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Anatomia Energética - As sutis dimensões do corpo humano (Em Português)

Anatomia Energética - As sutis dimensões do corpo humano (Em Português)

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Anatomia Energética - As sutis dimensões do corpo humano (Em Português)

avaliações:
2/5 (2 avaliações)
Comprimento:
199 página
2 horas
Editora:
Lançado em:
May 25, 2016
ISBN:
9788892610804
Formato:
Livro

Descrição

Conceitos de extraordinário interesse e beleza ilustram eficientemente a anatomia energética do ser humano, ampliando enormemente a habitual visão mística-esotérica e da medicina, da biologia e da biofísica. O campo energético do ser humano é apresentado na sua gênese, constituição, funcionamento e através de uma detalhada descrição de seus órgãos naturais, os vórtices ou chakras. São aqui expressos pela primeira vez temas inexistentes em outras fontes literárias e científicas, tais como: vórtices intrassomáticos, conjunto sonomedular, biorritmos arcanos, energética kundalini (apresentada com um enfoque inédito) e muitos outros. Também contém um precioso capítulo de exercícios práticos para desenvolver a capacidade de percepção dos vórtices ou chakras.
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May 25, 2016
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9788892610804
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Sobre o autor


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Amostra do Livro

Anatomia Energética - As sutis dimensões do corpo humano (Em Português) - Livio J. Vinardi

ÍNDICE

Relação das Figuras

Síntese da Obra

Prefácio

Cap. I

INTRODUÇÃO

Anatomia orgânica ou somática

Estados da matéria ou energia

Cap. II

DEMONSTRAÇÃO CIENTÍFICA DA EXISTÊNCIA DA AURA HUMANA

Esclarecimentos sobre as pesquisas

Esclarecimentos sobre o fator Q

Cap. III

CAMPO ENERGÉTICO HUMANO

Cap. IV

O SER HUMANO E SEUS CORPOS

Cap. V

CORPO PLANETÁRIO

Rotação, translação e movimento

Cap. VI

VÓRTICES OU CHAKRAS

Quantidade de vórtices

Classificação dos chakras

Dimensões aproximadas das diferentes categorias de vórtices

Ciclos de atividade do campo energético

Funções e dinâmica dos vórtices

Cap. VII

VÓRTICES MAGNOS – CLASSIFICAÇÃO E DETALHES

Quantidade de vórtices magnos

Funções dos vórtices

Tons nucleares dos vórtices

Cap. VIII

VÓRTICES GRANDES – CLASSIFICAÇÃO E DETALHES

Localização e quantidade dos vórtices grandes

Cap. IX

VÓRTICES MÉDIOS – CLASSIFICAÇÃO E DETALHES

Cap. X

VÓRTICES PEQUENOS

Cap. XI

VÓRTICES INTRASSOMÁTICOS

Cap. XII

KUNDALINI

Divisão ternária da energia kundalini

Cap. XIII

CONJUNTO SONOMEDULAR

Cap. XIV

ORGANIZAÇÕES CEREBRAIS E SUA CLASSIFICAÇÃO

Cap. XV

ALIMENTOS EXISTENCIAIS PRIMÁRIOS; ALIMENTAÇÃO DOS VÓRTICES

Cap. XVI

OPACIDADES AMBIENTAIS E PATOLOGIA ENERGÉTICA

Opacidades ambientais

Patologia energética

Cap. XVII

ENERGIAS NATURAIS E GERADAS – CLASSIFICAÇÃO E SENTIDOS DE GIRO

Energias naturais

Sentidos de giro

Energias geradas

Cap. XVIII

EXERCÍCIOS PRÁTICOS PARA DESENVOLVER A PERCEPÇÃO DOS VÓRTICES

Essência e personalidade

Indicações gerais para todos os exercícios

Exercício nº 1 – Mente em negro

Exercício nº 2 – Conscientização das áreas básicas, usando lâmpadas elétricas

Exercício nº 3 – Conscientização das áreas básicas, usando velas

A Alquimia e os elementos da natureza

Exercício nº 4 – Sensibilização alquímica do campo energético

Exercício nº 5 – Uso da lâmpada de néon (neônio)

Exercício nº 6 – Sensibilização alquímica dos chakras ou vórtices magnos

Importância da higiene

Cap. XIX

HEALING & SELF-HEALING

Que é healing & self-healing

Healing através das mãos

Healing em combinação com a biomagnética

Outros tipos de healing

Healing como prevenção

Cap. XX

BIORRITMOLOGIA

Que é biorritmo

Biorritmos primários (BP) ou básicos (BB)

Biorritmos secundários (BS)

Biorritmos cirúrgicos (BC)

Biorritmos arcanos (BA)

Cálculos biorrítmicos

Potenciais ou pedestais biorrítmicos

Algumas outras aplicações biorrítmicas

Conclusões

BIOGRAFIA SUCINTA DO AUTOR

APÊNDICE

Outras obras do mesmo autor

Contatos

ANATOMIA

ENERGÉTICA

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Não está permitida a reprodução total ou parcial desta obra sem a permissão prévia e por escrito dos titulares do Copyright.

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Livio J. Vinardi

ANATOMIA

ENERGÉTICA

As sutis dimensões do corpo humano

(Edição revisada)

RELAÇÃO DAS FIGURAS

Fig. II-1: Bobina eletromagnética em ação

mostrando a posição do paciente 23

Fig. II-2: Visão interna da bobina eletromagnética

com o autor ao fundo 23

Fig. II-3: O ímã na testa exemplifica um estímulo

biomagnético 24

Fig. II-4: Visão de alguns equipamentos utilizados no

controle e registro das medições 24

Fig. IV-1: Concatenação dos planos

somático-etérico-perietérico-astral interno

(esquema didático aproximativo) 38

Fig. V-1: Pião energético humano 46

Fig. VI-1: Campo energético humano

e alguns vórtices magnos 51

Fig. VI-2: Flores de campânula (ou convolvulácea) 52

Fig. VI-3: Exemplo de um vórtice 55

Fig. VI-4: Biorritmos e vórtices 58

Fig. VII-1: Os sete vórtices magnos 64

Fig. VII-2: Os doze vórtices magnos 65

Fig. IX-1: Vórtices médios auxiliares 77

Fig. XIII-1: Dispositivo sonomedular 91

Fig. XIII-2: Deslocamento do quadrilátero móvel 94

Fig. XVI-1: Exemplos de bloqueios diversos 102

Fig. XVII-1: Exemplos de energias naturais 106

Fig. XVII-2: Exemplos de energias geradas 109

Fig. XVIII-1: Diagrama alquímico de manifestação

dos elementos 122

Fig. XVIII-2A: Lâmpada néon acesa 125

Fig. XVIII-2B: Lâmpada néon apagada 125

Fig. XIX-1: A mão e suas energias 135

Fig. XIX-2A: Os dedos e suas energias específicas

(representação mais real) 136

Fig. XIX-2B: Os dedos e suas energias específicas

(representação mais didática) 137

Fig. XX-1: Representação gráfica de um biorritmo 146

Fig. XX-2: Curva biorrítmica e zonas de transição 147

SÍNTESE DA OBRA

Trata-se de um livro de nível básico e, sobretudo, conceitual, destinado a prover os conceitos fundamentais que constituem a anatomia energética, ou seja, os vórtices ou chakras.

Expõe e explica dois conceitos básicos: a) que os chakras ou vórtices do campo energético equivalem aos órgãos do corpo comum conhecido e, b) que, enquanto a anatomia comum é a que se apalpa em contato direto com outra pessoa, a anatomia energética é a que nasce no centro do organismo, o atravessa e o sobrepassa; este é o domínio dos vórtices ou chakras. No conceito comum da maioria das pessoas, o campo energético humano é conhecido como aura; esta aura é a que contém um campo energético, cujas células sutis são precisamente os vórtices ou chakras.

Esta obra, fácil e simples de se ler, carece de conceitos matemáticos e, portanto, é desenvolvida com uma linguagem básica e acessível a qualquer pessoa interessada nesta peculiar matéria. Nela se incluem vários capítulos inéditos e inexistentes em qualquer outra literatura ocultista, mística ou esotérica conhecida, seja em espanhol ou outros idiomas, tais como o conjunto sonomedular e a energia kundalini.

Considera-se que este é um livro muito adequado para compreender as bases da referida temática, geralmente exposta de modo parcial, incompleto ou então com terminologia muito vaga. Enfim, é uma obra fácil de ser compreendida por toda pessoa interessada, com nível médio de instrução.

Arlindo Fiorentin

Niterói (RJ), Brasil, outubro 2008.

PREFÁCIO

Antes de iniciar a leitura deste trabalho, é conveniente esclarecer certos conceitos para contribuir com seu melhor entendimento, em virtude do objetivo básico de divulgação simples e didática do mesmo.

Com referência ao termo chakra, trata-se de uma palavra sânscrita, que literalmente significa roda. Porém, o sânscrito é uma língua totalmente desconhecida para o autor e até muito raramente usada na Índia, onde atualmente se utiliza o hindi em paralelo com o inglês. Deve-se agregar ainda que o sânscrito é uma língua muito antiga, que se constitui de não menos que 35 consoantes e 17 vogais, e que possui um caráter muito amplo e simbólico, como o é em geral a literatura oriental. Enquanto no Oriente Idá e Pingalá, ou Yin e Yang, como exemplos, possuem muitos significados e sutis interpretações, tais termos aqui no Ocidente significam muito pouco ou quase nada, além de uma primeira acepção.

No outro extremo, a palavra vórtice se acha mencionada explicitamente no Dicionário Esotérico – Guia para o Estudo do Conhecimento Esotérico, de Zaniah, da editora Kier (Buenos Aires) e, ao que parece, foi cunhada pela filosofia rosacruz.

Ante esta alternativa o autor se ampara numa terceira posição, um tanto salomônica; por isto, em tudo quanto perfaz este breve tratado, empregará indistintamente os termos supracitados e deverá entender-se que significarão basicamente a mesma coisa.

Ante a necessidade do emprego de uma linguagem simples e que aponte, sobretudo, à claridade conceitual, o autor excluiu o uso de ferramentas de outra índole, tais como a Matemática e a Física Quântica, atendendo o desafio principal de se fazer entender por todo leitor de cultura mediana, porém, com grande desejo de se informar e saber.

Cap. I

INTRODUÇÃO

A anatomia é, talvez, o ramo científico da Biologia e da Medicina (e de certa forma também da Biofísica) que mais tem merecido atenção e estudo nos últimos séculos; ao longo deste dilatado período se fizeram muitos progressos e avanços, mas – ainda que possa parecer até inverossímil – é muitíssimo o que ainda falta por fazer. Tomando como base a anatomia humana, seguramente qualquer estudante de Medicina terá participado e experimentado em operações cirúrgicas, biópsias e necrópsias, que somariam muitos milhões de casos que se praticam diariamente em qualquer sala cirúrgica ou sala de estudos práticos, em qualquer lugar do mundo.

A unidade vital do bios, ou vida, é a célula; esta tem uma infinidade de combinações e manifestações, apesar de que, em princípio, existem só quatro diferentes tipos de tecidos. Qualquer interessado ou mesmo curioso pode achar esta informação em tratados básicos de divulgação científica e referências relativas à vida humana; os livros escritos nesta matéria já são incontáveis.

A célula humana é a mínima unidade vital e é exatamente a base de tudo quanto estuda a Biologia. A célula consta de um núcleo, um citoplasma e uma membrana, ou seja, um ternário. Curiosamente, este ternário é praticamente universal e aplicável a todas as ordens das manifestações possíveis, como se verá mais adiante. Por detrás da célula a Biologia carece de grande consistência, já que se penetra no mundo das moléculas e átomos, das partículas subatômicas, dos corpúsculos e das ondas. Entra-se em um terreno à margem, onde da Bioquímica se passa à Química, dali para a Físico-Química e depois, finalmente, ao mundo da Física.

Não obstante a matéria possa parecer complexa, tentar-se-á abordá-la e descrevê-la do modo mais simples e conceitual possível. A razão disto é, primordialmente,

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  • (4/5)
    Eu gostei muito deste livro, para quem conhece um pouco e estuda medicina alternativa é muito válido.