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Fascinando o seu Patife: Legado Perpétuo 10, #10

Fascinando o seu Patife: Legado Perpétuo 10, #10

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Fascinando o seu Patife: Legado Perpétuo 10, #10

Duração:
200 páginas
2 horas
Lançados:
Apr 6, 2019
ISBN:
9781547579440
Formato:
Livro

Descrição

Lady Catherine Langdon é especial, e não por ela ser a filha de um duque. Ela vem de uma longa linhagem de pessoas nascidas com dons extraordinários, e ela é um dos poucos que tem uma variação de todos os três. Às vésperas da guerra ela tomará uma decisão que irá alterar toda a sua vida: amor ou dever.

Asher Rossington, o Marquês de Seabrook, decidiu ainda jovem que nunca teria uma vida ociosa. O pai o proibiu de ser um espião da coroa, mas ele escolheu ignorá-lo. Ash nunca se arrependeu de sua decisão, mas desejava poder ter reparado sua relação com o pai antes que ele morresse. Agora que o mundo está em total desordem, ele precisa fazer outra decisão difícil: continuar sendo um espião para o rei e seu país, ou ir para casa e honrar o título do pai.

A Grande Guerra coloca Catherine e Asher um na vida do outro. Só o tempo dirá se eles estão destinados a ficarem juntos, ou se eles servirão a um propósito maior.

Lançados:
Apr 6, 2019
ISBN:
9781547579440
Formato:
Livro

Sobre o autor

USA TODAY Bestselling author, DAWN BROWER writes both historical and contemporary romance.There are always stories inside her head; she just never thought she could make them come to life. That creativity has finally found an outlet.Growing up she was the only girl out of six children. She is a single mother of two teenage boys; there is never a dull moment in her life. Reading books is her favorite hobby and she loves all genres.For more information about upcoming releases or to contact Dawn Brower go to her website: authordawnbrower.com


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Fascinando o seu Patife - Dawn Brower

Fascinando o seu Patife

Legado Perpétuo 10

Um Romance da Série Ligados Através do Tempo

––––––––

Dawn Brower

Esta é uma obra de ficção. Nomes, personagens, lugares e incidentes são produtos da imaginação do autor ou estão sendo usados de forma ficcional e não foram idealizados como se fossem realidade. Qualquer semelhança com locais, organização ou pessoas, vivas ou mortas, é mera coincidência.

Charming Her Rogue 2018 Copyright © Dawn Brower 

Capa e Edição por Victoria Miller

Todos os direitos reservados. Nenhuma parte deste livro pode ser utilizada ou reproduzida em meio eletrônico, ou impressa sem permissão por escrito, exceto no caso de breves citações incorporadas nas avaliações.

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Agradecimentos

Obrigada a aqueles que me ajudaram a polir este livro. Elizabeth, você é a número um. A melhor de todas. E mais uma vez, obrigada à minha maravilhosa editora, Victoria Miller. Você faz de mim uma escritora melhor e sem você eu nunca estaria onde estou hoje.

Dedicatória

Durante a vida, nos deparamos muitas escolhas. Este livro fala de lealdade, dever e amor. Cada um deles tem um papel nas decisões que os personagens fazem, e elas nunca são fáceis, mas esta é a essência da vida. Nunca estamos certos sobre para que lado ir ou se o lado escolhido é o correto. Muitas vezes não descobrimos o resultado até que seja tarde demais para mudar o curso. Este livro é para todos aqueles que não estão certos sobre o futuro, mas que prosseguem mesmo em face das adversidades. Continue lutando, vivendo e amando. Esta é a única coisa que você pode fazer. Só seja você.

CAPÍTULO UM

18 de Junho de 1914

Lady Catherine Langdon girou o champanhe em seu corpo, olhando enquanto as bolhas iam de encontro à lateral da taça de cristal. A música ecoava pela sala enquanto um violinista tocava As Quatro Estações de Vivaldi. Catherine teria preferido algo um pouco mais tranquilo para aplacar a angústia, mas não tinha muita voz ativa para qualquer coisa na sua vida. Considerava-se uma mulher moderna, e ainda assim tinha que seguir os ditames da sociedade.

Aos vinte e um anos, teria gostado de ter a sua própria casa e de poder usar a sua herança da maneira que lhe conviesse. Mas este não era o seu destino. O pai tinha assegurado que tivesse um guardião para todas essas coisas, e ela não poderia controlar os seus fundos até daqui a quatro anos. Caso se casasse, eles iriam para o seu marido. Catherine não tinha nenhuma intenção de permitir que algo tão arcaico acontecesse consigo. Nenhum homem teria poder sobre a sua pessoa.

—Você também acha esses jantares tremendamente aborrecidos? — um homem perguntou às suas costas.

Tinha estado tão perdida em seus pensamentos que não reparou em sua presença até que ele falasse. Catherine se virou para olhá-lo. Ele era alto e intrépido. Algumas damas poderia ficar intimidadas por isso, mas não Catherine. Ele tinha o cabelo da cor do ouro com reflexos mais claros que sugeriam que ele passava muito tempo ao ar livre. Uma mecha estava solta sobre a sua testa formando um cacho hipnotizante. Os olhos dele pareciam esmeraldas brilhantes que a hipnotizaram por breves segundos até que recuperou a compostura.

—Eles podem ser muito tediosos, — ela confirmou. —Mas parece que eles são uma necessidade para o embaixador. — Sir Benjamin Villiers, o seu guardião, era o secretário do embaixador. Catherine estava vivendo com ele na França há mais de um ano, desde a morte do pai. Muitas damas ficariam animadas por morarem em Paris e terem acesso à última moda, mas não ela – nunca ela. Catherine herdou o cabelo escuro do pai, o antigo Duque de Thornly, mas os olhos azul safira eram da mãe. O título do pai tinha passado para um primo que mal conhecia. A mãe morrera no parto – depois de uma das muitas vezes que tentou dar ao duque o herdeiro que ele precisava – para ser mais precisa, desejava – com desespero. Infelizmente, nem a mãe nem a criança sobreviveram. Ela estava completamente sozinha, e às vezes isso era mais do que podia suportar.

Queria muito mais que vestidos bonitos e enfeites brilhantes. Eles eram bons, e ela gostava muito de não ter que precisar se preocupar com dinheiro. Mas algumas coisas eram muito mais importantes. Ela vinha estudando escondido para se tornar enfermeira. Sir Benjamin ficaria chocado se descobrisse. Rezava para que ele continuasse alheio ao seu passatempo. Com o atual clima político, temia que tais habilidades poderiam vir a ser necessárias – embora orasse para que estivesse errada.

Certos dons tinham sido concedidos aos membros da sua família há séculos. Alguns dos seus ancestrais tinham sido condenados por bruxaria. Sua mãe era uma descendente direta dessa linhagem, e agora ela. O nome de Catherine era uma variação do nome de uma dessas bruxas – Caitrìona. Catherine até mesmo tinha o mesmo dom da mulher que foi considerada bruxa e serva do diabo. Aqueles que não entendiam suas habilidades escolhiam acreditar que as pessoas que as tinham eram imorais, mas a sua família considerava as habilidades como sendo uma benção dos céus.

O problema com os dons – era que às vezes eles vinham em três. De alguma forma ela tinha sido abençoada com todas as habilidades, mas uma era mais forte que as outras. Suas premonições não eram lampejos, mais pareciam sensações fortalecidas pelas emoções das pessoas à sua volta. Sua habilidade mais forte e confiável era a de amplificação, e às vezes tinha dificuldades para decifrar o que significavam. Este homem projetava uma coisa em alto e bom som – segredos. Ele estava escondendo alguma coisa, e o que quer que fosse poderia causar um impacto expressivo no mundo.

—Algumas pessoas precisam de eventos sociais para poderem funcionar, — ele disse calmamente. —Nunca fui do tipo de colocar muita fé neles. Você gosta deles?

—Não particularmente, — ela respondeu. —Como você disse - eles são mais chatos que interessantes. Se você não gosta deles, o que o fez vir para este em particular? Os hóspedes do embaixador geralmente são pessoas de prestígio.

Ela tinha conhecido inúmeros indivíduos que se gabavam de sua importância. Catherine não tinha encontrado nada de especial em nenhum deles. Não tinha se debruçado em seus dons por nenhuma epifania da parte deles. Na sua experiência, se alguém falava muito de si, normalmente significava que eles não tinham muita importância. Eram os quietos que ela precisava observar e desvendar. Como este homem - ele tinha começado a conversa, mas falou muito pouco de si.

—Não é do meu feitio ficar me gabando sobre as minhas conexões. — Ele ergueu a mão e pegou uma taça de champanhe quando um garçom passou por eles. O homem levou a taça aos lábios e sorveu o líquido borbulhante. Mais uma vez, Catherine ficou observando-o petrificada, atenta aos seus atos. Tudo nele permanecia sendo um enigma. Que jogo ele estava fazendo? Ele abaixou a taça e encontrou o olhar dela. —Você não acha que é muito melhor se misturar e não permitir que ninguém te note?

Ela não entendia por que ele pensava que poderia passar desapercebido. Ele era de longe o homem mais bonito naquela sala, e ele exalava charme e arrogância, mas talvez só tenha lhe mostrado esse lado. Ele parecia ser o tipo de homem que tinha várias facetas. Ele tinha o encanto, a fachada tranquila que exibia ao mundo, mas seus olhos tinham uma profundidade que sugeriam que ele tinha algo a esconder. Mas ela não precisava se debruçar sobre suposições. Tinha nascido com a habilidade de ver além das máscaras que as pessoas usavam para esconder quem realmente eram. Este homem tinha uma aura que gritava segredos. —Eu nunca fui do tipo de tomar chá de cadeira, — ela respondeu. —Eu gosto das interações sociais – na maior parte do tempo. — De fato, ela quase que precisava disso.

Ele inclinou a cabeça. —Não, você não tomaria. Uma mulher como você se destaca em meio a uma multidão. Você deve ter muitos pretendentes.

—Não particularmente, — ela respondeu. —Ao menos não aqui na França. Em casa eu tinha alguns. — Nenhum deles fazia o seu coração bater mais rápido ou sua respiração ficar irregular. Mas este homem fazia. Algo nele fazia com que ela quisesse se aproximar, que quisesse tocá-lo, e talvez pressionar os lábios nos dele. Para simplificar as coisas, ele era um perigo para o seu bem-estar, e ela ainda nem sabia o nome dele.

—Isso é uma maldita vergonha. — Ele voltou a dar um gole em seu vinho borbulhante. —Espero que você seja como este champanhe. Doce, tentadora e transbordante de prazer depois de apenas um gole.

Ele devia ser um patife da pior estirpe. Cavalheiros não diriam algo tão ultrajante para uma dama. Será que ele acreditava que era fosse uma prostituta contratada para divertir os homens da festa? Não havia muitas mulheres ali. Essa era a característica do trabalho político – mulheres ficavam em casa com muita frequência. As outras damas eram esposas de diplomatas e suas empregadas. Catherine era a única mulher livre naquele ambiente. Talvez estivesse vendo coisas demais naquela declaração.

—Sir, você é audaz demais. — Ela o fuzilou com os olhos. —Insisto que se desculpe.

Ele ergueu uma sobrancelha. —Você não é nenhuma dessas coisas que eu mencionei? — Os lábios dele se voltaram para cima em um sorriso dissoluto. Maldito seja ele e seu rosto bonito. —Eu não acredito nisso.

—Eu não sou uma dama que você possa insultar sem maiores consequências. — Ela era filha de um duque, maldição. Catherine ergueu o queixo e encarou-o com o seu olhar mais arrogante. —Você não sabe quem eu sou?

Ele riu levianamente. —Acho que toda a França está ciente quanto à sua linhagem – certamente toda a Inglaterra está.

Catherine respirou fundo e se preparou para a discussão iminente. Esse homem a abordou da forma errada – e da forma certa ao mesmo tempo. Desejava com fervor não tê-lo achado tão atraente. Seu corpo praticamente zumbia de alegria só por estar perto dele. Sempre seguiu seus instintos, mas acreditava que era melhor ser cautelosa com ele. Ele era capaz de esconder uma parte de si dos seus dons, e, por causa disso, não podia acreditar nele. O que o fazia especial?

—Então por que você insiste em ser tão descortês? — Por sua vida, não podia pensar nas razões para ele ser tão arrogante e condescendente. Ela era agradável com todo mundo, e ele a fez querer socar alguém pela primeira vez na vida. —O que lhe fiz para que me trate desse jeito?

—Absolutamente nada. — Ele deu de ombros. —Você me intriga, e eu pensei em medir a sua impetuosidade.

—Ohh... — Se fosse uma dama inclinada aos chiliques, ela já estaria batendo o pé e berrando o mais alto que pudesse. —Você é insofrível.

—Obrigado. — Os lábios dele se contorceram, e a diversão praticamente dançou em seus olhos. —Eu me orgulho muito por ser capaz de espetar as pessoas das formas mais inesperadas.

Ela revirou os olhos. —Neste caso, considere que o seu objetivo foi atingido.

Catherine não gostava dele. Ele era o pior tipo de homem, e não podia imaginar o que tinha achado tão atrativo antes. Ele poderia muito bem voltar para o inferno de onde tinha saído. Seria feliz se nunca mais tivesse que vê-lo na vida. Alguns demônios bonitos não devem ser encorajados, e ele estava no topo desta lista.

—As pessoas dançam nessas coisas? — Ele olhou em volta da sala. —Parece que a maior parte das pessoas estão felizes em ter conversas vazias sobre algo que com certeza me faria dormir.

—Deixe-me adivinhar, — ela começou. —Você considera você e tudo o que tem a ver com a sua pessoa a epítome de tudo o que é mais empolgante no mundo. — Que Deus a proteja dos homens que pensam que o mundo gira ao seu redor. Ela não precisa dessa corja prestando atenção nela.

—Nenhum pouco, — ele respondeu tranquilamente. —Mas eu não sou tão chato ao ponto de deixar as pessoas catatônicas. — Ele apontou para um grupo que estava perto. —Olhe para eles – seus rostos parecem plácidos – estão praticamente dormindo em pé.

Catherine suspirou. —Se você está com tanto tédio, por que ainda está aqui? — E por tudo o que é mais sagrado, por que ela ainda estava conversando com ele? Ela já tinha há muito passado da fase de irritação e tinha entrado na completa contrariedade. —Você pode ir para casa, e tudo ficará bem em seu mundo, Sr.—

—Lorde, — ele a interrompeu. —Eu nunca fui um simples senhor.

É claro que ele era um lorde. Uma arrogância como a dele vinha de maneira natural para alguns, mas os da laia dele eram versados nisso. Não é de se admirar ele ter dito isso como se fosse tão automático quanto respirar e não ter se desculpado. —Deixe estar... — Ela pediu por paciência. —Respondendo à sua pergunta anterior, essa reunião não era para ser do tipo onde as pessoas dançam. É apenas jantar e conversa. Se quer mais que isso, você deveria vir ao baile no final da semana. Tenho certeza que um lorde como você não terá problemas para encontrar uma parceira disposta a dançar contigo.

—Você dançará comigo? — Os lábios dele se curvaram em um sorriso perverso. A arrogância e a segurança dele fluíam em ondas. —Por isso que você sugeriu que eu venha ao próximo baile, não? — Ele ergueu uma sobrancelha.

A coisa educada a dizer seria sim. Era o que seria esperado dela, afinal de contas... —Com certeza não. — Não pôde se impedir de dizer. —Eu não acredito que consigamos terminar uma peça antes de

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