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O Génesis O observador na superfície da Terra A ciência por trás da história da Criação

O Génesis O observador na superfície da Terra A ciência por trás da história da Criação

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O Génesis O observador na superfície da Terra A ciência por trás da história da Criação

notas:
4/5 (1 nota)
Duração:
129 páginas
1 hora
Editora:
Lançados:
21 de dez. de 2018
ISBN:
9781547517923
Formato:
Livro

Descrição

Mais de 380,000 livros vendidos!
O Génesis, os sete dias, a Criação ... de onde vem o texto que compõe a primeira parte da Bíblia? E este texto…é apenas um poema introdutório ... ou é uma narrativa? O que está por trás das suas palavras? Alberto Canen encontrou uma forma alternativa de dar resposta a estas e outras questões contidas no Génesis. Ele encontrou uma rota pela qual nunca ninguém viajou e convida o leitor a acompanhá-lo e a partilhar com ele as suas descobertas. O autor descobriu que, oculto no meio daquele enredo há alguém. Alguém que observa, alguém que narra. Alguém que narra o que observa. E um lugar, um lugar a partir do qual observar. A localização do observador.

A chave para um enigma emocionante. O Génesis tem sido um mistério há milhares de anos. Não foi possível entender completamente do que falava o texto. Se era apenas um poema introdutório para as Sagradas Escrituras, ou se realmente continha informações sobre a Criação. O texto do Génesis dividiu as águas entre os criacionistas e os cientistas por um longo período, até hoje. Com este livro, espero que esta separação entre cientistas e criacionistas seja diluída já que descobri a chave que unifica ambos os mundos. Eu acredito que esta chave para o mistério do Génesis é compreender que é narrado por alguém. Um narrador do Génesis. Aquele que observa a visão que Deus lhe dá e, a partir daí, narra o que observa e fá-lo a partir de sua localização humana e terrena. Esta localização terrena e precisa é a chave para a compreensão de Génesis.

Editora:
Lançados:
21 de dez. de 2018
ISBN:
9781547517923
Formato:
Livro

Sobre o autor


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O Génesis O observador na superfície da Terra A ciência por trás da história da Criação - Alberto Canen

O Génesis

O observador na superfície da Terra

A ciência por trás da história da Criação.

Alberto Canen

––––––––

Traduzido por Micaela Nóbrega 

O Génesis. O observador na superfície da Terra. A ciência por trás da história da Criação.

Escrito por Alberto Canen

Copyright © 2018 Alberto Canen

Todos os direitos reservados

Distribuído por Babelcube, Inc.

www.babelcube.com

Traduzido por Micaela Nóbrega

Design da capa © 2018 Alberto Canen

Babelcube Books e Babelcube são marcas comerciais da Babelcube Inc.

Alberto Canen

34ed

O Génesis

O observador na superfície da Terra

A ciência por trás da história da Criação.

––––––––

Agradecimentos

Á minha esposa, que me apoia em tudo.

Aos meus filhos e as suas perguntas.

A Luis Heriberto Rivas por estar sempre disponível e por me

permitir aceder a material Interessantes.

A Mercedes Bueto pelas suas correções e conselhos.

Ao meu amigo Fabian Rodriguez por ter uma mente aberta e

pelos seus conhecimentos.

Ao meu cunhado Pedro Diez por me ajudar com os

assuntos científicos e astronómicos.

E a toda a minha família e amigos que se voluntariaram como

leitores do manuscrito com a intenção de o tornar melhor.

Canen, Alberto

––––––––

O Génesis. O observador na superfície da terra - 1ª edição Argentina 2013

Large Print - paginadigital 2017

ISBN: 978-3-9614-2694-2

Data Catálogo: 15/02/2017

Alberto Canen

Foi feito o depósito pela Lei No. 11,723

Traduzido por Micaela Mendes Nóbrega

Capa e ilustrações internas pelo autor.

ISBN 1ª edição 9789872913809

Introdução

Será a narrativa da criação no Génesis, apenas uma introdução ás Escrituras Bíblicas? O que escondem os seus versos? Mito, invenção ou verdade cientifica? Este livro procura abordar a questão sobre a qual tanto cientistas como religiosos se sentem desconfortáveis.

A ciência rejeita a historia liminarmente, primeiro com um esgar seguido de raiva, e a Igreja Católica remete-a para uma mera introdução ás escrituras. «O relato bíblico da Criação é um texto religioso com ensinamentos religiosos», dizem. «Não há ciência presente», «não deveríamos procurar nela explicações cientificas», claro.

Mas... Tenho que admitir que sempre fui um duro critico do Génesis. Estava sempre junto daqueles que tentavam esconder um sorriso e mudavam de assunto para evitar discuti-lo. Falar sobre o Génesis e a criação parecia-me impensável... até há uns meses atrás.

Passou cerca de um ano desde que o meu filho mais novo me perguntou sobre Deus com grande interesse, mais do que era habitual.

Na altura, conversámos, eu expliquei-lhe tudo o que sabia e combinámos ler os livros sagrados de todas as grandes religiões para que pudéssemos expandir os nossos conhecimentos/ conceitos.

Começámos, então, a ler, primeiro a Bíblia[1], como o livro mais importante do Catolicismo-Judaísmo-Islão, para continuar depois com o Bhagavad Gita[2] do Hinduísmo-Budismo[3]

Quando lhe li a Bíblia, enquanto avançávamos com o Livro de José, tive aquilo a que se poderá chamar de uma revelação. Compreendi a razão de ser da Bíblia, a razão para a criação do Povo Escolhido, a razão para a vinda do Messias, a Criação, o Éden, as políticas da Igreja Católica, a monumental missão do Povo Judeu, o politeísmo, o monoteísmo, e muito mais. Esta revelação causou-me um choque tal que eu decidi escreve-lo e derramei-o no meu livro Un único Dios (Um Único Deus).

A explicação da história da Criação no Génesis deveria fazer parte daquele livro, mas após analisá-lo com o meu editor e conselheiro literário decidimos que o melhor seria separá-lo noutro livro uma vez que pedia um tratamento especial.

Quando terminei o livro Un único Dios, em Agosto de 2011, voltei á narrativa da Criação no Génesis e dediquei-me a resolve-la.

Para mim era claro que a história do Génesis era real; havia factos que poderiam ter acontecido mas que foram, de alguma forma, dissimulados.

Qual era a chave? Qual seria a pedra de Roseta que me permitiria interpretar aquela narrativa?

A chave, descobri, era que a história – o texto- era a narrativa de alguém que estava a contar o que estaria a ver. Essa era a chave – o quadro, por assim dizer- onde tive que montar todas as peças deste puzzle.

No texto da Criação havia um observador, um narrador. Não eram apenas versos, não, estava claro que era uma narração: a narração de um observador.

Ao introduzir esta variável, o narrador-observador, tudo passou a fazer sentido. Daí em diante o resto era olhar apenas para as questões certas: Era uma visão ou uma revelação? Ou os dois? Qual a duração desta visão? Quem era ele? Onde vivia? Onde estava?

O local, o local era crucial.

O observador e a sua localização eram as pedras basilares para a compreensão da história da Criação.

Este livro descreve a minha jornada entre a Bíblia e a Ciência num movimento permanente para trás e para a frente até conseguir desvendar o mistério.

Gostaria de o encorajar a juntar-se a mim nesta descoberta.

Vamos beber um café, encontrar uma cadeira confortável e deixar os preconceitos de lado por um momento.

Vamos abrir as nossas mentes e ver os mistérios que foram escondidos nos versos do Génesis por mais de três mil anos.

A versão que usei para esta comparação foi a Bíblia de Jerusalém.

A Bíblia de Jerusalém é uma versão da Bíblia publicada por partes entre 1948 e 1953 que a Escola Francesa Bíblica e Arqueológica de Jerusalém publicou mais tarde como resultado da tradução para francês dos manuscritos gregos e hebreus.

Mais tarde foi traduzida para outras línguas locais entre elas o Espanhol. Optaram por comparar a tradução com os textos originais em Hebreu, Aramaico e Grego.

A Bíblia, o Génesis, Criação

Sete dias?

Quem é que nunca se interrogou: sete dias? Sim, quem? – enquanto olhamos uns para os outros de soslaio com um sorriso forçado.

É um facto que cada vez menos pessoas acreditam que Deus criou os céus e a terra em sete dias.

E os dinossauros? Bem, no momento em que esta questão surge (uma questão puramente retórica, claro) já estamos envolvidos numa tal discussão que causaria embaraço ao pior dos hooligans.

Normalmente, falar sobre o Génesis leva-nos, inevitavelmente, a uma divisão irreconciliável entre a ciência e a religião. Pelos vistos, uma sobrepõe-se à outra. Se o Génesis diz sete dias e a ciência prova que foram seis biliões de anos, tudo indica que, obviamente, algo está mal... na Bíblia.

É-nos difícil afirmar que a análise da ciência está mal, exceto, talvez por uns cem milhões de anos a mais ou a menos. Então, seguindo esta lógica, vamos basear esta análise naquilo que a ciência alega terem sido os primeiros dias do Sistema solar e do nosso planeta, da Terra, fundamentada nas descobertas atuais.

Bem, se o Sistema solar e a Terra existem há mais de seis mil milhões de anos desde que eram apenas uma nuvem de pó e gás a flutuar à deriva na nossa bela galáxia... Como é que chegámos aqueles sete dias? Pois, eu sei, não precisam lembrar-me: pura superstição, mitos, e lendas antigas provenientes das várias mitologias.

Bem, não vos censuro, eu era da mesma opinião, até que, lendo a Bíblia ao meu filho mais novo descobri que algo estava mal com os textos do Génesis, ou será que não?

Houve algo nos textos sagrados que captou a minha atenção e parei por um momento a olhar para eles e pensei: E se o Génesis fizesse sentido? E se a narrativa fosse consistente com a explicação cientifica?

E se o texto do Génesis fosse a visão de alguém que assistiu á criação do Sistema solar como a um filme? E lembrei-me quantas descobertas começaram pela simples expressão: E se...?

E sim, vamos tentar abordar a questão por essa perspetiva, afinal... o que temos a perder?

Claro que, nesta altura, devo esclarecer que creio em Deus. Acredito que Deus criou tudo. Sou, como dizem, um crente.

Filosoficamente sinto-me mais inclinado para o lado Hindu-Budista, do que para o Judeu-Católico-Muçulmano, mas como se trata do mesmo Deus em ambos os casos, não vejo conflito nenhum em ler os livros sagrados das duas religiões e estudar o que disse Deus aos homens tanto na Mesopotâmia como no Vale de Indus.

Vejamos, então, o que Deus nos disse.

Biliões

Primeiro, vamos refletir sobre os «nunca bem ponderados» sete dias.

Claro que os sete dias bíblicos deveriam ter uma qualquer explicação, pensei eu, e dediquei-me a descobri-lo.

A primeira coisa que me ocorreu foi que, se Deus é infinito, um dia de Deus poderá durar um bilião de anos, logo, sete dias para Deus poderiam muito bem ser seis biliões de anos. E poderiam perguntar,

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Avaliações do leitor

  • (4/5)
    Explicação interessante do "problema" com Gênesis

    Muitos crentes não acreditam necessariamente que o relato da criação em Gênesis, pois parece contradizer a Ciência, e como o mundo é mundo, qualquer pessoa que defende qualquer parte da Bíblia é perseguida, por que eles tomam tantos problemas sobre isso? Não há mais textos importantes para discutir? O "problema" com o Gênesis é que sugere que tudo foi criado em seis dias literais, sugere que há luz diante das estrelas e que as criaturas parecem ter sido criadas na ordem errada.

    Ouvi um sermão há vários anos que abordou o "problema" de Gênesis para mim. A chave para desbloquear o mistério da história da criação é o entendimento de que foi escrito da perspectiva de um ser humano, em relação a um sonho ou visão que lhes foi dada por Deus. E essa pessoa parece ter demonstrado criação a partir da perspectiva de onde estavam no momento em que receberam a visão.

    O que me intrigou o suficiente para comprar este livro foi o fato de o autor aludir a esse mesmo cenário. E agora que eu li o livro, posso informar que é exatamente isso que o autor explica. O "testemunho" da criação parece ter estado "parado" dentro ou perto das fronteiras da terra prometida para Abraão, e tudo o que ele vê é dito desse ponto de vista.

    O tempo é comprimido na visão para que um bilhão de anos possa parecer um dia. A história começa com o fato de que Deus criou o universo do nada. Existe um princípio de escuridão quando não deve haver luz, porque o observador está dentro da nuvem de detritos que está se formando na Terra e as criaturas aparecem na ordem em que a testemunha as observa de onde é. pé no planeta. Em primeiro lugar, a terra está abaixo de seus pés e ele vê as plantas, depois um mar raso e vê dinossauros de mar e todas as outras criaturas do mar, a terra sobe novamente como o prato africano Estrela contra a placa asiática, e eles vêem as criaturas terrestres, mas naquela época os dinossauros se tornaram extintos. E, finalmente, testemunha a aparência de seres humanos.

    Esses fatos coincidem com a compreensão científica moderna do cosmos, da Terra e da vida. O universo nem sempre existiu. A Terra era inicialmente um vazio sem forma. A terra, a atmosfera e os oceanos foram feitos separadamente. E uma pessoa que testemunhou esses eventos - de Israel - poderia ter visto as criaturas aparecerem na ordem especificada.

    De qualquer forma, o livro é interessante, e vale a pena ler, especialmente se você está intrigado, como fui, com a criação do Gênesis. O mistério foi desbloqueado para minha satisfação e meus agradecimentos aos autores por ajudar minha compreensão.