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Um amor de pai

Um amor de pai

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Um amor de pai

Duração:
149 páginas
1 hora
Lançados:
Feb 1, 2019
ISBN:
9788413075815
Formato:
Livro

Descrição

O único homem que Kate tinha amado estava ali, ao seu lado. O seu coração sobressaltou-se, como sempre, mas lamentou terrivelmente aquele encontro e o facto de pensar que Patric conheceria o seu filho de seis anos. Kate tinha sonhado que seriam uma família, mas sabia muito bem que a atroz verdade que ocultava, a verdade que nunca poderia contar a Patric, os manteria sempre separados. No entanto, ali estava ele, depois de sete anos e, apesar de tudo o que tinha acontecido, não podia evitar que no seu interior ressurgisse a esperança...
Lançados:
Feb 1, 2019
ISBN:
9788413075815
Formato:
Livro

Sobre o autor

As a child books took Robyn Donald to places far away from her village in Northland, New Zealand. Then, as well as becoming a teacher, marrying and raising two children, she discovered romances and read them voraciously. So much she decided to write one. When her first book was accepted by Harlequin she felt she’d arrived home. Robyn still lives in Northland, using the landscape as a setting for her work. Her life is enriched by friends she’s made among writers and readers.


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Amostra do livro

Um amor de pai - Robyn Donald

Editado por Harlequin Ibérica.

Uma divisão de HarperCollins Ibérica, S.A.

Núñez de Balboa, 56

28001 Madrid

© 1999 Robyn Donald

© 2019 Harlequin Ibérica, uma divisão de HarperCollins Ibérica, S.A.

Um amor de pai, n.º 468 - fevereiro 2019

Título original: The Paternity Affair

Publicado originalmente por Harlequin Enterprises, Ltd.

Reservados todos os direitos de acordo com a legislação em vigor, incluindo os de reprodução, total ou parcial.

Esta edição foi publicada com a autorização de Harlequin Books S.A.

Esta é uma obra de ficção. Nomes, carateres, lugares e situações são produto da imaginação do autor ou são utilizados ficticiamente, e qualquer semelhança com pessoas, vivas ou mortas, estabelecimentos de negócios (comerciais), feitos ou situações são pura coincidência.

® Harlequin, Sabrina e logótipo Harlequin são marcas registadas propriedades de Harlequin Enterprises Limited.

® e ™ são marcas registadas por Harlequin Enterprises Limited e suas filiais, utilizadas com licença.

As marcas em que aparece ® estão registadas na Oficina Española de Patentes y Marcas e noutros países.

Imagem de portada utilizada com a permissão de Harlequin Enterprises Limited.

Todos os direitos estão reservados.

I.S.B.N.: 978-84-1307-581-5

Conversão ebook: MT Color & Diseño, S.L.

Sumário

Créditos

Capítulo 1

Capítulo 2

Capítulo 3

Capítulo 4

Capítulo 5

Capítulo 6

Capítulo 7

Capítulo 8

Capítulo 9

Capítulo 10

Capítulo 11

Se gostou deste livro…

Capítulo 1

Kate Brown orou em silêncio, pedindo a Deus que aquela tortura terminasse depressa. Ao seu lado, o filho, Nick, dava gritos de alegria enquanto o carrinho da montanha-russa rolava, veloz, depois de os manter por alguns segundos suspensos no ar, de cabeça para baixo.

Com esforço, ela abriu um pouco os olhos para o cenário do parque, que parecia oscilar fora do eixo, provocando um frio no estômago.

– Mantêm as mãos firmes na barra, Nick!

– Ora, mamã! – protestou o menino, mas obedeceu.

Kate baixou de novo as pálpebras ao ser atirada para o alto, na expectativa arrepiante de mais um looping.

Pensou nas mãos de Nick, compridas e bronzeadas como as suas, com os longos dedos delgados agarrando o ferro. Na verdade, a semelhança entre os dois ia muito além disso. Eram tão parecidos, que, por onde passavam, provocavam o espanto das pessoas.

Já quanto à coragem, ou o que quer que o fizesse enfrentar com tanto entusiasmo a montanha-russa, Nick devia tê-la herdado dos pais de Kate. Só não fazia ideia de onde tinha vindo aquele seu charme descontraído.

Decerto não do pai dele, concluiu. Lembrar-se daquele homem era o pior que lhe podia acontecer naquela situação de stress, em que o sangue lhe subia à cabeça e o coração quase parava de bater.

Com a prática adquirida em sete solitários anos, Kate sintonizou a mente noutro assunto, até relaxar por completo quando o carrinho parou ao nível do solo. Graças aos céus, tinha terminado!

– Podemos ir de novo, mamã? Foi bom demais!

– Queres matar-me, filho? – Kate encarou-o com óbvia reprovação.

O menino sorriu, fazendo brilhar os olhos verdes-azulados, da mesma tonalidade dos da mãe.

– Aposto que gostaste. E a segunda vez é melhor, porque já sabes o que vai acontecer.

– Uma volta nesse brinquedo é suficiente para toda uma vida – rebateu ela, agarrando-o pelo pulso e caminhando em direcção à saída. – Além disso, o parque vai fechar. Se queres nadar antes que escureça, temos que ir agora. Anoitece cedo por aqui.

O desapontamento de Nick foi logo superado pela sua expressão altiva.

– Está bem.

Kate dirigiu-lhe um olhar amoroso e agradecido. No entanto, mal o soltou, uma espécie de sexto sentido fê-la ficar tensa. Adivinhou um olhar frio nas suas costas e, por instinto, aproximou-se de Nick como se necessitasse de protegê-lo de uma ameaça.

– Olá, Kate – a voz de Patric Sutherland soou, como sempre, ferina.

Ainda zonza da aventura recém-vivida, ela sentiu a garganta seca, as ideias baralhadas. Mal conseguiu ouvir a exclamação de Nick; de seguida teve um princípio de desmaio. Os braços fortes de Patric mantiveram-na de pé durante a vertigem.

– Apoia-te em mim, Kate. Foi só um choque, Nick. Ela está bem.

O menino não sabia como ajudar. Afagou o rosto da mãe.

– Nick? – chamou Kate, preocupada, voltando a si aos poucos.

– Não te preocupes com o rapaz – pediu Patric, enquanto ela se desenvencilhava do seu abraço.

– Mamã?

Abrindo os olhos e pestanejando com força, Kate enlaçou o filho, pensando em como ele era alto para os seus seis anos de idade e como ainda estava pálido com o susto.

Acariciou os seus revoltos cabelos negros, na tentativa de o acalmar. Nessas acções, permaneceu indiferente ao homem que a socorrera.

– Deve ter sido o excesso de sol, querido.

– Não te disse para trazeres um chapéu, mãe? Tens a certeza de que está tudo normal?

– Sim, claro, meu amor.

– Então, ele não te vai voltar a segurar? – Nick indicou Patric com a cabeça, revelando uma ponta de ciúme infantil.

– Não, já me posso pôr de pé sozinha.

Patric continuou a segurar Kate. O seu toque e a sua proximidade perturbavam-na mais do que gostaria de admitir.

«Tenho que sair daqui depressa!»

Fora um encontro imprevisto, indesejado. E, antes que Kate pudesse demonstrar a sua contrariedade, a expressão severa de Patric dissuadiu-a.

– Tu precisas de tomar alguma coisa. Venham comigo.

Kate conhecia bem aquela atitude. Não adiantava objectar nem protestar. Em breve, estaria sentada com ele, na frescura de um salão de chá.

Desde muito jovem, Patric tinha a sua maneira peculiar de conseguir as coisas, e o longo período de ausência só tinha feito burilar o seu magnetismo. Antes, ele era dono de intenso carisma. Agora, irradiava determinação e poder.

O destino, ou qualquer outra força desconhecida, tinha-os colocado de novo frente a frente.

Kate sorriu perante essa ideia e segurou o pulso do filho. Após um olhar pouco amistoso para o homem que prendia a sua mãe, Nick aconchegou-se a ela, buscando protecção. Kate abraçou-o, enquanto a cor voltava às suas faces.

– Precisas de uma boa chávena de chá – insistiu Patric.

– Está bem.

Alguns minutos depois, numa das alamedas do parque, entraram no bar onde Kate esperava recompor as suas forças. Mas de onde é que tinha surgido Patric? Estaria agora a viver na Austrália? Ali mesmo em Brisbane, na Costa Dourada?

Impossível. Como director de uma das maiores e mais poderosas companhias aéreas da Nova Zelândia, devia morar em Auckland, embora Kate soubesse pelos jornais que ele também tinha uma casa em Aspen, no Colorado, e apartamentos em Londres e Nova Iorque.

Tornara-se um homem do mundo.

No ambiente agradável e fresco, Patric puxou uma cadeira para Kate e, assim que ela se sentou, chamou uma empregada. Poucas pessoas como ele podiam obter um atendimento instantâneo, devido à combinação dos seus quase dois metros de altura e do porte atlético com o semblante que transmitia autoridade.

– Chá ou café, Kate?

– Chá, Patric, obrigada.

– E tu, rapagão? – a empregada dirigiu-se a Nick.

– Sumo de laranja – pediu o menino, após constatar que não serviam gelados.

A empregada anotou o pedido e recebeu um sorriso de Patric, em sinal de agradecimento. Kate não pôde culpar a jovem por corar. Ela própria tinha sucumbido àquele charme fatal durante toda a adolescência.

Ao voltar-se, Patric já reassumira o ar sério que acentuava as suas feições. Examinou Kate sem se preocupar em disfarçar. Deteve-se no seu dedo anelar, notando a ausência de aliança.

– Não mudaste nada em todos estes anos, Kate Brown. Continuas bonita como sempre.

– Gentileza a tua – suspirou de leve a fim de esconder a mescla de emoções que a dominava.

– Estás a viver na Austrália?

– Não.

Kate dirigiu um severo olhar de censura ao menino, para que ele não encarasse Patric nem entrasse na conversa. Nick permaneceu em silêncio.

– Então, ainda vives na Nova Zelândia?

Quase sete anos antes, quando Kate mal completara dezoito e se entregara de corpo e alma a Patric, ele tinha afundado o nariz naqueles cabelos castanhos, pedindo-lhe que jamais os cortasse curtos.

Será que ele se lembrava? Sim, supôs ela, e o seu coração bateu mais forte perante a lembrança daquela febril paixão do passado.

– Sim, Patric, vivo. E tu?

– Só estou aqui em negócios – a boca firme e sensual retorceu-se um pouco.

Kate conseguiu sorrir, apesar do nervosismo.

– Deve ser um bom lugar para trabalhar.

– Depende do tipo de negócio. Bem, Kate, já percebeste que ainda não nos apresentaste? – ele olhava para Nick.

Kate teve vontade de rir diante da formalidade de Patric, mas conteve-se.

– Este é o meu filho, Nick. Querido, este é um velho amigo meu, Patric Sutherland.

– Muito prazer – com solene polidez, Nick estendeu a mãozinha.

– Quantos anos tens, Nick?

– Seis. Quer dizer, ainda não fiz. Faltam duas semanas.

Kate não se deixou enganar pela curiosidade de Patric. Sob a sua aparente descontracção, ele devia estar a fazer cálculos e conjecturas.

Uma exasperante mistura de desespero e humilhação tomou conta dela. Acabaria por ter que lhe contar, e isso arruinaria a fantasia que escondera no fundo da sua mente e que lá permanecera até àquele perturbador reencontro.

«Bem-vinda à realidade, Kate Brown. Antes tarde do que nunca, desde que esse belo conto de fadas não magoe ninguém.»

– Tu és alto para a tua idade, Nick.

– Sou mesmo – o menino sorriu, apreciando ser o centro das atenções. Costumava ser reservado com estranhos, mas parecia sucumbir com facilidade ao encanto de Patric. – Em breve serei mais alto do que a mamã. E ela vai fazer vinte e cinco anos! O senhor Frost diz que a minha mãe parece ser minha irmã.

– E quem é o senhor Frost?

– O meu professor.

Kate resolveu interromper a progressiva marcha para a sua privacidade.

– O que é que te trouxe para a Costa Dourada, Patric?

O nome dele, que não pronunciava desde que se separaram, passou com dificuldade pelos seus lábios, mas bastou tê-lo dito para quebrar a barreira que construíra com

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