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Duração:
114 páginas
1 hora
Lançados:
30 de set. de 2015
ISBN:
9781310749636
Formato:
Livro

Descrição

Continuar significa que estamos em processo, que não terminamos nossa formação humana.
Nesse livro vai encontrar pontos importantes da metodologia para o desenvolvimento contínuo.
Como realizar um projeto, mapa epistemológico, jogos relacionados ao processo de escolhas, mapa mental, de forma sintética e convergente.
Excertos:
"Uma educação que não humaniza não existe, não é Educação. Um ensino, em sua específica condição propedêutica tende a eliminar da ordem educacional a relação com o outro como fundamento educativo, um ensino que ensina como fazer, um ensino de especificidade alimentado na produção, feito para o trabalho, coisifica, torna o homem funcional e utilitário.

O homem não pode ser aquele que aprende para fazer algo, mas um animal que se humaniza para disseminar saberes. Que todo aprender carrega consigo o sentido do outro como parte indissociável de seu fazer, de sua realização humana que seja, por fim, produtora, realizadora da humanidade e para a humanidade.

Educação como mero reprodutor de conhecimentos herdados tende a ser utilizado e compartilhados como verdades finalizada, intransponível, deve ser aceita tal qual e nada mais. Não cabendo perguntas, inquirições, sem dúvidas, cerrado em seu modo reprodutivo de ideologias, de intenções formativas para uma vida limitada aos interesses de domínio e poder.

Por isso, de uma maneira sintética, pode-se entender que o homem não é uma coisa. Nem mesmo representação de algo. E não tem função alguma a não ser , ser homem em processo de humanização. "

"A decisão modifica o espaço, as conexões cerebrais, instiga a pergunta, e a resposta à pergunta que não cessa.
Ao escolher o homem põe em luto profundo as outras possibilidades, morre nele alguma luz, e saberá sempre, que a melhor ação sempre o constrange, humilha porque o homem não é completo e nada no mundo o preenche senão a certeza da falta de sua completude."

"Um projeto de vida se consubstancia na tomada de decisão prática na vida profissional, e é dela que se deve ter em mente o sentido de um currículo, um caminho ético, criativo, técnico, científico e prático da vida. Para se considerar a vida profissional e o desenvolvimento da carreira, entende-se a importância da formação no caminho de seu desenvolvimento. Não importa qual profissão, o que vale realmente é o ajuste da atividade escolhida em relação às condições para a sua realização no tempo em uma educação continuada."

Aproveite esse livro. Oportunidade para que alcance a pesquisa, desenvolva o seu plano para transformar a sua vida, e de seu jeito.

Lançados:
30 de set. de 2015
ISBN:
9781310749636
Formato:
Livro

Sobre o autor

Who I amPedro Moreira NtI think that, I am, and that's something for me. To be someone is yet very good. It is the passport to existence. A life to share with others so that I could say hello and hear from another hello too.To be it is the discoveries of others that come like a package that shows us life. In loneliness we are not nothing. All things that move in our mind come from beings, in special from mankind. Our memory is a daily construction from these others that lives in our lifes feelings, expressions, words.The reason for life is to learn to search for the better for all. This 'all people', is the totality without parcel, part, piece. It is an all in all fragment that we can to learn, to know. Not one from us dropped out of that table. It is the playing that none, the same who take the win, can leave the rest of us.We are the won and are responsible in equality to who is the win. When someone takes the prize, makes something absurd, magnificent we say this because it is to us the importance, fundamental of existence.The winner is the conjugation of all in a singularity.I write for this, to share, to be who I can to be through from the other.I am a little that comes from you, a teeny idea, like dust from thoughts that create dunnes volumes of creations. I am who I want to be who I think that I am and need you to live.


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Continuar - Pedro Moreira Nt

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Pedro Moreira Nt

An essay

Copyright, 2015

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Smashwords Edition, License Notes

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This book was produced by Pedro Moreira Nt, 2015.

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Second Edition by Pedro Moreira Nt, 2021.

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Continuar

Entender e realizar a educação permanente

Produzido por Pedro Moreira Nt. através do Smashwords

Copyright, 2015 Pedro Moreira Nt.

Apresentação

Dedicatória

Humanização

Decisão Ética

O surgimento do cidadão

Formação sócio cultural

Sujeito e Objeto

Conhecimento e Realidade

Contradições necessárias

Somos semelhantes, não somos iguais

Interações nas relações

Questionamento

Mapa epistemológico

Universidade

A verdade é verde

Mapa

Bibliografia Consultada

Apresentação

Continuar é sempre presente. Continua-se o tempo todo. Saber de onde partir talvez seja uma escolha difícil. Em seguir preexiste um início, que não se pode definir por completo, a uma resposta concreta. Inicia-se sempre e termina-se o tempo todo no movimento contínuo da existência. No entanto, de onde se parte é ao menos uma escolha. Jogados no tempo dinâmico as objetivações se perdem. Um sinal que mostre a direção pode fazer sentido.

A posição tomada não recua, vai adiante. Mudamos, transformamos o querer, mas as marcas do que foi apresenta-se continuamente. Pode esquecer, deixar de lado, abandonar, porém o que foi esquecido vem à tona, remonta-se nas sutilezas do aprendizado. Aprender é o rio mesmo em sua ventura. E não só ele, as margens, a profundidade, a terra em seu leito, o espelhamento do céu, os seres que vivem em suas águas e fora delas, a sua claridade que surge e se dispersa, por ser turvo e transparente, de carregar consigo o sol e a lua no território indefinido de continuar.

Assim o caminho, de rio que vai ao mar, do homem que retorna à sua montanha primordial. O início leva consigo o seu fim. Por isso inicia-se no processo em sua constância.

Um projeto de vida, um projeto acadêmico realiza mudanças na ordem da forma e em quem o realiza. Banhado de rio aguarda-se o momento para superar os obstáculos. E essa espera é uma estratégia de quem movimenta-se, não se aquieta.

Os planos foram obstáculos, estão deitados, problemas esticados em palavras, em definições, em perguntas. A planície guarda o tempo memoria em que foram montanhas. Criar planos possibilita conhecer as dificuldades. Um caminho sem volta para quem elabora, decide.

A ciência não faz o homem que a faz, e o homem faz ciência quando a decisão o impele a ser homem, humanizado humanamente.

Dedicatória

A meus pais

In memoriam

Aos meus irmãos

Meus filhos,

Isadora e Pedro Felipe

À Maria Sara

Sempre a me instigar, amorosamente

Aos meus alunos, para que possam continuar.

Era noite fria.

E o ser de si surgiu.

Jogue-se ao rio, disse-lhe.

Deixou para trás tudo que cuidava.

A lua dançava sobre as águas.

Mergulhou.

Foi levado.

Não sabia nadar.

Debateu-se.

A corrente gélida o carregava.

O tempo vagava entre afogar e viver.

Entregue, aceitou o fim.

Fechou os olhos e aguardou.

Aquietou-se o turbilhão.

Abriu os olhos, estava na margem.

O rio seguia plácido. Murmurava.

Foi pescador, trabalhou em estábulos,

alfaiate, e tanto fez.

Em um tempo vieram perguntar-lhe

como conheceu a suprema arte do saber.

E ele respondeu:

um dia o ser de minha alma surgiu

e disse para eu me jogar no rio.

E eu me joguei.

(De um conto vietnamita)

Humanização

Praxis Pedagógica (Teoria e prática em seu conjunto integral)

Todas as coisas do mundo, inclusive as coisas naturais, os trecos do tempo não incluem os humanos, no sentido de que sejam donos do mundo.

O mundo do homem também é o mundo de todos os não-homens.

O homem não é o mundo. Nada se lhe pertence.

A natureza, o seu abrigo, também é o seu desamparo. O mundo natural não se esconde, a cada coisa criada está presente. Desde as profundezas até o mais longínquo do universo se apresenta. Não existe distâncias.

O privilégio do homem alcançar essa infinitude está nas artimanhas de sua inteligência. Como ela se produz e se realiza para que pense tanto, e em tal magnitude está na esfera das relações, na internalização do sentido de ser humano.

O bicho transformado, nave de tantas elucubrações, perceptível do que se lhe acontece em diferentes campos, que alcança em milésimos de segundos, padece, em grande escala de ser humanamente humano.

Não é necessário apontar a desumanidade dessa mente prodigiosa. Em nosso tempo tão voltada sobre si mesmo.

A inteligência não realiza o homem.

O que o faz nesse hemisfério mental realizar múltiplas conexões e adensar uma realidade que toma conta em um átimo, com a certeza segura, de que nada é estanque e incorrigivelmente impossível, está na linha limítrofe entre homens e homens.

Só se é quem se é a partir do outro.

Esse que invade em um instante a massa criadora de si, se reconhece nesse ausente, no presente desse que não está e se apresenta, do que se mostra tão vivo e morre na partida. Deslocado do que foi, da memória intangível, recupera do outro os fragmentos, reestrutura internamente aquele que segue. No outro que não é verdade final, misto de crença e entendimento, de saber, de conhecimento finalizado, dissolve-se. Recuperar o outro em si, retornar a si com o outro possibilita ao homem incorporar-se como quem desanda a caminho, entre sim e não, o objeto de sua presentidade é o acolhimento dessa surpresa, em se ver, perceber o alento de que a sua solidão de pensante é feita da incorrigível vertente existencial, do possível real que o outro realiza.

Insolúvel como óleo na água, não se encontra a meio caminho. O outro também leva de si a incerteza daquele que se apresenta. A única certeza é que o homem só encontra o solitário. Conhece então que sua solidão é dobrada, feita de outros, múltipla de outrem, daqueles que estão vivos em sua ausência na memória criada, ao tempo constante de sua transformação.

A memória do outro torna-se o homem, não ele, mas sua inconstância, a sua quase certeza absoluta, que entre um frêmito se reconhece, em um instante, daquele que vaga, ele mesmo, que parte.

O outro é a sua corporeidade iluminada, a deformação do exangue, do que se desmancha no impenetrável florescente.

Sente e sabe que a cada espaço tomado em sua jornada algo se lhe assoma, uma conexão a mais, o substrato nervoso, eletrizante de suas novas crenças.

A cada passo, a caminho .

Segue a sombra , corpus de luz intrincada que modula através das marcas do que já foi, do que pensa. O caminho do meio de suas medidas se resolve no pleno desapego de si, na antinomia complexa do ser e não ser, de partir sempre e jamais ficar. Não há como guardar a memória do amor ou da dor, o baú do conhecimento torna-se muito pesado para o caminhante, e, apesar de sempre equilibrar-se na esteira do tempo, o peso de tudo desaba sobre si, a perder-se indefinidamente na dinâmica de sua despedida.

Carregar o vivido e entrouxar nos ombros um futuro esperado. É muito áspero para quem está descalço e, sabe bem, que não se leva, mas segue.

O mundo não pertence aos homens ainda mais que não pertence ao singular o caminho.

O material produzido é o objeto de crença do mundo dos homens que querem reter o mundo que passa.

Nada pertence ao que produz, nem o ato. O movimento e a intenção destrói o ato produtivo.

Algo sobre a mesa feito de tantas mãos não oferece certeza alguma de seguir na sua conotação evidente. O objeto materializado de tantas

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