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Uma esposa para um milionário

Uma esposa para um milionário

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Uma esposa para um milionário

Duração:
154 páginas
2 horas
Lançados:
Feb 1, 2019
ISBN:
9788413075860
Formato:
Livro

Descrição

O milionário Daniel Hamilton tinha encontrado a esposa perfeita. Cathy não estava interessada em subir de posição social nem económica como as mulheres a quem ele estava acostumado. O problema era que a trabalhadora e independente mãe solteira se tinha sentido cómoda com ele porque tinha pensado que Daniel não tinha um centavo, assim como ela.
Daniel tinha a intenção de lhe confessar a verdade. Tentou contar-lhe que era o solteiro mais rico da zona e depois pedir-lhe que se casasse com ele. Mas, antes de poder esclarecer o assunto, Cathy descobriu a verdade por si mesma...
Lançados:
Feb 1, 2019
ISBN:
9788413075860
Formato:
Livro

Sobre o autor


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Amostra do livro

Uma esposa para um milionário - Laura Martin

Editado por Harlequin Ibérica.

Uma divisão de HarperCollins Ibérica, S.A.

Núñez de Balboa, 56

28001 Madrid

© 1999 Laura Martin

© 2019 Harlequin Ibérica, uma divisão de HarperCollins Ibérica, S.A.

Uma esposa para um milionário, n.º 473 - fevereiro 2019

Título original: Marrying a Millionaire

Publicado originalmente por Harlequin Enterprises, Ltd.

Reservados todos os direitos de acordo com a legislação em vigor, incluindo os de reprodução, total ou parcial.

Esta edição foi publicada com a autorização de Harlequin Books S.A.

Esta é uma obra de ficção. Nomes, carateres, lugares e situações são produto da imaginação do autor ou são utilizados ficticiamente, e qualquer semelhança com pessoas, vivas ou mortas, estabelecimentos de negócios (comerciais), feitos ou situações são pura coincidência.

® Harlequin, Sabrina e logótipo Harlequin são marcas registadas propriedades de Harlequin Enterprises Limited.

® e ™ são marcas registadas por Harlequin Enterprises Limited e suas filiais, utilizadas com licença.

As marcas em que aparece ® estão registadas na Oficina Española de Patentes y Marcas e noutros países.

Imagem de portada utilizada com a permissão de Harlequin Enterprises Limited.

Todos os direitos estão reservados.

I.S.B.N.: 978-84-1307-586-0

Conversão ebook: MT Color & Diseño, S.L.

Sumário

Créditos

Capítulo 1

Capítulo 2

Capítulo 3

Capítulo 4

Capítulo 5

Capítulo 6

Capítulo 7

Capítulo 8

Capítulo 9

Capítulo 10

Epílogo

Se gostou deste livro…

Capítulo 1

– Mamã, fale-me outra vez sobre a nossa casa nova!

Cathy fechou mais uma caixa de papelão com os seus utensílios de cozinha e sentou-se sobre os calcanhares. Aproveitaria para descansar alguns minutos enquanto atendia o pedido do filho.

Estava de pé desde que amanhecera, ansiosa por deixar tudo preparado e organizado para a mudança, e embora ainda fossem apenas três horas da tarde, sentia-se completamente exausta.

– É uma casa antiga com quatro janelas pequenas que dão de frente para uma rua estreita. O jardim não é muito grande, mas há um quintal nos fundos.

Robbie subiu para o seu colo e colocou os dois bracinhos em redor do seu pescoço.

– Agora fala-me sobre a árvore!

Cathy sorriu e aconchegou-se ao filho.

– Há uma linda macieira no jardim, mesmo debaixo da janela do teu quarto que, em breve, estará coberta de flores e mais tarde de maçãs que poderemos apanhar e comer à hora que quisermos.

– E ninguém nos mandará sair de perto?

– Não. Ela será toda nossa – afirmou Cathy.

– Quer dizer que poderemos apanhar as maçãs também à noite?

– Também.

O entusiasmo do filho fê-la sorrir outra vez.

– Mal posso esperar para subir à árvore! – exclamou Robbie. E antes que ela tivesse oportunidade de responder que esse desejo não seria atendido enquanto ele ainda fosse pequeno, o menino quis saber se teria amigos com quem brincar.

Cathy apressou-se a tranquilizá-lo. Sabia como Robbie estava preocupado nesse sentido.

– Tenho a certeza de que há muitas crianças na vizinhança. A casa fica perto de uma escola que tem um recreio muito grande.

– Se eu não gostar, poderemos voltar para cá?

Cathy atirou a cabeça para trás de forma que os cabelos ruivos esvoaçaram. Os seus olhos pousaram nas paredes em seu redor. O apartamento era minúsculo. Levantou-se e olhou pela janela. A vista não era muito melhor. Não havia nenhuma árvore para ser admirada. Apenas um aglomerado de prédios e um céu cinzento.

Não gostava de viver na cidade. A única vantagem que via em construírem prédios era a economia de espaço. Não queria que o seu filho crescesse entre quatro paredes, sem contacto com a terra, com a natureza.

– Cos Dale disse-me que a vida no campo é muito monótona – continuou Robbie. – Não há lojas. Se quiseres comprar um doce, tens que andar quilómetros.

– Assim que estivermos instalados, convida o Cos para passar uns dias contigo. Ele voltará para casa com outras ideias sobre o campo. Não fiques preocupado com o que Cos e os outros te disseram, querido.

Daniel levantou a gola do casaco. O frio estava intenso. E a humidade parecia penetrar nos ossos. Tinha que mandar consertar o sistema de calefacção do seu Land Rover. Março costumava ser um mês frio, mas nunca como naquele ano.

A noite já tinha caído na aldeia. O silêncio era quase absoluto. Se não fossem as luzes acesas nas casas, diria que o lugar estava deserto.

Passou pelo velho posto de gasolina e diminuiu a velocidade. Quando tentou travar, notou que os travões também precisavam de ser reparados. Por pouco não bateu na carrinha. A visibilidade não estava boa devido à chuva.

Quem seria o irresponsável que estacionara o veículo em fila dupla? Ainda por cima com móveis em cima? Olhou para o lado. Conhecia aquela aldeia como a palma da sua mão. Alguém se estava a mudar para a velha casa e a julgar pela quantidade de objectos que ainda estavam para ser transportados, a rua continuaria impedida por um longo tempo.

Irritado por ter de procurar um caminho alternativo, Daniel estava a preparar-se para fazer marcha atrás quando um jovem com um boné de basebol saiu da casa e veio na sua direcção.

– Lamento, amigo, mas não posso fazer nada. Ainda vai levar mais de uma hora até que consiga terminar esta mudança. O meu colega não apareceu e tenho que carregar tudo sozinho.

Daniel ficou a olhar enquanto o jovem subia para a carrinha e tentava erguer a cabeceira de uma cama.

– Eh, não faça isso! Quer acabar com a sua coluna? – gritou Daniel.

O rapaz suspirou e Daniel balançou a cabeça. Um minuto depois estava a vestir uma capa de chuva que tirou do banco de trás do Land Rover. Não havia escapatória. Se não ajudasse na mudança e o rapaz se magoasse, a sua consciência não lhe daria tréguas.

A cama não era exactamente pesada, mas difícil de manobrar. O facto de surgir outro ajudante, com um impermeável amarelo-canário, não mudou o quadro. Ao contrário. As suas tentativas de participar da operação quase o levaram para o chão.

Assim, foi um alívio ver o móvel fora da camioneta e a caminho de casa.

Uma vez lá dentro, o rapaz de amarelo moveu-se com a rapidez de um raio e indicou a escada e depois o quarto.

– Aqui, por favor.

A voz era feminina e muito agradável. Daniel reprovou-se por não ter notado antes que se tratava de uma mulher. Mais ainda quando ela fez o gorro deslizar pelos ombros e sacudiu a cascata de cabelos vermelhos e ondulados.

Ela era linda. Quando deu por si, Daniel estava a olhar fixamente para o rosto delicado e para os olhos verdes como esmeraldas. Um sorriso tímido trouxe-o de volta à razão.

– Foi muita amabilidade sua. Nós não teríamos conseguido sem si. Não é, Gary?

O tal Gary concordou com um gesto de cabeça.

– É verdade. Mas ainda faltam duas peças. Será que poderia dar-me mais uma ajuda? Em seguida, deixarei o caminho livre para que passe com o seu carro.

– Claro que sim – respondeu Daniel, sem parar de olhar para a mulher e reparar no cansaço que se traduzia em profundas olheiras. – Ele e eu daremos conta do recado. Não se preocupe.

– Obrigada – Cathy agradeceu. – Vou aproveitar e vou ver o Robbie.

– Robbie?

– O meu filho. Ele está a dormir num canto da sala. Ajeitei duas cadeiras enquanto a cama não chegava.

Passaram-se mais trinta minutos até que a carrinha fosse esvaziada.

– Obrigado, amigo. Não teríamos conseguido sem a sua força – agradeceu Gary com a mão estendida. – Se houvesse um bar por perto, eu pagava-lhe uma cerveja.

– Há um, mas infelizmente não posso acompanhá-lo. Tenho um compromisso.

– Você está todo molhado. Lamento, por esta trabalheira e pelo inconveniente – disse ela.

A capa amarela não escondia as calças de ganga largas e desbotadas e a camisa vermelha que realçava ainda mais a cor vibrante dos cabelos. Agora, ela carregava nos braços um menino de aproximadamente cinco anos de cabelos castanhos.

– Ele dorme como um bebé.

– Graças a Deus! – exclamou Cathy com um sorriso. – Não tenho muito para oferecer, mas quer tomar uma chávena de chá antes de se ir embora?

A voz era atraente: doce e suave. O tipo de voz que permanecia na mente. Daniel sentiu-se tentado a aceitar a oferta, mas declinou-a ao perceber o perigo.

– Gostaria muito, mas não posso, obrigado. E você já tem o suficiente com que se ocupar – Daniel olhou para Gary e novamente para a nova moradora de Langford. – Bom trabalho.

– Vou tirar a carrinha do caminho – declarou Gary em voz alta, o que fez o menino agitar-se no sono.

A mãe protegeu a criança com o cobertor e sussurrou algumas palavras enquanto lhe beijava os cabelos.

– Ele está cansado. Foi um dia e tanto.

Daniel fez um movimento afirmativo com a cabeça, sorriu e afastou-se com relutância. Enquanto esperava que Gary tirasse a camioneta da sua frente, olhou mais uma vez para a casa e para a única lâmpada que iluminava a sala sem cortinas. Pensou no frio e na simplicidade daquela moradia. Não vira nenhum aparelho de aquecimento.

A camioneta começou a mover-se. Daniel ligou o motor, deu uma última olhadela na casa e só então lhe ocorreu que não sabia o nome da mulher.

Tudo o que Cathy queria fazer era deitar-se e dormir, algo completamente impossível naquele caos. Não sabia por onde começar. Após tantas noites de insónia, preocupada com a mudança, receosa de ter dado um passo errado, sentia uma necessidade imensa de parar de pensar e relaxar.

Levou Robbie até ao quarto e acomodou-o na cama sob uma pilha de cobertores. Esfregou as mãos antes de tocar o rosto dele e verificar a sua temperatura. Ao contrário dela, ele estava deliciosamente aquecido.

Endireitou o corpo e estremeceu. Uma corrente de ar gelado vinha de algum lugar. Desceu a escada e descobriu o que era. Gary tinha deixado a porta aberta.

Antes que pudesse fechá-la, viu o velho amigo de infância que regressava.

– Queres comer ou beber algo antes de ires? – perguntou, e mal conteve um suspiro de alívio quando a oferta foi recusada.

– Não, obrigado. Tenho de devolver a camioneta. Marty quere-a de volta às nove horas. Não me quero atrasar.

Cathy inclinou-se e beijou-o no rosto.

– Foste um grande amigo. Anda visitar-nos sempre que quiseres.

Gary balançou a cabeça.

– Confesso que não entendo

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