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Uma noite de amor com o xeque

Uma noite de amor com o xeque

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Uma noite de amor com o xeque

notas:
4.5/5 (4 notas)
Duração:
154 páginas
1 hora
Lançados:
Jul 1, 2018
ISBN:
9788491885276
Formato:
Livro

Descrição

Acederia o orgulhoso xeque a celebrar a noite de núpcias embora o casamento tivesse sido cancelado?
Angele ansiava consumar a sua relação com o príncipe herdeiro Zahir depois de se casar com ele. Inocentemente, desejava que o seu noivo a esperasse, como ela o esperava a ele. Mas umas fotografias comprometedoras tiradas por uns paparazzi acabaram com os seus sonhos de juventude.
Angele não estava disposta a converter-se na mulher de Zahir por obrigação, nem a submeter-se a um casamento sem amor. Romper… mas não sem antes impor uma condição.
Lançados:
Jul 1, 2018
ISBN:
9788491885276
Formato:
Livro

Sobre o autor

USA Today Bestseller Lucy Monroe finds inspiration for her stories everywhere as she is an avid people-watcher. She has published more than fifty books in several subgenres of romance and when she's not writing, Lucy likes to read. She's an unashamed book geek but loves movies and the theatre too. She adores her family and truly enjoys hearing from her readers! Visit her website at: http://lucymonroe.com


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Amostra do livro

Uma noite de amor com o xeque - LUCY MONROE

Editado por Harlequin Ibérica.

Uma divisão de HarperCollins Ibérica, S.A.

Núñez de Balboa, 56

28001 Madrid

© 2011 Lucy Monroe

© 2018 Harlequin Ibérica, uma divisão de HarperCollins Ibérica, S.A.

Uma noite de amor com o xeque, n.º 1344 - julho 2018

Título original: For Duty’s Sake

Publicado originalmente por Mills & Boon®, Ltd., Londres.

Reservados todos os direitos de acordo com a legislação em vigor, incluindo os de reprodução, total ou parcial.

Esta edição foi publicada com a autorização de Harlequin Books S.A.

Esta é uma obra de ficção. Nomes, carateres, lugares e situações são produto da imaginação do autor ou são utilizados ficticiamente, e qualquer semelhança com pessoas, vivas ou mortas, estabelecimentos de negócios (comerciais), feitos ou situações são pura coincidência.

® Harlequin, Sabrina e logótipo Harlequin são marcas registadas propriedades de Harlequin Enterprises Limited.

® e ™ são marcas registadas por Harlequin Enterprises Limited e suas filiais, utilizadas com licença.

As marcas em que aparece ® estão registadas na Oficina Española de Patentes y Marcas e noutros países.

Imagem de portada utilizada com a permissão de Harlequin Enterprises Limited. Todos os direitos estão reservados.

I.S.B.N.: 978-84-9188-527-6

Conversão ebook: MT Color & Diseño, S.L.

Sumário

Página de título

Créditos

Sumário

Prólogo

Capítulo 1

Capítulo 2

Capítulo 3

Capítulo 4

Capítulo 5

Capítulo 6

Capítulo 7

Capítulo 8

Capítulo 9

Capítulo 10

Capítulo 11

Epílogo

Se gostou deste livro…

Prólogo

Angele tinha perguntado à sua mãe se o amor morrera ao descobrir que o seu pai, Cemal bin Ahmed al Jawhar, meio-irmão do rei de Jawhar e o seu herói, era um adúltero compulsivo. Naquela altura, era um jovem e inocente universitária, tão convencida da integridade do seu pai que não tinha acreditado na notícia publicada num jornal sensacionalista que alguém deixara anonimamente na sua mesa.

O grande herói da sua vida tinha caído do pedestal, estilhaçando-se sem que sequer se apercebesse, pelo menos, inicialmente.

A sua mãe, a ex-modelo brasileira que mantinha uma beleza madura, olhou-a longamente em silêncio, com os olhos da mesma cor de café que a sua filha carregados de emoção e de dor.

– Às vezes, penso que seria melhor, mas algumas pessoas estão destinadas a amar incondicionalmente até à morte.

– Mas porque continuas com ele?

– Na verdade, fazemos vidas bastante separadas.

Ao ouvir aquilo Angele tinha sentido que outro dos seus mitos se desvanecia. Viviam nos Estados Unidos pela sua educação e para levarem uma vida o mais anónima possível. Era um país com demasiados escândalos próprios para os procurar numa família de um pequeno país do Médio Oriente como Jawhar.

De certa forma, a sua mãe tentara protegê-la da verdade, mas também se protegia a si mesma da humilhação de ser a esposa de um adúltero conhecido e Angele compreendeu porque é que as viagens ao Brasil ou a Jawhar se tinham ido espaçando cada vez mais.

– E porque não te divorciaste dele?

– Porque o amo.

– Mas…

– É o meu marido – Lou-Belia endireitou-se com dignidade – e não vou envergonhá-lo a ele nem a minha família com um divórcio.

Tendo em conta que o pai de Angele era considerado um membro da família real Jawhar, a desculpa parecia justificada. No entanto, naquele dia Angele jurou que nunca aceitaria viver como a sua mãe, que não se deixaria apanhar num casamento por obrigação, no qual o amor causasse mais dor do que felicidade.

Pensava que conseguiria cumprir a sua promessa porque, apesar de nunca se ter feito o anúncio formal, estava prometida ao príncipe herdeiro Zahir bin Faruq al Zohra desde os treze anos e não havia homem mais honrado em todo o mundo.

Ou assim tinha pensado até àquele dia, no qual recebera algumas fotografias por correio.

A sensação de estar a reviver uma situação assolou-a tão vividamente que pôde cheirar a erva acabada de cortar que perfumava o ar daquela manhã fatídica, quatro anos antes. Os mesmos calafrios percorreram-lhe as costas, deixando-a trémula e confusa.

Se alguém lhe tivesse pedido apenas uma hora antes que expressasse uma certeza, Angele teria dito que Zahir jamais seria protagonista das páginas de um tablóide, porque o sentido de responsabilidade para com a família o teria impedido. O xeque era demasiado íntegro para que pudessem apanhá-lo em flagrante com uma mulher.

Mas o seu segundo ídolo acabava de desaparecer.

Angele contemplou a primeira fotografia, uma imagem inocente na qual Zahir ajudava uma loira voluptuosa a entrar no Mercedes dele, e sentiu um nó na garganta ao conter uma gargalhada histérica.

A realidade atingiu-a como uma bofetada. Não cheirava a erva, mas à fragrância de limão com que o seu chefe gostava de perfumar o sistema de ventilação. Não se ouvia o falatório dos estudantes nos corredores, mas a sua própria respiração no escritório quase vazio. O sabor metálico do medo encheu-lhe a boca enquanto empurrava a fotografia para um lado com o dedo.

A seguinte mostrava Zahir a beijar a mulher, que daquela vez usava um biquíni mínimo, já que estavam na beira de uma piscina. Angele não reconheceu a casa. De estilo mediterrânico e com uma piscina grande, poderia ser em qualquer lado. Por outro lado, não havia dúvida da paixão com que o casal se beijava.

E aquele beijo recordou-lhe uma cena que teria preferido esquecer.

Tinha dezoito anos e estava apaixonada por Zahir desde que tinha uso da razão. Não lhe importava que os outros não a entendessem, mas a verdade era que os seus sentimentos se tinham tornado mais profundos à medida que os anos passavam.

Até então tinha assumido que Zahir a tratava com extrema cortesia por causa da sua idade, mas com dezoito anos já era oficialmente adulta. Pelo menos, para os padrões norte-americanos com que ela tinha crescido.

Encontravam-se num jantar oficial, ao qual tinham ido pela primeira vez como um casal. Angele pensara que era o momento perfeito para se beijarem pela primeira vez e encurralara Zahir no pátio com a determinação que lhe permitira a sua timidez natural e o facto de não ter sido agraciada com a beleza da sua mãe.

Com o coração acelerado, tinha levantado o rosto para Zahir, olhara-o nos olhos cinzentos e, agarrando os seus bíceps musculados, pedira-lhe que a beijasse.

Não duvidara de que o homem que seria o seu marido cumpriria os seus desejos. Mas, após esperar alguns segundos que lhe tinham parecido intermináveis, apenas recebera um beijo na testa.

«Zahir?», perguntara, abrindo os olhos. E ele, afastando-a suavemente, limitara-se a responder: «Ainda não chegou a altura, ya habibti. És uma menina».

Mortificada, ela tinha assentido enquanto pestanejava para conter as lágrimas. Ele dera-lhe uma palmadinha no braço, dizendo: «Calma, ya habibti. O nosso momento chegará.» E enquanto voltavam para a recepção, ela tinha-se consolado com o facto de lhe ter chamado duas vezes «querida».

Angele soltou uma gargalhada amarga enquanto as lágrimas lhe toldavam a vista. Já tinha vinte e três anos e continuava à espera de que Zahir se desse conta de que já não era uma menina.

Se não tivesse visto aquelas fotografias, talvez não se tivesse dado conta de que esse dia nunca chegaria. Concentrou-se novamente nelas, espalhando-as sobre a secretária. Já as tinha visto, mas queria assimilá-las e não poder negar a evidência do que representavam.

Zahir não achava que aquela mulher fosse uma menina. Não. Elsa Bosch era tudo o que um homem podia sonhar numa mulher: espectacularmente bonita, voluptuosa e experimente. Angele tremeu ao pensar que ela não era nenhuma daquelas três coisas.

Não tinha a certeza se a honra de Zahir poderia ver-se manchada pela relação com a actriz alemã, pois o seu noivado continuava sem ter sido anunciado oficialmente e ele tratava-a mais como uma prima afastada do que como uma namorada.

Ela tinha permitido que o seu próprio amor e a certeza de que partilhariam o futuro dessem razão a uma série de fantasias que não tinham nenhuma base real. Tinha pensado que Zahir chegaria a dar-se conta de que já não era a menina que lhe tinham prometido em casamento.

Tinha esperado dez anos. Dez anos. Uma década durante a qual não tinha saído com ninguém, nem sequer fora ao baile de finalistas porque se considerava comprometida.

Tivera amigos na universidade, mas apenas se comportara com eles como uma colega de estudos. E tinha assumido que, da mesma maneira, Zahir ocupava o tempo com as suas responsabilidades, a sua família, os seus amigos… Certamente, não com uma mulher.

Ao contrário do seu pai, Zahir fora muito discreto naquela relação. Mas aquelas fotografias eram a prova de que existia. E embora, tal como quando recebera as do seu pai, pensasse que a sua dor devia ser igualmente profunda, a realidade era que se sentia vazia.

A pessoa que enviava as fotografias de Zahir exigia dinheiro em troca de não as vender a um jornal sensacionalista.

O facto de Zahir ter uma relação com uma mulher que tinha participado num filme pornográfico era suficientemente escandaloso para que as famílias reais de Jawhar e de Zohra se vissem afectadas. E embora, depois de se informar, Angele tivesse descoberto que a actriz se comportava com discrição, não era uma companhia apropriada para o herdeiro. No entanto, Elsa era a mulher que ele tinha escolhido.

As fotografias transmitiam paixão e felicidade. Angele nunca tinha visto Zahir tão sorridente, nem tão relaxado.

O amor podia manter uma mulher presa a um conquistador, mas a outra mulher de mais carácter podia dar a coragem de deixar em liberdade o homem que amava.

Ao olhar para aquelas fotografias, Angele teve a convicção de que não permitiria que Zahir cumprisse um contrato assinado entre homens que nem sequer tinham considerado se as duas pessoas implicadas se amavam ou não.

O amor que sentia por ele exigia-lhe muito mais.

E a ausência de amor que ele sentia por ela obrigava-a a libertá-lo.

Capítulo 1

Com o coração pesado, Zahir ouviu com inveja o seu irmão Amir a repetir os votos matrimoniais. A voz falhou-lhe ao prometer fidelidade e amor eterno à noiva, Grace, cujos olhos brilhavam ao contemplar, fascinada, o futuro marido. A voz também lhe tremeu ao devolver-lhe a promessa de amor.

Amor. Os seus dois irmãos tinham-no encontrado

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