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Um Beijo no Natal

Um Beijo no Natal

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Um Beijo no Natal

Duração:
163 páginas
2 horas
Lançados:
Oct 28, 2018
ISBN:
9781507172858
Formato:
Livro

Descrição

UM DESEJO DE NATAL...
Lady Pippa Godfrey teve a mais horrenda Temporada em Londres. Ela fugiu para sua propriedade em Somerset para passar um Natal tranquilo com a família, longe dos curiosos olhos da sociedade. Mas, antes de os pais poderem se juntar a ela, uma tempestade assola Somerset e destrói cada esperança que Pippa tinha de ver um Natal coberto pela neve. As estradas inundaram e viajar se tornou impossível, deixando-a sozinha e abandonada. Mas um cavalheiro coberto de lama, irado e diabolicamente bonito aparece em sua porta exigindo abrigo.

Lucas Hartfeld, o Conde de of Maddox, tinha sido convocado pelos pais, o Marquês e a Marquesa de Bowmont, para ir a uma festa de natal nesse lugar esquecido por Deus, distante demais da sua casa em Londres. Ele suspeita que eles ordenaram a sua presença por razões muito diferentes do que uma simples festa no campo. Quando uma tempestade faz a sua carruagem encalhar, ele é forçado a procurar abrigo na única casa que viu em milhas, uma mansão local chamada Helton House.

Quando Lady Pippa parece relutante em aceitá-lo, ele faz exatamente o que foi criado para fazer - exige que ela forneça abrigo para ele e para os seus criados até que a tempestade passe. Mas a bela mulher atraiu  muito mais o seu interesse do que ele está disposto a admitir. Lucas poderá encontrar um meio de escapar do que os seus pais estão planejando?

Enquanto Lady Pippa examina minuciosamente outro lorde arrogante e mandão, é bombardeada com as memórias das traições que sofreu em seu passado. Ela poderá esquecer aquelas difíceis lições de vida para reclamar um beijo de um completo estranho?

Lançados:
Oct 28, 2018
ISBN:
9781507172858
Formato:
Livro

Sobre o autor

USA Today Bestselling Author Christina McKnight writes emotionally intricate Regency Romance with strong women and maverick heroes. Christina enjoys a quiet life in Northern California with her family, her wine, and lots of coffee. Oh, and her books...don't forget her books! Most days she can be found writing, reading, or traveling the great state of California. Sign up for Christina's newsletter and receive a free book: eepurl.com/VP1rP Follow her on Twitter: @CMcKnightWriter Keep up to date on her releases: christinamcknight.com Like Christina's FB Author page: ChristinaMcKnightWriter Join her private FB group for all her latest project updates and teasers! facebook.com/groups/634786203293673/


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Um Beijo no Natal - Christina McKnight

PRÓLOGO

Capítulo Um

Capítulo Dois

Capítulo Três

Capítulo Quatro

Capítulo Cinco

Capítulo Seis

Capítulo Sete

Capítulo Oito

Capítulo Nove

Capítulo Dez

Capítulo Onze

Capítulo Doze

Capítulo Treze

Capítulo Catorze

Capítulo Quinze

Epílogo

Dedicatória

Para Marc ~

Toda história que escrevo, cada personagem que eu sonhei tornar real com minhas páginas, cada ideia que vem a minha mente, tem um pouco de você. Você tem a essência do que faz um perfeito herói: compaixão, cuidado, força, integridade, lealdade, perspicácia, inteligência e acima de tudo, amor incondicional e infinito por sua família.

Este livro, os que vieram antes e os que virão depois, nunca seriam possíveis sem você ao meu lado. É você o guardião dos meus sonhos e das minhas esperanças.

Obrigada por me permitir a liberdade de viver o meu sonho todos os dias!

––––––––

Copyright 2016 La Loma Elite Publishing

PRÓLOGO

Lady Pippa Godfrey, a única filha do Duque e da Duquesa de Midcrest, se sentou na primeira fila do recital de música de Lorde e Lady Sheridan, aguardando sua vez ao piano. Era a última atração da noite, organizada em honra de Lady Natalie, em comemoração à sua apresentação à sociedade. A sala estava lotada, quente demais, e as vozes estavam ensurdecedoras enquanto Pippa esperava a próxima debutante ser chamada ao estrado para demonstrar seus talentos em um instrumento escolhido – algumas tocavam harpa ou outro instrumento de corda, enquanto outras preferiam cantar.

Os dedos de Pippa doíam, e a sua cabeça flutuava com o pensamento de ficar ante aquela multidão – a maioria era composta por estranhos, ela só poderia cumprimentar alguns pelo nome – e tocar a peça complexa que o tutor de música tinha requisitado que ela apresentasse. Foi então que ela olhou para o colo e percebeu que as mãos estavam muito apertadas enquanto seguravam o tecido delicado do vestido, amarrotando-o e fazendo seus dedos doerem.

Forçando os olhos a se fecharem, Pippa respirou para se acalmar e suplicou que as mãos relaxassem. O tecido delicado ficaria amassado além da capacidade da camareira para esticá-lo novamente. Era como se suas mãos tivessem mente própria – e Pippa temia que mais uma vez elas assumissem o comando quando estivesse acomodada ao piano.

Ela nunca tinha se envergonhado ante tantas pessoas – e certamente, ela não começaria a sua primeira Temporada em Londres sendo motivo de fofoca em cada salão e em cada baile.

Uma rouca voz feminina pigarreou não muito longe de Pippa. A sala ficou instantaneamente em silêncio enquanto todo mundo prendia a respiração.

Quando Pippa abriu os olhos, Lady Natalie estava de pé no estrado, com um sorriso tímido nos lábios, enquanto observava o público. Todos estavam olhando-a como se ela estivesse prestes a anunciar alguma atração muito mais importante do que a próxima mocinha a massacrar uma peça escrita por um grande compositor – ou pior ainda, perfurar cada tímpano quando cantasse uma nota muito alta. Sua amiga, Lady Natalie, certamente estava à vontade em seu papel como anfitriã e homenageada nesta grande celebração.

Ela não invejava a graça natural de Natalie, tudo o que Pippa queria era que esta noite – e a sua primeira Temporada – terminassem. Por agora, ela esperaria a sua apresentação ao piano terminar, e então estaria permitida a partir da casa Sheridan em direção à sua própria casa em Mayfair. Algumas horas passadas com a sua camisola, enquanto lê um livro à luz de velas até quase amanhecer, soava muito mais apelativo para Pippa do que se apresentar ante essa multidão e anunciar a peça que havia sido escolhida para ela tocar, enquanto cada conjunto de olhos escrutinava cada movimento seu.

Mas Lady Natalie era a sua mais antiga e mais querida amiga.

Possivelmente sua única amiga.

E então, Pippa sorriria, acenaria com a cabeça, e tocaria o piano antes de fazer uma rápida reverência e permitir que a próxima menina se apresentasse.

Parecia tão simples.

Ela foi criada para fazer exatamente isso, mas ninguém esperaria que a filha de um duque sofresse de uma timidez tão severa, que ficaria sufocada e tonta apenas ao ponderar andar por um salão de baile lotado. Entretanto, Pippa tinha se forçado a cumprir as suas obrigações de filha – entrar em um salão de baile cheio de mulheres elegantemente vestidas e homens arrogantes, agrupados ao redor da sala. Ela tinha visto muitos homens bonitos dando voltas ao redor da pista de dança. De início, sua mãe tinha permitido que ela se escondesse junto às palmeiras que bordejavam a sala, mas isso não durou muito. Os homens se aproximavam de seu pai e, eventualmente, colocavam seus nomes em seu cartão de dança. E essa noite não tinha sido diferente – ela atraiu mais do que um pouco do interesse de homens elegíveis, ou isso Lady Natalie tinha sussurrado várias vezes para ela. As palavras da amiga deveriam ser uma bênção para ambas. Elas sonharam com sua estreia em sociedade por tantos anos e em se casarem com homens intitulados, ricos e bonitos – para o desânimo e olhares invejosos de todas as outras debutantes e suas mães. Mas, enquanto Natalie sussurrava seu choque com a popularidade de Pippa entre os homens, parecia mais com um sibilo do que uma demonstração de felicidade. Ela consideraria isso outra hora.

Esta noite, como uma recém-debutada e amiga de Lady Natalie, era esperado que Pippa tocasse – e tocasse bem, já que ela e Natalie tinham compartilhado o mesmo instrutor desde que tinham nove anos.

Olhando para a mãe sentada ao seu lado, Pippa sentiu a urgência de dizer que estava doente e implorar para ser liberta desta obrigação. Mas o sorriso sereno e o gesto tranquilizador da mãe fizeram os erráticos batimentos cardíacos de Pippa se acalmarem. Ela esperava que o brilho de suor na sua testa secasse antes que Natalie a chamasse, seria embaraçoso ter a luz dos candelabros refletida nela.

Pouco depois, Pippa percebeu que sua mãe estava acenando com a cabeça para ela, seu nome tinha sido chamado e a sala tinha ficado em silêncio, esperando sua chegada à plataforma onde estava o piano, a harpa e a flauta. Havia também uma mesinha com uma dúzia de sinos de diversos tamanhos – oh, como Pippa desejava que os sinos tivessem sido atribuídos a ela. Nenhuma alma saberia se ela sacudisse um deles fora de hora.

Exceto o senhor Giles, o instrutor de Pippa, que estava de pé não muito longe do palco, com as mãos espalmadas ante ele com um sorriso orgulhoso em seu rosto bonito – olhando diretamente para ela como se ela fosse a única mulher na sala. Esse era o seu jeito de fazer suas pupilas se sentirem seguras e encorajadas. Pippa estava certa que ele deu o mesmo olhar intenso, mas ao mesmo tempo sensível, para Natalie quando ela cantou mais cedo nesta noite.

—Vá em frente, querida – sua mãe cutucou. —É a sua vez.

Um nó se formou em sua garganta e Pippa estava feliz por não ter nenhum talento vocal, era pouco provável que algum som conseguisse passar por sua traqueia.

Depois de um rápido sorriso para a mãe, Pippa olhou mais uma vez para onde o senhor Giles estava, logo atrás do estrado – seus ombros erguidos com orgulho de suas habilidades como instrutor. Seu cabelo até mesmo estava no lugar, tão diferente do estilo bagunçado que ostentava durante as aulas. Pippa pensou que preferia os cachos desordenados que ele usava em Somerset, lugar onde ela e Natalie cresceram.

Ficou de pé, torcendo para que o seu sorriso estivesse bonito, e não aterrorizado, quando foi em direção à Natalie. Natalie mal tivera um momento livre nos últimos dias para falar com Pippa. Se elas tivessem alguns minutos juntas, teria dito à amiga que estava apavorada por tocar diante à multidão... que estaria feliz em se sentar com as mulheres que estavam em sua segunda ou terceira Temporada, para evitar o piano. Mas a conversa não aconteceu, e Natalie não estava ciente que a amiga queria qualquer coisa, exceto se apresentar.

Mas refletiria negativamente na tutoria do senhor Giles se uma de suas alunas – a filha de um duque, nada menos – se mostrasse incapaz de tocar diante de uma multidão. Pippa queria desesperadamente que o seu tutor fosse visto de forma favorável por toda a sociedade de Londres.

—A próxima a agraciar o palco é Lady Pippa Godfrey, filha dos estimados Duque e Duquesa de Midcrest – e minha querida amiga. — Natalie gesticulou na direção de Pippa quando uma estranha expressão passou por seu rosto. Não era uma com a qual Pippa estivesse familiarizada; foi quase como se nuvens de tempestade atravessassem o rosto da amiga. Entretanto, o olhar rapidamente sumiu, e os olhos de Natalie brilharam mais uma vez. —Lady Pippa e eu temos sido amigas desde antes de sermos permitidas a tocar o piano. Desde que nos conhecemos compartilhamos tudo, inclusive nosso tutor de música, o senhor Giles, embora eu ouse dizer que Pippa é muito mais próxima do homem do que os meus pais alguma vez permitiriam. Suas habilidades ao piano certamente mostram as muitas horas de lições adicionais que ela teve.

A pele de Pippa se aqueceu, ela temia que uma vela tivesse posto seu vestido – ou seu cabelo perfeitamente preso – em chamas.

Leves risadas femininas e profundas risadas masculinas preencheram a sala, flutuando do fundo até chegar à multidão que estava à frente, onde Pippa tinha se sentado com os pais.

Ela lançou um olhar para o senhor Giles, que estava perto da beira do estrato, tendo apenas uns momentos antes de parabenizar outra pupila por seu sucesso ante o público. Era impossível dizer se seu rosto ficou tão quente quanto o dela, porque ele entrou um pouco nas sombras e estava agora recuando para a porta do terraço.

Um momento de confusão nublou a sua mente enquanto a risada esmaecia e uma brisa leve batia em seu rosto – como se alguém tivesse aberto uma janela para o vento entrar.

Ao seu lado, a mãe se abanava. Seu pulso chicoteava de um lado para o outro, aumentando o ritmo enquanto a sala ficava em silêncio.

Tudo congelou a sua volta, menos o leque de sua mãe.

A Duquesa de Midcrest, sua queria mãe, que havia trabalhado por mais de vinte anos para se elevar acima da classe burguesa, seria novamente envolvida em um escândalo – tudo por causa dela.

—Você quer partir? — sua mãe sussurrou.

—Eu não... — Pippa balbuciou. —Eu nunca iria...

—Eu não acredito que você tenha feito, minha filha. — Sua mãe procurou suavizar o golpe – algo que a sociedade tinha feito à atual Duquesa de Midcrest um centena de anos atrás. —Entretanto, isso não muda a aparência das coisas, não importa o que digamos ou façamos nesse momento.

Pippa levantou o queixo para impedir que as lágrimas caíssem por seu rosto.

—Eu não entendo por que, — Pippa disse enquanto se inclinava para mais perto da mãe para sussurrar. —Lady Natalie e eu somos amigas.

—Amizade e ciúme normalmente andam de mãos tão atadas que um não pode ser diferenciado do outro.

Pippa não poderia imaginar por que Lady Natalie diria tal coisa – diante de todas as pessoas que estavam na casa de seus pais, no meio de sua primeira Temporada – e sabendo que a sua família buscava uma boa união para ela.

Elas compartilharam dias mágicos antes do jantar formal que apresentava Natalie, e também no baile da noite anterior. Pippa tinha dançado todas as músicas, seu cartão se encheu rapidamente depois que ela entrou no salão de baile da casa Sheridan. Lady Natalie também havia dançado quase

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