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Ambição

Ambição

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Ambição

avaliações:
3.5/5 (3 avaliações)
Comprimento:
145 páginas
2 horas
Lançado em:
Mar 31, 2018
ISBN:
9788491882862
Formato:
Livro

Descrição

O mais correcto era casar-se com ela... mesmo que fosse por obrigação!
Ramon Dario desejava a empresa Medrano, porém o negócio incluía uma condição surpreendente... casar-se com Estrella Medrano, uma mulher de má fama. Ramon não gostava de ser obrigado a nada, especialmente a casar-se.
Contudo Estrella não era como a imaginara. Ramon não conseguia tirar da cabeça aquele corpo maravilhoso e até começava a pensar que não merecia a reputação que tinha. Talvez a ideia de se casar por conveniência, afinal, não fosse assim tão má...
Lançado em:
Mar 31, 2018
ISBN:
9788491882862
Formato:
Livro

Sobre o autor

Kate Walker was always making up stories. She can't remember a time when she wasn't scribbling away at something and wrote her first “book” when she was eleven. She went to Aberystwyth University, met her future husband and after three years of being a full-time housewife and mother she turned to her old love of writing. Mills & Boon accepted a novel after two attempts, and Kate has been writing ever since. Visit Kate at her website at: www.kate-walker.com


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Amostra do Livro

Ambição - Kate Walker

Editado por Harlequin Ibérica.

Uma divisão de HarperCollins Ibérica, S.A.

Núñez de Balboa, 56

28001 Madrid

© 2004 Kate Walker

© 2018 Harlequin Ibérica, uma divisão de HarperCollins Ibérica, S.A.

Ambição, n.º 1268 - abril 2018

Título original: The Spaniard’s Inconvenient Wife

Publicado originalmente por Mills & Boon®, Ltd., Londres.

Reservados todos os direitos de acordo com a legislação em vigor, incluindo os de reprodução, total ou parcial.

Esta edição foi publicada com a autorização de Harlequin Books S.A.

Esta é uma obra de ficção. Nomes, carateres, lugares e situações são produto da imaginação do autor ou são utilizados ficticiamente, e qualquer semelhança com pessoas, vivas ou mortas, estabelecimentos de negócios (comerciais), feitos ou situações são pura coincidência.

® Harlequin, Sabrina e logótipo Harlequin são marcas registadas propriedades de Harlequin Enterprises Limited.

® e ™ são marcas registadas por Harlequin Enterprises Limited e suas filiais, utilizadas com licença.

As marcas em que aparece ® estão registadas na Oficina Española de Patentes y Marcas e noutros países.

Imagem de portada utilizada com a permissão de Harlequin Enterprises Limited. Todos os direitos estão reservados.

I.S.B.N.: 978-84-9188-286-2

Conversão ebook: MT Color & Diseño, S.L.

Sumário

Página de título

Créditos

Sumário

Capítulo 1

Capítulo 2

Capítulo 3

Capítulo 4

Capítulo 5

Capítulo 6

Capítulo 7

Capítulo 8

Capítulo 9

Capítulo 10

Capítulo 11

Capítulo 12

Capítulo 13

Capítulo 14

Se gostou deste livro…

Capítulo 1

Estrella parou diante da porta com a mão na maçaneta e tentou acalmar-se. Precisava de estar preparada para o confronto que a esperava, com o homem que estava do outro lado daquela porta.

Tinha acreditado, erroneamente, que o pai se dera por vencido, que tinha retrocedido no seu empenho de a casar com alguém «apropriado». No entanto, há pouco tinha entrado no seu quarto para lhe anunciar que o homem com quem ia ter uma reunião importante de negócios ao meio-dia queria falar com ela. Então, com uma sensação desagradável no estômago, dera-se conta de como estava enganada.

Se pudesse escapar, tê-lo-ia feito, mas a experiência tinha-lhe demonstrado que isso não lhe serviria de nada e que a única forma de lidar com a situação era enfrentando-a.

Respirou fundo, tocou no cabelo liso e preto, endireitou os ombros estreitos e entrou.

Ele estava de pé, diante da janela da parede oposta à porta. Alto e forte, de costas para ela, olhava para o jardim pela janela.

– É o senhor Dario? O senhor Ramón Juan Francisco Dario?

A sua voz, dura e brusca devido à tensão, fê-lo virar a cabeça.

– Sim, sou. Você é Estrella Medrano? – a resposta dele foi tão dura como a dela.

– O meu pai disse-me que queria ver-me.

Estrella não se incomodou em responder à pergunta, o que provocou uma expressão carrancuda nele. O que tinha esperado aquele homem? Que iniciassem a conversa com tolices amáveis? Sabia o motivo pelo qual ele estava ali, o que não se prestava a uma conversa amistosa.

– Sim, queria falar consigo.

– Não veio ver o meu pai?

– Sim… Queria comprar o seu canal televisivo.

– E conseguiu-o?

– Ainda… estamos em conversações.

Claro!, pensou Estrella, cinicamente. Era claro que ainda estavam em conversações, o que significava que aquele homem era «mais um». Mais um da lista de possíveis candidatos com quem casá-la em troca de dinheiro.

– Demasiado caro para si? – perguntou ela, devagar, passando as palmas húmidas das mãos pela saia preta de seda, que usava com uma blusa branca.

– Não, absolutamente. Estou disposto a pagar quase qualquer preço.

Ele começou a avançar para ela, com o corpo estilizado, cheio de energia potente. Estrella tremeu, embora não soubesse se se devia a hostilidade ou a medo. A única coisa que sabia era que, apesar do tamanho da sala, naquele momento lhe parecia muito pequena.

– Portanto, quer realmente a empresa?

– Sim, é verdade.

Devia ser assim, visto que estava disposto a acatar as condições impostas pelo seu pai. Se estava disposto a vender-se e a comprá-la a ela, com o fim de conseguir a empresa. O pai devia pensar que, daquela vez, tinha acertado com aquele homem.

Se não tivesse perdido totalmente a sensatez, devia aproveitar aquele momento para lhe dizer que conhecia perfeitamente a situação e que não fazia sentido continuar. Apesar do que o seu pai lhe tivesse dito, ela não estava disposta a aceitar a proposta.

Mas Ramón Dario não era o que tinha imaginado. Em primeiro lugar, não se parecia com o pai, Rodrigo Dario, um homem alto, moreno e farto de carnes, com cabelo preto e olhos igualmente escuros. E ninguém o consideraria um homem bonito.

Pelo contrário, Ramón era um homem deslumbrante. De certo modo, era tudo o que o seu pai não era.

Ramón era muito mais alto do que Rodrigo e, embora de cabelo escuro, o sol conferia-lhe reflexos acobreados. Os seus olhos cinzentos sobressaíam no rosto angular e bronzeado pelo sol.

A mãe de Ramón Dario, falecida há anos, quando ele era pequeno, era inglesa.

Era mais alto do que Rodrigo e muito mais magro, embora musculado e de costas largas. O seu corpo parecia perfeito sob o fato de corte magnífico.

– Diga-me, porque queria ver-me? – perguntou ela, como se não soubesse.

– Queria falar consigo.

– E… consegue sempre o que quer?

Estrella precisava de pôr um ponto final à situação para poder sair, para voltar para o quarto, para o seu isolamento habitual. Para voltar a receber os olhares de recriminação do pai, que tantos anos tinha suportado, sem conhecer outra expressão da parte dele. Para voltar para a censura social a que se via submetida.

«É aquela…», sabia que as pessoas o diziam nas suas costas. «Aquela é a filha de Medrano, a que fez com que Carlos Perea se separasse da mulher e a deixasse sozinha com duas crianças pequenas. E Carlos podia quase ser seu pai!»

– Não quer sentar-se?

Ramón indicou-lhe uma poltrona com a mão.

– É necessário?

Não havia motivo algum para ficar nervosa perante a possibilidade de estar mais perto dele. Porque é que reagia daquela maneira diante daquele homem? Inclusive, a leve fragrância do perfume que sentira quando ele se mexera fizera-a reagir. Um calor intenso correra-lhe pelas veias.

Nunca se tinha aproximado tanto de nenhum dos outros… desde Carlos.

– Prefiro ficar de pé.

– Não gostaria de estar mais confortável?

– Se quer que lhe diga a verdade, o que preferia era estar em qualquer outro sítio, menos aqui.

– Garanto-lhe que não a reterei muito tempo.

O tom dele foi frio e distante.

– E eu garanto-lhe que não me interessa nada do que possa dizer-me.

Ramón lançou-lhe um olhar gélido.

– Permite-me sugerir que espere para ouvir o que tenho para lhe dizer antes de decidir se lhe interessa ou não?

Ramón olhou-a de cima a baixo, com frieza, fazendo-a sentir-se como um objecto.

Nenhum dos outros lhe tinha provocado semelhante sensação de mal-estar. Sentiu vontade de lhe dizer exactamente o que pensava, mas conseguiu controlar-se.

– Nesse caso, diga o que quer – conseguiu responder Estrella.

– Muito bem, fá-lo-ei.

Ramón passou uma mão pelo cabelo escuro, despenteando-o momentaneamente.

Estrella não conseguiu evitar pensar que os cabelos dele estariam assim ao levantar-se e uma onda de desejo percorreu o seu corpo. Imaginou-o na cama, com o cabelo despenteado e os olhos cinzentos cravados na mulher… Sorrindo.

A ideia fez com que o coração lhe pulsasse com força. Nunca tinha sentido nada assim por um homem. Nunca. Nem sequer por Carlos.

Carlos, o princípio de tudo aquilo. O homem cuja influência maligna lhe tinha arruinado a vida, apesar do tempo que tinha decorrido. Inclusive da campa.

Mas Carlos nunca a tinha feito sentir-se assim.

Porque estava a pensar naquilo? Não conseguia evitá-lo. Aquele homem tinha qualquer coisa que afectava profundamente a sua feminilidade.

– Há um problema, quer dizer, temos um problema.

A voz dura de Ramón Dario devolveu-a à dura realidade, desvanecendo as suas fantasias caprichosas.

– O que quer dizer com «temos»? Porque é que me inclui?

– Porque o seu pai criou um laço entre nós os dois.

Finalmente, reconhecia-o. De repente, ao contrário das outras vezes em que se vira naquela situação e em que tinha desejado lavar a roupa suja o quanto antes e acabar com o assunto, Estrella descobriu, com espanto, que queria justamente o contrário. Desejava evitar que Ramón lhe propusesse o que o seu pai o forçara a propor.

Porque, se o fizesse, ela teria de lhe dar uma resposta.

E a resposta teria de ser negativa.

Era sempre um «não». Desde que o seu pai decidira «redimi-la da mancha do passado», garantindo-lhe um casamento respeitável, Estrella tinha tido de suportar repetidamente aquele tipo de situações. Se Ramón Dario pensava que podia adquiri-la como parte de um negócio, como um extra acrescentado à cadeia televisiva, obteria a mesma resposta que os anteriores.

Não.

No entanto, apesar de antecipar a resposta, não conseguiu evitar sentir um certo pesar. Pela primeira vez, desde que o pai tinha começado aquela campanha para a casar, ela perguntava-se…

– O seu pai sugeriu um preço que eu aceitaria com todo o prazer – continuou Ramón, interpretando o silêncio dela como disposição para o ouvir. – E, é claro, quero a empresa. Mas há condições, condições que a afectam. O seu pai quer que nos casemos. A menos que me case consigo, não me venderá a empresa.

Apesar de ser o que tinha esperado

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