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Receita: amor

Receita: amor

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Receita: amor

avaliações:
2/5 (1 avaliação)
Comprimento:
144 páginas
1 hora
Lançado em:
Oct 1, 2018
ISBN:
9788413071442
Formato:
Livro

Descrição

Depois de uma experiência desastrosa, o doutor Matthew Hunt decidiu que nunca mais se queria relacionar com nenhuma mulher, até que Nicola Thorne apareceu. Chegou tarde à entrevista e a sua roupa era mais apropriada para ir a uma festa do que para solicitar um trabalho, pelo que achou estranho que aquela mulher atraente quisesse trabalhar numa aldeia tão pequena.
Seria Nicola capaz de fazê-lo mudar de opinião sobre as mulheres?
Lançado em:
Oct 1, 2018
ISBN:
9788413071442
Formato:
Livro

Sobre o autor

Jennifer Taylor has been writing Mills & Boon novels for some time, but discovered Medical Romance books relatively recently. Having worked in scientific research, she was so captivated by these heart-warming stories that she immediately set out to write them herself. Jennifer’s hobbies include reading and travelling. She lives in northwest England. Visit Jennifer's blog at jennifertaylorauthor.wordpress.com


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Amostra do Livro

Receita - Jennifer Taylor

Editado por Harlequin Ibérica.

Uma divisão de HarperCollins Ibérica, S.A.

Núñez de Balboa, 56

28001 Madrid

© 1998 Jennifer Taylor

© 2018 Harlequin Ibérica, uma divisão de HarperCollins Ibérica, S.A.

Receita: amor, n.º 400 - outubro 2018

Título original: Take one Bachelor

Publicado originalmente por Harlequin Enterprises, Ltd.

Reservados todos os direitos de acordo com a legislação em vigor, incluindo os de reprodução, total ou parcial.

Esta edição foi publicada com a autorização de Harlequin Books S.A.

Esta é uma obra de ficção. Nomes, carateres, lugares e situações são produto da imaginação do autor ou são utilizados ficticiamente, e qualquer semelhança com pessoas, vivas ou mortas, estabelecimentos de negócios (comerciais), feitos ou situações são pura coincidência.

® Harlequin, Sabrina e logótipo Harlequin são marcas registadas propriedades de Harlequin Enterprises Limited.

® e ™ são marcas registadas por Harlequin Enterprises Limited e suas filiais, utilizadas com licença.

As marcas em que aparece ® estão registadas na Oficina Española de Patentes y Marcas e noutros países.

Imagem de portada utilizada com a permissão de Harlequin Enterprises Limited.

Todos os direitos estão reservados.

I.S.B.N.: 978-84-1307-144-2

Conversão ebook: MT Color & Diseño, S.L.

Sumário

Créditos

Capítulo 1

Capítulo 2

Capítulo 3

Capítulo 4

Capítulo 5

Capítulo 6

Capítulo 7

Capítulo 8

Capítulo 9

Capítulo 10

Capítulo 11

Capítulo 12

Capítulo 13

Capítulo 14

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Capítulo 1

– És um idiota, Jamie!

Nicola Thorne afastou-se do espelho e olhou indignada para o jovem, que estava apoiado sobre as almofadas da cama. Estava pálido, com um tom esverdeado, mas ainda assim não sentiu pena dele.

– O que é que eu te disse, antes de sair de Londres?

– Que não me esquecesse da tua mala no carro – respondeu Jamie, fazendo uma careta de dor. – Lamento, Nic. É que, nesse momento, o telefone tocou, fui atender, e…

– E esqueceste-te de tudo, ao ouvir que era a Kate! – Nicola acabou a frase por ele. – Esperemos que o doutor Hunt não me julgue pelo meu aspecto.

Olhou-se novamente no espelho. O vestido verde esmeralda que tinha vestido, era perfeito para o jantar da noite anterior, mas não para a entrevista que tinha marcada para aquela manhã. Ainda menos para uma aldeia como Graceby. Nicola tinha uma entrevista marcada para tentar conseguir o trabalho dos seus sonhos. Pensou com tristeza no elegante vestido azul, que estava na sua mala, em Londres.

Quando Jamie se ofereceu para levá-la a Yorkshire, parecera-lhe uma ideia perfeita, porque não lhe apetecia fazer uma viagem tão longa, sozinha. Em troca, prometera ao amigo que o acompanharia no jantar anual da sua empresa, em Harrogate, na noite anterior à sua entrevista. Kate fora para a América e não tinha ninguém para o acompanhar.

Nicola não se importara de substituir a amiga, embora fosse um pouco precipitado, uma vez que tinha que viajar no dia seguinte. Por isso, ainda tinha o vestido, que vestira na festa, porque tinha saído, directamente, sem passar pelo hotel. Guardara o vestido que preparara para a entrevista dentro de uma mala e pedira ao amigo que a trouxesse.

Esticou um pouco o tecido, mas não conseguiu tapar as suas bonitas pernas. O que os doutores Hunt, pai e filho, pensariam sobre o seu aspecto, era uma incógnita para ela. Confiava em que, pelo menos, entendessem o que acontecera.

Deu meia volta e aproximou-se da cama, para ver como é que estava o namorado da amiga.

– Como é que estás?

– Não muito bem.

– É o que estou a ver, mas a culpa foi tua. Sabes perfeitamente que não podes comer gambas. A Kate contou-me que eras alérgico.

– Não, por favor! – suplicou Jamie. – Nem as menciones!

Nicola riu e pôs a mala ao ombro.

– Talvez assim aprendas! Fica na cama a descansar. É uma ordem!

– De acordo, doutora – Jamie meteu-se debaixo dos lençóis, quando ela abriu a porta. – Boa sorte, Nic. Se fosse eu, ficarias com o trabalho, se isso te consola.

Nicola saiu a sorrir. O amigo parecia um pouco melhor, o que era um alívio. Estava bastante preocupada com ele. Tanto, que passara a noite na cadeira do seu quarto, a escutar as opiniões do seu estômago sobre o marisco…

– Desculpe.

Nicola sobressaltou-se ao ouvir uma voz masculina atrás dela. Afastou-se um pouco para deixar passar o homem e deu a volta para desculpar-se, mas este já tinha desaparecido pelas escadas. Encolheu os ombros, fechou a porta e continuou a caminhar. Parecia muito apressado, o que lhe recordou que ela também não tinha muito tempo.

O doutor Hunt pai, enviara-lhe um mapa, pelo que não teve dificuldade em encontrar o consultório. Quando chegou a Graceby, já passavam uns minutos das nove, mesmo a tempo para a entrevista, que estava marcada para as nove e meia. Estacionou o carro e foi até ao mercado da terra, para fazer um pouco de tempo.

Olhou para as casas de pedra que havia à volta da praça empedrada. No centro, via-se um bonito monumento com uma fonte. Aquele lugar recordava-lhe a sua terra natal, pelo que se sentiu como se estivesse em casa.

Era um bom presságio. Ela tinha umas referências excelentes, mas ficaria mais segura de conseguir aquele trabalho, se não fosse vestida como se fosse responder a um anúncio para um trabalho num cabaré.

Olhou para o espelho retrovisor e viu uma expressão estranha nos seus olhos. Apesar de ter atado o seu cabelo castanho, notava-se perfeitamente que acabara de regressar de uma festa, mas já não podia fazer nada. Nesse momento, viu um vestido, na montra de uma loja e apercebeu-se de que ainda podia remediar a situação.

Desligou o motor e agarrou na mala, que deixara no assento, ao lado do condutor. Quando cruzou a praça, o relógio da igreja deu as nove e um quarto. A cara de Nicola reflectiu indecisão. Não estava disposta a abandonar o seu sonho tão facilmente.

Estava prestes a abrir a porta da loja, quando ouviu um grito. Deu meia volta e viu um homem idoso, caído no chão, ao lado do seu carro. Sem duvidar, correu na direcção do grupo de gente que se juntara à volta dele.

– Harry! Harry! Ouves-me?

A mulher que estava ajoelhada olhou em redor, horrorizada. Nicola sentou-se a seu lado.

– Disse-me que lhe doía o peito e caiu…

A mulher começou a soluçar, mas Nicola não prestou atenção, porque a sua preocupação estava concentrada no homem que estava no chão, de boca para baixo. Quando lhe deu a volta, comprovou que estava pálido e tinha os lábios roxos. Pôs-lhe o dedo na artéria carótida, para confirmar as suas suspeitas. Não encontrou o pulso.

– Que alguém chame uma ambulância e digam que é um enfarte! – enquanto dava a ordem, Nicola iniciou o processo de reanimação. Desabotoou-lhe o casaco e pressionou-lhe o peito.

– O que é que está a fazer? Pare de…

– Sou médica, senhora. Sei o que faço – disse, num tom firme. – O coração do seu marido parou e não respira. Não podemos esperar pela ambulância.

Não esperou para ver a reacção da mulher. Pôs a boca na do idoso e introduziu-lhe ar nos pulmões. De seguida, comprovou novamente o seu pulso. Não notou nada. Começou a comprimir-lhe o peito novamente, contando até quinze enquanto o fazia, para depois voltar a introduzir-lhe ar nos pulmões.

Nicola perdeu a conta das vezes que repetiu essa operação. Suava muito, mas não podia parar, até conseguir um resultado positivo.

– Posso ajudá-la? Tirei o curso de primeiros socorros.

Apesar do seu esgotamento, Nicola sorriu à rapariga que se oferecera.

– Sim, por favor. Podes introduzir-lhe ar nos pulmões, enquanto eu lhe pressiono o peito?

– Sim – a rapariga ajoelhou-se e olhou para Nicola. – Agora?

– Sim. Uma vez em cada cinco vezes que eu lhe comprimo o peito.

A rapariga assentiu com a cabeça, ajoelhou-se e introduziu ar nos pulmões do idoso. Repetiram o processo até que Nicola notou as pulsações. No início eram muito débeis, mas, pouco a pouco, tornaram-se mais fortes, até que o peito do homem se inchou e começou a respirar por si só.

Nicola sentou-se sobre as suas pernas e sorriu.

– Julgo que já conseguimos. Vamos dar-lhe a volta, até que a ambulância chegue.

Puseram-no de lado e Nicola tapou-o com um casaco. De repente, ouviu-se a sirene da ambulância. Poucos minutos depois, a ambulância chegou e Nicola explicou aos enfermeiros a situação.

– Obrigada. Não sei como lhe agradecer – disse a mulher, com os olhos cheios de lágrimas.

Nicola deu-lhe umas pancadinhas nas costas.

– Não tem que me agradecer. Vá com ele, que vai precisar de si quando recuperar os sentidos. Depois, ralhe-lhe pelo susto que lhe deu.

A mulher sorriu, com os olhos cheios de lágrimas, antes de entrar na ambulância. Nicola olhou para a rapariga que a ajudou e sorriu.

– É impressionante como podemos ser eficazes nestas situações, não é?

– É verdade. Nem posso acreditar no que eu fiz!– exclamou, ainda impressionada pelo que acontecera. – O doutor Matthew insistiu em que todos assistíssemos ao curso de primeiros socorros, mas eu nunca pensei que fosse precisar de utilizar o que aprendi. Sou Julie Baxter. É verdade, trabalho no consultório que fica no fim da rua, como recepcionista.

– Eu sou Nicola Thorne. Que coincidência! Tenho uma entrevista marcada nesse consultório – Nicola viu a cara de Julie. – Não digas nada. É uma história muito longa. Mas prometo que não queria vir assim vestida.

Julie sorriu.

– Gostaria de ouvi-la, mas tenho pressa. A que horas é a entrevista?

– Às nove e meia – nesse momento o sino da igreja soou. – E já estou atrasada.

– Não te preocupes, o doutor Hunt é um encanto. Vai entender, se lhe explicares.

Nicola olhou para a loja, mas desistiu da compra. O destino obrigara-a a ir com aquele vestido.

Não teve nenhum problema em encontrar o consultório. Estacionou o

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