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Cabana de desejos

Cabana de desejos

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Cabana de desejos

avaliações:
3/5 (1 avaliação)
Comprimento:
165 página
1 hora
Lançado em:
Oct 1, 2017
ISBN:
9788491706229
Formato:
Livro

Descrição

Stone Garrett era uma fantasia de homem transformada em realidade: olhos sedutores, um corpo perfeito, um sorriso sexy. Além disso, era um vaqueiro, um vaqueiro a sério que lhe ofereceu refúgio no meio da terrível tempestade. Também lhe ofereceu o consolo dos seus braços, depois do noivo a ter abandonado.
Patrice Caldwell era linda e pura; inocentemente sexy. Uma mulher sedutora com um grande coração. Era o tipo de mulher que merecia muito mais do que Stone era capaz de oferecer. Sem dúvida, era a única mulher que tinha sido capaz de derreter o gelo que se formou no seu coração. Não podia deixá-la partir...
Lançado em:
Oct 1, 2017
ISBN:
9788491706229
Formato:
Livro

Sobre o autor


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Amostra do Livro

Cabana de desejos - Pamela Macaluso

Editado por Harlequin Ibérica.

Uma divisão de HarperCollins Ibérica, S.A.

Núñez de Balboa, 56

28001 Madrid

© 1998 Pamela Macaluso

© 2017 Harlequin Ibérica, uma divisão de HarperCollins Ibérica, S.A.

Cabana de desejos, n.º 259 - outubro 2017

Título original: The Cowboy Who Came in From the Cold

Publicado originalmente por Silhouette® Books.

Reservados todos os direitos de acordo com a legislação em vigor, incluindo os de reprodução, total ou parcial. Esta edição foi publicada com a autorização de Harlequin Books S.A.

Esta é uma obra de ficção. Nomes, carateres, lugares e situações são produto da imaginação do autor ou são utilizados ficticiamente, e qualquer semelhança com pessoas, vivas ou mortas, estabelecimentos de negócios (comerciais), feitos ou situações são pura coincidência.

® Harlequin, Harlequin Desejo e logótipo Harlequin são marcas registadas propriedades de Harlequin Enterprises Limited.

® e ™ são marcas registadas por Harlequin Enterprises Limited e suas filiais, utilizadas com licença. As marcas em que aparece ® estão registadas na Oficina Española de Patentes y Marcas e noutros países.

Imagem de portada utilizada com a permissão de Harlequin Enterprises Limited. Todos os direitos estão reservados.

I.S.B.N.: 978-84-9170-622-9

Conversão ebook: MT Color & Diseño, S.L.

Sumário

Página de título

Créditos

Sumário

Capítulo Um

Capítulo Dois

Capítulo Três

Capítulo Quatro

Capítulo Cinco

Capítulo Seis

Capítulo Sete

Capítulo Oito

Capítulo Nove

Capítulo Dez

Capítulo Onze

Capítulo Doze

Epílogo

Se gostou deste livro…

Capítulo Um

– Podia muito bem entrar na camioneta, senhora. Não vou deixá-la aqui. Ficar sob a neve é uma coisa, mas sob uma tempestade de neve é algo completamente diferente.

Patrice Caldwell olhou para o desconhecido, de dentro do seu carro desportivo caído na vala, coberta de neve, para onde tinha derrapado. Tentara sair, mas fora impossível e só lhe restara telefonar para a esquadra da cidade mais próxima a pedir ajuda.

O desconhecido tinha surgido do frio, todo enrolado numa manta. Tudo o que conseguia ver eram os seus olhos. Não sabia nada a respeito deste homem, que até podia ser algum assassino, daqueles loucos que traziam machados como armas.

Olhou para a camioneta. Não viu nenhum machado, mas havia uma espingarda na janela traseira.

Patrice estava há muito tempo sem dormir. Conduzira durante horas e, agora, sentia as consequências dos acontecimentos tumultuosos que a fizeram sair de Phoenix, no Arizona, para vir para este lugar distante e gelado.

Expressou os seus pensamentos sem pensar no que poderiam suscitar.

– Gelar seria menos doloroso do que sangrar até à morte por causa de um tiro.

O estranho, alto e forte, disse alguma coisa que ela não conseguiu entender, visto o som ter sido abafado pelos vários cachecóis que lhe cobriam o rosto. Antes que pudesse pedir-lhe que repetisse o que tinha dito, ele deu um passo à frente e levantou-a nos braços.

Patrice foi, literalmente, erguida do chão e, apesar daquele indivíduo estar cheio de roupas, ela pôde sentir que tinha uma estrutura física forte. Qualquer luta entre os dois seria uma batalha de destreza ou de habilidade, pois medir forças com ele seria impossível.

Ele transportou-a para a camioneta. Quando abriu a porta, o ar quente envolveu-a. Colocou-a no banco do motorista, porque era o mais próximo do lugar onde se encontravam. Por um instante, ela pensou em ligar o motor e fugir, mas ele estava muito perto. Então, esgueirou-se para o banco de passageiros e aguardou.

O estranho ligou o motor assim que entrou e fechou a porta.

Patrice olhou para trás, para o seu carro. Odiava ter que abandoná-lo desta maneira. Ele tinha sido tão útil nas últimas vinte e quatro horas que, agora, alguma coisa de especial os ligava. O carro nunca fora nada mais do que uma forma de ir e vir do trabalho, até que tudo à sua volta tinha ruído, e ele tornou-se num instrumento de fuga.

«Obrigada», pensou olhando para o carro abandonado.

Os seus pensamentos voltaram à realidade e lembrou-se das coisas que tinha trazido com ela.

– Espere. A minha bagagem! – como pudera esquecer-se?

O estranho continuou a acelerar o veículo.

– A sua bagagem não irá a lugar nenhum.

– A minha mala está no porta-bagagens, o meu computador portátil no banco traseiro, o telemóvel no banco da frente e eu não tranquei a porta.

Ele afastou um pouco o cachecol do rosto e revelou uma barba escura, que lhe cobria o queixo, e um bigode que escondia o seu lábio superior. Foi o suficiente para que ela soubesse que era um homem de boa aparência e sexy, tendo em conta que vivia nas montanhas.

Agora que os olhos dele não estavam quase fechados, para se proteger do frio intenso, ela pôde vê-los melhor. Eram de um azul profundo, moldado por cílios grossos e escuros.

Tinha uns olhos lindos e sedutores, mas nesse momento a mensagem que eles transmitiam era de aborrecimento e não de sedução.

– Menina, a sua bagagem estará a salvo. Ninguém é tão louco para se aventurar a sair com um tempo destes.

– Você quer dizer, ninguém mais seria tão louco para sair com este tempo.

Ele olhou para ela e não foi precisou de dizer mais nada. Teria ideia de quanto era sedutor e bonito?

Mas, o que é que ela estava a pensar? Encontrara um estranho na estrada e tudo o que podia pensar era na aparência dele? Talvez o seu cérebro tivesse congelado!

Tecnicamente ele era um estranho, mas um estranho que ela esperara e que a deixara aliviada quando aparecera. Tinha falado com o xerife de Clancy, em Montana, que lhe disse que mandaria alguém com uma camioneta com guincho para ajudá-la.

Subitamente, percebeu que não estava numa camioneta com guincho…

– O xerife Jackson disse-me que mandaria uma camioneta com guincho – disse nervosa, suspeitando do seu salvador.

– Eu tenho uma, mas neste momento está na parte mais afastada da fazenda e não dava para ir buscá-la a tempo.

– A tempo de quê?

– A tempo de voltarmos a salvo antes que a tempestade de neve chegue.

– Tem a certeza de que um nevão se aproxima?

Ele respirou fundo e expirou e, mesmo no ar aquecido da camioneta, houve uma névoa de ar condensado.

– Certamente. Acredito que um carro sofisticado como o seu, deve ter um rádio. Não ouviu as notícias?

Ela estava a ouvir Cd’s, de músicas suaves, numa tentativa de acalmar a sua mente e o seu espírito conturbados.

– O carro tem rádio, mas eu não estava a ouvi-lo.

– Não notou as nuvens escuras que se formaram? – perguntou ele, meneando a cabeça em sinal de reprovação.

A atenção de Patrice estava toda voltada para a estrada, de duas faixas, coberta de neve.

Sabendo aonde a conversa iria parar, não respondeu. Depois das últimas trinta e seis horas, o que menos queria era discutir com alguém ou ouvir algum sermão a respeito de iniciar uma viagem sem, primeiro, se informar acerca do tempo.

Ajeitou-se no banco e esfregou as mãos enluvadas. Graças a Deus tinha comprado luvas e botas para usar na neve, no último posto de gasolina onde tinha parado. Vestia uma pesada jaqueta que a mantinha aquecida. Era mais ou menos do tipo da jaqueta, forrada de lã de carneiro, que o homem a seu lado usava.

O estranho olhou para a esquerda e diminuiu a velocidade do veículo. Um minuto depois, seguiu por um caminho, que mais parecia uma trilha do que uma estrada, que levava a uma floresta. Engatou a tracção na camioneta e arrancou.

Patrice olhava atentamente pela janela para tentar memorizar os arredores, caso precisasse fugir. Mas seria difícil, porque havia inúmeras árvores e muitas pedras, e tudo estava coberto de neve. Nada se destacava que ela pudesse marcar como referência. Havia estacas de metal em intervalos regulares para marcar a rota da estrada. Seria ela capaz de voltar a pé se precisasse de fugir?

Parte dela estava preocupada e nervosa, enquanto a outra parte queria muito dar ao rapaz o benefício da dúvida, confiando que ele estava ali realmente para ajudar. Achava-se nessa indecisão quando a estrada se estreitou ainda mais e, após uma curva, viu a subida de uma colina.

– Vamos subir mais? Não deveríamos descer a montanha?

– O abrigo mais próximo é neste caminho.

«Abrigo? Que tipo de abrigo?»

Os flocos de neve caíam mais rapidamente cobrindo o pára-brisas da camioneta. Patrice sentiu-se inquieta, mas, depois de algum tempo, teve de admitir que ele poderia estar certo em relação à tempestade que se avizinhava.

Após uns cinco minutos, a estrada abriu-se numa clareira. No centro dela havia uma pequena cabana de madeira, coberta de neve. Patrice apreciaria a cena se estivesse num cartão de Natal, mas na actual situação, ali sentada, tremendo de frio e de medo na cabina de uma camioneta, ao lado de um estranho, a paisagem não tinha nada de romântico ou de pitoresco.

O estranho estacionou ao lado da cabana e desligou o motor. Sem o ruído do motor e do aquecedor, o som do vento fazia-se ouvir bem forte do lado de fora. O misterioso salvador tirou um telemóvel do porta-luvas, colocou-o no bolso da jaqueta, abriu a porta, desceu e pegou na espingarda.

– Tem de levar isso? – Patrice apontou para a arma, prendendo a respiração. – Quero dizer, não pode deixar a arma na camioneta?

– Existem muitos ursos hibernando nesta época do ano e é bom estar preparado para o caso de algum aparecer.

«Ursos? Deus do céu. O que mais terei de enfrentar?» pensou apavorada.

Olhou em todas as direcções antes de descer do veículo e, rapidamente, seguiu o estranho até à estreita varanda da cabana. Havia uma placa de madeira pendurada sobre a porta, com a letra G impressa a fogo, dentro de um C maior, seguido do número cinco.

Do lado de dentro, a cabana era maior do que se podia supor olhando-a por fora, embora não se pudesse chamá-la de espaçosa. Estaria totalmente às escuras se não fosse a ténue claridade que penetrava pelas persianas fechadas e pela porta aberta.

O homem tirou as luvas e acendeu duas lâmpadas de querosene que estavam sobre a mesa de madeira. Deixou uma delas na mesa e a outra sobre uma cómoda perto de um beliche. O resto da mobília resumia-se a dois bancos de cada lado da mesa e a um pequeno sofá.

– Feche a porta – ordenou.

Ela obedeceu e encostou-se na porta fechada pronta para sair a correr, caso precisasse. Observou-o a acender o fogo da lareira de pedra e do fogão a lenha. Quando percebeu que ele tinha deixado a arma, num suporte ao lado da porta, sentiu-se mais segura.

O desconhecido pegou no telemóvel do bolso e digitou alguns números.

– Mack? É Stone. Sim, ela está comigo. O carro ficou na vala; não há condições de tirá-lo de lá sem um guincho – uma mecha de cabelo, mais escuro que a barba, caiu-lhe sobre a testa. – Sim, chegámos a salvo ao número cinco. Avise Jackson, está bem? Telefonarei novamente daqui a alguns dias – fez uma pausa. – Certo. Falo consigo mais tarde ou amanhã. Cuide de tudo na minha ausência e telefone, se precisar.

Stone. O seu nome era Stone. Combinava com ele, forte e vigoroso.

– Stone é o seu nome ou sobrenome?

– Nome.

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