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O sistema de controles internos no mercado segurador brasileiro - série textos didáticos

O sistema de controles internos no mercado segurador brasileiro - série textos didáticos

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O sistema de controles internos no mercado segurador brasileiro - série textos didáticos

Duração:
401 páginas
3 horas
Lançados:
14 de nov. de 2016
ISBN:
9788570525970
Formato:
Livro

Descrição

Os livros da série "Textos Didáticos" da Escola Nacional de Seguros visam a atender aos requisitos de formação e capacitação de profissionais do mercado de seguros e prepará-los para responder aos crescentes desafios do mundo atual. Pela base conceitual em que estão assentadas, tais publicações oferecem a estudantes, gestores e técnicos – a todos, enfim, que buscam o processo de educação continuada – ferramentas indispensáveis ao seu desenvolvimento.

Sobre o autor:
ASSIZIO OLIVEIRA - Bacharel em Direito pela USP, com especialização em Direito Empresarial, iniciou carreira em funções de assurance em 1978. Exerceu cargos como Diretor de Auditoria Interna, Diretor de Controle Interno, Chief Risk Officer, membro de Conselho de Administração e membro de Conselho Fiscal em conglomerados financeiros e grupos seguradores, nacionais e multinacionais. Proferiu palestras e executou projetos de implantação de funções de Controle Interno, Gestão de Riscos, Compliance, Auditoria Interna e Ouvidoria, no Brasil e em outros 13 países. Preside a Comissão de Controle Interno e é membro da Comissão de Ouvidoria da CNseg – Confederação Nacional de Seguros, dá aulas na ESNS - Escola Superior Nacional de Seguros e foi diretor do Instituto dos Auditores Internos do Brasil. Coautor do livro Governança Corporativa – Estrutura de Controles Societários - Controle de Subsidiárias de uma Multinacional (Editora Saint Paul). É Consultor de Empresas, membro de Comitês de Auditoria e Ouvidor Independente.
Lançados:
14 de nov. de 2016
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9788570525970
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Livro

Sobre o autor


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O sistema de controles internos no mercado segurador brasileiro - série textos didáticos - Assizio Oliveira

remissivo

OBJETIVO

ESTABELECER CONCEITOS E DEFINIÇÕES PARA, EM CARÁTER GERAL, FACILITAR A COMPREENSÃO DO SIGNIFICADO DA EXPRESSÃO SISTEMA DE CONTROLES INTERNOS, BEM COMO, EM CARÁTER ESPECÍFICO, O ENTENDIMENTO DO CONTEÚDO DE CADA UM DOS DEMAIS CAPÍTULOS DESTE LIVRO.

1.1 Por que sistema de controles internos?

É premissa que, no mundo de hoje, igualmente a qualquer outro segmento econômico, os negócios de seguros não podem prosperar – ou nem mesmo sobreviver – sem que as companhias que os exploram façam uma clara e formal definição de estratégias, de critérios de gerenciamento de riscos, de políticas, de normas de funcionamento e de controles. A esse conjunto de ações e atividades, uma vez estruturadas e sinérgicas, dá-se o nome de controle interno.

É preciso considerar, também, que o controle interno não é autossuficiente, ou seja, é fundamental que existam meios para avaliar sistematicamente a sua qualidade, para verificar se está sendo seguido e para identificar oportunidades de sua melhoria. A esses meios dá-se o nome de monitoramento.

Portanto, a expressão sistema de controles internos, utilizada no regulamento brasileiro, deve ser entendida como designativa do processo integrado e com começo, meio e fim que se obtém quando se soma o conjunto de ações chamado de controle interno com os meios de aferição de sua qualidade, denominados de monitoramento.

1.2 Por que o sistema de controles internos é importante?

Anteriormente, o sistema de controles internos era quase sempre associado à burocracia, entrave, fiscalização e aumento de custos, sendo, até mesmo, indevidamente taxado de um conjugado de atividades que não agregava valor às empresas. Sua adoção tinha caráter facultativo, isto é, era implementado a critério único dos acionistas e administradores e/ou conforme a conveniência e a cultura interna de cada empresa, de acordo com os diferentes níveis de compreensão e preocupação com a sustentabilidade empresarial.

No entanto, revelou-se excessivamente frouxo esse cenário anterior, em que prevalecia a crença de que apenas a concorrência seria suficiente para gerar transparência e de que os mercados não precisariam ser regulamentados por entes externos. Por causa daquela exagerada flexibilização, e apenas para citar alguns dos eventos mais recentes e conhecidos, deram-se a queda do índice Dow Jones (1987), a crise econômica dos Tigres Asiáticos somada à da Rússia (1997/1998) e a derrocada do mercado imobiliário americano (2008). As investigações sobre as causas desses acontecimentos revelaram questões tais como aumento artificial de receitas, contratos e vendas fictícias, supervalorização de ativos, registro de despesas como se investimentos fossem, bônus estratosféricos por lucros de sustentabilidade duvidosa, emissão de títulos frios, transações irregulares entre coligadas e constituição de reservas falsas. Por trás dessas práticas estavam a ganância, a especulação, o jogo e o consumismo e, em sua esteira, corporações conceituadas e aparentemente sólidas desapareceram ou ficaram à beira de desaparecer. Elas acabaram por provocar desordens em toda a economia mundial e por atingir inocentes além das fronteiras de suas origens, com o derretimento do valor das economias depositadas em bancos e bolsas de valores e de ações, a perda da proteção contratada junto a seguradoras, o aumento significativo do desemprego, a multiplicação dos preços dos produtos de primeira necessidade, o aumento das dívidas das pessoas, das empresas e dos países, o crescimento dos índices de inadimplência, etc.

O mundo precisava reagir a esse estado de coisas e foi o que aconteceu. No que tange ao sistema de controles internos, especialmente em seguros, essas reações, consubstanciadas em ações globais e locais, serão mais bem tratadas no capítulo seguinte, mas é importante adiantar que, atualmente, o sistema de controles internos, se bem desenhado, implantado e monitorado, constitui fator que produz resultados positivos e diminui ineficiências e prejuízos, assegurando a normalidade dos negócios, garantindo que tudo seja feito com a devida qualidade desde a primeira vez e, ao contrário de antes, agregando valor à medida que propicia imagem ótima, margens de lucro superiores à média do segmento e menor volatilidade das ações das empresas que o adotam de maneira responsável, eficaz e consistente, como ponto fundamental da sua preocupação com a sustentabilidade empresarial.

Um bom sistema de controles internos gera maior confiança nos investidores, nos clientes e no público em geral, na medida em que leva ao abandono do conceito de que o segredo é a alma do negócio e à sua substituição pela ideia de que a transparência é a alma do negócio¹. Tende, ademais, se bem implantado, mantido e monitorado, a diminuir os montantes dos capitais baseados em riscos e, mediante o aumento do grau de confiança do consumidor, reduzir os custos de aquisição.

O processo de adoção obrigatória de um sistema de controles internos para o mercado segurador brasileiro, como consequência dos movimentos globais que o tornaram imperioso, foi iniciado em 2004. Estende-se até os dias atuais e tende a prosseguir frente a novos regulamentos e atualização sistemática das regras já existentes.

1.3 Princípios, definição e responsabilidades

Para ajudar no entendimento do tema, é necessário registrar que o controle interno está amparado em um alicerce formado por determinados princípios²: o princípio da justeza implica a realização de atos e fatos empresariais justos, isto é, adequados, apropriados e pertinentes; o da exatidão, registros corretos de todos os fatos e atos empresariais; o da completeza, que nenhum ato ou fato empresarial seja omitido, no todo ou em parte; o da pontualidade, que todos os atos e fatos empresariais ocorram no momento certo, isto é, nem antes nem depois; o da eficácia, que os atos e fatos empresariais sigam procedimentos previstos; o da eficiência, que os procedimentos que suportam os atos e fatos empresariais se caracterizem pela qualidade, velocidade e custos adequados; e o da segregação, que os procedimentos que suportam os atos e fatos empresariais sejam executados de maneira segmentada, respeitando as diferentes atividades e, dentro delas, a execução, a coordenação, o gerenciamento e o controle.

Considerados aqueles princípios, poder-se-ia, para efeitos do objetivo deste livro, definir controle interno como sendo:

A multiplicidade de processos realizados pelos conselheiros, pelos diretores executivos, pelos gerentes, pelos gestores de todos os níveis e por todos os demais colaboradores de uma empresa, visando a proporcionar adequado grau de segurança para a consecução dos objetivos estratégicos de eficácia, eficiência e lucratividade das operações; alcançar alto grau de confiança das informações gerenciais e contábeis; e assegurar o estrito cumprimento do ordenamento jurídico e das estratégias, políticas e regras internas.

Em resumo, o controle interno é formado pelas ações que definem como as atividades devem ser desenvolvidas e controladas permanentemente, levando em conta os objetivos estratégicos estabelecidos. Devidamente complementado pelo monitoramento, que afere sistemática e periodicamente sua qualidade e aderência às regras externas e internas, chega-se ao sistema de controles internos, conforme já explicado no Tópico 1.1.

A partir da definição acima, são identificados, como principais objetivos do controle interno, a garantia do efetivo gerenciamento dos riscos internos e externos que podem afetar a consecução dos objetivos estratégicos; a gestão efetiva das operações; a precisão e a integridade do registro das transações; a veracidade das demonstrações financeiras; a prevenção contra movimentações financeiras não autorizadas ou não previstas; a observância das regras legais e regulamentares e das estratégias, políticas e normas internas; e a salvaguarda contra a perda de ativos.

Uma companhia do mercado segurador, que é uma entidade abstrata por si só, não tem condições de estabelecer um sistema de controles internos. Portanto, criá-lo, mantê-lo atualizado e, acima de tudo, segui-lo, é obrigação individual de cada conselheiro, administrador, gestor ou colaborador, independente de nível, responsabilidade, função ou salário. Tal abrangência, ressalte-se, está evidenciada na definição de controle interno antes registrada.

Dessa forma, todos são responsáveis pela identificação da necessidade, pelo desenvolvimento, implantação, manutenção e monitoramento permanente do controle interno. Por outro lado, e conforme definição contida na regulamentação brasileira iniciada em 2004, todos e cada um dos auditores internos de uma companhia são responsáveis pelo monitoramento periódico e sistemático dos componentes do controle interno, pelo oferecimento de sugestões para sua melhoria e pela indicação da necessidade de correção de eventuais desvios de cumprimento.

1.4 Sobre o termo compliance

Tem sido bastante comum referir-se ao regulamento original editado em 2004 pela SUSEP sobre o sistema de controles internos como sendo a regra de compliance do mercado segurador brasileiro. Contudo, nenhuma parte do seu texto menciona tal anglicismo. Também os regulamentos ligados aos controles internos específicos e às atividades afins e associadas a tal sistema, posteriormente editados, não registram esse termo.

A impossibilidade de tradução adequada do vocábulo inglês "compliance" para o idioma português, a diversidade de culturas empresariais presentes no Brasil e a profusão de metodologias acadêmicas a respeito, de fato, acabam por provocar distintas interpretações sobre o que seria tal conceito, atividade e/ou função. Deve-se ter em mente que compliance pode ser algo entendido de forma mais abrangente, ou seja, como o conjunto de elementos que nos regulamentos da SUSEP é chamado de sistema de controles internos, ou, ao contrário, pode ser encarado de maneira mais restrita e compreendido, por exemplo, como apenas o monitoramento das ações estratégicas; ou apenas a gestão de riscos; ou apenas o monitoramento do ordenamento legal e regulamentar; ou apenas a execução das regras de prevenção de fraudes e de lavagem de dinheiro, e assim por diante.

Derivado do verbo em inglês "to comply with", que significa estar em conformidade com, compliance é, em sua essência, a obrigação de a empresa ter cultura ética em relação a regras e padrões estabelecidos, gerais e específicos, e de estar aderente a dispositivos legais, regulamentos do mercado, princípios empresariais, estratégias de negócio, políticas institucionais e a normas internas operacionais e de controle. Para tanto, é preciso conhecer, acatar, traduzir para o ambiente interno, obedecer e acompanhar o cumprimento da legislação e da regulamentação, bem como formalizar, divulgar, cumprir, fazer cumprir e criar mecanismos para propiciar estreito seguimento das políticas e regras internas, obrigatoriamente elaboradas à luz da legislação, dos regulamentos e dos objetivos sociais da empresa.

Portanto, no contexto aqui estudado, o objetivo do compliance é assegurar a conformidade das atividades-meio e fim de uma companhia, bem como de seus produtos e serviços para com o ordenamento jurídico, os regulamentos aplicáveis à sua área de atuação e as estratégias, políticas e regras internas. Não estar aderente a esses requisitos aumenta a exposição a riscos de sanções legais ou regulamentares, de perdas financeiras e de prejuízos à imagem e à reputação, não só das empresas, mas também de seus acionistas e administradores, valendo dizer que a missão do compliance, no mercado segurador brasileiro, é a de assegurar a adequação, o fortalecimento e o efetivo funcionamento dos diversos elementos do controle interno em seguros, além de disseminar cultura ética para garantir o cumprimento de leis, regulamentos, políticas e regras internas.

Assim, se compliance é ter cultura ética e estar em conformidade com regras oficiais e institucionais, e se o controle interno, conforme a definição contida no tópico anterior, inclui processos para proporcionar e averiguar o estrito cumprimento de regras externas e internas, então compliance, no contexto aqui estudado, é visto como sendo a parte do sistema de controles internos voltada à aderência das atividades, operações, produtos e serviços às regras externas e internas. Por isso, o termo "compliance" é aqui utilizado para definir esse componente específico, privilegiando-se a expressão sistema de controles internos – bem mais abrangente – para designar todo o conjunto subentendido na definição de controle interno e no contexto dos regulamentos vigentes³.

OBJETIVO

DISCORRER SOBRE AS PRINCIPAIS REFERÊNCIAS GLOBAIS E LOCAIS QUE JUSTIFICAM E DERAM ORIGEM AO SISTEMA DE CONTROLES INTERNOS EXIGIDO DAS EMPRESAS QUE ATUAM NO MERCADO SEGURADOR BRASILEIRO, PARA FACILITAR O ENTENDIMENTO E A RAZÃO DE SER DOS REGULAMENTOS ESTABELECIDOS A RESPEITO.

2.1 Movimentos globais e locais de regulação

De acordo com o que já foi estudado no Tópico 1.2, a principal lição das sucessivas crises mundiais foi a de que os mercados internacionais precisavam despertar para a necessidade de estabelecer modelos que pudessem mitigar a possibilidade da sua repetição ou, pelo menos, dos efeitos dos eventos que as originaram. Por isso, a obrigatoriedade imposta às companhias do mercado segurador brasileiro para o estabelecimento de um sistema de controles internos nasceu do processo cada vez mais acentuado de globalização da economia e da necessidade de adotar padrões reconhecidos internacionalmente para garantir a proteção dos consumidores, o retorno dos investimentos e a saúde econômica dos mercados locais, regionais e globais. Especializados ou não no negócio de seguros, variadas entidades e comitês foram criados, e acordos entre nações, celebrados, com o objetivo de emitir recomendações e boas práticas sobre a organização, funcionamento e supervisão dos negócios em distintas vertentes.

Neste capítulo estão resumidas as principais referências mundiais, regionais e locais que tratam do sistema de controles internos, sejam de caráter geral, sejam aquelas focadas no negócio de seguros. Deve-se notar que as referências comentadas neste capítulo costumam convergir em seus objetivos e na maioria dos elementos, porque elas buscam propósitos análogos e harmoniosos; suas especificidades, portanto, ficam por conta da natureza das entidades que as emitem.

O propósito de discorrer sobre elas reside no fato de que é importante saber que o sistema de controles internos não é mera obstinação ou fruto da inventividade do regulador nacional, mas sim uma necessidade de que os negócios de seguros se pautem na prudência e na transparência exigidas pelo mundo atual, contexto no qual o Brasil se insere por ser participante respeitável da economia global e por ser signatário de vários acordos internacionais nesse sentido. Conhecer essas referências, por conseguinte, facilita a compreensão e o entendimento dos regulamentos brasileiros a respeito. É saber as razões para entender as implicações.

2.2 IAIS

2.2.1 HISTÓRIA, OBJETIVOS E PRINCÍPIOS

Fundada em 1994, a International Association of Insurance Supervisors – IAIS, com sede em Basileia, Suíça, reúne agências e órgãos reguladores, supervisores e fiscalizadores de cerca de 140 países, alcançando 97% do mercado mundial de seguros, se considerado o montante de prêmios. Seu objetivo, de forma geral, é participar do esforço para que se atinja a estabilidade financeira global e, em particular, emanar diretrizes a respeito da supervisão em seguros, notadamente visando à proteção dos consumidores e beneficiários, metas que estão bem expressadas em sua missão. Para tanto, a IAIS desenvolve e fornece suporte para a implantação de determinados princípios e padrões de supervisão de seguros. Também provê fóruns de discussão entre seus membros e observadores. A SUSEP é membro da IAIS desde 1996 e segue os princípios e padrões de supervisão por ela recomendados, como se vê na missão daquela autarquia.

Análogo àqueles princípios e padrões da IAIS, seguidos pela SUSEP, é o conteúdo da Carta de Brasília, de 1992, de iniciativa da então Fenaseg, hoje CNseg, quiçá o mais importante marco do pensamento econômico e social dos empresários do setor no Brasil. Nela estão refletidas as diretrizes econômicas e sociais do mercado segurador brasileiro, em especial a que trata da saúde desse mercado e do respeito às garantias que devem ser dadas aos seus clientes.

MISSÃO DA IAIS – Contribuir com a estabilidade financeira mundial, mediante a promoção de uma supervisão efetiva e global que visa a desenvolver e manter equidade, segurança e estabilidade na indústria de seguros para benefício e proteção dos contratantes de apólices e seus beneficiários.

MISSÃO DA SUSEP – Regular, supervisionar e fomentar os mercados de seguros, resseguros, previdência complementar aberta, capitalização e corretagem, promovendo a inclusão securitária e previdenciária, bem como a qualidade no atendimento aos consumidores.

CARTA DE BRASÍLIA (1992) – Economia de mercado não deve traduzir liberdade cega e absoluta. A livre competição é causa e origem da eficiência econômica, mas precisa ser, ao mesmo tempo, fonte de progresso socialmente justo. O liberalismo, no setor de seguros, apresenta duas vertentes: a econômica […] e a social, cabendo aí ao seguro a função de promover a melhoria da qualidade de vida da população, promovendo garantias financeiras contra as consequências da velhice, da enfermidade, da invalidez, dos acidentes de trabalho e da própria perda da vida (FENASEG, 1992).

Os aspectos macro dos princípios de supervisão de seguros emanados da IAIS estão consubstanciados nos seus Insurance Core Principles – ICPs, que vêm a ser um conjunto de práticas

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