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Uma história de amor

Uma história de amor

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Uma história de amor

Comprimento:
173 páginas
2 horas
Lançado em:
Oct 1, 2018
ISBN:
9788413071428
Formato:
Livro

Descrição

Kenda McKinley tinha mau feitio e pior reputação. Carrick Lorne-Howell III parecia acreditar que ela lhe causaria problemas, mas estava muito longe da realidade. Kenda não tinha culpa de que a sua bonita cara e excelente figura tivessem um efeito tão poderoso no sexo oposto! Ela não os provocava. E era muito incómodo ter homens constantemente à sua volta, a arrastarem-se aos seus pés. Apenas Carrick, o seu novo chefe, parecia insensível aos seus encantos. Mas não desperdiçava a menor oportunidade de a beijar...
Lançado em:
Oct 1, 2018
ISBN:
9788413071428
Formato:
Livro

Sobre o autor


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Amostra do Livro

Uma história de amor - Emma Richmond

Editado por Harlequin Ibérica.

Uma divisão de HarperCollins Ibérica, S.A.

Núñez de Balboa, 56

28001 Madrid

© 1996 Emma Richmond

© 2018 Harlequin Ibérica, uma divisão de HarperCollins Ibérica, S.A.

Uma história de amor, n.º 398 - outubro 2018

Título original: Behaving Badly!

Publicado originalmente por Harlequin Enterprises, Ltd.

Reservados todos os direitos de acordo com a legislação em vigor, incluindo os de reprodução, total ou parcial.

Esta edição foi publicada com a autorização de Harlequin Books S.A.

Esta é uma obra de ficção. Nomes, carateres, lugares e situações são produto da imaginação do autor ou são utilizados ficticiamente, e qualquer semelhança com pessoas, vivas ou mortas, estabelecimentos de negócios (comerciais), feitos ou situações são pura coincidência.

® Harlequin, Sabrina e logótipo Harlequin são marcas registadas propriedades de Harlequin Enterprises Limited.

® e ™ são marcas registadas por Harlequin Enterprises Limited e suas filiais, utilizadas com licença.

As marcas em que aparece ® estão registadas na Oficina Española de Patentes y Marcas e noutros países.

Imagem de portada utilizada com a permissão de Harlequin Enterprises Limited.

Todos os direitos estão reservados.

I.S.B.N.: 978-84-1307-142-8

Conversão ebook: MT Color & Diseño, S.L.

Sumário

Créditos

Capítulo 1

Capítulo 2

Capítulo 3

Capítulo 4

Capítulo 5

Capítulo 6

Capítulo 7

Se gostou deste livro…

Capítulo 1

– Trata-se de algum jogo? – perguntou alguém atrás dela.

– Sim – respondeu Kenda enfurecida. – Chama-se Agradável Inferno.

– Quem é que a abandonou?

– Não é da sua conta.

Alta, majestosa. A sua cabeleira morena estava revolta pelos esforços e os seus olhos cor de topázio brilhavam com fúria. Virou-se para o homem que estava à porta, abandonando a sua tentativa de partir o taco de golfe em dois. Abriu a boca para continuar a protestar, mas emudeceu perante o aspecto atraente daquele homem. Parecia saído de um sonho, pensou tolamente. Era alto e de boa figura, moreno com o cabelo húmido e despenteado pelo vento e com uns intensos olhos cinzentos. Era arrogante e sensual. Devastador.

Arqueou as sobrancelhas com ar trocista, o que a fez corar e esquecer os seus pensamentos.

– Quem é você?

– Carrick Lorne-Howell III – respondeu com pedantaria, pronunciando lentamente cada palavra.

– Carrick L…

Espantada, ficou a olhar para ele fixamente. Aquele era o homem para quem ela ia trabalhar? O homem à frente de quem ela tinha que se apresentar no castelo no dia seguinte? O homem que, contrariado, a deixava trabalhar para ele?

Tinha imaginado que seria um fanático impertinente, pelo que lhe tinham contado sobre o seu gosto de coleccionar armas antigas. Isso também a tinha feito supor que seria um velho. Mas não era, não teria mais de trinta e cinco anos.

Ficou hipnotizada por o ter conhecido daquela forma tão inesperada.

– O que está aqui a fazer? A controlar o pessoal? Ou achava que me tivesse convertido milagrosamente num homem – perguntou-lhe com rudeza, sem dar atenção ao que dizia.

– Você só fará parte do pessoal na próxima segunda-feira e, até ao momento, nunca testemunhei nenhum milagre.

Desviando os seus frios olhos cinzentos dela, olhos de homem pensador e pouco falador, olhou para os fatos, as camisas e as gravatas às tiras, os sapatos cortados e os pedaços de papel espalhados por cima da grande cama e sorriu.

– Vejo que não tem bom gosto, no que se refere aos homens.

– Não. Tem experiência em partir tacos de golfe?

– Não se atreverá.

Encolheu os ombros numa expressão que esperava que parecesse de despedida, ainda fora de si pela impressão que lhe tinha causado conhecê-lo. Dirigiu-se à janela para a abrir e atirou lá para fora o taco que tinha na mão. Pegou no pequeno saco que tinha ao seu lado e esvaziou o conteúdo para cima da cama.

– Estarei no castelo logo cedo – assegurou-lhe firmemente.

– Talvez esteja morta.

– Talvez – concordou ela, já que possivelmente Richard a mataria quando descobrisse o que tinha feito às suas roupas. – Nesse caso, terá que procurar outro historiador porque, se depender de mim, Richard Marsh, o traidor, também não irá ao seu castelo.

– Seria um incómodo, mas não um problema insuperável.

– Claro que não. A propósito, como é que sabia quem eu era? – inquiriu deixando cair o saco de golfe com uma expressão de desagrado.

– Disseram-me quem era.

– Quem?

– O que é que isso importa?

– Nada, mas posso imaginar os comentários. Devoradora de homens? – replicou ela mordazmente. – E se está à procura de Richard, ele anda por aí a inspeccionar os campos de golfe.

Ele, após olhar para o saco, voltou os olhos para ela de novo.

– Não andava à procura dele. Vim conhecer uma pessoa.

– Neste quarto? – perguntou arrogante.

– Não, no seu.

– Então, não seria melhor ir-se embora e ir à procura dessa pessoa?

Ele abanou a cabeça e foi-se embora.

Canalha. Frio, insensível e canalha arrogante. Era completamente indiferente à dor das outras pessoas. Ela é que gostaria de ser indiferente a tudo. E que pouca sorte ele passar por ali naquele preciso momento!

Desempregada durante meses, provavelmente tinha posto contra si o único homem que ia contratá-la. Supunha que estaria contrariado, uma vez que, com certeza, ele preferia um historiador masculino e alguém com uma história intocável. Um sorriso amargo desenhou-se no seu rosto. Pelo menos não lhe dissera que não se apresentasse no castelo. Era um alívio.

Tentou tirar aquele homem da mente. Os homens atraentes não valiam a pena, era a classe o que contava. E aquele homem tinha-a. E uma classe impressionante. Em contrapartida, Richard era desprezível.

Irritada e magoada com uma necessidade de vingança latente, virou-se para ver o que tinha alcançado e sorriu com satisfação. Que fosse ele, víbora mentirosa, a dar explicações ao pessoal do hotel.

Afastou com um pontapé um sapato que ainda tinha a tesoura cravada e dirigiu-se com porte orgulhoso ao seu quarto para fazer as malas. E se Richard pensava que aquilo acabava ali, ainda o esperava mais alguma coisa. Agarrou no seu casaco, na mala e no saco da roupa e desceu até à recepção do hotel.

– O quarto 309 está livre – informou à recepcionista com um amplo sorriso. – O senhor Marsh pagará a conta. Adeus.

Sem esperar resposta, saiu. Deu uma vista de olhos pelo estacionamento, olhou para o céu cor de chumbo, a chuva que voltava a cair e dirigiu-se ao seu carro. Pôs a bagagem na parte de trás, sentou-se ao volante e afastou-se.

Como tinha sido tola! Será que nunca aprenderia?

Sentia a boca seca e os olhos a picar. Saiu da estrada e desligou o carro. Como é que Richard podia ter-lhe feito uma coisa daquelas? Pensava que era seu amigo. Sempre fora tão encantador e parecia que o era a sério!

E Carrick? Como se atrevia a julgá-la? Porque a tinha julgado, tal como faziam todos? Aqueles olhos cinzentos reflectiam desagrado. E também troça. Pois que troçasse, não lhe importava que pensasse que ela e Richard eram amantes, que entre eles havia algo. Amantes… Não tinha um há anos.

Enquanto esfregava os olhos chorosos, fixou o olhar no outro lado do pára-brisas. Mas não se importaria de ter Carrick como amante… «Já chega», disse para si própria.

Além de ter um físico impressionante, Kenda era uma pessoa muito passional. Era generosa, impulsiva, casmurra. E tola, pensou friamente. Pelo menos no que se referia aos homens.

Porque é que estava sempre tão confusa em relação a eles? E o que deveria fazer agora? Continuar como se não tivesse acontecido nada? Não podia fazer mais nada. Não podia ir para casa, porque não a tinha. Não podia pagar uma renda, porque não tinha dinheiro, motivo pelo qual tinha ido até ali.

Que fosse tudo para o inferno, pensou com amargura. Iria para o castelo. Se não o fizesse, com certeza que Carrick Lorne-Howell iria processá-la por incumprimento do contrato.

Pondo de lado tudo o que tinha na mente, a ira e a dor, ligou o carro. Observou através da chuva, pelo pára-brisas, as ovelhas que rodeavam o veículo na estrada e tocou a buzina. Detestava o campo.

Tentava esquecer o que lhe acontecera nas últimas horas, mas não conseguia. Estava magoada, irritada e sentia-se perdida. Não parava de pensar em Richard Marsh. Se ele se atrevesse a apresentar-se no castelo…

Descobriu que não se tratava de um castelo, mas de uma casa senhorial com torres, nem sequer era velha, impossível de encontrar se não fosse pelo mapa pormenorizado que lhe tinham dado. Fez uma paragem no fim do caminho de árvores para a observar. Pensou que era pretensiosa, mas para sua desgraça, estaria ali durante semanas. A mesma paisagem durante semanas: arvoredos, campos e riachos serpenteantes. O campo de Lorna Doone. Às vezes frio, mas sempre bonito, se se gostar desse tipo de coisas.

Kenda não gostava. Preferia as cidades. Quanto maiores, melhor, mas tal como estavam as circunstâncias, sem dinheiro e sem trabalho, a oferta de Carrick não podia ser recusada. «Oferta?», pensou com troça. Tinha sido um acordo repugnante. Richard aconselhou-a a que fosse simpática com ele, porque tinha grandes influências.

Olhou para o castelo durante uns minutos. Tinha sido construído pelo tataravô de Carrick para a sua mulher, que desejava ter um, ou pelo menos isso fora o que Richard lhe tinha contado. Perguntou-se como seria sentir-se tão amada. Com certeza muito especial, era algo, tal como iam as coisas, que ela nunca sentiria. De todas as formas já não havia homens assim. E se houvesse, nunca encontraria um.

Claro que o homem que lhe ia dar trabalho não parecia desse tipo. Era distante, pedante, convencido e arrogante. Seguramente, dar-se-ia bem com Richard, o que parecia bastante possível, devido ao facto de ambos serem o tipo de pessoa que se metia nos assuntos alheios. Em breve descobriria porque é que ela lhe tinha destruído as roupas e ele e o traidor do Richard Marsh ficariam contra ela. Isso era certo. Os homens defendiam-se sempre uns aos outros. Aliás, de certeza que Richard estava naquele momento a dar explicações a Carrick.

Estava a enfurecer-se de novo. Carregou no acelerador e percorreu os últimos metros de caminho, atravessando a ponte levadiça e o muro da casa. Não havia fosso de água à volta, como noutros castelos, apenas um arco que conduzia ao pátio interior e à grande entrada.

Continuava a chuviscar. Estacionou o carro no canto mais afastado. Carregou a sua bagagem e, a andar com cuidado sobre o empedrado escorregadio, dirigiu-se à porta.

Um homem de idade abriu a porta. Finalmente! O seu cabelo já estava completamente molhado. Era sem dúvida o mordomo da família. Carrick Lorne-Howell era o tipo de pessoa que não poderia deixar de ter um.

– Deveriam ter um alpendre – resmungou. – Sou Kenda McKinley. Chego mais cedo, espero que não haja problema.

Por um momento, o homem olhou para ela, confuso. Seguidamente negou com a cabeça.

– Não – disse. – Não há nenhum problema. Porque é que não entra? Que dia espantoso!

– Pode crer.

Perfeitamente horrível e espantoso. E não era apenas por culpa da meteorologia.

– Lamento dizer-lhe que Carrick não está – explicou-lhe pegando na mala dela e conduzindo-a através do vestíbulo.

– Sim,

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