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Reencontro

Reencontro

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Reencontro

notas:
4/5 (2 notas)
Duração:
143 páginas
2 horas
Lançados:
Nov 1, 2018
ISBN:
9788413071527
Formato:
Livro

Descrição

Daisy recordaria para sempre o seu fugaz casamento com Alessio Leopardi, sendo ainda uma adolescente. Alessio fartou-se dela poucos meses depois do casamento, de modo que Daisy o abandonou para dar à luz à sua filha na solidão.
Alessio voltou a irromper na sua vida e Daisy estava destroçada; ele não sabia que tinha uma filha de treze anos, mas Tara morria de vontade de conhecer o pai. Daisy compreendeu que, embora não o pudesse esquecer, pelo menos devia perdoar e revelar a Alessio a existência de Tara... com todas as consequências que isso implicaria.
Lançados:
Nov 1, 2018
ISBN:
9788413071527
Formato:
Livro

Sobre o autor

Lynne Graham lives in Northern Ireland and has been a keen romance reader since her teens. Happily married, Lynne has five children. Her eldest is her only natural child. Her other children, who are every bit as dear to her heart, are adopted. The family has a variety of pets, and Lynne loves gardening, cooking, collecting allsorts and is crazy about every aspect of Christmas.


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Amostra do livro

Reencontro - Lynne Graham

Editado por Harlequin Ibérica.

Uma divisão de HarperCollins Ibérica, S.A.

Núñez de Balboa, 56

28001 Madrid

© 1996 Lynne Graham

© 2018 Harlequin Ibérica, uma divisão de HarperCollins Ibérica, S.A.

Reencontro, n.º 408 - novembro 2018

Título original: Second-Time Bride

Publicado originalmente por Harlequin Enterprises, Ltd.

Reservados todos os direitos de acordo com a legislação em vigor, incluindo os de reprodução, total ou parcial. Esta edição foi publicada com a autorização de Harlequin Books S.A.

Esta é uma obra de ficção. Nomes, carateres, lugares e situações são produto da imaginação do autor ou são utilizados ficticiamente, e qualquer semelhança com pessoas, vivas ou mortas, estabelecimentos de negócios (comerciais), feitos ou situações são pura coincidência.

® Harlequin, Sabrina e logótipo Harlequin são marcas registadas propriedades de Harlequin Enterprises Limited.

® e ™ são marcas registadas por Harlequin Enterprises Limited e suas filiais, utilizadas com licença. As marcas em que aparece ® estão registadas na Oficina Española de Patentes y Marcas e noutros países.

Imagem de portada utilizada com a permissão de Harlequin Enterprises Limited. Todos os direitos estão reservados.

I.S.B.N.: 978-84-1307-152-7

Conversão ebook: MT Color & Diseño, S.L.

Sumário

Créditos

Capítulo 1

Capítulo 2

Capítulo 3

Capítulo 4

Capítulo 5

Capítulo 6

Capítulo 7

Capítulo 8

Capítulo 9

Capítulo 10

Se gostou deste livro…

Capítulo 1

Tara estava de pé no corredor, desafiando-a com o seu adolescente metro e oitenta de altura.

– Porque é que tenho que ir para a casa da tia Janet?

– Porque é o que fazes aos sábados, quando tenho que ir trabalhar – respondeu Daisy, enquanto vestia uma saia roxa com uma não e tentava abotoar os botões da blusa com a outra, com um olho posto ansiosamente na sua filha e o outro no relógio da mesinha-de-cabeceira. – E, se estiveres em casa de Janet, não tenho que me preocupar contigo.

– Claro, então não é pelo meu bem, mas sim pelo teu – replicou Tara, cravando os acusadores olhos castanho-escuros na sua mãe, mais baixa que ela.

– Ouve, porque é que não falamos disto logo à noite? – rogou-lhe Daisy, enquanto procurava uns sapatos no armário.

– Tenho treze anos e não sou tola. Não me passaria pela cabeça beber ou drogar-me…

– Espero que não – murmurou Daisy, estremecendo só de o pensar.

– Não sou como tu eras. Sou muito sensata e madura para a minha idade…

– Porque é que, às vezes, tenho a impressão de que não me tens em grande conta?

– Mamã, estás destinada a preocupar-te com tudo. Caíste nas mãos de um desgraçado que te abandonou aos dezassete anos e tens estado a pagar por esse erro desde então, arcando comigo – recordou-lhe Tara. – Mas eu não vou cometer o mesmo erro. A não ser que um atraente multimilionário bata à porta enquanto estiveres fora… Só quero ir às compras com Susie. As roupas mais bonitas já terão sido vendidas, se esperar até esta tarde…

– Nunca foste um peso para mim! – protestou Daisy.

– Mamã… não temos tempo para falar disso. Posso sair? – suplicou Tara.

Daisy atravessou apressadamente as portas de vidro da Elite Estates exactamente quarenta e cinco minutos mais tarde, sem fôlego e atormentada, mas tentando não o parecer. O seu chefe, Giles Carter, tinha telefonado cedo de manhã para a informar de que a epidemia, que se estava a estender na agência, tinha posto de cama o favorito da equipa de vendedores, Barry, o Piranha, como lhe chamava Daisy em privado. A sua presença era necessária para atender o último novo cliente de Barry no que poderia ter sido o seu esperado dia livre.

Daisy trabalhava há dez anos na Elite Estates e não tinha ilusões quanto à sua política machista. Tinha subido de posto com grande dificuldade, apesar da desvantagem do seu sexo, da sua baixa estatura e do seu aspecto juvenil. Só as altas cifras de vendas é que tinham feito com que Giles a levasse a sério, mas continuava a deixá-la apenas negociar com as propriedades de pouca monta.

– Giles telefonou duas vezes a perguntar por ti – comunicou-lhe Joyce na recepção. – Reparaste na limusina que está estacionada na saída ?

Daisy tinha entrado demasiado depressa para reparar no que quer que fosse. Virou-se e viu o impressionante veículo metalizado.

– O seu dono está à tua espera. O homem mais imponente que vi em toda a minha vida – suspirou Joyce, languidamente. – Infelizmente, uma loira imponente saiu do carro atrás dele.

«Um casal… Oxalá os dois se atraiam e respeitem mutuamente! Daisy tinha tido algumas experiências terríveis com casais que não tinham sido capazes de concordar sobre o lar dos seus sonhos e tinham desistido da compra à última hora.

Bateu à porta do sumptuoso escritório de Giles e entrou directamente.

A primeira pessoa que viu foi a mulher. Estava a olhar para o relógio com um ar de fastio e uma fabulosa cabeleira dourada escondia parcialmente os seus traços. Um homem alto e moreno estava de pé, de costas para a porta. Virou-se ao ouvi-la entrar, mas Daisy não pôde ver o seu rosto, porque a intensa luz do sol que entrava pelas janelas impedia-o. Giles olhou-a com exasperação.

– Pensei que fosses chegar cedo – queixou-se.

– Lamento – declarou Daisy a todos os presentes. – Espero que não tenham estado muito tempo à espera.

– Menina Thornton… apresento-lhe o senhor Leopardi e a menina Franklin – disse Giles, com a voz melosa que utilizava unicamente com os clientes endinheirados.

Daisy regelou. Leopardi. Atónita, cravou os olhos no homem alto que se tinha interposto entre ela e a luz do sol. A única coisa que pôde ver foi uma gravata azul pálida sobre uma camisa branca imaculada, flanqueada pelas solapas de um requintado casaco cinzento feito à medida. Petrificada, Daisy levantou a cabeça loira e olhou-o. Era Alessio! A comoção foi tão forte que não pôde mover um só músculo e perdeu a cor do seu rosto triangular.

O seu olhar encontrou-se com uns profundos olhos negros que se cravaram nela com uma intensidade tão forte quanto a sua. Umas exuberantes pestanas negras fecharam-se lentamente. Viu como contraía os músculos do seu rosto dourado pelo sol, para manter o controlo, e afastou dele o olhar com um esforço sobre-humano, tentando recuperar a compostura.

– Senhor Leopardi – murmurou com voz trémula, estendo-lhe a mão como um autómato.

Alessio ignorou o gesto e girou sobre os calcanhares para se dirigir a Giles.

– Esta é única empregada que tem disponível?

Fez-se um momento de tenso silêncio.

– A menina Thornton é uma das nossas vendedoras com mais experiência – repôs Giles, com voz débil. – Não se deixe enganar pelo seu aspecto juvenil, é mais madura do que parece.

A bonita loira deu uma gargalhada. Daisy corou até à raiz do cabelo e reparou nos sapatos de Alessio… Mocassins italianos cosidos à mão. Lembrou-se dele com os pés descalços. Era a imagem de um adolescente, não de um homem feito. Conhecia o adulto só pelas fotografias dos jornais que tanto tinham perturbado a sua paz, dias depois do ocorrido. Mas era muito mais chocante vê-lo cara a cara e sem prévio aviso. Sentiu-se malíssimo e não teria sido capaz de abrir a boca, nem que a sua vida dependesse disso. Giles aclarou a garganta.

– Receio que não tenhamos mais ninguém livre esta manhã. Se não fosse por isto – declarou, franzindo o sobrolho, apontando para o pé engessado, – teria tido o maior prazer de vos acompanhar pessoalmente à mansão Blairden. Mas dada…

– Alessio… se não nos despacharmos, chegarei tarde ao meu compromisso – protestou a loira, com petulância, levantando-se da cadeira para exibir uma altura um pouco inferior à do metro e oitenta e sete de Alessio. Daisy reconheceu um pouco tardiamente que era uma modelo muito conhecida. Vira aquela perfeita estrutura óssea em inúmeras capas de revista. E como é que dissera Giles que se chamava? Como uma sonâmbula, Daisy deu um passo à frente e estendeu-lhe a mão.

– Menina Franklin…

Umas unhas bem tratadas roçaram as suas ao de leve. Aqueles olhos verdes olharam-na com desaprovação. Depois, a loira deslizou a sua mão na de Alessio como demonstração de possessiva intimidade e debruçou-se sobre ele para lhe sussurrar algo ao ouvido. Daisy pôs-se rígida e olhou-os fixamente. Depois, afastou o olhar com brusquidão, mas todos os nervos do seu corpo explodiram quando o fez. Durante uma fracção de segundo, quando fechava com força a sua própria mão, tinha estado tentada a separá-los. Aquele impulso insano fê-la estremecer.

– Como temos pressa, os serviços da menina Thornton serão suficientes – declarou Alessio.

Daisy não se virou, mas pôde ver a incredulidade de Giles, diante daquela afirmação pouco civilizada. Serão suficientes? Um feroz ressentimento, seguido por uma onda de humilhação que não queria admitir, percorreu-a dos pés à cabeça. Há treze anos, Alessio livrara-se dela sem cerimónias e Daisy não fizera nada para merecer aquela reacção tão depreciativa diante do seu chefe e da sua namorada. Seria por estar envergonhado? Mas Daisy não se enganou; nem sequer com dezanove anos Alessio Leopardi tinha um ápice de sensibilidade no corpo.

Com as costas rectas, Daisy desceu pela escada de caracol de ferro forjado que conduzia ao andar de baixo e atravessou o escritório. Sentia que as suas pernas podiam ceder a qualquer momento. Quando saiu para a rua e tomou a direcção do carro da agência, ouviu a voz de Alessio atrás de si.

– Iremos na limusina.

– Com certeza – conseguiu dizer Daisy.

– Fala-nos da casa – sugeriu Nina Franklin debilmente, enquanto Daisy se sentava no banco à frente do seu.

Daisy abriu a boca e voltou a fechá-la. Mal tinha informação sobre a mansão da praça Blairden, nem sequer sabia se havia outras ofertas. Como Giles nunca a deixara trabalhar com o que denominava «residências de luxo» nos livros da agência, não tivera motivos para se interessar por elas. Mas se tivesse tido a cabeça no lugar, teria olhado para os dados antes de sair do escritório.

Um colorido folheto aterrou no seu colo. Daisy sobressaltou-se e os seus atónitos olhos cor de violeta pousaram no homem que estava a evitar olhar.

– Está na hora de estudar

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