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Levada Pelo Meu Patife

Levada Pelo Meu Patife

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Levada Pelo Meu Patife

Duração:
155 páginas
2 horas
Lançados:
Dec 11, 2017
ISBN:
9781547502103
Formato:
Livro

Descrição

Lady Elizabeth Kendall encontra seu verdadeiro amor após ver o Duque de Whitewood no espelho.

Nada é como parece ser...

Lady Elizabeth Kendall cresceu com contos fantásticos, contados pela mãe. E se não fossem apenas histórias? Visões de um lindo pirata, em um espelho, criam dúvidas sobre tudo em que acreditava. A maior pergunta era: a viagem no tempo é possível?

O pirata que seria um duque...

Jackerson Morgan Carwyn, Duque de Whitewood, não tinha levado a vida charmosa que muitos acreditavam. De fato, ele cresceu nas piores áreas de Londres. Exceto que era uma época diferente e aquele era um segredo que só ele sabia. Até que conheceu Elizabeth... Ela era mais do que parecia ser, e tem informações que ele achou que tinha enterrado há muito tempo.

A batalha de vontades...

Em um jogo de xadrez, eles fazem uma aposta – o vencedor poderia escolher o que quisesse. Quando o jogo termina, eles têm uma escolha a fazer. Decidem ficar juntos, ou destruir qualquer chance de serem felizes. Aceitarão a decisão do destino, ou ignorarão todos os sinais que os uniu?

Lançados:
Dec 11, 2017
ISBN:
9781547502103
Formato:
Livro

Sobre o autor

USA TODAY Bestselling author, DAWN BROWER writes both historical and contemporary romance.There are always stories inside her head; she just never thought she could make them come to life. That creativity has finally found an outlet.Growing up she was the only girl out of six children. She is a single mother of two teenage boys; there is never a dull moment in her life. Reading books is her favorite hobby and she loves all genres.For more information about upcoming releases or to contact Dawn Brower go to her website: authordawnbrower.com


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Levada Pelo Meu Patife - Dawn Brower

Dedicatória

––––––––

Este livro é para aqueles que viram algo no Capitão Jack, no primeiro livro. Prometi que ele teria a sua própria história. Apenas levou mais tempo do que pensei que levaria. Jack e Elizabeth foram personagens divertidas de escrever, e espero que goste deles.

Prólogo

Lady Elizabeth Kendall estava sentada na biblioteca da casa de sua família, e olhava para fora da janela. Seus irmãos mais novos, Christian e Nicholas corriam pela grama, perseguindo um dos gatinhos. Os garotos eram gêmeos idênticos, com cabelos castanho escuro, olhos verdes, camisas listradas e calças combinando. Ambos eram gordinhos, e não mostravam sinais de que perderiam a gordura extra da infância. Christian finalmente pegou a bolinha preta peluda e a abraçou apertado. O filhote se remexeu e conseguiu fugir novamente. Era uma brincadeira que sempre faziam, uma que Elizabeth tinha dado o nome de ‘cace o gatinho’.

O pobrezinho sofria nas mãos dos gêmeos. Ela olhou para o outro filhote, dormindo tranquilo em seu colo. Era o completo oposto do que estava lá fora, este era branco, o outro preto, e tinha uma natureza tranquila. O gatinho preto era mais o perfil dos dois maluquinhos de dez anos de idade, que brincavam lá fora.

O que acha, Bola de Neve? Elizabeth acariciava o filhote. Ele ronronava alto a cada carícia em seus pelos suaves. Acha que o Sombra gosta dos meninos o perseguindo?

Bola de Neve ronronou ainda mais alto em resposta. Elizabeth entendeu que ele estava concordando. Ela escutou um trovão ao longe e olhou novamente para o lado de fora. Nuvens escuras se moviam no céu, anunciando a chuva iminente. Alguém deveria pedir aos meninos que voltassem para dentro. Onde estava a governanta? Nicholas correu perto da janela e agarrou a bolinha preta de pelos e, depois, correu para uma porta próxima. Que bom, pelo menos Nicholas e Sombra foram espertos de procurarem abrigo. Onde estava Christian?

O que está olhando, Ellie?

Elizabeth se virou ao escutar a voz de Christian. Além de sua mãe, ela era a única que sabia distinguir os gêmeos. Eles eram idênticos, mas em modos opostos, eram como o reflexo de um espelho. Por exemplo, cada um tinha uma covinha, mas a de Christian era na bochecha esquerda, e a de Nicholas na direita. Se eles não sorrissem, conseguiam se passar um pelo outro, e enganar a maioria dos empregados da propriedade. Aquela era a diferença deles mais notável. Gostavam de se vestir da mesma forma, para fazerem travessuras com os empregados. Elizabeth esperava que se cansassem daquilo em algum momento.

Nicholas pegou o Sombra e correu para uma porta próxima, ela respondeu. Cansou de ficar correndo atrás dele pelo campo?

Ele balançou a cabeça. Eu senti a tempestade chegando. Pedi ao Nick para pegar o Sombra e me seguir aqui para dentro. Não é culpa minha que ele é lento.

Não sou não, Nicholas disse. Sombra pulou dos braços dele e correu pela biblioteca. Ele pulou no colo de Elizabeth, e enfiou as unhas no pelo do Bola de Neve. Um grito ecoou no cômodo, e os dois gatinhos rolaram do colo e caíram no chão. Sombra é muito rápido.

Não é não, Christian disse. Eu consigo pegá-lo muito bem. Ele fez careta em desafio.

Ellie, diga a ele que está sendo ridículo. Ele não consegue pegar o Sombra melhor do que eu, Nicholas exigiu.

Os dois se viraram para ela e cruzaram os braços em frente ao peito. Christian batia o pé esquerdo no chão, impacientemente e, Nicholas, batia o direito. Sempre fariam o oposto do outro? Elizabeth balançou a cabeça. O que ela faria com eles? Por que tinha imaginado que gostaria de ter um irmão? Bom, esse era o problema. Ela queria um, não dois. Nenhum deles conseguia dizer o seu nome, quando aprenderam a falar, e ela se tornou Ellie para eles. Era mais fácil responder para eles do que os corrigir. Além do mais, ela gostava do apelido.

Tanto Sombra quanto o Bola de Neve são rápidos quando querem. Se não quiserem ser pegos, vocês não conseguirão pegá-los. Não tem nada a ver com o quão rápido vocês dois são. Mais um trovão ecoou, e a chuva começou a bater na janela. Por que não jogamos alguma coisa?

Eu não quero brincar, Christian disse, se rebelando. Você gosta de jogos chatos.

Nicholas parecia mais animado, mas depois de olhar o irmão, resolver imitá-lo. "Chris tem razão. Você nunca quer fazer nada divertido.

Elizabeth não tinha ideia do que fazer com eles. Se eles não encontrassem algum tipo de distração, logo acabariam trocando socos. Eles brigariam, quebrariam alguma coisa, e depois, muito convenientemente, esqueceriam o que quebraram. Eram os reis da negação. Nunca faziam nada errado.

Ela se levantou e foi até o espelho. Uma ideia estava se formando em sua mente. Que tal eu contar uma história? Seus olhos ficaram desfocados, e ela quase conseguia ver as imagens se formando no espelho.

Ah, sim, Christian concordou. Você e a mamãe contam as melhores histórias.

Nos conte de novo sobre o Capitão Jack, Nick mandou.

Seus irmãos eram bem sanguinários, e amavam as histórias do pirata infame. A mãe deles dizia que era um conto que a mãe dela costumava contar quando ela era criança. Não se podia confiar em piratas, mas Capitão Jack parecia honrado o bastante. É claro que ele era inventado, então pode ser que seja por isso. Ela encarou o espelho e balançou a cabeça.

O que tinha sido aquilo? Não, não poderia ser.

Muito bem, ela começou. Há muito tempo, uma dama embarcou em uma viagem para a Inglaterra, para se casar com o Duque de Southington.

Não, Christian disse. Pule para a parte boa.

Não posso fazer isso. Toda história tem um começo, meio e fim. Se quiser que eu conte, começaremos do começo. Ela se virou para olhá-lo. Deseja que eu continue?

Sim, ambos disseram ao mesmo tempo.

Elizabeth sorriu e começou novamente, O pai de Lady Evelyn era muito rígido, então ela estava ansiosa por viver uma vida longe de suas exigências cruéis. O que ela não estava preparada é para que piratas atacassem o navio onde estava.

Elizabeth se virou para olhar no espelho. Ele estava embaçado, e uma névoa parecia girar dentro dele. Ela continuou falando, conhecia a história de cor. Os gêmeos não pareciam notar que a atenção dela estava dividida entre eles, a história, e a névoa misteriosa no espelho.

Ela balançou a cabeça para limpar a mente, e voltou a atenção para o espelho. A névoa desapareceu aos poucos e um lindo homem apareceu ao longe. Ele andava sobre uma folhagem que ela não reconhecia. Que tipo de árvores eram aquelas? Eram estranhas, com folhas pontudas, com pequenas bolas marrons embaixo delas. Os caules eram longos e finos, e pareciam tocar o céu.

O homem de longos cabelos dourados parou do outro lado do espelho. Ela estava imaginando a história? Era apenas um truque de sua imaginação? Ela tinha escutado e contado aquela história tantas vezes que agora estava começando a criar imagens em sua cabeça. Ele não estava realmente no espelho. Não, aquilo era ridículo. Outro homem se juntou a ele, e parecia maluco. Será que era o membro da tripulação que havia jogado Lady Evelyn do barco?

Você a jogou no mar? A voz do capitão estava fria e cheia de ameaça, quando ele se virou para o membro da tripulação. Como pôde fazer isso, Percy? Sabia o que ela significava para mim, e que eu não era para machucá-la, mas você decidiu se livrar dela, porque você tem uma ideia bizarra na sua cabeça. Você só pode estar querendo morrer.

Ela tinha escutado aquelas vozes? Aquilo não havia sido dito em voz alta. Ela estava ficando louca, e não queria pensar no que poderia significar.

O homem louro descansou a mão no facão ao seu lado. O homem de cabelo escuro se mexeu na imagem. Parecia estar esperando por alguma coisa. Elizabeth não sabia exatamente o que, mas ele estava pulando. O homem devia estar preparando para agir.

Eu tinha que fazê-lo. Tem que saber isso. O membro da tripulação balançou as mãos em direção ao céu. Ela está fazendo sua magia novamente. Outra tempestade está por vir. Precisamos matá-la, se quisermos nos salvar.

O homem é maluco. Evelyn não é uma bruxa, disse o homem de cabelos escuros. Ninguém tem o poder de controlar o tempo.

Eu não culpo a Evelyn. O Capitão Jack, e Elizabeth tinha certeza que era ele, parou e olhou para o outro homem. Eu sei o que precisa ser feito.

Antes que o capitão pudesse reagir, Percy o empurrou para o lado. Ele correu em direção à mulher loira que Elizabeth não tinha notado antes. Evelyn! o homem de cabelos escuros gritou.

Lady Evelyn saiu do alcance de Percy e se virou, correndo de volta para o homem de cabelos escuros. Me ajude, Paul! Ela tropeçou e caiu, quando Percy pulou nela. Paul reagiu e arrancou Percy de cima dela, antes que ele pudesse fazer algum estrago permanente. O pirata caiu na direção do capitão Jack. Percy tremia de medo, enquanto olhava de Paul para Jack.

Ela precisa morrer. Vocês sabem disso. Só estão com medo. Olhem para além da beleza dela, e verão a verdade, Percy implorou a eles.

Paul olhou para Jack e disse, Mate-o, ou eu o farei com minhas próprias mãos.

Elizabeth não se lembrava de sua mãe mencionar nada sobre mortes na história que contava. Era assim que tinha acontecido? Não, não poderia ser. Sua mãe não contaria um conto que tivesse realmente acontecido. Era apenas um pedaço de ficção que a mãe dela havia inventado.

Será meu prazer. O sorriso do capitão Jack parecia ameaçador, quando ele foi em direção a Percy.

Evelyn se levantou e correu em direção a Paul. Ele abriu os braços e a segurou. O vento aumentou de velocidade, quando capitão Jack levantou seu facão. Quando estava para acertar Percy, o rapaz o fez tropeçar. O facão caiu no chão, perto de Percy. O vento girava em torno dele e levantou Jack. O capitão desapareceu como se nunca tivesse estado ali.

A névoa no espelho começou a girar, e a imagens desapareceram novamente. O coração de Elizabeth parou ao ver a cena familiar. Esta era a história, e de alguma forma, tinha se manifestado no espelho da biblioteca. Percy tinha atacado Lady Evelyn, e planejava matá-la. O capitão havia feito o seu melhor para salvá-la, mas ele desapareceu antes de conseguir. O que tinha acontecido ao pirata?

Ellie, por que parou? Christian perguntou. Termine a história.

Ela tinha conseguido contar a história conforme a via no espelho. O que estava acontecendo? O que quer que fosse, ela não gostava nada.

Sim, você contou mais coisas. O Capitão Jack matou o Percy?

Droga. Era coisa deles mesmo prestarem atenção bem àquela parte. "Não matou. Porque matar é

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