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Ainda mais Natal: Uma Dama Abandonada, #4

Ainda mais Natal: Uma Dama Abandonada, #4

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Ainda mais Natal: Uma Dama Abandonada, #4

notas:
5/5 (1 nota)
Duração:
154 páginas
2 horas
Lançados:
Nov 10, 2018
ISBN:
9781386422181
Formato:
Livro

Descrição

Uma dama procurando redimir o seu passado…
Lady Viola Haversham está determinada a deixar o passado para trás. Para isso, ela planeja dar a maior festa de natal que Foldger’s Hall já viu; provando para todo mundo – inclusive para si mesma – que ela tem mais a oferecer que o sofrimento e a perda que tinha trazido para sua família.

Uma mulher forjando um novo caminho para a sua vida...
A Sra. Ruby Jakeston está cansada de todo mundo cuidando dela. Ela está pronta para mostrar a todos que pode cuidar de mais coisas além de si mesma e do novo marido; ela também quer tranquilizar a amiga super protetora, e fazer a diabinha da sua irmã sossegar.

Uma menina perdida em busca do seu lugar…
Lady Ellington está prestes a perder o único lar que já conheceu. A última coisa que deseja é ir a uma grande soirée. Mas, quando a irmã mais velha exige a sua presença em uma festa de Natal, ela está inclinada a comparecer. Tendo apenas um cavalariço como companhia, ela chega à casa cheia de rostos desconhecidos – e nenhum lugar onde se esconder.

Um trio de mulheres esperando por três milagres distintos… 
Ainda mais Natal.

Lançados:
Nov 10, 2018
ISBN:
9781386422181
Formato:
Livro

Sobre o autor

USA Today Bestselling Author Christina McKnight writes emotionally intricate Regency Romance with strong women and maverick heroes. Christina enjoys a quiet life in Northern California with her family, her wine, and lots of coffee. Oh, and her books...don't forget her books! Most days she can be found writing, reading, or traveling the great state of California. Sign up for Christina's newsletter and receive a free book: eepurl.com/VP1rP Follow her on Twitter: @CMcKnightWriter Keep up to date on her releases: christinamcknight.com Like Christina's FB Author page: ChristinaMcKnightWriter Join her private FB group for all her latest project updates and teasers! facebook.com/groups/634786203293673/


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Amostra do livro

Ainda mais Natal - Christina McKnight

Ainda mais Natal

Christina McKnight

––––––––

Traduzido por Éli Assunção 

Ainda mais Natal

Escrito por Christina McKnight

Copyright © 2018 Christina McKnight

Todos os direitos reservados

Distribuído por Babelcube, Inc.

www.babelcube.com

Traduzido por Éli Assunção

Design da capa © 2018 Sweet n' Spicy Designs

Babelcube Books e Babelcube são marcas comerciais da Babelcube Inc.

Sumário

Capítulo Um

Capítulo Dois

Capítulo Três

Capítulo Quatro

Capítulo Cinco

Capítulo Seis

Capítulo Sete

Capítulo Oito

Capítulo Nove

Capítulo Dez

Capítulo Onze

Livros de Christina McKnight:

Ainda mais Natal

––––––––

Uma Dama Abandonada (Livro Quatro)

Christina McKnight

––––––––

La Loma Elite Publishing

Dedicatória

Para Debbie Haston~

É raro encontrar bondade em alguém que você nunca viu pessoalmente...

Mas em você encontrei muito mais que isso.

Obrigada por seu incansável apoio e por sua amizade!

Este Natal, sou grata por você!

Capítulo Um

Lady Haversham suspirou contente, olhando a confusão de laços, papel e brinquedos desembrulhados espalhados pelo chão. Há um ano, nunca teria acreditado que um aposento de Foldger's Hall seria o receptáculo de tanta alegria e amor. E esperança.

Eles vinham organizando... e embrulhando... e decorando por horas, e a sala ainda estava cheia de coisas que precisavam ser feitas. E com todas as horas de trabalho veio a dor nas costas e no pescoço, e seus dedos estavam dedos rígidos.

Viola ergueu as mãos doloridas e fechou e esticou os dedos. Os tornozelos estavam no mesmo estado que o resto de seu corpo, embora ela tenha perdido a habilidade de ver além da sua barriga há algumas semanas.

—Você precisa descansar, Vi, — Ruby disse do outro lado da sala. —Posso terminar de embrulhar os presentes e começar com os arranjos de visgo. Além disso, Harold chegará a qualquer momento.

Ela colocou as mãos no chão, pronta para se erguer o suficiente para usar o sofá como suporte para se levantar. A gravidez estava sendo tranquila até então, mas seu tamanho sempre crescente estava rapidamente se tornando um transtorno.

—Ficarei bem. — Vi olhou a distância entre ela e o sofá. —Talvez eu embrulhe mais alguns presentes antes de me retirar.

Ruby ergueu uma sobrancelha. —Você precisa de ajuda para ficar de pé?

Vi detestava admitir que precisava de ajuda. Como a senhora da casa, ela estava determinada a cuidar de todos, preparar a perfeita celebração do natal, decorar cada porta, e se certificar de que havia presentes para todos.

Mas quando se planejava uma festa que incluía dezessete crianças, quase uma dúzia de adultos e uma propriedade grande o suficiente para abrigar a todos, Vi estava autorizada a se sentir cansada e sobrecarregada – felizmente, não precisava admitir o fato para alguém que não fosse sua mais querida amiga, Ruby.

—Eu lhe asseguro que eu não estou sentada sobre esta almofada no chão só porque não consigo me levantar sozinha. — Essa era a exata razão, se fosse honesta – o que não estava. Brock tinha lhe avisado para que não se excedesse estando tão perto de dar à luz, e ele pensou que viajar para a propriedade do pai dela – a qual abrigava a Sra. Dutton e o orfanato – iria reduzir o trabalho que Vi teria que fazer, mas esse não tinha sido o caso. —Agora, amanhã é véspera de Natal e eu tenho que preparar o azevinho!

Ruby gargalhou, uma risada sincera e genuína que Vi tinha começar a reconhecer desde que ela se casara com o melhor amigo de Brock, Harold.

A amiga finalmente estava feliz – como Vi sempre tinha querido para ela. Ruby tinha um marido dedicado e a expectativa de ter a própria família em um futuro próximo.

Ruby voltou para o enorme presente que estava tentando embrulhar – um novo cavalinho de balanço para as crianças mais novas – enquanto cantarolava Oh Vinde Adoremos. Tinha sido um período atribulado depois do casamento de Vi; as incertezas de Ruby quanto às suas próprias perspectivas tinham pesado bastante sobre as duas.

Quem teria suspeitado que precisaria que Harold Jakeston, o homem mais bondoso, mais compassivo de toda Londres, para ajudar Ruby a encontrar o rumo para a sua vida?

—Pare de encarar! — Ruby gritou por sobre o ombro, olhando feio para Vi. —Se você não voltar ao trabalho, não penduraremos nenhum visgo e, por isso, não teremos nenhuma razão para beijar nossos maridos fora do quarto – e ambas sabemos o quanto Harold e Brock sempre estão querendo roubar beijos.

Um grito agudo veio do outro lado da sala, e a risada erigiu, acabando com o silêncio no salão.

—Isso é verdade. — Brock entrou tropeçando na sala, com um menininho sobre os ombros, o qual segurava o queixo de Brock para se equilibrar. —Estou me sentindo pesado hoje, meio sobrecarregado. Talvez devêssemos cancelar as festividades. Eu com certeza vou ficar doente, — ele pronunciou levando a mão à testa como se estivesse prestes a desmaiar.

A risada ficou ainda mais alta.

—Oh, não, milorde. — Gavin gritou sobre os ombros de Brock. —Milady tem trabalhado muito duro.

—Você não pode ficar doente, — disseram ao mesmo tempo.

Vi olhou para baixo e viu Abby e Sharla segurando as pernas de Brock – sentadas sobre os pés dele – enquanto ele caminhava pela sala bagunçada.

—Céus, meninas, — ela chamou. —Soltem Lorde Haversham agora mesmo ou vocês não ganharão presente. — Mesmo que a voz dela fosse dura, havia pouca veemência em suas palavras. Viola estava ansiosa para entregar os presentes para as crianças.

As meninas se levantaram rapidamente, soltando Brock e saindo da sala correndo.

—Minhas desculpas, senhoras. — Brock tirou Gavin dos ombros, grunhindo com o movimento. —Minha nossa, menino, você cresceu bastante desde a última vez que te vi.

Estufando o peito e colocando a mão sobre os minúsculos quadris, o menino disse:

—Foi necessário, milorde. Não falta muito para eu ser levado para os estábulos – para ganhar o meu sustento.

Vi não pôde deixar de sorrir. —Você tem mais alguns anos até que a Sra. Dutton permita que você abandone suas tarefas da escola.

—É verdade? — Com os olhos escuros e o cabelo do louro mais claro, Gavin olhou suplicante para ela. —Alex virá para o Natal?

Sempre a chocava o fato de as crianças ainda perguntarem por Alex. Ele estava a serviço do Marquês de Drake – o falecido pai de Ruby – por mais de um ano.

Ruby se enrijeceu. Ela estava do outro lado da sala, de pé na frente da pilha de presentes tentando bloquear a visão.

—É claro que ele está vindo, — Vi disse com mais animação que o necessário. Era uma vã tentativa assegurar Ruby de que quando Alex chegasse, ele traria Ellington, embora ambas soubessem que não podiam forçar Ellie a ir a qualquer lugar se ela não quisesse. —E eu tenho certeza de que ele irá levá-lo para os estábulos e te mostrar tudo o que aprendeu trabalhando num estábulo de verdade em Londres.

—Agora, saia. — Ruby o expulsou com um gesto das mãos enquanto ela atravessava a sala. O menino deu um salto e saiu correndo do aposento, batendo a porta atrás dele.

—Lorde Haversham, estou feliz por você estar aqui. Vi está precisando muito de um descanso antes que ela desmaie de exaustão e fazendo com que os festejos sejam forçados a acontecer em seu leito.

—Esses arruaceiros não entrarão no meu quarto, — Brock disse com um horror fingido. —Não há nada mais que eu possa fazer além de tirar a minha esposa – aos gritos e pontapés, se necessário – deste aposento.

Vi riu do tom exagerado. —Isso não será necessário, meu lorde. — Ela fez uma pausa, desorientada por causa do seu dilema atual, que era o mesmo de poucos meses antes. —Se fizer a bondade de ajudar a sua esposa a levantar do chão—

—Não diga mais nada. — Com um floreio, Brock colocou as mãos por baixo dos braços de Vi e a colocou de pé como se ela não pesasse mais que uma pena, o que com certeza não era o caso. A cabeça de Vi girou por causa do movimento súbito. —Você deveria ter me chamado mais cedo, — ele a censurou.

—Tenho muito o que fazer, — Vi suspirou. Ficava desencorajada só de pensar no tanto de coisa que ainda tinha para fazer. —Talvez se você e Ruby fizessem a bondade de levar os presentes para o nosso quarto, posso continuar enquanto estiver na cama.

—Oh, não! — Ruby argumentou. —A Sra. Dutton e eu vamos continuar com os embrulhos, e Sarah pode pendurar as guirlandas e o visgo.

A criada de Vi, Sarah, tinha estado ansiosa para ajudar desde que chegara dois dias antes para o feriado. Mas, era para que todos aproveitassem a diversão – com Brock e ela como anfitriões. Pedir a ajuda de Sarah na organização não parecia certo, mas o tempo estava passando rápido, e precisavam de toda a ajuda que pudessem conseguir.

Cedendo, Vi disse, —Ela pode ajudar, mas sob uma condição.

—Diga, meu amor. — Brock a puxou para os braços. —Concordarei com qualquer coisa.

—Estou certa que sim, — Vi repreendeu. —Mas estou falando com Ruby.

—Comigo? — A amiga enrugou as sobrancelhas em confusão. —O que eu tenho que barganhar?

Vi tinha estado hesitante em abordar o assunto, acreditando em Alex e sua habilidade natural para a persuasão; mas enquanto as horas passavam, e o natal se aproximava, sabia que Ruby temia que a irmã, Ellington, não fosse vir. Preferindo ficar em Londres – sozinha.

Não havia mais nada que Vi pudesse fazer para evitar o assunto. —Por favor, não se aflija por causa de Ellington. Alex prometeu antes que deixássemos a cidade que ele se certificaria de que ela chegaria à Foldger’s Hall a tempo para o Natal.

A tristeza nublou o rosto de Ruby, e os ombros dela baixaram quase que imperceptivelmente. —E se ela se recusar a vir? — Ruby perguntou. —Ela já disse que não viria – que a vida no campo e as festas de natal não eram do seu gosto.

—Você acha mesmo que ela vai preferir ficar naquela casa velha e empoeirada sozinha à vir para cá e passar uns poucos dias com as pessoas que se importam com ela? — Vi temia que Ellington fizesse exatamente isso, mas permitiu que Ruby visse que seus medos não eram uma opção. —Acalme-se... Alex vai chegar a qualquer momento, com Ellington a reboque. Eu lhe garanto.

—No pior dos cenários, mandarei arrumarem a carruagem para você

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  • (5/5)
    Gostei muito do livro “Ainda mais natal”
    É divertido, leve e inspirador.