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O Beijo da Cigana: Conectados por um Beijo, #6
O Beijo da Cigana: Conectados por um Beijo, #6
O Beijo da Cigana: Conectados por um Beijo, #6
E-book114 páginas2 horas

O Beijo da Cigana: Conectados por um Beijo, #6

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Sobre este e-book

Lulia Vasile é filha de uma princesa cigana e do segundo filho de um conde. Ela cresceu interpretando papéis em um teatro itinerante, apresentando-se em feiras no interior e lendo a sorte das pessoas. Ela não tinha vergonha de quem era, e vivia a vida como lhe convinha.

Finley Prescott, o Duque de Clare, não saia de casa, a menos que fosse necessário. Ele tinha responsabilidades e pessoas que dependiam dele. Tudo o que ele queria era desaparecer da face da terra. Ele não se saía muito bem em grandes reuniões e lhe faltava traquejo social.

Fin e Lulia têm uma história. Uma que nenhum deles esqueceu. Quando eles voltam a se encontrar, sentem-se imediatamente atraídos um pelo outro. Depois daquele encontro casual, eles deram um beijo mágico. E ao longo do caminho eles descobrem que algumas vezes a única coisa que uma pessoa precisa não é o que ela espera.

IdiomaPortuguês
Data de lançamento6 de abr. de 2019
ISBN9781547579433
O Beijo da Cigana: Conectados por um Beijo, #6
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Autor

Dawn Brower

USA TODAY Bestselling author, DAWN BROWER writes both historical and contemporary romance.There are always stories inside her head; she just never thought she could make them come to life. That creativity has finally found an outlet.Growing up she was the only girl out of six children. She is a single mother of two teenage boys; there is never a dull moment in her life. Reading books is her favorite hobby and she loves all genres.For more information about upcoming releases or to contact Dawn Brower go to her website: authordawnbrower.com

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    O Beijo da Cigana - Dawn Brower

    O Beijo da Cigana

    Um livro da série O Escândalo Encontra o Amor

    Conectados por um Beijo – Livro 6

    Dawn Brower

    Esta é uma obra de ficção. Nomes, personagens, lugares e incidentes são produtos da imaginação do autor ou estão sendo usados de forma ficcional e não foram idealizados como se fossem realidade. Qualquer semelhança com locais, organização ou pessoas, vivas ou mortas, é mera coincidência.

    A Gypsy’s Christmas Kiss Copyright © 2018 Dawn Brower

    Capa e Edição por Victoria Miller

    Todos os direitos reservados. Nenhuma parte deste livro pode ser utilizada ou reproduzida em meio eletrônico, ou impressa sem permissão por escrito, exceto no caso de breves citações incorporadas nas avaliações.

    DB_Logo

    DEDICATÓRIA

    Para todo mundo que acredita na mágica do natal e em encontrar o verdadeiro amor. Às vezes leva anos, e às vezes é a pessoa que você menos espera. Não perca a esperança caso você ainda não tenha encontrado alguém. Talvez a pessoa ainda não voltou para a sua vida, ou talvez vocês ainda precisem se encontrar.

    AGRADECIMENTOS

    Um agradecimento especial à minha editora, Victoria Miller. Eu sempre fico impressionada com o seu talento, e como editora – eu nunca tive uma melhor. Obrigada por todo o seu trabalho e por me ajudar a fortalecer ainda mais as minhas histórias. Eu realmente sou grata além das palavras. Elizabeth Evans, obrigada por ser o meu porto seguro e por sempre ler os mais toscos dos meus rascunhos. Não consigo colocar em palavras toda a minha admiração por você.

    PRÓLOGO

    Tenby, Gales 1803

    O vento frio castigava a pequena cidade costeira com uma eficiência congelante. O amargor assentou na garganta de Finley Prescott, o novo Duque de Clare. O funeral do pai ainda pesava em sua alma. O luto permanecia inabalável e Fin não tinha certeza se queria abrir mão do pesar que tinha se agarrado a ele. Se conseguisse se livrar daquele sentimento isso significaria que a morte do pai não tinha deixado suas marcas. Não estava pronto para assumir a responsabilidade pelo ducado. O pai não devia ter morrido tão cedo. Que tipo de mundo era esse no qual um homem não conseguia sobreviver ao seu quadragésimo ano? Isso significava que ele não teria uma vida longa? Seus pais tinham morrido, e Fin estava completamente só no mundo. Não tinha ninguém em quem se debruçar e compartilhar o luto. Era a época das festas de natal e esta deveria ser uma época de alegria. Nunca seria para ele. Esta época do ano sempre marcaria uma mudança para a qual não estava pronto. Tinha feito vinte anos no dia anterior, e qual tinha sido o seu presente? A morte do pai tinha sido uma cortesia do cavalo brutal que Fin tinha dado a ele como um presente de natal adiantado. Não pensara que o pai montaria o garanhão. Fin tinha a intenção de que ele o usasse como procriador, mas o pai tinha insistido em experimentá-lo. O cavalo o atirara de seu lombo e ele quebrou o pescoço instantaneamente.

    Fin tinha cometido parricídio.

    Oh, ele sabia que não tinha sido com as próprias mãos, mas fora o instrumento do acontecido. Se não tivesse dado o maldito cavalo para o pai, ele ainda estaria vivo. Aquele tipo de culpa nunca ia embora. Teria que viver com aquela verdade pelo resto dos seus miseráveis dias. Talvez não fosse morrer jovem. Quanto mais vivesse, mais sofreria por causa do crime que cometera.

    Caminhou ao longo da costa, olhando para o mar. Talvez devesse sair de Gales por um tempo. Era o seu lar, mas ele realmente merecia estar ali? Todos o olhariam ou julgando-o ou tendo pena dele. De qualquer forma, não queria olhar para os rostos daqueles à sua volta e para as suas emoções misturadas, aquilo o perturbaria ainda mais. Não prestou atenção para onde seus pés iam. Tinha vagado pelo morro e chegado à pequena cidade. Havia uma lojinha para onde alguns ciganos iam quando o clima ficava frio demais para vagarem pela terra. Ele nunca entrou lá, e achava estranho que eles tivessem uma loja. Não era normal que um cigano fincasse raízes. Embora suspeitasse que eles não tivessem. Eles tinham seus próprios horários e só a mantinham aberta por dois meses durante o inverno. O resto do ano eles estavam longe. Imaginara como eles podiam manter o prédio para si por tão pouco tempo.

    Foi em direção a ele, a curiosidade era demais para ignorá-la. Fin chegou à porta e tentou a maçaneta, surpreendeu-se quando ela se moveu. Entrou na loja. Não parecia haver alguém lá. As prateleiras estavam quase vazias. Algumas velas de tamanhos diferentes preenchiam uma delas. As outras eram longas e afiladas, outras grossas e retangulares. Ele pegou uma delas e verificou o peso. Pareciam sólidas o bastante...

    —Posso ajudá-lo, milorde?

    Enquanto se virava, Fin abriu a boca para corrigi-la e dizer que era um duque. Ele encontrou o olhar de uma das meninas mais etéreas que já tinha visto na vida e manteve a boca fechada – seu título não era importante. Ela tinha olhos violeta e o cabelo da cor do céu noturno. Apostava que ele ficaria lindo coberto por diamantes, e faria as estrelas se envergonharem com a sua beleza. Ela tinha o cabelo preso em uma trança que ia até o meio de suas costas. A menina não podia ter mais de quinze ou dezesseis anos e ele não deveria estar admirando-a. Talvez quando ela crescesse... Afastou aquele pensamento.

    —Não sei se você pode me ajudar, — ele finalmente disse.

    —Você está muito triste, — ela disse. —Por favor, sente-se e lerei a sua sorte.

    Fin não acreditava naquelas coisas, mas ajudaria a atrasar a volta para casa. Não tinha vontade de se reunir com os enlutados e seus olhares simpáticos. Já tinha bagunçado muito as coisas e não havia como consertá-las. Podia muito bem fazer a vontade da menina e deixá-la ler a sua sorte. Fin foi até a cadeira em frente à mesa. Ela se sentou do outro lado. —Dê-me a sua mão.

    —Alguma especificamente?

    Ela sacudiu a cabeça. —Não, você pode escolher.

    Ele ergueu a mão e a colocou sobre a mesa. Ela a virou e passou os dedos por sua palma. A cigana ficou quieta por vários minutos e então olhou para ele. Havia um pouco de surpresa no seu olhar, mas ela guardou para si o que quer que tenha merecido aquele olhar em especial.

    —Diga-me, milorde, você acredita no amor?

    —Não tenho certeza. Nada na minha vida fez esta emoção em particular ser bem-vinda. — Tinha experimentado muitas perdas. —E você?

    Ela sorriu. —O amor não é para todos e eu ainda sou jovem. Ao menos eu testemunhei a possibilidade.

    Por mais que tentasse, nunca seria capaz de explicar por que tinha ficado atraído por ela desde que se olharam. Havia algo nela que não podia ser definido – era quase especial. —Você tem um nome?

    —Todos temos nomes, milorde, até mesmo você.

    Fin quis rir ao ouvir aquelas palavras. Ele estava agindo como um tolo e mereceu aquela resposta. Este breve momento com ela tinha suavizado bastante o seu humor. Havia uma verdade nos olhos dela que lhe dizia que ela nunca mentiria para ele. Precisava de mais pessoas como ela em sua vida.

    —Se eu te disser o meu, você me dirá o seu?

    —Talvez, — ela respondeu de forma enigmática.

    Ela soube que ele era nobre desde o momento que tinha começado a falar com ele. Não tinha dito a ela o quão alta era a sua posição para evitar que ela fosse ainda mais formal. Queria manter aquilo para si por mais tempo, assim não daria nada a ela além do seu nome. Por alguma razão queria que o relacionamento deles fosse mais íntimo. —Meu nome é Finley, mas meus amigos me chamam de Fin. — Ao menos eles chamavam – alguns agora começariam a chamá-lo de Clare. Ele já odiava aquele pensamento. Antes disso ele tinha sido o Marquês de Tenby. Eles deveriam chamá-lo pelo seu título, mas ele insistia para que o chamassem de Fin. Esperava

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