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Homem-Urso Escocês: Um Romance Inesperado: Homem-Urso Escocês, #1

Homem-Urso Escocês: Um Romance Inesperado: Homem-Urso Escocês, #1

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Homem-Urso Escocês: Um Romance Inesperado: Homem-Urso Escocês, #1

notas:
3.5/5 (3 notas)
Duração:
101 páginas
1 hora
Lançados:
Apr 6, 2019
ISBN:
9781547519200
Formato:
Livro

Descrição

Escritora de romances, Clarice Adler perdeu a inspiração para escrever desde que terminou com seu namorado traidor. Como se inventa uma história sobre duas pessoas se apaixonando, quando você mesma parou de acreditar no amor? Mas seu prazo está estourando e sua carreira está em jogo, assim ela decide se trancar na isolada Ilha escocesa de Skye para terminar o manuscrito. Ao conhecer Derek McMillan, parece que ela encontra sua nova musa e as palavras fluem de si como por mágica. Clarice se apaixona por ele, muito, apesar de não saber nada sobre o homem além de que ele não está disponível.

Derek McMillan tem administrado sua fazenda sozinho e alugando alguns chalés por temporada há anos. Ele lida com turistas ocasionais para ganhar um dinheiro extra, mas não se mistura muito com eles. Quando põe os olhos na bonita cheia de curvas, Clarice, ele imediatamente se arrepende de aceitar sua reserva. É como se fosse atingido por um raio, e por mais que tente negar, seu urso interior sabe que ela é sua companheira certa. Mas ele é um ser que muda de forma, e ela é uma humana, e os dois não podem se misturar, podem?

Nesta quente novela de romance paranormal, acompanhe como um amor impossível floresce entre duas pessoas que não poderiam ser mais diferentes. Pode-se dizer o destino arranjou para que se encontrassem, se você acredita nesse tipo de coisa, mas ambos estão determinados em resistir à sua atração com todo o empenho. Eles precisarão de outro empurrão para admitir para si mesmo e para os outros como o que está acontecendo...

Este é o primeiro título da série Homem Urso Escocês. Cada livro apresenta um casal diferente, do primeiro encontro ao "felizes para sempre", assim como uma trama externa que não será totalmente solucionada até o final da série.

Lançados:
Apr 6, 2019
ISBN:
9781547519200
Formato:
Livro

Sobre o autor


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Amostra do livro

Homem-Urso Escocês - Lorelei Moone

Capítulo Um

No voo para Inverness, Escócia, Clarice encontrou-se repetidamente virando as páginas de um folheto que tinha trazido sobre seu destino: Chalé do Musgo, na Ilha de Skye. Prometia paisagens intocadas, atmosfera caseira, e o mais importante: um refúgio tranquilo da agitação da vida moderna.

Era o que ela mais precisava: fugir. Longe das distrações da vida de Londres, longe do constante toque do telefone, notificando-a de emails ou tweets recebidos. Longe de todos os lembretes da vida que ela dividia com Alan antes de surpreendê-lo na cama com outra mulher.

Ao chegar no Chalé, ela mandaria uma mensagem para Lily, sua melhor amiga, que a propósito era quem havia sugerido Ilha de Skye como destino, e só. Clarice prometeu desligar tudo. Todos os dias, de nove às cinco, ela ficaria desconectada, para conseguir se concentrar na tarefa em questão.

Depois de uma olhada pela janela – ainda atravessavam uma grossa camada de nuvens – ela virou a página, lendo a parte de trás outra vez. As atrações locais incluem caminhadas na natureza, caminhadas na praia, trilhas na montanha. Caminhadas, basicamente. De acordo com o folheto, tudo o que havia para se fazer na Ilha de Skye era dar uma caminhada tranquila.

Tem eletricidade, pelo menos, não? Clarice leu o outro lado de novo e estudou as fotos ilustrativas. Havia um abajur em uma das fotos, sugerindo que forneciam eletricidade... enquanto seu notebook tivesse energia, tudo bem.

À medida que o pequeno avião aterrissava aos solavancos na pista, ela sentiu uma onda de excitação e ansiedade crescendo no peito. Logo, a uma viagem de carro de apenas três horas, ela chegaria ao seu destino.

Por favor, permaneçam sentados até que o sinal de afivelar os cintos se apague, disse a voz quase robótica do capitão pelo intercomunicador.

Clarice sorriu consigo mesma. De jeito nenhum que vai ser assim. Metade das pessoas já estaria de pé, bagagem e celular na mão antes que o avião parasse.

Ela se inclinou para ver melhor da janela. A vista durante a maior parte do voo fora obstruída por uma densa camada de nuvens, muito mais baixas do que o avião. Agora, o mundo exterior se parecia com o que seria esperado da Escócia no início do outono: cinza e úmido.

Não importa, não é como se eu fosse sair muito da casa. Clarice respirou fundo, prendendo o ar numa tentativa de acalmar os nervos. Ela nunca tinha feito nada assim. Deixar tudo para trás por algumas semanas de solidão.

Mas desta vez, era necessário. As tentativas de descobrir se havia alguma flexibilidade no prazo do seu último livro só resultaram em seu editor bafejando mais forte em seu pescoço. Aparentemente, qualquer coisa menor do que uma doença mortal não era razão suficiente para adiar um lançamento. Um término complicado e resultante crise existencial não contavam. Por isso, Clarice foi forçada a apelar para medidas drásticas para terminar o manuscrito a tempo.

Finalmente, os sinais de cintos afivelados se desligaram com o apito costumeiro, e logo depois as portas do avião se abriram. Clarice sorriu um adeus final para o calado senhor sentado ao seu lado. O voo fora relativamente curto, na medida do possível, mas ela ainda estava surpresa por ele não ter dito uma palavra o tempo todo. Ele acenou, e então se juntou ao tropel de passageiros impacientes se dirigindo às portas.

Era um aeroporto pequeno, sinal que não havia aquelas passarelas elegantes levando da porta do avião direto à porta do aeroporto. Em lugar disso, todos os passageiros desceram por uma escada móvel, e então andaram pelas pistas pintadas no concreto até o modesto terminal para recolher a bagagem.

As malas chegaram com a mesma falta de tecnologia moderna: em carrinhos à plena vista dos passageiros. Clarice encontrou sua mala e começou a andar, a princípio sem rumo, até encontrar o sinal de aluguel de carros.

Alan cuidava de tudo isso em suas férias juntos, mas agora era tudo por conta dela. Seria assim tão difícil?

Como acabou descobrindo, alugar um carro pré-agendado não era difícil em absoluto. Todavia, Clarice ainda lutava contra um nervosismo residual quando chegou ao assento do motorista e começou a folhear os vários folhetos da rota para a Ilha de Skye.  Parecia bem fácil, não havia muitas estradas para escolher. Os mapas no celular de Clarice eram iguais.

Depois de respirar fundo, virou a chave. Até aqui tudo bem, agora era a reta final.

***

Mesmo tão lindo, o caminho para a Ilha de Skye não serviu em nada para prepará-la para a beleza a seguir. As negras falésias de Stark se destacavam contra as dramáticas nuvens no céu. Não havia muita vegetação, apenas campos e musgos com um pequeno arvoredo ocasional que conseguira lutar pela sobrevivência.

Embora a estrada serpenteasse pela paisagem à frente, Clarice ainda se sentia como uma exploradora, descobrindo essa terra misteriosa pela primeira vez. A cada curva ela reduzia instintivamente, tanto para dar passagem aos veículos na mão oposta – que eram poucos e espaçados – quanto para admirar a vista.

Ela passou por algumas cidades pequenas no caminho, mas em sua maior parte, a ilha parecia virgem e quase erma. A estrada se estreitava cada vez mais à medida que ela dirigia com relutância. Todos os mapas que imprimira, até a navegação por satélite em seu celular confirmavam que estava no caminho certo, mas a estrada à frente parecia muito pequena para levar a qualquer lugar.

Finalmente, ela chegou a um pequeno assentamento que, segundo o Google, estava a apenas vinte minutos do seu destino. Vila seria uma palavra grande demais para o pequeno conjunto de casas que encontrou. Por sorte, uma das casas acomodava uma pequena mercearia. Clarice estacionou à porta da loja, ansiosa para estocar alguns itens essenciais para que não precisasse sair do chalé por pelo menos dois dias.

– Olá? – Gritou pela porta aberta.

Nenhuma resposta.

Ela pôs a cabeça para dentro, olhando ao redor no interior mal iluminado da loja. Parecia a sala de estar de alguém, com algumas prateleiras de verduras, bem como lenha e materiais de acampamento empilhados lá dentro.

– Licença? – Ela chamou de novo.

Finalmente, um velho entrou pela porta no outro extremo da sala.

– Ah, uma cliente! – Ele lhe disparou um sorriso que pareceu enrugar cada centímetro de seu rosto de uma só vez – No que posso ajudá-la?

– Eu só queria comprar umas coisinhas – Clarice explicou, sorrindo nervosamente enquanto olhava a prateleira dos biscoitos perto da parede.

Aye, é claro. Dê uma olhada, por favor. Se está atrás de algo específico, talvez tenhamos que encomendar.

Clarice assentiu e pegou alguns pacotes de biscoitos integrais. Era um mau hábito, lanchar enquanto se escreve, principalmente quando escrever era seu principal trabalho e você passava muito tempo fazendo isso. Com um prazo pairando sobre a cabeça, ela não sabia o que mais fazer.

Encerrou a

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