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Manual De Astrologia

Manual De Astrologia

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Manual De Astrologia

notas:
5/5 (4 notas)
Duração:
210 páginas
2 horas
Lançados:
13 de abr. de 2020
ISBN:
9781547531707
Formato:
Livro

Descrição

Trezentas páginas de pura astrologia. O autor propõe uma linguagem simples acessível a todos para explicar as muitas noções do tema. O manual não é sobrecarregado por numerosas páginas sobre a história da astrologia, sobre as noções de astronomia, gráficos e várias tabelas; aqueles que o autor não considera fundamentais para os propósitos da prática astrológica. Desta forma, o manual deixa espaço apenas para os inúmeros conceitos que o tornam completo e profissional. Este manual é: para aqueles que querem ser introduzidos à astrologia pela primeira vez sem ter qualquer noção, para o novato que quer melhorar/aprofundar seus conhecimentos, para o profissional que deseja ter outras observações sobre as noções do setor e em particular aquelas derivadas pessoalmente do autor após anos de experiência prática. *Attention please, The kindle format could cause problems in translation formatting and figures: En) Don't buy the kindle version. Buy the paper or epub format. Pt) Não compre a versão Kindle. Compre o formato de papel ou epub.
Lançados:
13 de abr. de 2020
ISBN:
9781547531707
Formato:
Livro

Sobre o autor


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Amostra do livro

Manual De Astrologia - Antares Stanislas

Manual

de

Astrologia

Antares Stanislas

Roma 3 junho 2017 hora 18.50 Pm

©Copyright

Título do livro: Manual de Astrologia

Autor: Giampiero Tirelli in arte Antares Stanislas

© 2018, Giampiero Tirelli

TODOS OS DIREITOS RESERVADOS.

Introdução

Estou feliz por doar meu saber astrológico através deste manual. Depois de muitos anos exercitando a profissão de astrólogo, finalmente meu projeto-desejo de escrever um manual de astrologia original atingiu a maturidade, personalizado por minhas experiências em campo que são resumidas em mais de vinte anos de consultas e cursos online que me fizeram entender as necessidades educacionais da maioria daqueles que querem aprender esta arte.

Quem já leu meus livros de astrologia e cartomancia conhece minha forma de escrever, expor e conceituar. Uma forma muito prática e o mais simples possível. Isso deve ser entendido pela maioria dos leitores que comprarão este texto.

Em alguns aspectos, este texto terá uma abordagem única, partindo do fato de que não vou inserir nenhuma tabela para o cálculo do ascendente. Não inseri nenhuma referência aos grandes nomes da astrologia, como Ptolomeu (ver no dicionário astrológico ao fim do livro), porque já se passaram muitos séculos e a astrologia evoluiu; seria como falar do Dr. Bernard e seu primeiro transplante de coração, quando no ano em que escrevo este livro se opera de formas e com instrumentação totalmente diferente.

Também evitarei referencias à astronomia. Estudei como calcular o ascendente a mão através de tabelas, li Ptolomeu, e estudei astronomia. Devo concluir que, quanto mais cultura houver nesse setor, melhor será, mas eu não considero que tenha me omitido no propósito a alcançar com meu manual.

A base deste manual é muito prática, dará ao leitor um guia sobre a astrologia. Oferecerá noções sobre como realizar na prática uma interpretação de um mapa natal e fazer provisões astrológicas.

Sem hipocrisia podemos dizer que um astrólogo deve saber como fazer um gráfico natal ou calcular um ascendente, posso afirmar que isso é totalmente inútil uma vez que existem centenas de software gratuitos que ao inserirmos as datas de nascimento fazem este trabalho por nós em um minuto.

Em vez disso, quer surpreender alguém dizendo seu ascendente e em qual casa astrológica o Sol está, sem mover um dedo?

Para descobrir o ascendente basta ter o horário de nascimento e saber, como referência, que para um nascimento acontecido pela manhã (6 a.m.) seu ascendente corresponde ao seu signo zodiacal ou, no máximo, aquele que o procede ou precede. Para as 18.30 p.m o ascendente é o signo zodiacal oposto ao nosso signo de nascimento (no máximo aquele que o precede).

Partindo desta observação e assumindo um intervalo de duas horas a partir das 6 a.m., quando o ascendente está mais próximo ao nosso Sol, se pode calcular em qual setor astrológico está presente o Sol (diante desta questão é possível supor o signo ascendente).

Resumo destes intervalos:

0 a.m. - 2 a.m. – sol na terceira casa

2 a.m. – 4 a.m. – sol na segunda casa

4 a.m. – 6 a.m. – sol na primeira casa

6 a.m. – 8 a.m. – sol na decima segunda casa

8 a.m. – 10 a.m. – sol na decima primeira casa

10 a.m. – 12 p.m. – sol na decima casa

12 p.m. – 14 p.m. – sol na nona casa

14 p.m. – 16 p.m. – sol na oitava casa

16 p.m. – 18 p.m. – sol na sétima casa

18 p.m. – 20 p.m. – sol na sexta casa

20 p.m. – 22 p.m. – sol na quinta casa

22 p.m. – 23.59 p.m. – sol na quarta casa

- a ausência de precisão deste sistema empírico para o cálculo do ascendente e do setor do sol depende do período sazonal do ano civil e da latitude geográfica do local considerado para uma data de nascimento específica. Neste livro o local de referência é a Itália -

Explicarei neste manual a importância do ascendente e do Sol nas várias casas astrológicas para o fim de interpretação de um mapa natal, não irei me deter na explicação, com faria um manual clássico. Lembre-se de que, se não conhece os termos técnicos utilizados aqui, pode recorrer ao dicionário astrológico disponível no final do livro.

Este método empírico também é útil para confirmar o gráfico natal que irá produzir através de software ou cálculo manual. Para as 6 a.m., conforme dito anteriormente, é necessário suspeitar se o software informar que o sol de uma pessoa esteja no quinto setor (veremos quais são os setores e seus significados para aqueles ainda não os conheça) ou o cálculo manual/tabela onde o resultado seja o ascendente no décimo primeiro setor.

Também escreverei sobre as características dos signos zodiacais, ignorando combinações com pedras, cristais, cores e tudo o que para mim é fútil para a astrologia prática e preditiva. Para a minha astrologia não existe valor nos signos zodiacais em si mesmos se não estiverem relacionados aos conceitos de: ascendente, dominante (que vou explicar no texto), e no caso do setor vazio (que não contém nenhum planeta).

E outras numerosas noções serão introduzidas em cada capítulo para melhor utilização delas.

Na verdade, não acredito que praticar astrologia, interpretar um mapa natal, fazer previsões, ambos fazem parte deste manual, além de ler o significado dos aspectos, planetas, setores, etc… e encaminhá-los para a pessoa que deseja se analisar com a astrologia.

O objetivo deste manual é introduzir o leitor na astrologia com todas as noções preparatórias para a próxima etapa, a leitura de um mapa natal e suas previsões.

Enfatizo que não é propósito deste manual ensinar a leitura do mapa natal e a arte das previsões astrológicas. Recomendo consultar textos especializados para este fim. Não é possível pensar haver um único livro com toda a arte da astrologia. Este livro é composto por aproximadamente trezentas páginas, e remove noções e tabelas que não considero serem relevantes (isso utilizaria pelo menos cinquenta páginas). Pense se eu tivesse escrito sobre noções de astrologia de previsão e leitura de: mapa natal, transito, revolução solar, direção, astrologia horária (ver dicionário astrológico no final do livro para conhecer basicamente sobre em que consiste este sistema e método, que são muito utilizados)… ou teria chegado a duas mil páginas e teria problemas consideráveis de gestão, custo, tradução.

A quase totalidade dos astrólogos-autores confirma este meu pensamento fazendo várias publicações dedicadas a cada um dos temas em particular.

Obviamente os setores são descritos em muitos manuais e cada autor ilustra seu credo, e seu estudo, da forma mais agradável para si.

Esta é a primeira edição de um trabalho exigente que certamente trará erros de digitação. Para correção e para sugerir adições ou detalhes a serem inseridas em uma segunda edição, entre em contato comigo pelo Skype/nick: Antares.Stanislas.

O que é explicado nesta introdução é minha crença, a maneira de transmitir meu conhecimento, meu manual de astrologia para você... boa leitura.

Zodíaco

Todos possuem um conhecimento ainda vago das características do seu signo zodiacal.

Sem dúvida, a possibilidade de ter previsões sobre o próprio futuro e ser capaz de reconhecer-se em um caráter psicológico personalizado exerce poderosa atração sobre qualquer pessoa, mesmo naqueles que têm uma forma mental estritamente estruturada e rejeitam, a priori, toda interpretação da realidade confiada à intuição e à fantasia

A visão mais difundida da astrologia, intimamente ligada ao consumismo que é frequentemente proposto, ainda é a de uma disciplina divinatória que, com base nas posições planetárias e nas influências que as estrelas exercem sobre os aspectos humanos, fornece indicações mais ou menos exatas em eventos futuros.

Mas esta é uma leitura que reduz a Astrologia, que nos oferece, ao contrário, um profundo, refinado e completo sistema de representação da realidade do homem em todas as suas manifestações.

De fato, propõe um código simbólico, uma linguagem que implica uma série infinita de analogias através das quais podemos observar o mundo no qual estamos inseridos em uma relação de correspondência entre o interior e o exterior: microcosmo (homem) e o macrocosmo (as estrelas) são idealmente fundidos em todo sujeito à mesma dinâmica, às mesmas leis. Esta é a verdadeira mensagem do zodíaco.

A astrologia faz parte dessa herança de experiências e conhecimentos que acompanha o homem em sua evolução.

Um de seus aspectos mais marcantes é o fato de ter crescido com o homem, mudando e enriquecendo-se com todos os conteúdos produzidos gradualmente pela evolução da cultura, sociedade e consciência humana.

Nascido nos povos do Oriente, originalmente consistia na observação da esfera celeste e dos fenômenos naturais que pareciam ser marcados pelo movimento dos astros, onde misteriosas forças divinas eram reconhecidas.

A sucessão das estações, a alternância de dia e noite, os eclipses, o ritmo biológico de animais e plantas foram eventos anunciados pela passagem regular do Sol, da Lua, das constelações e dos vários planetas na abóbada celeste.

O homem antigo, que viveu em harmonia com a criação através de um sentimento de fusão com a natureza, também estendeu aos assuntos humanos a influência das estrelas que sustentam a intuição espontânea de fazer parte de um cosmos, que é de uma ordem perfeitamente estruturada na qual o céu e a terra estavam em total correspondência e harmonia.

Quando o planeta vermelho Marte apareceu, impulsos belicosos e agressivos que explodiram na natureza ou levaram os homens a lutar foram a ele associados, a constelação fria de Capricórnio coincidiu com a lembrança, a dureza, a melancolia do inverno.

De uma astrologia construída sobre analogias sazonais, foi então passada para a astrologia enriquecida com todas as implicações mitológicas, que são fundamentais para a compreensão da linguagem simbólica das estrelas.

A mitologia e a astrologia têm uma matriz comum: o homem deificou a natureza, personificou as forças naturais através da imaginação.

No mito, o homem projetou a si mesmo, seus sentimentos, seus medos, seus desejos.

As estrelas eram, portanto, uma representação dos deuses que governavam a vida do homem, uma emanação da divindade.

Aqui estão as razões para o poder atribuído a elas e a rede de correspondências que se estendiam de todos os aspectos da natureza (fenômenos, lugares, cores, perfumes, metais, animais, etc.) às características humanas, a um certo tipo de eventos.

Todo um mundo de analogias ligadas a Vênus como uma deusa do amor e da beleza (e como um planeta que a representava) diferia nitidamente daquela em que era atribuída a Júpiter, solene pai dos deuses.

Astrologia zodíaco tropical e sideral.

Uma das principais diferenças entre a Astrologia Sideral (Védica e Ocidental apresentam diferenças) e a Astrologia Tropical (Ocidental) é que o astrólogo védico se baseia no zodíaco sideral, enquanto o astrólogo ocidental utiliza o zodíaco tropical.

O Zodíaco Tropical foi introduzido 19 séculos atrás por Ptolomeu, que erroneamente acreditava que a Terra estava no centro do Universo.

O Zodíaco Sideral usado na Astrologia Védica tem uma base científica atual, baseia-se na precessão dos equinócios já conhecidos dos Indianos nos tempos védicos, mas também em outras civilizações antigas como: chinesa, egípcia, suméria e maia. Alguns estudiosos argumentam inequivocamente que a precessão dos equinócios deveria ser conhecida nas culturas do Oriente Médio muito antes da descoberta tradicional atribuída a Hiparco de Nicéia no século II a.C.

No mundo ocidental, Copérnico, que quase 15 séculos depois de Ptolomeu, no século XVI, transferia o Sol para o centro do sistema solar, a Astrologia Védica tem, portanto, uma base científica, enquanto o Ocidente se baseia em uma teoria astronômica provadamente errada, mas veremos como não invalida como foi então concebida:

A astrologia tropical baseia sua validade fornecendo a todos os setores e signos um valor e características imutáveis ao longo do tempo, ligando estações e signos, solstícios e equinócios que desempenham um papel determinante, enquanto a astrologia sideral ignora as estações e presta atenção às estrelas.

A precessão dos equinócios é baseada na rotação da Terra em seu eixo, o que determina a noite e o dia.

O eixo da Terra está inclinado no plano orbital ao redor do Sol, o que determina as quatro estações.

As primeiras civilizações foram brilhantes em reconhecer 4 pontos-chave em relação ao horizonte da Terra. Estes 4 pontos correspondem aos dois solstícios e aos dois equinócios.

Em geral, acredita-se que uma flecha hipotética que passa pelo eixo da Terra, apontando para o céu acima do Pólo Norte, permanece fixa em sua posição. Mas não é bem assim, a Terra oscila como um peão.

Em um arco de aproximadamente 25.920 anos, a oscilação faz com que a

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