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Miss Amelia Conquista um Duque, As Crônicas de Caversham, Prologo

Miss Amelia Conquista um Duque, As Crônicas de Caversham, Prologo

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Miss Amelia Conquista um Duque, As Crônicas de Caversham, Prologo

notas:
5/5 (1 nota)
Duração:
147 páginas
2 horas
Editora:
Lançados:
May 5, 2018
ISBN:
9781547527649
Formato:
Livro

Descrição

A solteirona Amelia aceita uma posição como dama de companhia de sua ambiciosa tia, que está planejando seu próximo casamento antes mesmo de terminar o luto por seu segundo marido. E o homem que sua tia está assediando não é outro senão um rico viúvo, o duque de Caversham.

Horrorizada pelo comportamento de sua tia, Amelia decide se esconder na biblioteca e nos jardins de seu anfitrião durante uma visita. Em um passeio vespertino pelo labirinto, ela conhece um cavalheiro mais velho que a intriga e excita. Ela foge sem saber o nome dele, apenas para esbarrar, dias depois, com esse mesmo cavalheiro atraente na biblioteca onde, para espanto de Amélia, ele a beija. E ela retribui o seu beijo...

Amelia e o duque são pegos em seu abraço apaixonado por sua tia. Com vergonha de seu próprio comportamento libertino, Amelia foge da biblioteca, acreditando que ele a usou para evitar sua tia. Depois de confrontar sua tia, o duque faz aquilo que acredita ser o mais honrado e planeja se casar com Amelia.

Só que ele não pergunta se ela aceita.

Editora:
Lançados:
May 5, 2018
ISBN:
9781547527649
Formato:
Livro

Sobre o autor


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Miss Amelia Conquista um Duque, As Crônicas de Caversham, Prologo - Sandy Raven

— Não tenho o hábito de pedir damas em casamento. De fato, você é apenas a segunda mulher a receber tal... proposta. — Ele aproximou-se um pouco mais, até ficar tão próximo que poderia perceber o ligeiro tremor em seu delicioso lábio inferior. — E você correspondeu ao meu beijo, Amelia, não finja.

Ele viu indecisão, medo e até... desejo em seu rosto voltado para cima. Cav desejou beijá-la novamente, mas temia assustá-la. Como se lesse os pensamentos dele, ela se afastou em direção às portas abertas, que davam vistas para o jardim.

— Mesmo que não tivesse desejado casar antes da noite passada, quero agora.

— Isso! Você acabou de admitir que não deseja se casar comigo — deduziu ela. — E não me casarei com um homem porque foi surpreendido me beijando. Por que... Você também poderia me dizer, de imediato, que eu era sua segunda opção.

Cav tentou chamar sua atenção, enquanto ela caminhava entre o serviço de chá e as portas francesas. Mas ela não lhe prestava atenção enquanto andava.

— Não desejo ser a segunda opção de nenhum homem. Quero – não, mereço – ser o único desejo de um homem.

Ela parou, fitou-o e acrescentou:

— Por esse motivo, devo recusar sua oferta generosa, Sua Graça.

Ele não podia acreditar no que ouvia. Qualquer outra mulher teria aceitado seu pedido de casamento, e as duas únicas mulheres a quem ele realmente pediu o recusaram. Oh, sem dúvida ele a faria aceitá-lo. Cav sabia que tudo que tinha a fazer seria beijar Amelia e ela concordaria.

Mas agora era diferente. Amelia era diferente. Provavelmente, iria cuidar de sua família mesmo se seu pai vivesse. Ela não conhecia nenhuma outra maneira. Como iria convencê-la de que ela, Miss Amelia Manners-Sutton, era o seu desejo? Ele afastou uma mecha solta de cabelo de seu rosto e, quando seus dedos tocaram a pele quente de sua face, sentiu uma fagulha atravessá-lo, despertando sensações há muito adormecidas.

— Amelia, não sou nenhum rapazinho. Não faço joguinhos. Eu a desejei na noite em que nos conhecemos no labirinto do jardim, assim como desejei beijá-la ontem à noite. Neste momento, eu a desejo tanto que certa parte de mim está em agonia constante, porque a quero nua, na minha cama. Debaixo de mim. Em cima de mim. Ao meu lado. E não desistirei de minha busca por você, até que diga que sim.

MISS AMELIA CONQUISTA UM DUQUE,

AS CRÔNICAS DE CAVERSHAM, PRÓLOGO

––––––––

Este livro é uma obra de ficção. Nomes, personagens, lugares e acontecimentos são produtos da imaginação do autor ou são usados de forma fictícia e não devem ser considerados como reais. Qualquer semelhança com pessoas reais, eventos, ou organizações é mera coincidência.

Copyright © 2014, Sandy Raven

Todos os direitos reservados. Nenhuma parte desse livro deve ser usada ou reproduzida, seja de que maneira for, sem permissão por escrito, exceto em caso de citações breves em artigos críticos e/ou resenhas.

Projeto de capa de The Killion Group, Inc.

Formatação e revisão de Clear Skies Author Services

Edição de Gail Shelton

ISBN-13:  978-1-939359-11-7

Miss Amelia Conquista um Duque esteve previamente disponível para compra no estande da Scandalous Summer Nights, de junho a setembro de 2014.

Publicado nos Estados Unidos da América

Para Ila

AGRADECIMENTOS

Para Beta Crew: Rosetta Boydston, Mary Mallini, Melinda Hicks, Janet Firestone, Gabriella Ortiz e Diana Padilla. Obrigada pelo feedback, meus queridos amigos e leitores de confiança. Eu os aprecio mais do que possam imaginar.

Para DH, D1&SiL1, e D2: Eu os amo!

Para minha assistente Ashley: Esta é para as viagens de carro e... oh, tome nota disso!

CAPÍTULO 1

Julho de 1812

— Então, a senhora está dizendo que não temos um convite de verdade para essa festa? — A maldade apertou o peito de Miss Amelia Manners-Sutton, prendendo sua respiração. Consternada e repentinamente humilhada por ter aceito essa posição de acompanhante de sua tia, podia apenas olhar com descrença para a irmã mais nova de sua mãe.

— Tia Katherine, estamos na carruagem de lorde e lady Merivale. — Amelia mencionou o óbvio, enquanto sua tia assumia um curioso tom de tomate vermelho. Mas Amelia não iria desistir. — Um lacaio está prestes a abrir esta porta e agora a senhora diz que não temos um convite?

Sua tia Katherine, a viscondessa Rawdon, estava vestida e penteada de acordo com a última moda, como sempre. Ela mantinha sempre a mais perfeita aparência, não importava onde fossem. Deixaram Londres, ontem, antes do sol nascer e passaram a noite em uma estalagem pobre, saindo novamente esta manhã antes de amanhecer. Vinte minutos antes, haviam parado em um cruzamento na estrada, onde sua tia fizera com que sua suposta criada francesa ajeitasse seu cabelo, antes de mandar a mulher se sentar do lado de fora da carruagem, junto ao cavalariço.

Para tia Katherine, tudo se resumia a aparências.

— Certamente não foi o que lhe disse, criatura patética — sibilou a mulher. — Apesar de seu bisavô ter sido o antigo duque de Rutland, você não entende nada de sociedade. Culpo minha irmã por isto. Ela deveria ter-lhe instruído melhor.

— Eu era apenas uma criança quando ela morreu, como bem sabe. Seja como for, imploro que deixe meus pais fora dessa conversa. Antes de deixarmos a cidade, a senhora disse que éramos convidadas aqui. Agora, descubro que não somos! Como espera que eu reaja? — Amelia odiava ao que a tia a havia reduzido. Sempre se orgulhara de sua apresentação honesta e direta, e agora iria sucumbir à rede de mentiras de sua tia, porque era tarde demais para dar meia volta e retornar a Londres.

— Espero que se comporte como uma companheira de uma dama. Não me com que eu me arrependa de ter-lhe trazido. — Sua tia lançou-lhe um olhar irritado.

Amelia deveria ficar quieta, mas o olhar que sua falsa parente lhe deu fez com que sentisse vontade de arrancar a língua de tia Katherine diretamente de sua boca.

Tia Katherine manteve suas costas bem esticadas e a cabeça elevada — tão elevada que seu penteado quase tocava o teto da carruagem emprestada. E o olhar frio da mulher lançava adagas em sua direção.

— Lady Merivale estava bêbada. Convidou todos à mesa.

A carruagem deu um solavanco, assim que o cocheiro apeou para segurar os cavalos. Algumas vozes fizeram-se ouvir, à medida que alguém se aproximava de seu transporte sobrecarregado de bagagens.

— Mas a senhora disse... — Amelia não conseguia reunir as palavras que expressassem seu horror e humilhação. — A senhora não estava... Oh, bom Deus. A senhora nem estava sequer sentada na mesma mesa de jogo!

Tia Katherine ergueu a cabeça ao ouvir o barulho de cascalho esmagado. Após colocar um sorriso em seu rosto levemente envelhecido, ofereceu a Amelia um olhar perverso e sibilou:

— Ela nunca se lembrará disso. Agora, não fale mais nada. Fique calada pelo resto dessa visita, ou a mandarei para o reformatório de Mrs. Wallace, em Birmingham. Entendeu?

Oh, Amelia compreendia muito bem. Nada deteria sua tia de conseguir um outro marido e, no presente momento, Sua Graça, o duque de Caversham, estava sob sua mira. O mesmo duque que, Amelia acabara de ser informada, terminara recentemente com sua amante. Supostamente, o homem ficou de coração partido por causa disto — apesar de Amelia não conseguir entender porque ele rompeu com ela se ainda estava apaixonado. E sua tia não estava agindo melhor do que um abutre à procura de uma carcaça — precipitando-se para limpar os ossos envelhecidos. Assim como fizera com seus dois maridos anteriores. O comportamento de tia Katherine era vergonhoso e embaraçante, e Amelia começou a considerar novamente uma possível saída. Apesar de ter ultrapassado a época de casar-se, aos vinte e oito anos Amelia ainda tinha esperanças de encontrar um homem honrado e casar-se após pagar as dívidas de seu pai. Mas, se um marido em potencial alguma vez viesse a conhecer sua tia, provavelmente a pintaria com as mesmas cores, e Amelia não tinha nada a ver com essa mulher de sua família.

Amelia deu a sua tia um breve aceno e virou-se. Esse acontecimento foi certamente a gota d’água. Precisava desistir. Amelia poderia tolerar os insultos da mulher e o não pagamento de seu salário. Havia sempre comida na mesa da casa de tia Katherine e Amelia tinha um forte senso de si mesma e de seu lugar no mundo, então os insultos simplesmente terminaram.

Mas a casa de tia Katherine seria o primeiro lugar que seu irmão, Harry, procuraria, caso retornasse para casa. Embora fosse improvável de acontecer em breve, agora que seu país estava envolvido em duas guerras.

Imediatamente após a morte de seu pai, Amelia se viu forçada a vender todas as ferramentas e equipamentos de seu comércio de encadernação e pagar todas as dívidas da educação de Harry. Não sobrou nada para Amelia poder comprar sequer uma migalha de pão para comer. Na verdade, ainda devia uma razoável quantia a Mr. Simpson, credor de seu pai. Ela fora despejada da casa em que morava com seu pai e irmão mais novo e viveu da generosidade de amigos de seu distrito durante uma semana, até a sua tia a contratar como dama de companhia — uma função na qual deveria receber um salário trimestral a ser repassado a Mr. Simpson. Sua tia concordou, e Amelia agarrou a oportunidade. E, embora ter recebido o salário uma vez, quando chegou a ocasião do salário do segundo trimestre, ela recebeu uma carta de intenção para pagar. Sem precisar perguntar, Amelia soube que o vício de jogo de cartas de sua tia afetou seu pagamento.

Saindo da carruagem, Amelia seguiu sua tia até os largos e limpos degraus de calcário, com a criada de tia Katherine arrastando-se logo atrás. Encontrou-se no hall de entrada de uma mansão em estilo Tudor, que parecia ter sido tido, em algum momento, uma abadia anexada a ela. Amelia desviou sua atenção das explicações bizarras que sua tia deu para a anfitriã dela, que viera cumprimentá-las. Amelia não queria ouvir as invenções que sua tia estava criando.

Tia Katherine era uma mentirosa incrível, quando queria ser. Amelia acreditava que ela poderia ter uma carreira de sucesso nos palcos, se desejasse. Em vez disso, a mulher estava abrindo o caminho para uma longa estadia de duas semanas no campo.

— Devíamos ter chegado ontem, Caroline, mas precisei orientar meus empregados sobre a mudança de Londres para Surrey. — Tia Katherine deu uns tapinhas em seu cabelo antes de tirar o chapéu e entregá-lo ao lacaio mais próximo, sentindo-se

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