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O Encontro

O Encontro

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O Encontro

avaliações:
1/5 (1 avaliação)
Comprimento:
103 páginas
1 hora
Lançado em:
Mar 23, 2016
ISBN:
9781524272739
Formato:
Livro

Descrição

É um romance de conteúdo explícito, pertencendo aos relatos eróticos de e-books eróticos mais lidos nos últimos anos, com uma história intensa de sexo grátis, de excessivo prazer, de pura angústia e de pleno amor.

Esta novela online relata a história de uma mulher que ao ter a oportunidade de ter apenas um único encontro sexual com um homem, vê a oportunidade de fugir á sua tediosa rotina diária com uma aventura sem consequências.

Ela apaixona-me no primeiro instante que os seus olhos se encontram, mas ele só a deseja para sexo e nada mais.

Lançado em:
Mar 23, 2016
ISBN:
9781524272739
Formato:
Livro

Sobre o autor

Mia Phlor was born in Portugal, she lived for many years in Germany and further on in the UK. She loves traveling, art, reading, martial arts, theater and suspense movies. Since she was a child she always created her own stories and reading, was her deep passion.  Starting to write for websites and blogging for many years in Portuguese and English, writing short novels at the same time, however, she only recently decided to start self-publishing some of her books. Romance novels: The Hook up Crazy for you The Best mistake Mistress Self-help eBooks: How to use Facebook for Business Marketing Tips 101 Small Business Ideas In Portuguese LIVROS de romance em português: Objeto Sexual – Coleção Erótica 1 O Encontro 2 Na Ilha Deserta 3 Desvendando o mistério O Preço da Fama Amante  


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Amostra do Livro

O Encontro - Mia Phlor

ÍNDICE

––––––––

Capítulo 1

Capítulo 2

Capítulo 3

Capítulo 4

Capítulo 5

Capítulo 1

Terça-feira, era hoje o dia em que decidiram finalmente conhecer-se.

Estavam no mês de julho e era um dia de verão abafado, o sol brilhava intensamente aquecendo demasiado o ar, era daqueles dias de calor excessivo apetecendo uma bebida fresca à beira mar, mas em Londres isso não era possível.

Carolina tinha saído mais cedo do trabalho para ir a casa tomar duche e mudar de roupa.

Saiu de casa preparada para a eventualidade de algo mais acontecer do que um simples encontro, afinal de contas tinham combinado encontrar-se apenas para sexo.

Usava um vestido curto e preto, com roupa interior sexy de cor branca, sabendo pela troca de mensagens com J.P. que era a sua cor favorita.

Era estranho J.P. gostar da cor branca.

Seria pelo seu significado de pureza ou limpeza? Pensava.

Qual seria o verdadeiro significado para ele?!

Normalmente os homens gostavam de roupa interior sexy mas sempre nas cores preto ou vermelho, nunca nenhum homem lhe tinha dito que gostava de roupa interior branca.

Carolina associava lingerie branca a ser usada somente no dia do casamento e na noite de núpcias, mas nunca num encontro sexual.

Tinha a certeza que a que escolha que fizera seria do agrado dele, sentia-se confiante o suficiente para encarar a situação de uma forma confortável e sensual se chegassem a essa fase.

Estava a aproximar-se a hora, tinham combinado encontrar-se ao fim do dia, ela estava ansiosa e um pouco nervosa, nunca tinha feito algo do género, nunca tinha tido um encontro pela internet que pudesse resultar num primeiro e possivelmente único encontro em sexo.

Tinha plena consciência de que podia acontecer, e se acontecesse, aconteceria.

Ela também nunca tinha sido convidada para ir à casa de um estranho para um encontro às cegas.

Sentia-se de mente aberta para avançarem para sexo, seria apenas sexo e nunca mais precisariam de voltar a ver-se, era isso que ela tinha planeado fazer, ela queria uma aventura sem consequências e sem pudor.

Ela queria uma aventura picante na sua vida monótona, precisava de se sentir viva e desejada por um homem nem que fosse apenas por alguns momentos.

No entanto ao aproximar-se da casa dele, as dúvidas surgiam a cada passo que dava.

Será que ele é como nas fotos?

Será que ele a vai agradar?

Será que ela o vai agradar?

O que irá acontecer quando se conhecerem, será que ele a convida a sair pela porta fora nos minutos seguintes?

Ou será que eles vão acabar por fazer sexo?

Será que vai ser horrível ou será que vai ser bom?

Tantas perguntas na cabeça de Carolina e as respostas estavam a metros de distância.

Não conseguia prever como seria o desenrolar do encontro e isso já a estava a deixar desconfortável e pouco confiante.

J.P. tinha-lhe dado a morada no dia anterior e Carolina teve tempo para verificar na internet onde ele vivia.

Com a morada no GPS do seu telemóvel Carolina deu facilmente com a casa.

J.P. vivia num vilarejo típico no centro de Londres, este tipo de casas eram muito caras e apreciadas por quem vivia no centro de Londres e a casa de J.P. parecia ser a maior de todas na rua.

A casa tinha 2 ou 3 andares, não dava para ver bem, era toda em tijolo de isolamento, as janelas eram novas assim como a porta de entrada. Via-se perfeitamente que a casa tinha sido recuperada recentemente.

Tinha um aspeto impecável.

Nervosa, sentindo o coração bater mais rápido devido à excitação da sua grande aventura, um ligeiro formigueiro surge-lhe na ponta dos dedos fazendo-a parar por momentos antes de carregar no botão da campainha.

Olhou para a campainha e pensou:

Já que cheguei até aqui não vou recuar.

Tocou à campainha, conseguindo ver através do vidro grande da porta da entrada o interior da casa.

Dava para ver apenas um corredor e umas escadas em pedra com um corrimão de ferro forjado preto que davam para o primeiro andar.

Segundos depois, viu J.P. descer as escadas de sweatshirt, calções e descalço.

Ele era exatamente como nas fotos que lhe tinha enviado meses antes, mas ao vivo ele era muito melhor, dava para ver pelas marcas da sweatshirt que ele estava em plena forma física, ele cuidava de si.

Tinha um corpo perfeito.

Era alto, magro com uns olhos azuis profundos e intensos quase hipnotizantes daqueles em que nos perdemos neles se estivermos a olhar demasiado tempo.

A face era ligeiramente esguia, quase que afunilava no queixo, com uma barba de 3 dias que lhe assentava na perfeição e um cabelo com um corte moderno, dando-lhe de propósito um jeito despenteado.

Numa das fotos ela lembrava-se de que ele tinha um sinal na orelha esquerda, outrora deveria ter usado um brinco que agora se mostrava ausente.

J.P. abriu a porta sorriu ligeiramente para Carolina, no entanto a face continuava com uma expressão pesada tal como nas fotos, deu-lhe um beijo na face, dizendo-lhe para subir as escadas, ela sobe à sua frente e ele segue-a deixando espaço suficiente para apreciar as pernas dela, ela sabia que estava a ser observada, fazendo-a nervosa.

Carolina pára no primeiro lance de escadas, olhando para ele à espera de indicações, ele pede para continuar a subir, sobem até ao primeiro andar onde há uma sala em espaço aberto junto com sala de jantar, escritório e cozinha.

A casa é enorme para uma pessoa só observa Carolina, está decorada com um misto de moderno com antigo, onde a madeira tosca predomina, fazendo um contraste unindo-se em perfeita harmonia.

Carolina descobre que J.P. é um homem com muito bom gosto.

O que realmente impressiona Carolina é a casa estar impecavelmente limpa, era óbvio que tinha empregada de limpeza, mas isso não o impedia na sua ausência de deixar tudo por todo lado, mas não havia nada em cima de nada, a casa estava imaculadamente arrumada e Carolina adorou a casa no primeiro instante.

Sem se aperceber que no instante anterior tinha adorado o seu proprietário.

J.P. fez o gesto com a mão para a convidar a sentar-se no sofá de 3 lugares e pergunta se quer beber alguma coisa.

Carolina que vinha da rua, estava cheia de calor, mas agora não sabia se era do calor que fazia lá fora ou se era do efeito que ele já estava a provocar nela.

Ela sente-se a ferver por dentro pedindo apenas água.

Estava com receio que todo aquele calor que ela estava a sentir fosse sobressair na sua cara, ficou um bocado embaraçada quando se sentiu mesmo a suar enquanto ele estava na cozinha.

J.P. foi à cozinha que tinha aspeto de nunca ter sido usada e trouxe 2 garrafas pequenas de água, ofereceu-lhe uma e abriu a outra bebendo-a enquanto olhava para ela sentando-se confortavelmente no sofá colocando uma perna por cima da outra, ficando apenas o tornozelo apoiado por cima do joelho. Com os braços abertos inclinados sobre o sofá.

Ele transborda confiança, masculinidade e descontração, demasiada descontração para primeira impressão de Carolina.

Carolina ao contrário dele não estava nada descontraída, e a pouca confiança que ela tinha antes de entrar

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