Karen, a dizer que a nossa mãe e o nosso pai tinham tido um acidente de carro e tinham morrido instantaneamente. Numa tentativa desesperada de chegar a casa para o Natal, um condutor de semirreboque sobrecarregado de trabalho adormeceu, cruzou a linha do centro e bateu-lhes de frente.

Os nossos pais tinham construído uma propriedade substancial, contabilizada no seu testamento. Tinham tudo planeado até ao último detalhe. Todas as despesas estavam cobertas: o serviço, o enterro, e a posterior recolha. Até tinham escolhido as flores que queriam. Quem me dera ter herdado um décimo das suas competências organizacionais.

A sua casa de virar-do-século bem avaliada estava localizada numa das partes mais antigas de Seattle, Madison Park. A minha irmã era um ano mais nova do que eu e tinha uma família que não parava de crescer. Karen e o seu marido viviam em Oregon com os seus três filhos, dois cães, e o gato de três patas chamado Sam. A Mãe e o Pai sabiam que a minha irmã não iria querer a responsabilidade de uma casa tão velha, por isso deixaram-na para mim.

Depois do funeral, mudei-me e tentei torná-la minha. Ainda não consegui ser bem-sucedida. Os meus pais costumavam chamar-me viciada no trabalho. O que pensariam das minhas horas agora? O triste facto era que o meu trabalho nem pedia que eu trabalhasse assim tantas horas. Eu faço-o porque não tenho motivos para voltar para casa. A Karen sugeriu que eu arranjasse um animal doméstico – algo para pegar ao colo, e cuidar. Ela acha que vai ajudar o meu humor. Eu não acho que o meu humor precise de ajuda.

A Karen era uma totó de computadores e está sempre a enviar-me links disto e daquilo. Eu gosto de ver, mas nunca compro nada. Hoje, enviou-me um link para um site de adoção de animais domésticos. Irei ver com mais atenção esta noite – não que eu estivesse a planear adotar nada.

Contudo, adoro os pássaros canoros que cantam do lado de fora da minha casa. Não sei muito sobre pássaros, mas penso que se chamam pombas de lamentação. Cantam coo-OO-oo dia e noite. Não que eu esteja em casa ao meio-dia, mas gostava de imaginar que nunca pararam de cantar.

***

Coo-OO-oo, Harry, só falta uma semana para o Natal e olha como a Josey está triste. Temos que fazer com que este Natal seja extra-especial para ela, disse a pomba de lamentação para o seu parceiro. Beatrice amaciou as suas penas e recostou-se no cabo de eletricidade do lado de fora da casa de Josey.

Coo-OO-oo. Eu sei, Beatrice minha querida, mas ela nunca vai a lado nenhum. Sai para o trabalho quando está escuro lá fora e regressa quando está escuro. Como é que é suposto

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