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Anjo Rebelde: Descendência Marsden, #6

Anjo Rebelde: Descendência Marsden, #6

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Anjo Rebelde: Descendência Marsden, #6

Duração:
165 páginas
2 horas
Lançados:
Apr 6, 2019
ISBN:
9781547579396
Formato:
Livro

Descrição

A senhorita Angeline Marsden tem um gênio desafiador e isso não a incomoda nenhum pouco. Seus pais prefeririam que ela não fizesse parte do grupo de sufragistas local, mas ela acredita que a voz de todas as mulheres devem ser ouvidas. Quando se encontra enfiada em um problema do qual não consegue se safar, ela não tem escolha a não ser recorrer ao homem que sempre amou, e que a trata como uma irmã.

Para o desalento de Lucian St. John, o Marquês de Severn, ele sempre se sentiu atraído por Angeline. Ela é a única tentação à qual não consegue resistir, mas ela também é irmã dos seus melhores amigos, e por isso, está fora dos limites. Quando ela se envolve em uma tremenda confusão, ele vai ao seu socorro e se oferece para se casar com ela.

Lucian e Angeline nunca se atreveram a sonhar que poderiam ter um futuro juntos. O casamento é a última coisa que qualquer um deles espera e a única coisa que eles desejavam. Será que eles encontrarão uma forma de abrir o coração um para o outro e conseguir o que mais desejam?

Lançados:
Apr 6, 2019
ISBN:
9781547579396
Formato:
Livro

Sobre o autor

USA TODAY Bestselling author, DAWN BROWER writes both historical and contemporary romance.There are always stories inside her head; she just never thought she could make them come to life. That creativity has finally found an outlet.Growing up she was the only girl out of six children. She is a single mother of two teenage boys; there is never a dull moment in her life. Reading books is her favorite hobby and she loves all genres.For more information about upcoming releases or to contact Dawn Brower go to her website: authordawnbrower.com


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––––––––

Dawn Brower

Esta é uma obra de ficção. Nomes, personagens, lugares e incidentes são produtos da imaginação do autor ou estão sendo usados de forma ficcional e não foram idealizados como se fossem realidade. Qualquer semelhança com locais, organizações ou pessoas, vivas ou mortas, é mera coincidência.

Rebellious Angel Copyright © 2018 Dawn Brower 

Capa e Edição por Victoria Miller

Todos os direitos reservados. Nenhuma parte deste livro pode ser utilizada ou reproduzida, em meio eletrônico ou impresso, sem permissão por escrito, exceto no caso de breves citações incorporadas nas avaliações.

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DEDICATÓRIA

Para todos os leitores que amaram a série dos Marsden. Espero que vocês gostem da próxima geração e adorem esses personagens tanto quanto eu.

AGRADECIMENTOS

Um agradecimento especial à minha editora, Victoria Miller. Eu sempre fico impressionada com o seu talento, e eu nunca tive uma editora melhor. Obrigada por todo o seu trabalho e por me ajudar a fortalecer ainda mais as minhas histórias. Eu realmente sou grata além das palavras. Elizabeth Evans, obrigada por ser o meu porto seguro e por sempre ler os mais toscos dos meus rascunhos.

Um grandessíssimo obrigada aos autores que trabalharam comigo no projeto Desejos de Natal. Foi maravilhoso observar todas as histórias dando certo e eu espero que vocês tenham se divertido tanto quanto eu enquanto as escreviam. Rebekah Lewis, Rebecca Lovell, Amanda Mariel, Hildie McQueen, e Sandra Sookoo – espero que tenhamos a chance de trabalhar em mais projetos juntas.

CAPÍTULO UM

Setembro de 1906

A onda de calor que assolava o país tinha se tornado insuportável. Para a senhorita Angeline Marsden, isso só serviu para elevar ainda mais o seu nível de ansiedade. Ela tinha planos que os seus pais não iam gostar nenhum pouco, eles iriam, de fato, causar um escarcéu caso descobrissem. Mas uma garota tinha que se agarrar às suas crenças, e Angeline tinha muitas. Algumas batalhas tinham que ser encaradas de frente, e outras precisavam de um pouco mais de engenho para se chegar à vitória. O desgosto dos seus pais por sua causa exigia o último método.

Se ela quisesse ter a mais mínima oportunidade de participar da próxima passeata, precisaria da ajuda de alguém próximo. Mais especificamente, da sua melhor amiga, Lady Emilia St. John. E Angeline rezava para que ela a ajudasse. Se não fosse assim, ela não saberia como conseguiria ludibriar os pais. Tinha que dar certo. Isso significava muito para ela, e faria qualquer coisa para assegurar a sua presença lá.

Angeline desceu a rua apressada, indo em direção à casa Huntly. Emilia a esperava para o chá da tarde. Tinha a esperança de que a mãe de Emilia, a Duquesa de Huntly, não estivesse em casa. Seria muito difícil conseguir a ajuda de Emilia se elas tivessem que conversar aos sussurros por trás dos seus leques de seda. Quando chegou à porta, ela bateu a aldrava duas vezes. Um homem de cabelo escuro e com as têmporas grisalhas abriu a porta e a cumprimentou, —Bom dia, senhorita Angeline.

—Olá, Simmons. — Ela cumprimentou o mordomo idoso. —Emilia está na sala de estar?

—De fato, ela está, — ele confirmou. —Sua Graça também está lá.

Droga. Ela esperava que a mãe de Emilia estivesse fazendo visitas. Normalmente, teria adorado a presença das duas. Ela considerava a duquesa como parte da família, ou algo do tipo. Seus pais eram próximos aos de Emilia, e elas cresceram juntas. Não havia muitos encontros familiares que não incluíssem os Marsden e os St. John. Mas infelizmente, assim como os seus pais, sua honorária tia Rubina não ficaria nenhum pouco feliz com os planos de Angeline. Ela faria isso dar certo, de alguma forma. —Obrigada, Simmons. — Ela fez um gesto de cabeça para ele. —Posso ir sozinha.

Ela não esperou que o mordomo respondesse. A mansão Huntly era um segundo lar para ela. Angeline estava tão familiarizada com aquele local quanto com a propriedade Marsden. Ela percorreu o corredor e se virou à direita para entrar na sala de estar. Ela tinha sido redecorada com tons de azul escuro e dourado. A duquesa tinha querido a mudança, e a nova paleta de cores dava mais elegância ao ambiente. Um carrinho de chá já tinha sido entregue, e vários bolos estavam dispostos em cima de uma mesa ali perto.

—Boa tarde, — ela as cumprimentou.

A duquesa usava um vestido de caminhada verde escuro decorado com botões dourados. As luvas de pelica combinavam perfeitamente com o vestido. Ela deve ter decidido que um chapéu seria demais e então deixou o cabelo louro sem adornos. —Angeline, — ela disse alegre. —É tão bom que você esteja se juntando a nós.

Ela sorriu para a duquesa. —Já faz muito tempo desde que nos vimos. — Ela se inclinou e deu um beijo na bochecha dela. —Como você está?

A duquesa deu um aceno. —Você não quer ouvir falar sobre a nossa viagem ao interior. Noah tinha algumas coisas com as quais lidar na propriedade, e eu preciso admitir que foi bom ir para o Castelo Huntly. Lá é mais fresco que aqui. Você pode acreditar no calor que está fazendo?

Emilia revirou os olhos quando a mãe não estava olhando. A duquesa a teria censurado por causa do comportamento nada elegante. Angeline segurou a risada para que não causasse problemas à amiga. Emilia era uma versão mais nova da duquesa, até mesmo os olhos prateados. Ela, inclusive, usava um tom verde similar ao da mãe – às vezes era desconcertante o quanto as duas se pareciam. —Venha, sente-se. — Emilia deu um tapinha no lugar ao lado dela. —Conte-me o que você tem aprontado esses dias.

Angeline deu língua. —Não estou aprontando nada. — A amiga a conhecia bem demais. Tinha que haver uma forma de distrair a duquesa para que ela pudesse ficar sozinha com Emilia. Se não conseguisse a ajuda dela, seu plano estaria condenado. —Eu só queria visitar a minha mais querida amiga.

—Que lindo de sua parte, — a duquesa disse com sinceridade. —Como estão a sua mãe e o seu pai?

Empenhando-se bastante para arruinar a minha vida... Certo, a duquesa não queria ouvi-la dizer isso – mesmo que fosse verdade. —Os dois estão muito bem. Meu pai está discutindo a possibilidade de voltar para a propriedade no campo. Londres realmente ficou insuportável neste último mês. O calor está tortuoso. — Para comprovar o que disse, abriu o leque e começou a abanar o rosto.

—Tem sido um ano difícil para a sua família. — A voz dela tinha um pouco de tristeza. —Com o seu avô...

Angeline quase terminou aquela frase por ela, mas em vez disso engoliu o nó que se formou em sua garganta. O avô tinha falecido de repente um ano atrás. E isso foi um golpe para o seu pai – ninguém esperava que ele fosse morrer. De alguma forma, ele parecia infalível. Com a morte inesperada do avô, o pai de Angeline se tornou o novo Visconde Torrington. Um título que ele teria esperado para sempre para receber, se isso mantivesse o pai dele vivo.

Não era nenhum segredo que o antigo visconde tinha sido um pirata antes de se casar com a avó de Angeline. Isso dava a ele um ar perigoso que fazia qualquer pretendente interessado em Angeline tremer de medo. Também não ajudava muito o fato de o seu próprio pai poder fazer um homem congelar só com um olhar. Por causa daqueles dois, ela não conseguiu um marido, mesmo depois de várias temporadas. Coisa boa ela não querer um.

Bem, isso também não era verdade.

Havia um único homem com quem queria se casar, e infelizmente, ele nunca prestou atenção nela. Mas isso era um problema no qual pensaria muito mais tarde – talvez nunca. Ela não deixaria velhas feridas ditarem cada decisão que tomasse. Havia assuntos mais urgentes nos quais focar. Ganhar o coração de um homem sem noção era a menor das suas preocupações. —O meu avô fará falta, — ela assegurou à duquesa. —Ele nunca será esquecido. Thor era um idiota teimoso e arrogante, mas o amávamos – talvez até mesmo por causa dessas mesmas características.

—Isso ele era, — um homem disse enquanto entrava na sala.

O coração de Angeline tombou dentro do peito. Ela fechou os olhos e respirou fundo, tentando acalmar as rápidas batidas daquele órgão traidor. Tudo o que ele precisava fazer era dizer uma única palavra e ela já começava a desejá-lo. Sempre foi assim, e não importa o que ela fizesse, não mudava. Lucian St. John, o Marquês de Severn e herdeiro do ducado de Huntly, para não mencionar o melhor amigo do seu irmão mais velho e o único homem que ela já amou além do bom senso.

O cabelo escuro e a mandíbula cinzelada davam a ele um rosto pecaminosamente bonito, mas os olhos prateados falavam de diabruras que ela só podia imaginar. Ele sempre tinha sido um perfeito cavalheiro com ela, mas sabia que ele tinha um lado imoral. Não pessoalmente... Não, ela nunca teve a sorte de provar aquele tipo de paixão. Havia muitos rumores do quão devasso ele era, e ela sempre ficou verde de inveja. Queria que ele a olhasse e a desejasse do mesmo jeito que ela sempre o desejara.

—Olá, mãe, — ele disse e se inclinou para beijar a bochecha da duquesa. —Espero não estar atrapalhando.

—Nenhum pouco, querido, — a duquesa respondeu com gentileza. —Estou aqui para ver o pai, mas quis vir dizer olá antes de nos trancarmos no escritório.

—Negócios da propriedade? — A mãe ergueu uma sobrancelha. —Não importa. Tenho certeza de que ele me contará mais tarde. Não pode mesmo ficar um pouco mais conosco?

Tanto quanto Angeline amasse o homem que era dono do seu coração sem sequer dar valor a isso, ela tinha outras coisas em mente. Se Lucian ficasse, ele faria o seu objetivo ainda mais difícil de ser alcançado. Além disso, ficar perto dele a estava matando lentamente. Nada a deixava mais abatida que ser continuamente ignorada por ele. Ela podia muito bem ser invisível quando Lucian estava por perto. Ele nem se dava ao trabalho de cumprimentá-la, a não ser que as boas maneiras exigissem que ele reconhecesse a sua presença. Até mesmo agora, ele não se incomodou nem em virar a cabeça e dizer o mais simples dos ois para ela ou para Emilia. Ele ficou concentrado apenas na mãe.

—Deverei declinar. — A voz dele até mesmo parecia ter um quê de frustração. Angeline duvidava que Lucian tivesse um grama de arrependimento dentro de si. É claro que ele amava a mãe, mas ele tinha sido declarado como o mais devasso dos devassos. Ele provavelmente preferia passar tempo na companhia de um grupo de mulheres mais deleitáveis. Lucian não era nada mais que uma pessoa escorregadia. —Talvez possamos jantar em família ainda essa semana. — Angelina engoliu o desgosto. Por que ela teve que se apaixonar por ele? Ele nunca lhe corresponderia.

A duquesa sorriu, irradiando felicidade. —Que ótima ideia. — Ela se virou para Emilia. —Você pode ajudar a planejar o jantar, querida. — E então voltou a olhar para Lucian. —Enviaremos uma mensagem para a sua casa assim que decidirmos a data. Vá encontrar o seu pai. Você sabe o quanto ele detesta esperar.

—Você está certa, —

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