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Motivos errados

Motivos errados

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Motivos errados

Duração:
162 páginas
3 horas
Lançados:
Nov 1, 2017
ISBN:
9788491706311
Formato:
Livro

Descrição

Jordan McClennon nunca pensara que da breve aventura que tivera com Hannah Brewster, há sete anos atrás, tivesse nascido um filho. Mas soube-o assim que viu o pequeno Kevin.
Hannah não lhe dissera em nenhum momento que fosse pai do menino, mas Jordan decidiu dar-lhe tempo para que aceitasse que ia voltar à sua vida. Enquanto isso, foi cativando-a com pequenas coisas... Reavivou a paixão que outrora existira entre eles, criou um vínculo afectivo com Kevin e planeou o casamento perfeito.
Mas Hannah descobriu as suspeitas de Jordan. E revelou-lhe a verdade sobre Kevin...
Lançados:
Nov 1, 2017
ISBN:
9788491706311
Formato:
Livro

Sobre o autor


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Motivos errados - Kelly Jamison

HarperCollins 200 anos. Desde 1817.

Editado por Harlequin Ibérica.

Uma divisão de HarperCollins Ibérica, S.A.

Núñez de Balboa, 56

28001 Madrid

© 1997 Linda Buechting

© 2017 Harlequin Ibérica, uma divisão de HarperCollins Ibérica, S.A.

Motivos errados, n.º 268 - novembro 2017

Título original: Unexpected Father

Publicado originalmente por Silhouette® Books.

Reservados todos os direitos de acordo com a legislação em vigor, incluindo os de reprodução, total ou parcial. Esta edição foi publicada com a autorização de Harlequin Books S.A.

Esta é uma obra de ficção. Nomes, carateres, lugares e situações são produto da imaginação do autor ou são utilizados ficticiamente, e qualquer semelhança com pessoas, vivas ou mortas, estabelecimentos de negócios (comerciais), feitos ou situações são pura coincidência.

® Harlequin, Harlequin Desejo e logótipo Harlequin são marcas registadas propriedades de Harlequin Enterprises Limited.

® e ™ são marcas registadas por Harlequin Enterprises Limited e suas filiais, utilizadas com licença. As marcas em que aparece ® estão registadas na Oficina Española de Patentes y Marcas e noutros países.

Imagem de portada utilizada com a permissão de Harlequin Enterprises Limited. Todos os direitos estão reservados.

I.S.B.N.: 978-84-9170-631-1

Conversão ebook: MT Color & Diseño, S.L.

Sumário

Página de título

Créditos

Sumário

Capítulo Um

Capítulo Dois

Capítulo Três

Capítulo Quatro

Capítulo Cinco

Capítulo Seis

Capítulo Sete

Capítulo Oito

Capítulo Nove

Capítulo Dez

Epílogo

Se gostou deste livro…

Capítulo Um

Hannah Brewster estava sentada na relva, com as mãos entrelaçadas no colo. Fez um trejeito de pesar ao ver duas carrinhas que se aproximavam pelo caminho de entrada.

A mera menção do sobrenome McClennon fazia-lhe ferver o sangue e agora tinha que enfrentar dois membros dessa família. Na realidade, não era a recordação de John e Jake, mas a de Jordan McClennon, que lhe feria o orgulho.

Hannah não tinha ido de Saint Louis com a ideia de se encontrar com os McClennon, mas Ronnie Wardlow tinha-se furtado a comentar com ela o pequeno pormenor da presença deles. Intencionalmente, suspeitava.

Ronnie tinha-a convidado, e a outros amigos, para o ajudar a construir uma casa nova para Esther, a sua mãe. Hannah simpatizava tanto com Ronnie como com Esther, por isso decidira aceitar o convite e, de caminho, desfrutar da viagem até Sandford naquele fim-de-semana de Maio cheio de sol. O plano tinha sido perfeito. Até àquele momento.

As carrinhas pararam ao pé do grupo de Ronnie e dois homens altos e morenos saíram do primeiro veículo. McClennons, tinha a certeza. Tinham o selo da família.

A segunda carrinha estacionou atrás.

Quando Hannah viu o condutor, o seu coração saltou-lhe no peito.

Jordan McClennon.

O seu sobressalto foi aumentando ao vê-lo sair do automóvel. Hannah dirigiu o olhar para Ronnie, mas este limitou-se a encolher os ombros com indiferença. Sabia que ela não simpatizava com Jordan, mas não estava a par de toda a história.

Nenhuma outra rapariga teria dado excessiva importância ao assunto, calculava Hannah. Afinal, o facto de um homem e uma mulher romperem passados uns quantos dias não era assim tão estranho. Mas, aquando do seu romance com Jordan, Hannah era muito jovem e romântica. Durante meses, aquele amor tinha sido secreto e não partilhado. Até que um fim-de-semana, Jordan, dono das Indústrias McClennon e chefe de Hannah, a convidou para jantar.

Ela nunca se tinha considerado atraente. Achava-se excessivamente magra, usava óculos grossos e, por comodidade, o cabelo apanhado num rabo-de-cavalo. No entanto, para a sua primeira saída com Jordan comprou um vestido novo.

Naquela noite, Hannah cometeu o erro de beber demasiado, provavelmente para ocultar a sua insegurança, e Jordan sugeriu que fossem ao seu apartamento buscar uns papéis antes de a levar a casa.

Ela concordou.

Já no apartamento, Hannah pôs-lhe os braços à volta do pescoço, sorrindo-lhe. Jordan imitou-a. Naquele jogo de sedução, ela foi, mais do que uma participante entusiasmada, a instigadora. Mas esse pormenor não fazia diminuir o seu actual rancor contra ele.

Jordan era bonito, expressivo, inteligente e era dotado de uma atracção física especial. Hannah não tornara a apaixonar-se depois daquela experiência.

Dois dias depois daquele encontro, ao passar pelo gabinete de Jordan, viu-o a conversar com uma loira jovial.

E que conversa!

Ele estava recostado na mesa, com o rosto praticamente mergulhado entre os seios da rapariga, e ela acariciava-lhe a perna sem nenhum pudor.

Hannah devia ter continuado a trabalhar nas Indústrias McClennon e viver uma experiência nada interessante, mas as circunstâncias deram o seu contributo. A sua irmã Marybeth, a rebelde da família, ficara grávida e Hannah deixou o seu trabalho para a ajudar.

Desde então, não voltara a ver Jordan McClennon.

O grupo começou a caminhar em direcção a eles.

Jordan tinha os mesmos traços e o mesmo cabelo preto dos seus irmãos. Os seus olhos azuis, luminosos e intensos, avivavam uma chama no interior de Hannah. Era o seu tipo de homem ideal.

Viu que se aproximava e pensou, enfurecida, que não tinha mudado. Continuava o mulherengo empedernido de outrora. Obviamente, não a tinha reconhecido. Talvez até tivesse esquecido o que ocorrera naquela noite há sete anos.

Hannah tentou manter uma pose altiva, mas os seus olhos acabaram por pousar no semblante de Jordan. O seu cabelo negro, lustroso e brilhante como o ébano constituía uma óptima moldura para as suas esplêndidas feições. O seu maxilar quadrado e os seus pómulos marcados conferiam-lhe o aspecto de um orgulhoso viquingue. Tinha um nariz direito e aristocrático.

«Basta!», ordenou Hannah a si própria. Mas, sem conseguir evitar, percorreu com o olhar o sólido peito, as ancas e as calças de ganga justas dele.

Não usava aliança de casado.

O rosto de Hannah iluminou-se.

Enquanto Ronnie a apresentava aos irmãos McClennon, sorriu interiormente.

– Hannah Brewster? – repetiu Jordan, como se a apresentação de Ronnie o apanhasse de surpresa. – A mesma Hannah Brewster que trabalhou na minha empresa?

Hannah sentiu uma pontada de ira com semelhante descrição. Não podia ter usado outro termo mais familiar do que «empregada».

– Cortaste o cabelo – prosseguiu Jordan contemplando-a com interesse. – E já não usas óculos.

O furor de Hannah foi aumentando. Estava a olhar para ela como se se tratasse de uma cadeira nova para o jardim.

– De todas as maneira, agora adoro óculos – comentou Jordan a sorrir.

Mas Hannah decidiu não se deixar influenciar por aquele sorriso atraente.

– Já não preciso de óculos – disse asperamente. – Uso lentes de contacto. E não me lembrei de deixar crescer o cabelo para te dar as boas-vindas.

Jordan desatou-se a rir e ela estremeceu ao evocar o que aquele riso tinha significado outrora. Parecia o rumor de um rio impetuoso. O som mais amável que uma mulher podia ouvir.

– A verdade é que os teus olhos são lindos – disse por fim. – Com óculos ou sem eles.

Hannah observou de soslaio como os irmãos trocavam olhares de cumplicidade.

– Deverias assinar o «Guia do macho elementar» – disse em tom mordaz. – Parece-me que é nessa linha de ideias.

Jordan sorriu de orelha a orelha e os seus irmãos arquearam as sobrancelhas, surpreendidos.

– Desculpe, menina – disse Jake. – Não posso acreditar. O grande Jordan McClennon posto numa situação embaraçosa por uma mulher?

Jordan desatou-se a rir a bandeiras despregadas.

– Foi uma apresentação muito divertida, Hannah – disse secando as lágrimas. – Bem, rapazes, vamos trabalhar.

Hannah subiu com uma tábua na mão. Quando viu que Jordan se aproximava demasiado, virou-se bruscamente e bateu-lhe com a tábua no estômago.

– Hannah, eu… – começou ele a dizer a ponto de esboçar um sorriso.

– Desculpa, Jordan – disse ela com tom cortante, – mas vim ajudar o Ronnie a construir a casa. Mais nada.

Sem mais, voltou-se e juntou-se ao grupo.

Todos puseram mãos à obra.

Hannah desenrolou no chão um rolo de folha de metal, cuja superfície lhe devolveu um destorcido reflexo de si mesma.

Compreendeu que a sua imagem era agora muito diferente da que Jordan recordava. O radical corte de cabelo dava um aspecto mais adusto ao seu rosto e os seus olhos castanhos pareciam maiores sem óculos.

Apesar de tentar cuidar-se, nos últimos anos tinha engordado um pouco, o que acentuava mais as suas curvas. As calças de ganga gastas que usava marcavam as suas ancas redondas e a t-shirt cor-de-rosa ajustava-se nos contornos dos seus seios.

Durante o tempo que esteve sem saber nada de Jordan, esperou sempre o milagre de que ele procurasse a jovem Hannah Brewster, aquela rapariga com quem jantara há tantos anos.

Na realidade, aquela breve relação com Jordan tinha sido a única da sua vida. Hannah não era do tipo promíscuo. A sua irmã sempre sentira uma atracção especial por aquecer camas de motéis, mas ela não gostava desse tipo de vida. Preferia o celibato a tornar a ser humilhada por um homem.

Pensou que, se não tomava o caminho de volta para Saint Louis, era pela amizade que a unia a Ronnie e à mãe deste. Ronnie podia ser um electricista notável, mas socialmente continuava o mesmo rapaz aloucado que conhecera nas Indústrias McClennon. Perdeu o contacto com ele durante anos, mas voltou a encontrá-lo em Saint Louis, na biblioteca onde trabalhava. Desde então, Hannah tinha ido visitá-lo algumas vezes a Sandford.

John e Jake estenderam a placa de metal junto das fundações, Jake pediu a Jordan que lhe levasse algumas vigas e Hannah notou como olhava para ela brevemente antes de se dirigir à pilha das madeiras. A sua pulsação acelerou-se.

– Desculpa – disse-lhe Ronnie timidamente. – Não sabia que Jake tinha contado a Jordan sobre a casa.

– Não te preocupes, não há motivo para te lamentares – respondeu Hannah. – Já passou muito tempo depois daquilo e, acredita, já não tem importância.

– Hannah! – gritou Jordan naquele momento, assustando-a. – Ajuda-me aqui com estas madeiras, pode ser?

Sentiu-se tentada a ir ajudá-lo, mas preferiu fingir que não tinha ouvido. John e Jake observavam-nos e não estava disposta a ser uma fonte constante de diversão para os McClennon.

– Vens sozinha ou vou buscar-te? – insistiu ele. O seu tom de voz era baixo, mas a sua expressão zangada.

«O grande arrogante procura uma mera desculpa para falar comigo», pensou. Talvez esperasse que corresse de novo para os seus braços.

Mostrando a mais absoluta indiferença, Hannah seguiu o seu caminho, decidida a não lhe dirigir a palavra além do indispensável.

Quando acabaram de carregar todas as tábuas, Hannah levou as mãos aos rins, dorida. Não estava em baixo de forma, mas há muito tempo que Kevin pesava demasiado para lhe pegar ao colo com frequência. Isso era o que as crianças tinham de mau. Cresciam constantemente, o que significava para as suas mães um aumento de problemas bem como de satisfações. Acariciando o cabelo distraidamente, pensou com tristeza que Marybeth não podia ver como o seu filho se convertia num rapazinho maravilhoso.

– Sentes-te bem? – perguntou-lhe Jordan timidamente, tirando-a dos seus pensamentos.

– Sim – respondeu Hannah resignada. Tinha herdado do seu pai a capacidade de enfrentar qualquer tipo de dificuldades. Apesar de nem sempre ser fácil. Já estava ali há tempo suficiente para se sentir incomodada. Mas um Brewster não pensava nessas questões quando havia trabalho para fazer.

Ronnie aproximou-se dela com um sorriso animado e entregou-lhe um martelo.

Enquanto Hannah se

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