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Um fim-de-semana inesquecível

Um fim-de-semana inesquecível

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Um fim-de-semana inesquecível

avaliações:
3/5 (1 avaliação)
Comprimento:
144 páginas
1 hora
Lançado em:
Sep 1, 2018
ISBN:
9788491887553
Formato:
Livro

Descrição

Hannah ainda não conseguia compreender como é que pudera fazer-se passar por Felícia, a noiva do seu chefe. Quando ele perdera a memória, ela decidira fazer o possível para evitar que a verdadeira Felícia, uma mulher fria e interesseira, enganasse Jack.
Imaginá-la a reconquistá-lo com a sua beleza e as suas mentiras era mais do que podia suportar. Contudo, sabia que mais cedo ou mais tarde teria que lhe dizer a verdade...
Lançado em:
Sep 1, 2018
ISBN:
9788491887553
Formato:
Livro

Sobre o autor

After leaving her convent school, Miranda Lee briefly studied the cello before moving to Sydney, where she embraced the emerging world of computers. Her career as a programmer ended after she married, had three daughters and bought a small acreage in a semi-rural community. She yearned to find a creative career from which she could earn money. When her sister suggested writing romances, it seemed like a good idea. She could do it at home, and it might even be fun! She never looked back.


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Amostra do Livro

Um fim-de-semana inesquecível - Miranda Lee

Editado por Harlequin Ibérica.

Uma divisão de HarperCollins Ibérica, S.A.

Núñez de Balboa, 56

28001 Madrid

© 1995 Miranda Lee

© 2018 Harlequin Ibérica, uma divisão de HarperCollins Ibérica, S.A.

Um fim-de-semana inesquecível, n.º 380 - setembro 2018

Título original: A Weekend to Remember

Publicado originalmente por Mills & Boon®, Ltd., Londres.

Reservados todos os direitos de acordo com a legislação em vigor, incluindo os de reprodução, total ou parcial.

Esta edição foi publicada com a autorização de Harlequin Books S.A.

Esta é uma obra de ficção. Nomes, carateres, lugares e situações são produto da imaginação do autor ou são utilizados ficticiamente, e qualquer semelhança com pessoas, vivas ou mortas, estabelecimentos de negócios (comerciais), feitos ou situações são pura coincidência.

® Harlequin, Sabrina e logótipo Harlequin são marcas registadas propriedades de Harlequin Enterprises Limited.

® e ™ são marcas registadas por Harlequin Enterprises Limited e suas filiais, utilizadas com licença.

As marcas em que aparece ® estão registadas na Oficina Española de Patentes y Marcas e noutros países.

Imagem de portada utilizada com a permissão de Harlequin Enterprises Limited. Todos os direitos estão reservados.

I.S.B.N.: 978-84-9188-755-3

Conversão ebook: MT Color & Diseño, S.L.

Sumário

Créditos

Capítulo 1

Capítulo 2

Capítulo 3

Capítulo 4

Capítulo 5

Capítulo 6

Capítulo 7

Capítulo 8

Capítulo 9

Capítulo 10

Capítulo 11

Capítulo 12

Se gostou deste livro…

Capítulo 1

Uma chuva miudinha começou a cair pouco depois da estrada iniciar a sua subida sinuosa pelas Blue Mountains. Hannah ligou os limpa-pára-brisas e lançou um olhar ao seu passageiro.

Felizmente, continuava a dormir. A viagem de Sydney era sempre difícil, mas numa sexta-feira à noite e a chover, chegava a ser perigosa.

Hannah apertou as mãos com força em redor do volante ao mesmo tempo que os músculos do seu estômago se retesavam. Que diabo estava a fazer? O bom senso dizia-lhe que desse meia volta e levasse Jack a casa, que lhe confessasse tudo e lhe pedisse perdão.

«Lamento muito», ouviu-se dizer. «Não sei o que me deu, mas a verdade é que não sou tua noiva. Sou apenas uma secretária preocupada que não podia permitir que aquela bruxa fria e ambiciosa ficasse contigo outra vez. Quando aquela telha te caiu em cima esta manhã e te fez perder a memória das últimas seis semanas, incluindo do teu noivado, pensei que era o fim de Felícia. Mas, depois, uma enfermeira do hospital disse-me que alguém tinha mencionado uma noiva e pediu-me para a avisar. Imaginei Felícia a voltar a conquistar-te com o seu aspecto e as suas mentiras e, antes de me aperceber, abri a minha boca estúpida e disse-lhe que eu era a tua noiva».

O coração de Hannah deu um pulo quando Jack se mexeu no assento e murmurou qualquer coisa. Respirou de alívio ao vê-lo imobilizar-se novamente, com os olhos fechados.

Por um segundo, receou ter falado em voz alta. No entanto, por mais que o bom senso lhe enviasse sinais de advertência a respeito do seu comportamento temerário, não pretendia prestar-lhe atenção.

Não se importava de perder o emprego por causa daquilo.

E, provavelmente, perderia.

Estava decidida a ser a única companhia de Jack até ele recuperar a memória e o médico dissera que aquilo poderia acontecer a qualquer momento nos dias seguintes. Estava determinada a manter aquela bruxa de duas caras afastada até que pudesse contar a Jack a verdade sobre a mulher com quem ia casar no fim do mês.

Provavelmente, naquele momento, Felícia estava a praguejar por causa do fax que Jack lhe enviara a dizer que queria reflectir sobre o seu compromisso e que ia tirar alguns dias para pensar calmamente. O fax também dizia que não procurasse entrar em contacto, que ele lhe telefonaria quando voltasse.

A culpa que Hannah pudesse sentir por ter feito uma coisa daquelas, incluindo falsificar a assinatura de Jack, desapareceu ao pensar no que descobrira na noite passada. Aquela mulher não merecia nenhuma consideração. Nenhuma.

Hannah estremeceu ao pensar em como estivera perto de não ir à festa de noivado de Jack e descobrir a verdade. Ao chegar do trabalho no dia anterior, encontrara os últimos papéis do seu divórcio na caixa do correio, o que não servira propriamente para a incentivar a ir à festa. Tivera de fazer um esforço para se vestir e conduzir até Kirribilli, onde o noivado se celebraria num andar com vista para o porto, cedido por um amigo de Jack.

Começara a desconfiar da noiva de Jack ainda antes de saber o que sabia presentemente. Só se encontrara algumas vezes com Felícia no escritório, mas soubera de imediato que não era a mulher certa para Jack.

Não era uma questão de ciúmes. Era secretária de Jack há pouco mais de um ano e não havia nada entre eles, a não ser uma relação estritamente profissional. Os seus sentimentos por Jack não iam além do respeito e da gratidão. Oh, sim… estava-lhe muito grata. Muito grata.

Quando comparecera à entrevista para o cargo de secretária do dono da Marshall Homes, Hannah pensava sinceramente que não tinha nenhuma hipótese. Há anos que não utilizava as suas habilidades de secretária fora de casa.

Contudo, pelos vistos, Jack procurava uma mulher madura com quem pudesse contar, não uma rapariga disposta a deixá-lo a qualquer momento para ir para o estrangeiro, casar e ter filhos. Hannah assegurara-lhe que ela não faria nada daquilo, pois detestava viajar, já fora casada uma vez e tivera filhos; dois meninos de treze e catorze anos que estavam num colégio interno.

Hannah ficara muito orgulhosa de si mesma quando Jack lhe telefonara no dia seguinte para lhe dizer que o emprego era seu.

Orgulho era uma coisa que não sentia há muito tempo e, em sinal de gratidão pela oportunidade que Jack lhe dera, Hannah entregara-lhe a sua lealdade. Aos seus olhos, Jack era incapaz de fazer mal a uma mosca. Merecia o melhor e o melhor não era aquela mulher de duas caras chamada Felícia Fay.

O lábio superior de Hannah curvou-se com desprezo ao pensar nela.

Começara a suspeitar de Felícia assim que esta lhe abrira a porta do apartamento onde se celebrava a festa de noivado, na noite anterior…

– Ora, ora, a eficiente Hannah a chegar atrasada! O que será que Jack vai dizer?

Surpreendida com o tom desagradável de Felícia, Hannah piscou várias vezes os seus olhos cor de avelã para observar melhor a mulher com quem o seu chefe ia casar dali a quatro semanas.

Não havia dúvida de que Felícia era atraente, sobretudo naquela noite. As tranças louras emolduravam-lhe o rosto impecavelmente maquilhado antes de caírem sobre os ombros esbeltos. O seu corpo alto de modelo estava envolto num conjunto de calças de camurça azuis-escuras que combinavam com os seus olhos azuis. Um colar comprido de pérolas verdadeiras pendia entre os seus seios firmes e rijos e os brincos a combinar balançaram sensualmente quando inclinou a cabeça para devolver o olhar avaliador a Hannah.

– Vejo que não tiveste tempo de mudar de roupa – comentou com voz arrastada. – Tenho que dizer a Jack que não te obrigue a trabalhar tanto. Pobrezinha. De qualquer forma, o preto fica sempre bem às mulheres maduras, não é? Realça-lhes o corpo e fá-las parecer mais magras.

Hannah ficou desorientada perante aquele ataque de maldade. O vestido preto que usava era discreto, mas ela nunca se lembraria de levá-lo para o escritório. E tinha o cabelo castanho preso num carrapito elegante. Apesar disso, sabia que não podia competir com a borboleta brilhante que tinha diante de si. Por isso, não compreendia por que razão a outra queria humilhá-la.

– Quero agradecer-te pelo presente que me enviaste por Jack – prosseguiu a borboleta com um sorriso meloso. – Os enfeites nunca são demais, não é?

Hannah tentou não se engasgar. O «enfeite» que lhe mandara era nada mais nada menos que um elegante e caro Lladró!

– Não fiques aí como se não soubesses o que fazer – continuou Felícia. – Entra. Jack está ocupado a falar com algumas pessoas importantes, por isso receio que tenhas que te misturar com os outros.

Era a primeira vez que Hannah passava mais de um minuto com Felícia, mas foi o suficiente para verificar que ela tinha as unhas mais afiadas do que as de um gato. No entanto, não fazia sentido mostrar-lhas a ela, pois não era o tipo de secretária que pudesse preocupar a futura esposa do chefe. Provavelmente, Felícia era assim por natureza e devia pensar que todas as mulheres eram como ela.

– Não me importo de me misturar com os outros – replicou Hannah enquanto Felícia fechava a porta.

– Não? Que estranho. Pareceste-me sempre uma pessoa muito tímida. Às vezes, admira-me que Jack tenha tanta confiança em ti. Não pareces a típica secretária super-eficiente.

– E que tipo de secretária achas que sou? – inquiriu Hannah, ofendida.

Felícia riu-se alegremente, talvez para disfarçar a malícia das suas palavras.

– Oh, tu sabes. O tipo «dona de casa». És casada, não és? Usas aliança e, no outro dia, ouvi alguém chamar-te senhora Althorp.

Hannah cerrou os punhos com força.

– Na verdade, já não sou casada – retorquiu, tensa. – Recebi o comunicado oficial do divórcio hoje. Mas ainda não me dei ao trabalho de tirar a aliança. Talvez nunca a tire. Com a quantidade de homens que passam pelo escritório, de vez em quando é conveniente que pensem que sou casada.

Felícia lançou-lhe um olhar interessado.

– Queres dizer que te transformaste numa inimiga dos homens? – perguntou, esperançosa.

– Eu não iria tão longe. Mas não tenho a intenção de voltar a casar, se é isso que queres saber – acrescentou, na esperança de acabar com a inquietação da outra mulher.

– Nesse caso, tentarei não me esquecer de te chamar senhora Althorp quando for ao escritório – ironizou Felícia. – É curioso. Conheço um cirurgião plástico chamado Althorp. Tem um consultório em North Shore. Mas, claro, não pode ser o teu Althorp. É um homem tão atraente, simpático e culto…

Hannah mal podia acreditar que as palavras daquela mulher pudessem destilar tanto veneno. O que é que ela lhe fizera, além de se mostrar educada e amável?

– Tenho de voltar para o pé de Jack – anunciou Felícia. – Achas que podes desenvencilhar-te sozinha?

Hannah assentiu, a cerrar os dentes ao mesmo tempo que se perguntava se Felícia teria os vinte e

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