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Modelos de tomada de decisão para inovação em empresas

Modelos de tomada de decisão para inovação em empresas

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Modelos de tomada de decisão para inovação em empresas

Comprimento:
269 página
2 horas
Editora:
Lançado em:
Aug 3, 2017
ISBN:
9788582930519
Formato:
Livro

Descrição

Segundo dados do IBGE, 88,3% das empresas inovadoras declararam obter impactos positivos e significativos provenientes da inovação. Apesar da importância da inovação para a prática empresarial, poucos livros no Brasil exploram teorias que buscam explicar as relações entre inovação e vantagens competitivas. Nesse contexto, Modelos de tomada de decisão para inovação em empresas explora a ligação entre as teorias de finanças e as de estratégia e identifica impactos práticos de estratégias de inovação.

Editora:
Lançado em:
Aug 3, 2017
ISBN:
9788582930519
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Modelos de tomada de decisão para inovação em empresas

Herbert Kimura

Leonardo Fernando Cruz Basso

(org.)

SciELO Books / SciELO Livros / SciELO Libros

KIMURA, H., and BASSO, LFC., org. Modelos de tomada de decisão para inovação em empresas [online]. São Paulo: Editora Mackenzie, 2011. Academack collection. ISBN 978-85-8293-051-9. Available from SciELO Books <http://books.scielo.org>

Modelos de tomada de decisão para inovação em empresas

Coleção AcadeMack, 2

UNIVERSIDADE PRESBITERIANA MACKENZIE

Reitor: Benedito Guimarães Aguiar Neto

Vice-reitor: Marcel Mendes

COORDENADORIA DE PUBLICAÇÕES ACADÊMICAS DA UNIVERSIDADE PRESBITERIANA MACKENZIE

Coordenadora: Helena Bonito Couto Pereira

EDITORA DA UNIVERSIDADE PRESBITERIANA MACKENZIE

Conselho Editorial Acadêmico

Helena Bonito Couto Pereira (Presidente)

José Francisco Siqueira Neto

Leila Figueiredo de Miranda

Luciano Silva

Márcia Guekezian

Maria Cristina Triguero Veloz Teixeira

Maria Lucia Marcondes Carvalho Vasconcelos

Moises Ari Zilber

Valter Luís Caldana Júnior

Wilson do Amaral Filho

Editora executiva: Joana Figueiredo

FUNDO MACKENZIE DE PESQUISA (Mackpesquisa)

Presidente: Josimar Henrique da Silva

Modelos de tomada de decisão para inovação em empresas

Herbert Kimura

Leonardo Fernando Cruz Basso

(Org.)

© 2011 Herbert Kimura e Leonardo Fernando Cruz Basso.

Todos os direitos reservados à Universidade Presbiteriana Mackenzie.

Nenhuma parte desta publicação poderá ser reproduzida por qualquer meio ou forma sem a prévia autorização da Universidade Presbiteriana Mackenzie.

Coordenação editorial: Joana Figueiredo

Capa: Rubens Lima

Projeto gráfico e diagramação: Acqua Estúdio Gráfico

Preparação de texto: Fernanda A. do Nascimento Alves

Revisão: Hebe Ester Lucas

               Marcelo Smeets

Dados Internacionais de Catalogação na Publicação (CIP)

(Câmara Brasileira do Livro, SP, Brasil)

Modelos de tomada de decisão para inovação em empresas [livro eletrônico]/ Herbert Kimura, Leonardo Fernando Cruz Basso, (org.) –São Paulo : Universidade Presbiteriana Mackenzie, Mackpesquisa, 2011 (Coleção AcadeMack).

2147 Kb; ePUB

Bibliografia.

ISBN 978-85-8293-051-9

1. Administração de empresas 2. Cadeia de valor 3. Competitividade 4. Inovações tecnológicas 5. Modelagem matemática 6. Planejamento estratégico 7. Tomada de decisões I. Kimura, Herbert II. Basso, Leonardo Fernando Cruz. III. Série.

11-01863

CDD-658.4062

Índices para catálogo sistemático:

1. Inovações tecnológicas : Administração de empresas 658.4062

Como adquirir os livros:

Livrarias Mackenzie

Campus Itambé

Rua da Consolação, 930, Prédios 18 e 19

São Paulo – SP – CEP 01239-001

Tel./Fax: (11) 2114-8574

Campus Tamboré

Av. Tucunaré, s/no

Tamboré Barueri CEP 06460-020

Tel./Fax: (11) 3555-2124

Impresso no Brasil 2011

Table of Contents / Sumário / Tabla de Contenido

Front Matter / Elementos Pré-textuais / Páginas Iniciales

Sobre os autores

Introdução

1

Estratégia, recursos e opções reais

Herbert Kimura, Eduardo Kazuo Kayo, Leonardo Fernando Cruz Basso

Considerações iniciais

Conceitos fundamentais

Considerações finais

2

Análise da dinâmica da adoção de tecnologias na cadeia de valor

Herbert Kimura, Eduardo Kazuo Kayo, Diógenes Manoel Leiva Martin, Luiz Carlos Jacob Perera

Introdução

Referencial teórico

Modelagem matemática

Resultados da análise do modelo

Considerações finais

3

Modelagem de lucro por meio da construção de capacidades e da seleção de recursos

Herbert Kimura, Diógenes Manoel Leiva Martin, Wilson Toshiro Nakamura

Introdução

Referencial teórico

Modelagem matemática da esperança de lucro em relação às vantagens competitivas

Premissas do modelo

Análises e implicações do modelo para a estratégia empresarial

Considerações finais

Notas de final de texto

4

Procrastinação e criação de valor

Herbert Kimura, Leonardo Fernando Cruz Basso, Elizabeth Krauter

Introdução

Referencial teórico

Modelo de otimização

Considerações finais

5

Estudo da difusão tecnológica por meio de autômatos celulares em arranjos produtivos locais

Herbert Kimura, Luiz Carlos Jacob Perera

Introdução

Referencial teórico

Metodologia de pesquisa e modelo de simulação

Discussão de resultados da simulação

Considerações finais

6

Redes sociais e o marketing de inovações

Herbert Kimura, Leonardo Fernando Cruz Basso, Diógenes Manoel Leiva Martin

Introdução

Referencial teórico

Discussão da modelagem matemática

Resultados da simulação

Considerações finais

Índice

Sobre os autores

Herbert Kimura

É doutor em Administração de Empresas pela Faculdade de Economia, Administração e Contabilidade da Universidade de São Paulo (FEA-USP) e pela Escola de Administração de Empresas de São Paulo da Fundação Getulio Vargas (FGV-EAESP). É mestre em Estatística pelo Instituto de Matemática e Estatística (IME) da USP e engenheiro de Eletrônica pelo Instituto Tecnológico de Aeronáutica (ITA). É gestor de riscos certificado pela Professional Risk Managers’ International Association (PRMIA), além de professor do Programa de Pós-Graduação em Administração de Empresas da Universidade Presbiteriana Mackenzie. Lidera pesquisas financiadas pelo Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico (CNPq), Instituto Mapfre, Experian-Serasa e Mackpesquisa. Ganhou vários prêmios acadêmicos. É também instrutor de treinamentos executivos e consultor em projetos de análise financeira, gestão de riscos e modelagem em finanças, tendo desenvolvido trabalhos em várias instituições financeiras e empresas não financeiras. Autor e coautor de dezenas de artigos publicados em periódicos nacionais e internacionais e dos livros Derivativos financeiros e seus riscos; Stock options e criação de valor ao acionista; e Value at Risk: como entender e calcular o risco pelo VaR.

Leonardo Fernando Cruz Basso

É engenheiro Mecânico pelo ITA, Ph.D. em Economia pela New School for Social Research, professor do Curso de Administração de Empresas do Centro de Ciências Sociais e Aplicadas da Universidade Presbiteriana Mackenzie. É coautor dos livros Stock options e criação de valor ao acionista; e Value at Risk: como entender e calcular o risco pelo VaR.

Eduardo Kazuo Kayo

É mestre, doutor e livre-docente em Administração pela FEA-USP. Atualmente, é professor da área de Finanças do Departamento de Administração da FEA-USP e bolsista de produtividade em pesquisa do CNPq. Seus interesses de pesquisa incluem temas relacionados a finanças corporativas, como fusões e aquisições, estrutura de capital, alianças estratégicas, valoração de ativos intangíveis, entre outros. Publicou vários artigos em periódicos e congressos científicos nacionais e internacionais. Foi consultor de alta gestão, desenvolvendo projetos de avaliação de empresas, planos de negócio, planejamento estratégico e avaliação de marcas para empresas de médio e grande porte dos mais diversos setores.

Luiz Carlos Jacob Perera

É pós-doutor pelo Institut d’Administration des Entreprises (IAE) da Université Pierre Mendès France em Grenoble, França. É doutor em Administração pela FEA-USP. Atualmente, é professor do Programa de Pós-Graduação em Ciências Contábeis da Universidade Presbiteriana Mackenzie (UPM) e consultor para o setor bancário e empresarial na área de risco, crédito e derivativos de crédito. Foi professor dos cursos de MBA em Finanças e Risco da Fundação Instituto de Administração (FIA), da Fundação Instituto de Pesquisas Econômicas (Fipe) e da Fundação Instituto de Pesquisas Contábeis, Atuariais e Financeiras (Fipecafi) da USP, além de coordenador dos cursos de Risco, Banking e Seguros e Previdência Privada da UPM. Atuou como consultor em projetos financeiros e treinamento de executivos para as seguintes instituições: Banco ABN Amro Real, Banco BBA Creditanstalt, Bank-Boston, Banco Bradesco, Banco do Brasil, Banco Geral do Comércio, Banco Itaú, Banco Santander-Banespa, Banco Sudameris, Alpargatas, CVRD, Petrobras, Volkswagen, Andima e Abamec.

Diógenes Manoel Leiva Martin

É professor adjunto do Núcleo Permanente do Programa de Pós-Graduação em Administração de Empresas da Universidade Presbiteriana Mackenzie (UPM). Atualmente ministra as disciplinas de Teoria de Finanças e Econometria Aplicada às Finanças do curso stricto sensu da UPM. É doutor e mestre em Administração pela FGV-EAESP, bacharel em Administração pela mesma instituição, em Economia pela USP e em Direito pela Pontifícia Universidade Católica de São Paulo (PUC-SP). Acumula experiência em instituições financeiras e acadêmicas.

Wilson Toshiro Nakamura

É professor adjunto do Núcleo Permanente do Programa de Pós-Graduação em Administração de Empresas da Universidade Presbiteriana Mackenzie. É doutor e mestre em Administração pela FEA-USP, bacharel em Administração, Economia e Ciências Contábeis pela mesma instituição. Também é bacharel em Direito pela Faculdade de Direito da USP. Acumula experiência acadêmica de cerca de vinte anos em diversas empresas e instituições financeiras brasileiras, especialmente em cargos de gerência.

Elizabeth Krauter

É professora doutora da Faculdade de Economia, Administração e Contabilidade de Ribeirão Preto (FEA-RP-USP). É doutora em Administração pela FEA-USP, mestre em Administração de Empresas pela Universidade Presbiteriana Mackenzie, pós-graduada em Administração Contábil e Financeira pela FGV-EAESP. É bacharel em Administração de Empresas pela FGV-EAESP. Suas linhas de pesquisa abordam os seguintes temas: finanças corporativas, governança corporativa e avaliação de empresas.

Introdução

Se no passado a produtividade e a qualidade representavam aspectos fundamentais para a administração, nos últimos anos a inovação passou a ser uma preocupação primordial para as empresas. Com o desenvolvimento acelerado das tecnologias da informática e das telecomunicações, a inovação tem se tornado cada vez mais importante para a criação e a manutenção da competitividade das empresas.

Em um projeto que envolve inovação, a incerteza surge como parâmetro relevante no processo de tomada de decisão de investimento. Por um lado, a incerteza de projetos de inovação traz riscos, pois diversos eventos que causam perdas podem ocorrer: o desenvolvimento da tecnologia pode não se concretizar, o mercado consumidor pode não estar preparado ou disposto a trocar de tecnologias etc.

Por outro lado, a efetiva inovação pode trazer recompensas consideráveis, dado que pode gerar diferencial competitivo, que, por sua vez, pode conduzir a vantagens sustentáveis. Empresas inovadoras podem criar novos paradigmas e desenvolver novos padrões tecnológicos, que, eventualmente, se traduzem em fluxos de caixa.

Em termos teóricos, este livro tem como objetivo investigar a inovação tecnológica inserida em uma discussão de fontes de criação de valor. Apresenta-se um breve referencial contendo aspectos da teoria de finanças e de estratégia, com ênfase na discussão da contribuição dos mecanismos de opções reais para a análise de projetos.

Além disso, busca-se analisar os riscos que podem conduzir à formação de vantagens competitivas e à criação de valor, bem como identificar como novas tecnologias podem propagar-se. Esses dois aspectos são importantes, pois subsidiam avaliações de valor de opções e de horizontes de tempo associados às inovações tecnológicas.

A seguir, apresenta-se uma breve descrição do conteúdo de cada capítulo.

CAPÍTULO 1

ESTRATÉGIA, RECURSOS E OPÇÕES REAIS

Realiza-se uma breve análise de estratégia e finanças, confrontando seus fundamentos com a avaliação de projetos de inovação. Em particular, discutem-se aspectos referentes a recursos e opções reais.

CAPÍTULO 2

ANÁLISE DA DINÂMICA DA ADOÇÃO DE TECNOLOGIAS NA CADEIA DE VALOR

Aborda-se um modelo baseado em opções reais, que avalia as vantagens e desvantagens da adoção de tecnologias, considerando os impactos e as influências da cadeia de valor.

CAPÍTULO 3

MODELAGEM DE LUCRO POR MEIO DA CONSTRUÇÃO DE CAPACIDADES E DA SELEÇÃO DE RECURSOS

Desenvolve-se um modelo de otimização da função lucro que abrange, simultaneamente, conceitos da visão baseada em recursos e da visão baseada em capacitações dinâmicas.

CAPÍTULO 4

PROCRASTINAÇÃO E CRIAÇÃO DE VALOR

Discute-se um modelo baseado em opções reais que avalia o valor da opção de adiamento. Com base em um referencial que aborda aspectos de estratégia, de finanças e Psicologia, o modelo permite a identificação do melhor período para a implementação de um projeto.

CAPÍTULO 5

ESTUDO DA DIFUSÃO TECNOLÓGICA POR MEIO DE AUTÔMATOS CELULARES EM ARRANJOS PRODUTIVOS LOCAIS

Apresentam-se os resultados da simulação de um modelo de avaliação da difusão tecnológica utilizando autômatos celulares. O modelo é desenvolvido para aplicações, por exemplo, de difusão de inovação em arranjos produtivos locais.

CAPÍTULO 6

REDES SOCIAIS E O MARKETING DE INOVAÇÕES

Desenvolve-se um modelo baseado em redes sociais que permite estudar o processo de difusão de tecnologias por meio do marketing boca a boca.

1    Estratégia, recursos e opções reais

Herbert Kimura; Eduardo Kazuo Kayo; Leonardo Fernando Cruz Basso

Considerações iniciais

Estratégia e finanças podem ser vistas como duas culturas diferentes avaliando o mesmo problema de criação de valor (MYERS, 2001). Por exemplo, sob a perspectiva estratégica, a identificação de desvios em relação ao equilíbrio ou de possibilidade de criação de vantagens competitivas representa argumento contundente e suficiente para a tomada de decisão a favor de um projeto, dado que geraria o aumento de riqueza. Afinal, essas condições caracterizariam um projeto de valor presente líquido positivo. Porém, conforme sugere Myers (2001), a avaliação de desvio ou de vantagem competitiva pode apresentar erros e, dessa maneira, o argumento estratégico deve ser confrontado e corroborado com projeções financeiras.

De maneira análoga, ao se calcular o valor presente líquido, pode-se incorrer em erros de projeção de fluxos de caixa ou de estimação de taxas de desconto (MYERS, 2001). Além disso, na perspectiva financeira, considerando condições de equilíbrio competitivo, a mão invisível de Adam Smith sugere que o valor presente líquido de projetos tende a ser nulo a longo prazo. Para a hipótese de mercados eficientes, o retorno esperado de um ativo é função de seu nível de risco sistemático (SHARPE, 1964), que independe de características específicas da empresa.

Nessa estrutura de análise, projetos de valores presentes líquidos diferentes de zero devem ser vistos com cautela, pois deveriam ser acompanhados de explicações baseadas ou na existência de desvios de curto prazo ou na formação de vantagens competitivas permanentes. Assim, tendo em vista que a coordenação de recursos específicos – inimitáveis, insubstituíveis e intransferíveis (PETERAF, 1993) – da empresa pode justificar a formação de diferenciais competitivos, uma análise estratégica pode servir para corroborar avaliações financeiras de valor presente líquido positivo. É importante destacar que, embora a visão mais atual, como a adotada neste capítulo, implique uma ligação de estratégia com a busca pela criação de vantagens competitivas sustentáveis (BARNEY, 2006), diversas outras abordagens ou escolas de estratégia são também relevantes.

Mintzberg, Ahlstrand e Lampel (1998) elencam dez perspectivas associadas à formação da estratégia:

1. a escola de design , que enfatiza a formação da estratégia como um processo de concepção;

2. a escola de planejamento, que defende a formação da estratégia como um processo formal;

3. a escola de posicionamento, que associa a estratégia a um processo analítico;

4. a escola de empreendedorismo, na qual a estratégia é um processo visionário;

5. a escola cognitiva, que estabelece a estratégia como um processo mental;

6. a escola de aprendizagem, na qual a estratégia é um processo que emerge das características e dos recursos da empresa;

7. a escola de poder, que define a estratégia como um processo de negociação entre os diversos elementos envolvidos;

8. a escola de cultura, que considera a estratégia como um processo coletivo;

9. a escola de ambiente, que conceitua a estratégia como um processo de reação e

10. a escola de configuração, segundo a qual a estratégia envolve um processo de transformação.

Complementando a necessidade de corroboração entre estimativas financeiras e projeções estratégicas, Kester (1984) alerta ainda para a existência de situações de conflito entre as perspectivas de estratégia e finanças, que constituem desafios para os executivos no processo de tomada de decisão. Por exemplo, algumas perguntas podem confrontar as teorias de estratégia e finanças: como avaliar investimentos em projetos com risco que oferecem retornos inferiores a uma taxa exigida, mas que geram oportunidades estratégicas no futuro? Qual é a viabilidade de investimentos em projetos pouco arriscados, com resultados de curto prazo?

É importante ressaltar que, a despeito de o conflito entre finanças e estratégia ser

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