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Rejeição cruel

Rejeição cruel

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Rejeição cruel

notas:
4.5/5 (4 notas)
Duração:
157 páginas
3 horas
Lançados:
Mar 1, 2018
ISBN:
9788491880196
Formato:
Livro

Descrição

Arrebatou-lhe a sua virgindade por vingança! Agora levá-la-ia ao altar!

O milionário Vicenzo Valentini acreditava que Cara Brosnan tivera um papel determinante na morte da sua irmã, por isso foi à procura dela para se vingar. Seduziu-a, revelou-lhe a sua identidade… e depois rejeitou-a cruelmente. Todavia Cara não fizera nada de mal. Sentia-se envergonhada por ter entregado a sua virgindade ao desumano Vicenzo. Para piorar a situação engravidara. Agora aquele italiano de coração duro voltava a reclamá-la, embora desta vez como sua esposa!

Lançados:
Mar 1, 2018
ISBN:
9788491880196
Formato:
Livro

Sobre o autor

Abby Green spent her teens reading Mills & Boon romances. She then spent many years working in the Film and TV industry as an Assistant Director. One day while standing outside an actor's trailer in the rain, she thought: there has to be more than this. So she sent off a partial to Harlequin Mills & Boon. After many rewrites, they accepted her first book and an author was born. She lives in Dublin, Ireland and you can find out more here: www.abby-green.com


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Amostra do livro

Rejeição cruel - Abby Green

Editado por Harlequin Ibérica.

Uma divisão de HarperCollins Ibérica, S.A.

Núñez de Balboa, 56

28001 Madrid

© 2009 Abby Green

© 2018 Harlequin Ibérica, uma divisão de HarperCollins Ibérica, S.A.

Rejeição cruel, n.º 1243 - março 2018

Título original: Ruthlessly Bedded, Forcibly Wedded

Publicado originalmente por Mills & Boon®, Ltd., Londres.

Reservados todos os direitos de acordo com a legislação em vigor, incluindo os de reprodução, total ou parcial.

Esta edição foi publicada com a autorização de Harlequin Books S.A.

Esta é uma obra de ficção. Nomes, carateres, lugares e situações são produto da imaginação do autor ou são utilizados ficticiamente, e qualquer semelhança com pessoas, vivas ou mortas, estabelecimentos de negócios (comerciais), feitos ou situações são pura coincidência.

® Harlequin, Sabrina e logótipo Harlequin são marcas registadas propriedades de Harlequin Enterprises Limited.

® e ™ são marcas registadas por Harlequin Enterprises Limited e suas filiais, utilizadas com licença.

As marcas em que aparece ® estão registadas na Oficina Española de Patentes y Marcas e noutros países.

Imagem de portada utilizada com a permissão de Harlequin Enterprises Limited.

Todos os direitos estão reservados.

I.S.B.N.: 978-84-9188-019-6

Conversão ebook: MT Color & Diseño, S.L.

Sumário

Página de título

Créditos

Sumário

Prólogo

Capítulo 1

Capítulo 2

Capítulo 3

Capítulo 4

Capítulo 5

Capítulo 6

Capítulo 7

Capítulo 8

Capítulo 9

Capítulo 10

Capítulo 11

Capítulo 12

Capítulo 13

Capítulo 14

Epílogo

Se gostou deste livro…

Prólogo

Vicenzo Valentini olhou durante um longo momento para os traços frios da mulher morta. A sua irmã mais nova. Só tinha vinte e quatro anos e toda a sua vida pela frente. Mas já não. Essa vida apagara-se num terrível acidente de viação e ele chegara demasiado tarde para o evitar, para a proteger.

Devia ter seguido os seus instintos e tê-la obrigado a voltar para casa há semanas… Se o tivesse feito, teria percebido que a sua irmã estava em perigo.

Aquele pensamento fê-lo cerrar os punhos enquanto a dor e a culpa o invadiam. Lutou para manter o controlo, tinha de se acalmar e levar a sua irmã para casa. O seu pai e ele chorariam lá e não naquele país frio onde a tinham seduzido, aproveitando-se da sua inocência, marcando assim o caminho escuro que a conduzira até àquele trágico final. Estendeu uma mão trémula e deslizou um dedo sobre uma face gelada. Isso quase o devastou. O acidente não lhe marcara a cara e isso fazia com que fosse mais difícil de suportar, porque lhe parecia que a sua irmã voltava a ter oito anos, quando se agarrava com força à sua mão. Usando todo o seu controlo, inclinou-se para a frente e beijou-a na sua testa húmida sem vida.

Virou-se bruscamente e, num tom de voz rouco de dor, disse:

– Sim. É a minha irmã. Allegra Valentini – uma parte dele não conseguia acreditar que estava a pronunciar aquelas palavras, que não se tratara de um pesadelo terrível. Afastou-se para deixar que o empregado da morgue fechasse o fecho da capa que envolvia o corpo.

Vicenzo murmurou qualquer coisa ininteligível e saiu da sala embargado por uma sensação claustrofóbica para se dirigir para o hospital, desejando respirar um pouco de ar fresco. Embora fosse uma estupidez porque o hospital ficava exactamente a meio de uma Londres carregada de fumo.

Uma vez na rua, respirou fundo, ignorando os olhares que atraía com o seu corpo alto e esbelto e o seu físico magnífico de pele bronzeada. Parecia um modelo de masculinidade potente contra a cortina de fundo do hospital sob a luz da manhã.

Só via a dor que sentia por dentro. O médico descrevera-o como um acidente trágico, mas Vicenzo sabia que fora muito mais do que isso. Duas pessoas tinham morrido no choque: a sua irmã, a sua bela, querida e indomável Allegra, e o seu amante, Cormac Brosnan. O homem que a seduzira premeditadamente, com uma mão sobre a sua fortuna e com a outra a evitar que Vicenzo interferisse. A raiva voltava a arder no seu interior. Só pressentira o que Brosnan tramava quando já era demasiado tarde e agora sabia tudo, mas essa informação já não significava nada porque não servia para trazer Allegra de volta.

Mas uma pessoa sobrevivera ao choque. Uma pessoa saíra daquele hospital uma hora depois de a terem atendido na noite anterior. Recordou as palavras do médico:

«Não tem nem o mínimo arranhão no seu corpo, é realmente incrível. Era a única que tinha cinto de segurança e não há dúvida de que isso lhe salvou a vida. É uma mulher sortuda.»

Uma mulher sortuda. Cara Brosnan. A irmã de Cormac. Os relatórios diziam que era Cormac que conduzia, mas isso não fazia com que Cara Brosnan fosse menos responsável. Vicenzo cerrou os punhos com mais força, tinha o queixo tão tenso que estava a magoar-se. Tivera de enfrentar o momento desmoralizador em que o médico o informara de que a sua irmã tinha altos níveis de drogas e de álcool no organismo.

Quando o seu condutor parou à frente das escadas do hospital, obrigou-se a mexer-se e sentou-se no banco traseiro. À medida que se afastavam daquele lugar nefasto, teve de conter um momento de pânico em que sentiu a necessidade de dizer ao condutor para parar e voltar para poder ver Allegra uma última vez. Era como se tivesse de se certificar de que estava realmente morta, de que se fora embora para sempre.

Mas não o fez e controlou esse momento de pânico. Estava morta e o seu corpo era a única coisa que jazia ali. Tinha consciência de que aquela fora a única vez em anos que alguma coisa o afectara através do alto muro de ferro que erguera para proteger as suas emoções… e o seu coração. A partir desse momento tornou-se mais forte e impermeável e agora tinha de fazer uso dessa força. Sobretudo, pelo bem do seu pai. Depois de saber da morte da sua única filha, sofrera um leve enfarte e continuava no hospital.

Presos na hora de ponta londrina, a sua mente voltou a concentrar-se na mulher que tivera muito a ver com aquele dia terrível e trágico. O irmão daquela mulher estava morto, mas ambos eram igualmente culpados devido ao que tinham planeado juntos. Eram uma equipa e Vicenzo sabia que não descansaria até a obrigar a sentir parte da dor que ele estava a sentir naquele momento. O facto de ela ter saído do hospital tão pouco tempo depois do choque, fazia com que esse sentimento amargo fosse ainda mais forte. Saíra ilesa e impune.

Agora tinha de esperar antes de poder levar a casa a sua irmã, onde a enterrariam com os seus antepassados muito antes do que devia ter ocorrido.

Observou as ruas concorridas por onde passavam pessoas concentradas nos seus assuntos e que não se importavam nada com o resto do mundo. Cara Brosnan era uma dessas pessoas.

E, naquele mesmo momento, Vicenzo soube que faria todos os possíveis para a encontrar e fazê-la enfrentar o que merecia.

Capítulo 1

Seis dias depois

– Mas, Rob, estou bem para trabalhar e amanhã regresso a Dublin. Não é que esteja do outro lado do mundo – Cara não conseguiu evitar que a sua voz tremesse.

– Sim, claro, e eu acabei de ver um porco a voar. Senta-te nesse banco antes de caíres. Não vais trabalhar na tua última noite aqui. Prometi-te o salário de duas semanas e ainda te devemos as gorjetas – disse o bonito homem, enquanto lhe servia um copo de brande. – Toma. Ontem, no funeral, parecia que ias cair para o lado.

Cara deu-se por vencida e sentou-se no banco. O que a rodeava era um lugar escuro, quente e familiar, que fora o seu lar durante os últimos anos. A emoção embargou-a face aos cuidados do seu velho amigo.

– Obrigada, Rob. E obrigada por vires comigo ontem. Não acho que conseguisse tê-lo feito sozinha. Significou muito para mim que Barney, Simon e tu estivessem lá.

Ele aproximou-se e agarrou-lhe a mão.

– Querida, não teríamos deixado que passasses por isso sozinha. Cormac já desapareceu. Acabou. E esse acidente não foi culpa tua, portanto não quero voltar a ouvir uma palavra a respeito disso. É um milagre que não te tenha arrastado com ele. Sabes muito bem que era uma questão de tempo até acontecer alguma coisa.

«Sim, mas poderia ter tentado pará-los… proteger Allegra…» Essas palavras ecoaram na cabeça de Cara. As palavras de Rob pretendiam reconfortá-la, mas só serviam para remexer as emoções amargas que estavam sempre presentes. O terrível sentimento de culpa por não ter conseguido evitar que Cormac conduzisse naquela noite. Entrara no carro com eles porque estava sóbria e queria certificar-se de que não cometiam nenhum descuido…

Mas Rob não precisava de o saber.

Cara sorriu, tentando fazê-lo pensar que estava bem.

– Eu sei.

– Vês? Linda menina. Agora, bebe isso e sentir-te-ás muito melhor.

Cara fez o que lhe disse, franzindo o nariz enquanto o líquido lhe queimava a garganta. Sentiu o efeito imediatamente, quente e relaxante. Movida por um impulso, inclinou-se sobre o balcão e puxou Rob para si, para o beijar nos lábios e abraçá-lo. Significava muito para ela e não conseguia imaginar como a sua vida seria vazia e desesperada sem o ter como amigo.

Ele abraçou-a com força antes de se afastar e beijá-la na testa.

– Parece que os primeiros clientes estão a chegar.

Cara virou-se para olhar para trás e viu uma figura alta entre as cortinas grossas que separavam o balcão VIP do resto do clube. Por alguma razão que desconhecia, percorreu-a um calafrio, embora não lhe desse importância e se virasse para olhar para Rob. Decidiu que se iria embora. Tinha poucas malas para fazer para voltar para casa, para Dublin, mas graças a isso estaria pronta quando, de manhã, chegasse o advogado para tomar posse das chaves do apartamento. De repente, a ideia de regressar àquele apartamento enorme, vazio e sem alma atemorizou-a ao recordar a visita que recebera lá na noite anterior, depois do funeral.

Cormac, o seu irmão, deixara-a unicamente com a roupa que vestia. Desde que os seus pais tinham morrido e ele se encarregara da sua irmã de dezasseis anos, não parara de lhe mostrar que se enfurecia com aquela obrigação fraternal que lhe tinham imposto. Contudo, depressa se aproveitara da presença de Cara, ao vê-la como uma criada interna. Ela não esperara mais, mas fora um grande choque descobrir que o seu irmão não só tinha umas dívidas astronómicas, como também…

Rob afastou-a desses pensamentos ao chamar a sua atenção e ela sentiu-se agradecida.

– Querida, não olhes, mas aquela figura que estava a olhar para aqui é o espécime de homem mais divino que alguma vez vi. Não o expulsaria da cama por falar demasiado, de certeza.

Por alguma razão, Cara voltou a sentir aquele calafrio estranho, mas sorriu para Rob, agradecida pela distracção que lhe oferecia.

– Oh, vá lá! Dizes isso de todos.

– Não. Este… não se parece com nenhum que tenha visto antes, mas infelizmente a intuição diz-me que é heterossexual. Oh, aí vem! Deve ser alguém importante. Cara, querida, levanta-te e sorri. Digo-te uma coisa, uma pequena sedução

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