Aproveite esse título agora mesmo, além de milhares de outros, com um período de teste gratuito

Apenas $9.99 por mês após o período de teste gratuito. Cancele quando quiser.

Tempo de descobertas

Tempo de descobertas

Ler a amostra

Tempo de descobertas

Duração:
158 páginas
1 hora
Lançados:
Nov 1, 2017
ISBN:
9788491706328
Formato:
Livro

Descrição

Clayton Reese pensava que ela era uma impostora, outra falsa herdeira de uma longa lista de trapaceiras. Mas Mikki Finnley era diferente: um único olhar, um único contacto, podia derreter o seu gelado coração...
Mas Clayton Reese tinha um trabalho para fazer: ou demonstrar que Mikki era a herdeira da família Hawthorne, perdida durante tanto tempo, ou desmascarar as suas mentiras. O único problema era que tinha ficado tão deslumbrado com aquela radiante mulher, que não sabia ao certo qual era a verdade. Assim, só tinha uma opção razoável: seguir o que lhe ditava o seu coração... aonde quer que este o conduzisse.
Lançados:
Nov 1, 2017
ISBN:
9788491706328
Formato:
Livro

Sobre o autor


Relacionado a Tempo de descobertas

Títulos nesta série (40)

Livros relacionados

Amostra do livro

Tempo de descobertas - Kathryn Taylor

HarperCollins 200 anos. Desde 1817.

Editado por Harlequin Ibérica.

Uma divisão de HarperCollins Ibérica, S.A.

Núñez de Balboa, 56

28001 Madrid

© 1998 Kathryn Attalla

© 2017 Harlequin Ibérica, uma divisão de HarperCollins Ibérica, S.A.

Tempo de descobertas, n.º 269 - novembro 2017

Título original: The Scandalous Heiress

Publicado originalmente por Silhouette® Books.

Reservados todos os direitos de acordo com a legislação em vigor, incluindo os de reprodução, total ou parcial. Esta edição foi publicada com a autorização de Harlequin Books S.A.

Esta é uma obra de ficção. Nomes, carateres, lugares e situações são produto da imaginação do autor ou são utilizados ficticiamente, e qualquer semelhança com pessoas, vivas ou mortas, estabelecimentos de negócios (comerciais), feitos ou situações são pura coincidência.

® Harlequin, Harlequin Desejo e logótipo Harlequin são marcas registadas propriedades de Harlequin Enterprises Limited.

® e ™ são marcas registadas por Harlequin Enterprises Limited e suas filiais, utilizadas com licença. As marcas em que aparece ® estão registadas na Oficina Española de Patentes y Marcas e noutros países.

Imagem de portada utilizada com a permissão de Harlequin Enterprises Limited. Todos os direitos estão reservados.

I.S.B.N.: 978-84-9170-632-8

Conversão ebook: MT Color & Diseño, S.L.

Sumário

Página de título

Créditos

Sumário

Capítulo Um

Capítulo Dois

Capítulo Três

Capítulo Quatro

Capítulo Cinco

Capítulo Seis

Capítulo Sete

Capítulo Oito

Capítulo Nove

Capítulo Dez

Capítulo Onze

Capítulo Doze

Capítulo Treze

Capítulo Catorze

Capítulo Quinze

Epílogo

Se gostou deste livro…

Capítulo Um

Mikki olhou para a porta. Enxugou as mãos no avental branco atado à cintura. Estava ansiosa e tensa.

– Tens a certeza de que ele perguntou por mim?

Annie colocou os cabelos grisalhos atrás das orelhas e sorriu.

– É a segunda vez que ele aparece aqui à tua procura.

Mikki sentiu um frio no estômago. Olhou novamente para o homem acomodado na mesa mais distante.

Pouco percebia de moda, mas o fato que ele usava era elegante. Parecia ter custado uma pequena fortuna. O que quereria ele? E como seguira os seus passos desde McAfee?

Os laços que a uniam àquela pequena cidade tinham sido enterrados há sete anos, juntamente com a mãe.

– Parece que viste um fantasma – Annie tocou-lhe no ombro. – Queres que o despache?

Mikki acenou, negativamente, com a cabeça. Queria descobrir o que o homem queria antes de entrar em pânico. Suspeitava que trabalhasse para o fisco. Ajeitou o uniforme cor-de-rosa e deu um passo para a frente.

A multidão que viera almoçar resumia-se, agora, a alguns casais que tomavam café. Uma sirene de um carro da polícia, que passou em alta velocidade, acelerou a pulsação de Mikki e aumentou a sua ansiedade.

Parou à frente da mesa e humedeceu os lábios.

– Por que razão anda a fazer perguntas a meu respeito?

Observou-o, indiferente.

– Michelle Finnley?

Tinha um sotaque que não conseguiu identificar e magníficos olhos acinzentados. Ela franziu a testa.

– E o senhor é… ?

– Clayton Reese – respondeu, oferecendo-lhe a mão.

Mikki aceitou o cumprimento, reparando no magnífico relógio de ouro que trazia no pulso. Uma coisa aprendera com o padrasto: a distinguir o genuíno do falso. O resto era melhor esquecer.

– Não quer sentar-se? – indagou.

Mikki assentiu e acomodou-se num dos bancos. Depois de passar o dia todo de pé, o descanso era bem-vindo.

– O que deseja?

A pausa transformou-se num constrangedor silêncio. Enquanto ele procurava a mala, Mikki aproveitou para estudá-lo melhor.

O queixo anguloso e o nariz recto tornavam-no atraente. O modo como se mexia demonstrava uma certa confiança em tudo o que fazia.

– Foi adoptada por Sara Finnley?

Mikki ficou chocada. Até à morte da mãe, nunca soubera que tinha sido adoptada. Quem era aquele homem que tanto sabia a seu respeito?

– Porquê?

– Responda à minha pergunta.

– É da polícia?

O fato desfez as dúvidas. Aparentava ser, acima de tudo, um executivo. Talvez um advogado.

– Conhece Megan Hawthorne? – indagou.

Embora o nome não lhe fosse familiar, uma estranha sensação envolveu-a.

– Deveria?

– Isso é um «não»?

– Ouça, está a fazer-me inúmeras perguntas para as quais parece já ter resposta. Faz isso por divertimento?

Clayton inclinou-se para a frente. O ar estava abafado e quente. Ficaria provavelmente linda se não tivesse os cabelos presos. As longas pestanas pretas emolduravam-lhe os olhos grandes, fazendo-a parecer mais velha do que os vinte e três anos que tinha.

Ela não era como tinha imaginado. Seria possível aquela empregada ser a filha desaparecida de Richard?

– Tem sido um longo dia, senhor Reese. Gostaria que fosse directo ao assunto.

– Está bem. O meu cliente está a tentar localizar a sua filha biológica.

Os olhos dela pareceram duplicar de tamanho. Encenava ou estava genuinamente surpresa?

– E acha que sou eu?

– É possível. É o que estou a tentar descobrir.

– O que o leva a pensar que quero conhecer os meus pais biológicos?

Ele quase derrubou o conteúdo da chávena de café. Durante vinte anos, Richard seguira todas as pistas, na tentativa de localizar a filha sequestrada.

– Vai cooperar ou não?

– Vou pensar. Onde posso encontrá-lo?

Passou a ponta da língua pelos lábios grossos. Se pretendia distraí-lo com o gesto provocador, conseguira. Clayton esperava obter mais informações, mas sentia que pressioná-la não levaria a nada. Se ela era um fantoche inocente ou uma jogadora experiente, isso tornar-se-ia evidente com o tempo. Tirou um cartão da carteira e escreveu o nome do hotel no verso.

Ela leu a informação e deixou escapar um assobio.

– Bonito lugar.

Levantaram-se. Enquanto ela passava à sua frente, Clayton pousou o olhar nas curvas bonitas. A temperatura do seu corpo subiu, bem como as batidas do coração.

Subitamente, ela virou-se. Ao tentar disfarçar a franca observação, Clayton tropeçou e estendeu as mãos, para agarrar a cintura esguia. As mãos de Mikki agarraram-no pelo casaco e os seus olhares cruzaram-se.

Os olhos de Michelle deixavam transparecer um misto de inocência e experiência. Michelle Finnley era mais do que bonita. Era linda, isso apesar dos seus esforços para prejudicar a própria aparência.

Gradualmente o modo como ela agarrava o seu casaco afrouxou. Livrou-se do abraço e passou as mãos timidamente pela própria roupa.

– Pode respirar agora.

Clayton pegou na mala que estava caída no chão.

– O quê?

– Já toquei em blocos de gelo com mais calor do que você.

Ela não era a primeira mulher a comentar sobre a sua falta de calor humano, mas foi a primeira a provocar dentro de si um incêndio de grandes proporções. Longe de se sentir incomodado com o contacto acidental, apreciara-o.

– Há um telefone público por aqui? – indagou, ansioso por romper o silêncio.

– Ao pé da farmácia – orientou ela, dando um passo para trás. – Voltaremos a falar.

Clayton assentiu e saiu para o pesado ar da cidade. Embora tivesse feito poucos progressos com a evasiva senhora Finnley, prometera telefonar para Richard a seguir ao encontro.

Meteu a mala debaixo do braço e desceu a rua com crescente sensação de inquietude. Como é que uma jovem conseguia sobreviver sozinha naquele sítio?

Dos três telefones públicos perto da farmácia, apenas um funcionava. Procurou a carteira no bolso mas não encontrou nada. Para além de lhe ter roubado o fôlego, roubara-lhe também a carteira!

Clayton voltou a passos largos para o pequeno restaurante. Michelle já não estava lá. Uma mulher em uniforme cor-de-rosa cumprimentou-o.

– Posso ajudá-lo?

– A senhora Finnley ainda está aqui? – indagou, mas já sabia a resposta.

– O turno dela acabou – disse, tirando uma moeda do bolso e oferecendo-a a Clayton. – Deixou-lhe isto.

– O que é?

A gargalhada aclarou o rosto dela.

– Dinheiro para o metro.

Mikki passou a escova pelo cabelo e lavou o rosto com água fria. Inclinou-se sobre o lavatório, tirou a carteira do bolso e investigou o conteúdo.

Carta de condução emitida em Massachusetts, diversos cartões de negócios e nada menos do que três cartões de crédito, onde se via gravado o nome de Clayton Reese.

Ele não mentira sobre a sua identidade. O que queria? Era demasiado conservador para ser um bom vigarista.

Passou o polegar pelas notas de cem dólares e riu. Não era nenhuma ladra. Pelo menos por opção.

Colocou a carteira na bolsa e trocou de roupa. Poderia chegar ao hotel antes de o senhor Reese descobrir como funcionava o metro de Nova Iorque.

Com uma leve batida na porta, Annie avisou-a da sua partida. Mikki saiu pelas traseiras e apanhou um táxi. Não acreditava na história de Clayton. Se o seu pai biológico queria encontrá-la, por que esperara tanto tempo para entrar em contacto com ela?

Havia qualquer coisa naquela história que não encaixava bem. Qual seria o verdadeiro interesse daquele homem?

Clayton abriu caminho até à porta giratória. No corredor, respirou profundamente a primeira golfada de ar respirável.

A sua raiva crescera a cada paragem do metro. Tivera de telefonar para o gerente do hotel a pedir uma chave substituta. Três recados de Richard não ajudaram a melhorar o seu humor.

Quando finalmente avistou a porta do quarto, apenas pensava em tomar um banho para banir o cansaço. Depois cancelaria os cartões de crédito.

Ao entrar no quarto, viu a carteira em cima da secretária. Desconfiado, verificou o seu conteúdo.

– Está tudo aí.

Clayton virou-se. Michelle Finnley estava apoiada na parede, sorrindo. Ele conseguiu conter a vontade que sentia de esganar aquele lindo pescoço.

– Como é que conseguiu entrar?

– Pela porta – respondeu, colocando as mãos nos bolsos das calças de ganga. – Não devia andar pela cidade com tanto dinheiro. Alguém pode roubar-lhe a carteira.

– E a senhora não devia entrar no quarto de um estranho. Pode não ser seguro.

O riso

Você chegou ao final dessa amostra. Cadastre-se para ler mais!
Página 1 de 1

Análises

O que as pessoas acham de Tempo de descobertas

0
0 notas / 0 Análises
O que você achou?
Nota: 0 de 5 estrelas

Avaliações do leitor