A Vagar

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A Vagar

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Duração: 325 páginas3 horas

Descrição

.... na atemporal cidadela dos mortos, o ente maléfico se encontra determinado a usurpar fluxo da prova verdadeira através do chamado do sopro. (...) No mundo sensível, seres da ordem jiin varum estão em perseguição de Elief. Seus corpos, formados por cascas sobrepostas semelhantes a escamas de serpentes emoldurados por uma face onde se sobressai cinco fendas vermelhas pressentem de antemão a presença do líder da irmandade “semente-de-serafim”. (...) O cruel e perverso ente bebe de um líquido ácido produzido pela torturas, esta bebida o fascina e não o cansa; quanto mais bebe, mais sedento fica. Os entes formam dentro do império do mal, a nação "ha goyin" de amaldiçoados e depravados inferiores. Eles são "os outros imperfeitos", conhecidos por terem sido inspiradores da cultura mitológica Cananéia; como o deus da tempestade, da serpente sinuosa e da seca existente no século XV a.C na atual cidade de .....

Acima, parte do conteúdo de “A Vagar”. Uma Batalha pela alma do humano-que-dorme. Perder levará a humanidade a desconsiderar a existência da salvação e da crença de culto ao sagrado, e ainda, da certeza de ter sido arremessado nesta vida para, eterno, sofrer. A matilha de seres infernais do reino de crueldade se unem a partir da criação do experimento sopro de hades e através de um código tentador confundem as almas que dormem à porta da cidadela dos mortos para que assim aceitem o perdão negro em escolha do repouso de paz em seu Deus. Liderados pelo mais alto membro da milenar irmandade semente de serafim apoiado pelo secular grupo olho de jacó buscarão anular e extinguir esta ameaça chefiada por uma antiga casta maldita; os filhos do sol. Nesta batalha que se avizinha com a real possibilidade da perda de fé, um crime precisa ser desvendado para que muitos outros esclareçam as sórdidas manobras efetivadas pela elite adâmica. Não há escolhas para aqueles que sobreviverem a este embate pois nenhum dos lados irá querer receber o prêmio da derrota que virá recheado de muita angústia e provação. Para o bem e para o mal não há mais regresso.
“A Vagar” oferta-lhe um enigma que será percebido ao longo do livro e que se refere à sua alma; “Encontrarás? Poderá ela estar no refúgio sob uma clausura sagrada? Ou profana? Ou ordeira em sua anarquia desafiante? Encontre-a!”

Por escolha se vai à dor; Na vontade se condena; Por liberdade desvia; Mérito move a centelha...Que me fez de luz; No caminho do amor...Sou eterno...Tenho toda a esperança. Encontrarás?!

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