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Destruidor - Parte Três

Destruidor - Parte Três

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Destruidor - Parte Três

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1/5 (1 avaliação)
Comprimento:
59 páginas
54 minutos
Editora:
Lançado em:
May 25, 2018
ISBN:
9781547531196
Formato:
Livro

Descrição

Este é o terceiro livro da série Destruidor da autora best-seller do USA Today, Sky Corgan

Piper Gravatt achava que tinha uma vida perfeita. Ela tinha acabado de se formar na faculdade e estava prestes a casar com o homem dos seus sonhos. Então, tudo foi para o espaço.

Circunstâncias sombrias levaram a desejos ainda mais sombrios, e havia apenas uma maneira de enterrar a sua dor. Seu novo lema era: Nunca se apaixone. Nunca se entregue completamente.

A vida é obscura, exceto pelo prazer. E há apenas um lugar que Piper pode ir para conseguir o que precisa para sobreviver. Club Fet, onde os homens são gostosos e os atos de luxúria não são convencionais.

Ser discreto nem sempre funciona, mas, principalmente quando os caminhos se cruzam em todos os lugares errados. Poderosos homens se escondem nas sombras e um, em particular, está determinado a destruir tudo o que Piper é.

Editora:
Lançado em:
May 25, 2018
ISBN:
9781547531196
Formato:
Livro

Sobre o autor

Sky Corgan is a USA Today bestselling author. She lives in Texas where the sun is hot and the men are hotter. When she's not typing away at her next steamy romance novel, she enjoys hanging out with friends and planning vacations. You can get a FREE Sky Corgan book and stay up to date on her latest releases by signing up for her newsletter here: http://www.subscribepage.com/SkyCorgan


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Destruidor - Parte Três - Sky Corgan

CAPÍTULO UM

HOLDEN

— Quem é Piper? — Estendo a mão e, lentamente, puxo uma das bolas de metal do pêndulo de Newton, sentado à minha mesa. Ela bate contra as bolas do meio e envia a última bola para cima, balançando em um padrão rítmico. Minha secretária me deu de presente de Natal alguns anos atrás, e nem pensei em dar uma olhada quando ela colocou na minha mesa. Dizem que é uma boa maneira de evitar o tédio durante telefonemas inúteis.

Click. Clack Click.

Normalmente, olho para ele e penso em coisas aleatórias enquanto a pessoa do outro lado da linha fala sobre coisas que não dou a mínima. Desta vez, essa pessoa é a minha mãe.

Parece um dever meu, como filho dela, ligar para ela diariamente, não que um de nós tenha algo interessante para dizer. É mais para que ela fique feliz, então não se sinta tão sozinha. Sei que as coisas têm sido difíceis para ela desde que o meu pai faleceu.

Enquanto olho para o pêndulo de Newton, penso em como foi chato no Fet ontem à noite. Eu tinha ido na esperança de ver a beldade de cabelo negro. Foi estúpido esperar algo assim. A maioria das pessoas fica em casa no domingo à noite. Normalmente, eu teria ficado também. Eu estava à caça. Procurando algo novo.

Claro, havia novos rostos lá. Sempre tem. Mas ninguém que realmente tenha chamado a minha atenção. Talvez porque eu seja exigente. Um dos meus maiores defeitos. Quando vejo algo que quero, normalmente fico descontente até conseguir. Então eu me pego pensando que deveria ter tentado mais arduamente afastar a morena do senhor Jeremy na noite de sábado. Eu poderia dizer, pelo olhar que ele tinha, que não permitiria que isso acontecesse. Idiota.

Há uma longa pausa no outro lado da linha.

— Mamãe?

Ela solta um suspiro. — Piper é a minha nova funcionária.

— O quê? — Fecho a mão em punho.

— Eu precisava de ajuda em casa, então contratei uma empregada — ela responde com naturalidade. — A casa parece muito maior sem o seu pai aqui.

Reviro os olhos, sabendo que é apenas uma desculpa. O que ela realmente quer é companhia. — Isso é besteira. O velho nunca levantou um dedo para ajudá-la. Você está se sentindo sozinha. A igreja não foi suficiente para você?

— Não é besteira. — A raiva aparece em sua voz. — Estou ficando velha, Holden. Preciso de alguém por perto para me ajudar.

— Então por que não falou comigo? — Estendo a mão para as bolas clicando. Agora que estou realmente prestando atenção à conversa, elas estão começando a me irritar.

— Por que eu deveria ter dito a você? Não é da sua conta.

— Sim, é da minha conta. — Minha mandíbula fica tensa e forço um sorriso sarcástico que sei que ela não pode ver. — Você não é conhecida por ter um bom julgamento de caráter. E a maioria das empregadas não vale a tinta em seus currículos. Por favor, me diga que você, pelo menos, contratou através de uma empresa respeitável.

— Não preciso que você me diga como contratar funcionários. — Ela bufa.

— Então, onde você a encontrou? — Gesticulo no ar, sabendo que não vou gostar da resposta.

— Ela é sobrinha de uma das minhas amigas da igreja.

— Então ela é menor de idade?

— Não. Ela tem idade suficiente.

— Idade suficiente — repito suas palavras, balançando a cabeça. — Então, deixe-me adivinhar, ela não tem referências.

— Bem — ela hesita. —, não, mas é uma menina doce, e acho que ela será adequada para o que preciso.

— Demita-a. — Eu puxo o pêndulo de Newton para perto de mim e pego duas bolas e as solto ao mesmo tempo. Logo isso será resolvido e poderemos voltar a ter uma conversa mais agradável.

— Não.

— Não? — Seguro as bolas, apertando-as com tanta força que sinto os fios que as mantém presas ao aparelho se esticando.

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