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Salva-me

Salva-me

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Salva-me

Comprimento:
88 página
1 hora
Editora:
Lançado em:
Feb 26, 2021
ISBN:
9781547578771
Formato:
Livro

Descrição

Em Salva-me, a Peculiar, Investigadora Privada Sage McGuire tem as suas capacidades de autodefesa todas bem afinadas, mas mesmo assim vai precisar de ser salva de uma violenta e cruel lagosta.

Para além de crustáceos assustadores, ela tem, também, um admirador secreto conhecido por Sr. Emoji Sorridente, um confuso e grande caso, bem como o outro caso do homem ladrão-de-malas com quem ela se vê obrigada a ter um certo mano-a-mano.

A Sage é uma mulher obcecada com a sua falta de habilidade para as artes culinárias. E mesmo quando ela chumba na aula de culinária, continua, ainda assim, determinada a dar ao seu namorado sexy-como-tudo, Carter Morgan, a refeição que ele nunca mais irá esquecer.

Este é só mais um dia típico na vida da nossa Investigadora Privada McGuire.

A Sage voltará em breve com ABRAÇA-ME – Um romance de Sage McGuire

Editora:
Lançado em:
Feb 26, 2021
ISBN:
9781547578771
Formato:
Livro

Sobre o autor

Sharon Kleve was born and raised in Washington and currently lives on the Olympic Peninsula with her husband and two cats. When not writing, and working full-time, she can usually be found either curled up in her recliner with her cats and a good book or in the kitchen making cheese or baking sourdough bread or bagels. Sharon is a multi-published author of contemporary romance with over twenty stories published in eBook, paperback, on audio and translated into six different foreign languages. She has written New Adult and Romantic Suspense, but what brings her the most joy is writing Romantic Comedies. She loves giving her characters the happily ever after they deserve—with a few laughs and maybe a few bumps and bruises along the way.


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Amostra do Livro

Salva-me - Sharon Kleve

DOZE

CAPÍTULO UM

O Fritz deu um gemido baixinho, abanou o seu rabo canino, e sem qualquer esforço saltou para cima da cama ficando aos pés da mesma. Xiu e tira esse rabo peludo de Pastor Alemão de cima da cama. Vais acordar o Carter antes que eu termine de colocar os retoques finais no presente.

O cão inclinou a cabeça de um lado para o outro como se perguntasse o que eu estava a fazer. O Fritz estava a passar umas curtas férias do seu trabalho na esquadra da polícia. O Agente Truant da Brigada Cinotécnica precisava fazer uma pequena cirurgia às costas, e estava impossibilitado de trabalhar ou cuidar do Fritz durante algumas semanas. O cão estava marcado para fazer um D&R, descansar e recuperar, por isso ao invés de colocá-lo com outro agente da Brigada Cinotécnica de Portland, o Carter voluntariou-se para cuidar do cão. O Sargento Carter Morgan era duro como pedras, pertencia à divisão de narcóticos da Esquadra de Polícia de Portland, e adorava tanto animais como eu.

Depois do olhar do Fritz na minha direção, senti-me compelida a explicar as minhas ações. Não estava bem certa do que estava a fazer, afinal de contas ele era um cão. Bem... o que é que há para não gostar em chocolate derretido, chantilly, nozes, e uma bela cereja em licor, tudo isto em cima de um gelado bem decadente? Sussurrei enquanto colocava a cereja no topo da magnífica ereção matinal que o Carter exibia. Ele estava exausto quando voltara do trabalho na noite anterior, e mesmo depois de eu puxar os cobertores para trás expondo o seu corpinho, pedaço de mau caminho, ele não se tinha mexido nem um centímetro.

Quando o Carter acordasse, eu fá-lo-ia muito feliz quando lambesse, e chupasse o geladinho todo. Era o mínimo que eu podia fazer depois de ter estragado o Dia dos Namorados. O Carter resmungou de forma sonolenta, e virou-se para o outro lado, levando o gelado com ele. A cereja escorregou, caiu nos lençóis. Merda, isto não era suposto acontecer.

O Carter abriu os olhos lentamente, e depois mandou-me um sorriso sonolento, totalmente ignorante sobre o que eu tinha feito. Olá, tu.

Olá. Pisquei-lhe o olho, e agarrei no frasco de cerejas que estava na mesinha de cabeceira para montar o meu gelado.

Ele deve ter sentido o frio do chocolate, e também do chantilly porque olhou para o seu baixo ventre. Piscou os olhos, provavelmente questionando-se se estava a ver coisas. O que é que está no meu pénis?

A tua prenda atrasada do Dia de São Valentim, mas tu estragaste-a quando te viraste na cama. Ia ser um gelado de chocolate.

Estás a dizer-me que a minha prenda era gelado no meu pénis? Ele abanou a cabeça incrédulo. Só mesmo tu pensarias em algo deste género. O que é que planeavas fazer com o gelado quando eu acordasse?

Se te voltares novamente de barriga para cima, eu mostro-te.

CAPÍTULO DOIS

Algum tempo depois....

"Quase que me lambeste todo limpo. Aquele foi o melhor presente que acho que alguma vez recebi, mas agora preciso de um duche para lavar estes bocados de frutos secos das minhas bolas. Ele rolou para fora da cama, e dirigia-se para a casa-de-banho, mas antes de entrar voltou-se. Amo-te, Sage McGuire. Tu realmente fazes a minha vida interessante."  

Também te amo. E o seu fantástico rabo desapareceu na porta da casa-de-banho.

O Carter deu-me o melhor presente de sempre no Dia dos Namorados—um anel de noivado. Eu, por outro lado, lixei o Dia dos Namorados ao não dar ao Carter um presente de jeito, e por ter passado na noite no hospital depois de ter batido violentamente com a cabeça. Não seria de pensar que bater com a cabeça fosse uma coisa muito comum, mas parece que me acontecia imensas vezes.

Vesti um par de sweats, uma t shirt, e lá fui eu para a cozinha para fazer o pequeno almoço ao Carter. Café, tostas, ovos mexidos, e um par de fatias de bacon, de certeza que seria determinante para a minha redenção pelo Dia dos Namorados. O Fritz seguiu de perto, atrás de mim, e sentou-se no chão da cozinha. Estava quase tudo pronto quando eu ouvi o Carter entrar na cozinha.

Ele entrou e pôs-se atrás de mim, enrolou-me com os seus braços à volta da minha cintura, e abraçou-me contra o peito. Fico mesmo agradecido por aquele maravilhoso presente, mas eu encontrei um fruto seco onde não era suposto estar. Estás a perceber onde quero chegar? O Carter tinha um sorriso na cara, ainda que a sua voz fosse firme.

Sim, desculpa lá isso. Mas não era suposto teres rolado sobre ti próprio.

Desta vez vou deixar passar. E beijou-me na nuca. Cheira a bacon.

Para ti só o melhor, meu doce. Apertei os braços dele com uma mão, enquanto que com a outra, virava bacon e punha-o a secar em papel de cozinha. Porque é que não te sentas, e eu emprato o pequeno almoço.

Eu gosto deste tratamento especial. É assim que vai ser a nossa vida quando nos casarmos? Tu sempre prontinha para mim, à minha espera? Ele agarrou numa chávena, encheu-a com café para nós os dois, e sentou-se na mesa da cozinha.

Não. Aproveita enquanto podes. Depois do pequeno almoço, acho que está compensado o Dia dos Namorados.

Pois. Aquele gelado estava mesmo espetacular. E sorriu de orelha a orelha.

Deslizei um prato de comida cheio até não poder mais e coloquei-o na mesa, à frente dele, e sentei-me enquanto bebericava o meu café. Depois de todo aquele chantilly, eu não estava com fome.

Não vais comer alguma coisa?

Talvez depois da minha aula de condução defensiva. Estou um bocadinho nervosa, e não quero acrescentar comida a um estômago já de si irritado.

Escuta bem o teu instrutor, não conduzas demasiado depressa, ou de forma muito agressiva, e já agora também não muito devagar. Ele fez uma pausa, e depois riu-se. Pois, acho que conduzir devagar não vai ser um problema. Vai correr lindamente.

Se tu o dizes... E beberiquei o meu café

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