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Destruidor - Parte Dois

Destruidor - Parte Dois

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Destruidor - Parte Dois

avaliações:
1/5 (1 avaliação)
Comprimento:
69 páginas
1 hora
Editora:
Lançado em:
May 25, 2018
ISBN:
9781507179659
Formato:
Livro

Descrição

Piper Gravatt achava que tinha uma vida perfeita. Ela tinha acabado de se formar na faculdade e estava prestes a casar com o homem dos seus sonhos. Então tudo foi para o espaço.

Circunstâncias sombrias levaram a desejos ainda mais sombrios, e havia apenas uma maneira de enterrar a sua dor. Seu novo lema era: Nunca se apaixone. Nunca se entregue completamente.

A vida é obscura, exceto pelo prazer. E há apenas um lugar que Piper pode ir para conseguir o que precisa para sobreviver. Club Fet, onde os homens são gostosos e os atos de luxúria não são convencionais.

Ser discreto nem sempre funciona, mas, principalmente quando os caminhos se cruzam em todos os lugares errados. Poderosos homens se escondem nas sombras e um, em particular, está determinado a destruir tudo o que Piper é.

Editora:
Lançado em:
May 25, 2018
ISBN:
9781507179659
Formato:
Livro

Sobre o autor

Sky Corgan is a USA Today bestselling author. She lives in Texas where the sun is hot and the men are hotter. When she's not typing away at her next steamy romance novel, she enjoys hanging out with friends and planning vacations. You can get a FREE Sky Corgan book and stay up to date on her latest releases by signing up for her newsletter here: http://www.subscribepage.com/SkyCorgan


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CAPÍTULO UM

PIPER

––––––––

Na pista, eu mostro muita resistência. Na área de jogos, é uma história completamente diferente. Existem regras de como essas coisas devem seguir. Se o Dom for bom, não tenho problemas em segui-las. Às vezes, se deixar levar é a coisa mais libertadora de todas, mas tem que ser para o homem certo - pelas razões certas.

— Como você quer isso? — parecendo relaxado e tranquilo, o senhor Jeremy se inclina contra a parede na área de jogos privados para a qual me levou.

Ele me disse o seu nome enquanto estavámos no bar.

Eu me aproximo dele como um gato prestes a dar o bote em sua presa, meus dedos deslizam dentro do forro da sua camisa aberta e traço o tecido justo de um lado para o outro. — Eu achei que você tivesse dito que ia me destruir?

— Bem, eu não seria especificamente um Dom se não levasse em consideração o que você quer, seria? — ele me encara com diversão, embora também haja luxúria atrás de seus olhos.

— Me dê o máximo que puder. E não pare até que eu diga — eu retiro as mãos e dou um soco brincalhão em seu ombro antes de me virar e caminhar de volta para o meio da sala.

— Precisamos de uma palavra de segurança — ele desencosta da parede.

— Eu não preciso — eu lanço um olhar para ele por cima do ombro, e o canto dos seus lábios sobem em um sorriso.

Ele segue lentamente em direção a uma cadeira de metal dobrável no canto da sala. Por um momento, acho que ele vai se sentar e me pedir para tirar a roupa. É assim que muitos Doms começam. Eles gostam de assistir as mulheres se despirem. Posso até oferecer um pequeno striptease se isso for o que satisfaz sua fantasia, embora eu preferisse que ele me despisse. Contanto que possamos começar com a dor e o sexo, uma vez que eu acho que é isso que importa.

Ele puxa a cadeira e a empurra para mim. — Levante a sua saia e sente-se de pernas abertas na cadeira. De frente para mim.

É um pedido interessante que instantaneamente desperta a minha curiosidade. Eu faço o que ele diz, lutando ligeiramente para puxar a saia de couro justa que estou usando sobre a curvatura dos meus quadris. Ela foi projetada para ser puxada para baixo, não para cima, e espero que o fato de esticar o material, não a estrague. Mas eu não sou o tipo de pessoa que discute com um Dom, a menos que ele seja um cretino, muito menos um tão bonito.

Eu me abaixo na cadeira como se estivesse fazendo isso sobre um pau, as pernas abertas e as costas ligeiramente arqueadas. Senhor Jeremy descaradamente me examina, seu olhar pousando em minha bunda, completamente exposta com apenas a faixa do meu fio dental cobrindo a minha boceta. Em seguida, mergulha mais para baixo, para a renda na parte superior das minhas meias. Ele parece bastante satisfeito, sua expressão cada vez mais predatória.

— Está apreciando a vista? — eu estico o braço para trás e bato na minha bunda.

— Não toque — ele balança a cabeça. — Somente eu posso te tocar pelo resto da noite.

Eu gosto disso, do pensamento das suas mãos em cima de mim. Meu corpo anseia pelo seu toque - por sua ira. Eu já até consigo sentir a umidade se acumulando entre as minhas pernas, e nem sequer começamos. A noite acabou de começar, e estou pronta para um bom show - para uma boa trepada.

— O que você disser, senhor — eu sorrio.

Um puxão brusco na parte de trás da minha cabeça me faz ofegar. Ele se moveu tão rápido, que eu mal tive tempo de me preparar para isso. Em um instante, ele está atrás de mim, com o meu cabelo enrolado em sua mão, a respiração quente provocando o meu pescoço, seus lábios suaves sussurrando sobre o meu ombro.

— Há algo engraçado, Piper?

— Não, senhor — minha voz soa quase estranha para mim.

— Bom. Não vai ser nada engraçado o jeito que vou te usar e comer — ele puxa ainda mais o meu cabelo, fazendo o meu pescoço doer ligeiramente. — Eu vou fazer tudo o que quiser com você esta noite.

Meu corpo canta para a vida sob o peso das suas palavras, meus mamilos endurecendo dentro do espartilho. Sim, por favor, me use. Me coma com força. Seja bruto e implacável. Não me atrevo a dizer nada disso, porque sei que ele não quer as minhas palavras. Ele quer os meus gritos. Meus sussurros e meus gemidos.

Ele desliza a sua mão para a frente do meu corpo e esfrega levemente um dos meus seios, embora eu sinta muito pouco através do tecido grosso do meu espartilho. Pior ainda, a falta de força por trás de seu toque. É para provocar, e funciona. Ele sabe que eu quero que ele abaixe a frente do meu espartilho como em um romance

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