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Mais que amigos

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Mais que amigos

notas:
5/5 (1 nota)
Duração:
137 páginas
2 horas
Lançados:
Nov 1, 2018
ISBN:
9788413071534
Formato:
Livro

Descrição

Beth Trahan era uma mulher com trinta e cinco anos de idade, desesperada por encontrar o pai perfeito para o seu filho. Sabia qual o homem que queria, mas não se atrevia a pedir-lhe tal coisa.
Jack Kincaid fora sempre o seu melhor amigo, o seu herói, desde que a defendera uma vez na escola. Mas Jack era um solteirão inveterado que nem queria ouvir falar de casamento.
Casar com aquele homem alto e lindo, de olhos azuis, para passar as noites a fazer amor com ele até engravidar, era simplesmente um pensamento demasiado desconcertante e maravilhoso para se tornar realidade...
Lançados:
Nov 1, 2018
ISBN:
9788413071534
Formato:
Livro

Sobre o autor


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Amostra do livro

Mais que amigos - Kristin Morgan

Editado por Harlequin Ibérica.

Uma divisão de HarperCollins Ibérica, S.A.

Núñez de Balboa, 56

28001 Madrid

© 1998 Barbara Lantier Veillon

© 2018 Harlequin Ibérica, uma divisão de HarperCollins Ibérica, S.A.

Mais que amigos, n.º 409 - novembro 2018

Título original: Shotgun Groom

Publicado originalmente por Harlequin Enterprises, Ltd.

Reservados todos os direitos de acordo com a legislação em vigor, incluindo os de reprodução, total ou parcial. Esta edição foi publicada com a autorização de Harlequin Books S.A.

Esta é uma obra de ficção. Nomes, carateres, lugares e situações são produto da imaginação do autor ou são utilizados ficticiamente, e qualquer semelhança com pessoas, vivas ou mortas, estabelecimentos de negócios (comerciais), feitos ou situações são pura coincidência.

® Harlequin, Sabrina e logótipo Harlequin são marcas registadas propriedades de Harlequin Enterprises Limited.

® e ™ são marcas registadas por Harlequin Enterprises Limited e suas filiais, utilizadas com licença. As marcas em que aparece ® estão registadas na Oficina Española de Patentes y Marcas e noutros países.

Imagem de portada utilizada com a permissão de Harlequin Enterprises Limited. Todos os direitos estão reservados.

I.S.B.N.: 978-84-1307-153-4

Conversão ebook: MT Color & Diseño, S.L.

Sumário

Créditos

Capítulo 1

Capítulo 2

Capítulo 3

Capítulo 4

Capítulo 5

Capítulo 6

Capítulo 7

Capítulo 8

Capítulo 9

Capítulo 10

Se gostou deste livro…

Capítulo 1

Bethemy Trahan estava decidida a engravidar. Faltava-lhe apenas encontrar um pai para o seu filho. Mas não um pai qualquer. Oh, não! Na verdade, o que ela queria era um pai que já conhecesse e por quem sentisse algum carinho. Alguém que estivesse disposto a casar-se com ela e permanecer a seu lado até ao cumprimento da sua missão. Afinal de contas, era uma mulher sob os moldes tradicionais. Portanto, recorrer a um banco de sémen estava fora de questão. Por mais que quisesse ter um filho, não assumiria a ideia de ser mãe solteira.

Mas, como o príncipe encantado jamais se dignara a surgir na sua vida, Beth foi obrigada a tomar uma resolução: a de controlar as rédeas do destino temporariamente. Já não era nenhuma adolescente. Além disso, se a hereditariedade contava, a sua mãe encerrara o seu ciclo produtivo por volta dos trinta e sete anos e ela já completara trinta e cinco.

Felizmente, tinha alguém em mente para realizar o seu sonho. Jack Kincaid, o seu velho e querido amigo. Ele era o espécime perfeito. Bonito, inteligente, divertido, o melhor amigo que alguém poderia desejar. O facto de se mostrar sempre pronto a satisfazer as suas mais pequenas vontades era um bónus. Aliás, ela não entendia porque é que a ideia de se casar com ele não lhe ocorrera alguns anos antes, uma vez que vinha acalentando o sonho de ser mãe há muito tempo.

Não passava pela cabeça de Jack, é claro, que ela tinha aquele plano. O seu emprego como representante de vendas de uma empresa alimentícia com sede em Louisiana exigia viagens constantes. Nas últimas duas semanas, o seu trabalho levara-o à Europa. Mas estava de volta desde o dia anterior e iria jantar com ela nessa noite. Seria a ocasião perfeita para colocá-lo a par do seu plano.

Ele ficaria surpreendido, sem dúvida. Talvez um pouco chocado. Ela também ainda não conseguira pensar no assunto sem sentir o coração acelerar-se até atingir uma velocidade vertiginosa.

Se fosse sincera consigo mesma, admitiria que aquilo que estava a sentir era mais do que ansiedade. Era medo. A última coisa que queria no mundo era perder a amizade de Jack. Ele era mais do que importante para ela. Era necessário. Conhecia-o desde criança. Gostava dele desde o dia em que rasgara o vestido mais bonito numa brincadeira e Jack lhe dera um pedaço do seu chocolate para que parasse de chorar.

O seu plano foi muito bem arquitectado. Todos os seus planos seguiam esse esquema. Jack estava sempre a elogiá-la pelo sucesso dos seus empreendimentos. Portanto, não havia razão para medos. A sua proposta não deveria ofendê-lo de maneira alguma. Certamente não correria riscos de perdê-lo.

Era testemunha de que alguns casamentos de longa duração levavam a divórcios e ao ódio mútuo. Como acontecera com os seus próprios pais, que também se conheciam desde crianças. Como o seu casamento com Jack seria breve, não haveria perigo de a relação se desgastar. Nenhum dos dois teria hipóteses de se apaixonar. De quanto tempo é que um homem viril como Jack precisaria para engravidar uma mulher? De dois meses? No máximo!

Talvez menos.

E assim que o resultado do seu exame fosse positivo, eles separar-se-iam e as suas vidas voltariam ao normal. Era um plano perfeito. Absolutamente perfeito.

Pelo menos, na sua opinião.

Karen pensava de modo diferente.

Naquele momento, na sua cozinha, a amiga parecia estar diante de um bicho de sete cabeças.

– Tu enlouqueceste? O Jack jamais aceitará a tua proposta. Nem sequer daqui a um milhão de anos. Nem mesmo por ti.

– Sei que a ideia é um pouco ousada, mas… – Beth hesitou. Reagiria Jack da mesma maneira que a sua melhor amiga? De repente, sentiu-se ansiosa. Jack era a sua última esperança. Jamais conseguiria fazer aquele tipo de proposta a outro homem. Se ele recusasse…

A verdade era que não queria outro homem para ser pai do seu filho. Só Jack. Afinal de contas, era o seu melhor amigo. Mas, e se ele, tal como Karen, não aprovasse o seu plano e se recusasse a ajudá-la?

Beth suspirou. Estava com os nervos à flor da pele. Em vez de incentivá-la, a amiga assustara-a.

De repente, invadida por uma súbita coragem, ergueu o rosto e olhou para Karen com firmeza.

– Vou seguir em frente, apesar daquilo que disseste.

– Desejo-te boa sorte – respondeu a amiga, fazendo um gesto de desalento. – Depois não me digas que não te avisei.

– Considero-me avisada.

– Escolheste o homem errado – insistiu Karen. – O Jack nunca aceitará essa ideia.

– Talvez estejas enganada.

– Duvido. O Jack é contra o casamento. Tu, mais do que ninguém, devias saber isso.

– Eu sei que o Jack é contra o casamento, mas espero que mude de ideias.

– Bem, admito que se existe uma mulher capaz de convencê-lo do contrário, essa mulher és tu. Ele ouve-te sempre, embora não dê ouvidos ao resto do mundo.

– Estás a esquecer-te de um detalhe importante, Karen. O Jack e eu conhecemo-nos desde pequenos. É claro que ele me ouve. Não se atreveria a não o fazer.

– Ok, ok! Já conheço essa história sobre os dois se conhecerem desde o jardim de infância. Acontece que o vosso comportamento sugere mais do que isso.

– Engano teu – retorquiu Beth. – Somos muito amigos, mas nada mais do que isso.

Karen sorriu, mostrando que não se deixara convencer. Beth mordeu o lábio. Detestava quando precisava de defender o seu relacionamento com Jack. Porque é que era tão difícil entenderem que não havia nuances sexuais naquela amizade? Estavam quase no século vinte e um! Porque é que as pessoas ainda não admitiam que um homem e uma mulher podiam gostar um do outro, e manterem um forte elo de amizade sem irem para a cama?

– Olha, Karen – disse Beth um minuto depois, – se aquilo que pensas sobre nós fosse verdade, o que é que dirias a respeito daquela pequena caderneta preta da qual ele nunca se separa?

Karen encolheu os ombros.

– O que é que isso tem a ver?

– Se estivesses certa acerca daquilo que existe entre mim e ele, porque é que ele andaria com aquela agenda para cima e para baixo?

Karen tornou a encolher os ombros.

– Vocês são tão peculiares que eu já não estranho mais nada – Karen deteve-se e encarou Beth. – A propósito, tens visto o Jack consultar o livrinho preto ultimamente?

– Claro que tenho. Imensas vezes – apressou-se Beth a responder, para pestanejar de seguida. Teria visto realmente?

Pensou por um instante e resolveu que sim. Apenas não se lembrava quando. Tinha a certeza de que se lembraria. Naquele momento, o seu cérebro recusava-se a funcionar. Não estava acostumado a trabalhar sob a mira de uma arma psicológica.

– Karen, lamento imenso, mas não tenho tempo para discutir este assunto agora. O Jack está a chegar e eu ainda preciso de preparar algo para comermos.

– Está bem – respondeu Karen.

Beth respirou fundo e forçou um sorriso.

– Obrigada.

Na esperança de que o assunto estivesse encerrado, pelo menos durante aquele dia, Beth começou a verificar se não se esquecera de comprar nenhum ingrediente para o jantar especial que pretendia cozinhar para ambos. Queria que aquela noite fosse perfeita. Comprara o vinho e o CD preferidos de Jack. E o cardápio seria também o seu prato preferido.

O ambiente seria romântico. Não importava o que os outros pensavam. O seu plano era bom e tinha tudo para dar certo. «Dará certo!», pensou.

Agora só dependia de Jack e da sua habilidade em convencê-lo a ajudá-la. Ele nunca lhe negara ajuda antes. Se havia alguém com quem ela sempre pudera contar, era Jack.

Arrumou o vaso com as flores que comprara a caminho de casa e colocou-o no centro da mesa sobre uma toalha de linho branca.

Da porta da cozinha, Karen abanou a cabeça.

– Pobre Jack. Está prestes a cair numa armadilha e nem sequer imagina o que o espera.

Beth ignorou o comentário e examinou a

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