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Me Leve a Pernambuco

Notas:
246 páginas1 hora

Resumo

Saber de nossa história exige romper com retratos imaginários e realizar um esforço que esteja liberto do rigor de sentimentos e da cortina intuitiva harmoniosa e fluente na nossa maneira de agir e reagir.

Pernambuco surge-nos de um passado cheio de fascínio inesperado, documentado de um gesto aparentemente natural que apresenta uma variedade espetacular de homens e cultura. O Estado aqui é investigado não somente num período de tensões imperiais, sendo assim, para melhor compreender todo o ordenamento da história do Estado.

Navegamos por todos os aspectos de uma das mais prósperas urbes coloniais daquele tempo. Era daqui que partiam as forças armadas e o movimento colonizador nas décadas dos séculos XVI a XVII. Um convite honesto das muitas oportunidades que iriam se dar, às vezes, séculos a frente em outras partes do Brasil.
Estas intensas disputas pelo lucro na região impulsionam movimentos de toda espécie, além dos enfrentamentos de barreira de índios consorciados com tradicionais inimigos nos campos de batalha europeu que aqui reproduziram em épocas distintas, com franceses e neerlandeses.
Foi de Pernambuco que se criou as capitanias reais da Paraíba, Rio Grande do Norte, Ceará e São Luís, na bem sucedida donataria de Duarte Coelho em busca de novas áreas para a implantação do “ouro branco” – base material de todo o poder e prestígio com reconhecimento na expansão da fé católica e dos domínios de Sua Majestade.
Pernambuco provocou uma certa inveja por sobrepujar outras capitanias e tornar em risco diversos empreendimentos da Coroa na região.
Enobrecida de templos e edifícios de valor, Pernambuco se fez de uma forma estonteante. O leitor poderá – ao navegar pelo conteúdo deste livro, saber por quê o Estado é um berço cultural de quase tudo que as outras herdaram.
Confira.

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