Aproveite esse título agora mesmo, além de milhares de outros, com um período de teste gratuito

Apenas $9.99 por mês após o período de teste gratuito. Cancele quando quiser.

Um estranho na minha cama

Um estranho na minha cama

Ler a amostra

Um estranho na minha cama

Duração:
170 páginas
1 hora
Lançados:
Nov 30, 2018
ISBN:
9788413071763
Formato:
Livro

Descrição

Um atraente estranho tinha chegado a casa de Louise e de Neil com um aspecto pouco asseado e com a roupa remendada. A sua aparência deixava muito a desejar. Ele disse-lhe que o seu irmão Neil o tinha convidado para ficar ali.
Apesar daquela aparência, não tinha problema nenhum em atrair as mulheres, incluindo ela.
Richard Moore, membro de uma família endinheirada, não pôde resistir a representar o papel que Louise lhe tinha dado ao enganar-se, julgando-o a partir da primeira impressão. Apenas algumas horas depois de se conhecerem tinham feito amor espontaneamente, mas nenhum dos dois sabia realmente como lidar com aquele encontro apaixonado!
Lançados:
Nov 30, 2018
ISBN:
9788413071763
Formato:
Livro

Sobre o autor

Lindsay Armstrong was born in South Africa. She grew up with three ambitions: to become a writer, to travel the world, and to be a game ranger. She managed two out of three! When Lindsay went to work it was in travel and this started her on the road to seeing the world. It wasn't until her youngest child started school that Lindsay sat down at the kitchen table determined to tackle her other ambition — to stop dreaming about writing and do it! She hasn't stopped since.


Relacionado a Um estranho na minha cama

Títulos nesta série (40)

Livros relacionados

Categorias relacionadas

Amostra do livro

Um estranho na minha cama - LINDSAY ARMSTRONG

Editado por Harlequin Ibérica.

Uma divisão de HarperCollins Ibérica, S.A.

Núñez de Balboa, 56

28001 Madrid

© 1998 Lindsay Armstrong

© 2018 Harlequin Ibérica, uma divisão de HarperCollins Ibérica, S.A.

Um estranho na minha cama, n.º 435 - dezembro 2018

Título original: In Bed with a Stranger

Publicado originalmente por Harlequin Enterprises, Ltd.

Reservados todos os direitos de acordo com a legislação em vigor, incluindo os de reprodução, total ou parcial.

Esta edição foi publicada com a autorização de Harlequin Books S.A.

Esta é uma obra de ficção. Nomes, carateres, lugares e situações são produto da imaginação do autor ou são utilizados ficticiamente, e qualquer semelhança com pessoas, vivas ou mortas, estabelecimentos de negócios (comerciais), feitos ou situações são pura coincidência.

® Harlequin, Sabrina e logótipo Harlequin são marcas registadas propriedades de Harlequin Enterprises Limited.

® e ™ são marcas registadas por Harlequin Enterprises Limited e suas filiais, utilizadas com licença.

As marcas em que aparece ® estão registadas na Oficina Española de Patentes y Marcas e noutros países.

Imagem de portada utilizada com a permissão de Harlequin Enterprises Limited.

Todos os direitos estão reservados.

I.S.B.N.: 978-84-1307-176-3

Conversão ebook: MT Color & Diseño, S.L.

Sumário

Créditos

Capítulo 1

Capítulo 2

Capítulo 3

Capítulo 4

Capítulo 5

Capítulo 6

Capítulo 7

Capítulo 8

Capítulo 9

Se gostou deste livro…

Capítulo 1

Louise Brown acabava de sair do banho quando tocou a campainha. Limpou-se e vestiu à pressa um roupão.

Voltou a tocar quando estava a descer depressa as escadas. Finalmente chegou sem fôlego à porta e abriu-a dizendo:

– Sim!

– Ah! – disse o estranho, olhando para ela. – Quem é você? – perguntou-lhe.

Era um homem alto, de ombros largos, e media um metro e oitenta e cinco, pelo menos. Tinha calças de ganga, uma camisa caqui e botas cheias de pó.

Ela abanou a cabeça como quem queria esclarecer as ideias e disse:

– Se não sabe, o que faz à minha porta? Pode-me dizer quem é você?

Ele tinha olhos muito azuis, notou ela, e olhava-a com interesse.

– Sou Richard Moore, senhora. Prazer em conhecê-la. Vim para ficar. Posso…?

– Oh, não, não veio para ficar! – disse ela, notando que a camisa do homem estava colada ao seu corpo húmido.

– Posso garantir-lhe… – ele fez uma pausa para olhar para o número da porta e comprovar o pedaço de papel que tinha na mão. – É a casa da família Brown, não é?

– Sim, mas…

– Então estou no sítio correcto. Por isso… – olhou-a com impaciência. – Se não se importa de me deixar entrar, podemos falar deste assunto mais comodamente.

– Não há nada para falar! Esta é a minha casa! Pode-se ir embora, por favor? – ela começou a fechar a porta.

Mas Richard Moore pôs um pé na porta e disse irritado:

– Olhe, menina, pelos vistos, Neil esqueceu-se de lhe falar de mim. E evidentemente esqueceu-se de me dizer que tinha uma amante em casa, mas…

– Neil! – gritou ela. – Porque é que me continua a fazer estas coisas? Suponho que você deve ser mais um dos seus protegidos. Mas para sua informação, senhor Moore, vou dizer-lhe que sou sua irmã e não sua amante.

Richard Moore pestanejou e tentou não se rir, mas não conseguiu. Finalmente ficou sério e disse:

– As minhas mais sinceras desculpas, menina Brown. É a menina Brown, não é?

– Sim, e? – respondeu Louise, desafiante.

– Nada. Estava a pensar se me estava a dirigir à irmã casada, mais nada – disse Richard Moore. – Hum… Mas a questão é, menina Brown, que Neil me convidou para passar aqui quinze dias.

– Isso é impossível! – protestou Louise. – Não tenciono partilhar a minha casa com um estranho durante quinze dias.

– Se pudesse falar com ele…

– Isso também é impossível. Está em Gippsland Este e, não só se esqueceu de me falar de si, senhor Moore, como também se esqueceu do telemóvel. Típico de Neil – disse ela amargamente.

Richard Moore cruzou os braços e olhou para ela fixamente.

– Então, o que é que sugere que faça, menina Brown?

– O que é que quer dizer?

– Vaguear pelas ruas?

– Bom… – Louise hesitou. – Há muitos hotéis e pensões na costa. Oh! Entre – ela abriu mais a porta. – Vou telefonar para lhe arranjar algum lugar. Espere lá dentro, por favor, enquanto me visto – ela convidou-o a entrar no salão.

Richard Moore pegou nos seus dois sacos e entrou. Depois seguiu-a com o olhar enquanto ela subia as escadas. Pensou porque é que Neil se tinha esquecido de lhe dizer que tinha uma irmã tão atraente. Teria reparado em como o roupão deixava entrever a sua bonita figura? Sorriu levemente ao lembrar-se dela: lasciva e cheiinha nos sítios certos, com a cintura fina e pernas compridas. E o cabelo molhado que certamente seria louro acinzentado ao secar, pele suave, olhos verdes com reflexos dourados e que lábios! Dava vontade de os provar!

Evidentemente Neil Brown era tão inteligente como despistado. Às vezes era muito frustrante. Como naquele momento, por exemplo. Que raio é que estava a fazer em Gippsland Este quando devia estar ali?

E o que é que ele faria durante aqueles quinze dias?

De repente, lembrou-se do termo que ela tinha usado, «protegido», e riu-se.

Entretanto, Louise olhava-se ao espelho um pouco incomodada. Tinha-a encontrado ao sair do banho porque tinha ido à praia. Tinha-se dirigido à porta sem se vestir, algo que não tinha escapado a Richard Moore. Porque é que não tinha tido tempo para se vestir? O estranho podia ter-se ido embora, pensou, zangada.

Suspirou e começou a vestir-se.

Que diabos é que ia fazer com aquele homem? De onde é que Neil o tinha tirado e o que é que pensava fazer com ele durante quinze dias?

Pensou no seu irmão. Um zoólogo e conservador. Neil costumava irritá-la com os seus despistes. Contudo, também gostava muito dele, não só como irmão, mas também como pessoa. Era muito terno e humano.

Ambos eram donos daquela casa em MacRae Place. E em geral davam-se bem, sem grandes problemas.

Neil não passava muito tempo em casa e quando o fazia, geralmente era com alguém tão apaixonado como ele pela conservação das espécies e da zoologia, e Louise preparava o que era preciso para a estadia do seu acompanhante. Tinha sempre a cama do quarto de hóspedes feita e o congelador cheio, porque muitos dos convidados apareciam de surpresa. Mas aquele era diferente. Ou aquele homem era diferente.

– Ainda cá está – disse ela descendo as escadas vinte minutos depois.

Tinha vestido uns calções cinzentos, uma camisola de manga curta e tinha calçado uns sapatos baixos. Tinha o cabelo apanhado e alguma maquilhagem.

– Sim. É um sítio bonito – disse ele pondo-se de pé como um cavalheiro.

– Obrigada – Louise olhou para o salão com orgulho.

Era um salão espaçoso, com as paredes pintadas de creme e janelas de madeira, três sofás à volta de uma mesa baixa, quadros nas paredes e um piano a um canto.

– Fale-me de si, senhor Moore – disse ela, e sentou-se. – Como é que conheceu Neil?

Depois de um instante, ele sentou-se à frente dela.

– A fotografar rinocerontes no jardim zoológico de Westrn Plains, em Dubbo.

Louise fez uma careta.

Richard levantou uma sobrancelha e disse:

– Acha mal?

– Não. O problema é que desde que começaram com o programa de criação em Dubbo, Neil anda paranóico.

– São espécies em extinção – comentou Richard.

– Eu sei. Então você é fotógrafo? E só faz isso?

– Hum… Bom, sim.

Ela olhou para ele. Richard tinha o cabelo liso e louro. Caía-lhe uma madeixa para os olhos. Evidentemente, não se tinha barbeado e a camisa caqui que tinha estava remendada em vários sítios. Umas botas gastas completavam a sua indumentária.

Mas nada disso, nem o cansaço que se adivinhava nos seus olhos, diminuía a sua beleza e segurança.

– Suponho que será por isso que Neil o tem sob a sua protecção.

– É difícil vencer neste terreno.

Ela apercebeu-se de que olhava para ela com curiosidade e franziu o sobrolho.

– Quantos anos é que tem? – não sabia porque é que fazia aquela pergunta.

Provavelmente porque aquele homem lhe parecia diferente dos outros acompanhantes de Neil. Geralmente aqueles protegidos eram pessoas da universidade, com bolsas modestas, enfrascadas nos seus trabalhos, que não costumavam reparar nela. A maioria tinha dificuldades nas relações sociais, sobretudo com as mulheres.

Richard Moore podia ser um fotógrafo pobre, mas ela tinha a sensação que ele não se encaixava na categoria dos outros. Até tinha um olhar arrogante.

– Trinta e dois anos – disse ele levantando uma sobrancelha.

– Não é…? Não é um pouco tarde para estar a começar na sua profissão? – perguntou ela.

– Hum… Bom, com a ajuda de Neil, quem sabe o que pode acontecer?

Louise abriu a boca para lhe responder. Depois teve outra ideia.

– Importa-se de esperar um instante? – perguntou-lhe, levantando-se suavemente.

– Não, com certeza.

Ela começou a mexer-se. O tecido dos calções moldava as suas ancas e a camisola mexeu-se sobre o seu peito ao caminhar. Passou ao lado dele. Olharam-se um segundo. Era evidente que ele apreciava a sua figura. Via-se nos olhos. Mas ela levantou o queixo e continuou.

Foi directamente ao escritório do irmão. Fechou os olhos. Encontrar ali alguma coisa seria como encontrar uma agulha num palheiro.

– És um zoólogo brilhante, irmão, mas és a pessoa mais desorganizada que conheço! – murmurou.

Procurou numas pastas. Caiu-lhe o conteúdo de uma delas ao chão. E apareceu o que procurava.

Era a agenda de Neil.

Folheou as páginas. Ali estava o nome de Richard na data daquele dia.

Chega Richard. Não me devo esquecer de avisar a Lou.

Era só isso.

Ela suspirou e fechou o livro. Pensou que era inútil ter uma agenda, se não a podia encontrar e não a usava adequadamente. Mas pelo menos, dava credibilidade àquele homem de olhos azuis. Neil conhecia-o e tinha-o convidado para lá ficar em casa. Ficou pensativa. E tomou uma decisão.

– Olhe – ela entrou no salão, – vou deixá-lo ficar uns dias, senhor Moore. O meu irmão é muito esquecido, mas você consta da sua agenda. Por isso peço-lhe desculpa por ele. Mas se ele não aparecer, imagino que a sua estadia aqui seja uma perda de tempo.

Richard Moore ficou a pensar. Certamente ela estava a cumprir o papel de anfitriã contra a sua vontade. Achava graça àquilo.

Mas disse com um sorriso encantador:

– Agradeço-lhe muito, menina Brown.

– Sim, bom… Venha comigo, vou mostrar-lhe o quarto de hóspedes e vou fazer o almoço enquanto se refresca um pouco.

– Por favor, não se incomode por minha causa, menina.

– Ia começar a fazer o almoço para mim, de qualquer maneira.

Louise estava a preparar uma salada quando ele entrou na cozinha. Ela levantou o olhar.

Tinha feito a barba e trocado de roupa. Vestia uns calções azuis e uma camisola branca. Tinha o cabelo molhado e penteado.

Ela fez um gesto com o olhar, referindo-se à roupa suja que ele trazia na mão.

– Ponha isso no tanque. Eu lavo.

– Posso fazer isso…

– Se for como Neil, deixar que trate da roupa pode ser uma desgraça. Prefiro ser eu a fazê-lo. O tanque está ali – apontou para uma porta. – Deixe-a lá, em cima da máquina de lavar. O almoço está pronto.

– Sim, senhora! – disse Richard e desapareceu pela porta.

Louise ficou a olhar para a salada. Depois encolheu os ombros.

– Quer uma cerveja ou prefere um copo de vinho? – perguntou-lhe quando ele

Você chegou ao final dessa amostra. Cadastre-se para ler mais!
Página 1 de 1

Análises

O que as pessoas acham de Um estranho na minha cama

0
0 notas / 0 Análises
O que você achou?
Nota: 0 de 5 estrelas

Avaliações do leitor