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#Eventos: gestao e produção

#Eventos: gestao e produção

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#Eventos: gestao e produção

Comprimento:
265 páginas
2 horas
Editora:
Lançado em:
Jul 18, 2015
ISBN:
9788569333067
Formato:
Livro

Descrição

Atenderá com excelência os temas relativos a Eventos e seus desdobramentos.

Desde tipos de eventos, produção, captação de patrocínio, relatórios, modelos de check lists, Destination Wedding e outros, traz ainda uma abordagem jurídica orientando o registro seu evento ou sua empresa.

Com uma Ementa rica e densa, traz conceitos e métodos da ISO9001, norma de referência para "Gestão da Qualidade", aptos a serem implementados para facilitar e melhorar a gestão e qualidade dos eventos .

Um material completo, que conta com a participação especial de 4 profissionais tops e super especialistas, que redigiram 4 capítulos extras contando suas experiências em: Moda, Gastronomia, Cerimonial e Qualidade Total.
Editora:
Lançado em:
Jul 18, 2015
ISBN:
9788569333067
Formato:
Livro

Sobre o autor


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Amostra do Livro

#Eventos - Dilma Resende

Produção

PÚBLICO ALVO

Secretárias executivas, secretárias técnicas, estudantes de secretariado, assistentes, assessoras e demais profissionais que desejam adquirir habilidades em organização de eventos. Produtores de eventos interessados em seu desenvolvimento profissional. Pessoas interessadas em ingressar na profissão de produtor (a) de eventos.

Eu sou Relações Públicas, mas encontro profissionais de diversas áreas. O profissional deve trabalhar bem com planejamento e com pessoas, ser detalhista, paciente e otimista…Ter bom gosto e conhecimentos em comunicação e marketing também é fundamental. Mas o mais importante é gostar desse trabalho dinâmico e imprevisível. ÉRICA L. CORREIA – FGV SP

OBJETIVO

Capacitar e especializar o interessado a desenvolver com maior conhecimento os vários tipos de eventos, cerimonial, protocolo e etiqueta, como também as técnicas de organização de eventos. Aplica-se também aos profissionais que já atuam na área interessados em acrescentar maiores conhecimentos técnicos.

CAMPO DE ATUAÇÃO

O profissional de eventos pode atuar em entidades como hotéis, clubes, centros culturais, hospitais, ONGs, escolas, secretarias da educação e museus. Pode ainda atuar em agências de eventos, marketing e comunicação. Atua também na organização de feiras, exposições, formaturas, casamentos, shows e eventos técnico-científicos, empresariais, esportivos, culturais e sociais, além de prestar consultoria empresas de eventos como autônomo.

EVENTOS - CONCEITO

Evento significa acontecimento, manifestação social. É uma reunião de pessoas programada com antecedência e foco em objetivo específico.

Onde há pessoas, eventos acontecem, e isso desde a antiguidade. Importante lembrar, que a bíblia já menciona Evento, e aponta inclusive problemas inesperados, como por exemplo a falta de bebida no meio do casamento.

Podemos dizer ainda, que trata-se de ações coordenadas por profissionais, com objetivo especifico e perfil definido, onde estão envolvidos planejamento, organização e realização de um projeto pré-concebido.

TIPOS DE EVENTOS

Não se planeja um evento sem medir sua dimensão, que será delimitada em função do tipo de evento a ser realizado. Somente após essa análise, o público alvo poderá ser definido e então evoluir o projeto. Também não dá para mencionar e descrever todos os tipos possíveis. Cada situação pode ser um evento ou ser enquadrada nesta categoria. Aqui veremos alguns e os mais comuns.

Os eventos podem ser classificados em sociais, corporativos, artísticos, educativos, científicos, políticos, governamentais, esportivos, turísticos, religiosos, beneficentes e outros.

QUANTO AO TIPO – VEJAMOS ALGUNS

EXPOSIÇÕES: Segundo a definição do dicionário de português, (www.dicio.com.br) é a arte de expor, apresentar por escrito ou oralmente ideias, fatos ou teorias, ou mostrar obras de arte ou produtos.

ENCONTROS TECNICOS OU CIENTIFICOS: Podem ser em forma de conferências, palestras, simpósios, painéis, fóruns, convenções, seminários, debates, jornadas, workshop, oficinas, assembleia, entre outros.

SOCIAIS: São os melhores e mais prazerosos de planejar. Imaginação, criatividade e bom gosto se torna fundamental. Podem ser em forma de coquetéis, happy hours, chás da tarde, chás de bebês, chás de cozinha, chás beneficentes, chás de bar, almoços, jantares, banquetes, cafés da manhã, brunch, coffe break, casamentos, divórcios. Sim, hoje em dia é comum os ex casados reunirem os amigos em forma de festa e anunciar o divórcio.

CERIMONIAS: Aqui a formalidade impera. Sejam religiosas, fúnebres, posse, acadêmicas ou qualquer outro tipo, é sempre algo mais formal.

INAUGURAÇÕES – Sejam lojas, empresas, empreendimentos imobiliários, o que o cliente desejar.

FEIRA: É uma reunião de várias empresas em determinado local, visando expor seus produtos ou serviços com objetivo de venda. O contato com o público é direto e pode ser comercial, cultural, tecnológica, etc

Uma Feira é um evento de grande porte, logo o seu planejamento exige uma logística maior e mais elaborada.

MOSTRA: É um evento de pequeno porte, mais flexível e tem a possibilidade de ser itinerante.

VERNISSAGE: Está dentro da categoria de exposição artística. É um evento para apresentar um novo artista, ou promover pessoa de renome.

CONGRESSOS: É a organização de uma reunião de especialistas de determinada área com o objetivo de discutir um determinado tema de diversas formas.

CONFERÊNCIA: Parecido com o congresso, é a organização de reunião com tema delimitado contendo auditório e expositor. Tem público específico e a presença de Conferencista.

VIDEOCONFERÊNCIA: é uma conferência realizada pela Internet. O conferencista pode ou não interagir com o público.

Exemplo de vídeo conferência: http://conference.globalead.com.br/webconference

SIMPÓSIO: É um evento simples, específico, de curta duração com o objetivo de expor pesquisas ou inovações tecnológicas em forma de pesquisa para uma área distinta.

CONVENÇÕES: São eventos maiores e destinados a associações ou alguma entidade social ou de classe. São reuniões para apresentação de novos produtos ou resultados e variam o tema em função do perfil do solicitante da convenção.

SEMINARIO: É como um congresso, mas um evento de menor porte. Geralmente contem um tema principal e pode apresentar sub temas no mesmo contexto.

WORKSHOP: É um evento que pode ter qualquer tamanho e visa discutir assunto de determinado segmento onde em grupos todos podem participar desde que haja um coordenador.

Esses foram apenas alguns exemplos, pois como já foi dito anteriormente, qualquer acontecimento pode se tornar um evento. É necessário apenas um cliente interessado e uma ideia na mão.

O PRODUTOR DE EVENTOS

O Wikipédia nos apresenta um conceito muito singelo.

Produtor de eventos é o profissional que organiza, planeja, orienta e acompanha todas as fases da realização de um evento de qualquer tipo, seja uma festa, um show, uma formatura, uma convenção, uma feira, um congresso, um casamento, etc, para empresas ou organizações públicas ou privadas.1 Cabe ao produtor a responsabilidade de gerenciar todos os serviços necessários para cada evento, como iluminação, som, segurança, acomodação, e alimentação, e fazer cumprir o cronograma combinado, bem como resolver eventuais problemas de última hora. A montagem e a desmontagem dos locais de produção é sempre acompanhada por algum funcionário do staff, que é a equipe de produtores do evento. http://pt.wikipedia.org/wiki/Produtor_de_eventos

Produtor de Eventos é dom. É feeling. Não basta fazer um cursinho. Não basta fazer uma festa animada.

Tem uma conhecida minha que deu o melhor exemplo de todos. Ela diz: A pessoa dorme recepcionista e acorda Produtor de Festa, porque fez uma festinha de família que fez sucesso naquele núcleo. É verdade. O que mais se vê nessa área, são pessoas trabalhando, atuando no contexto sem o menor jeito, criatividade ou bom gosto.

Eu pessoalmente, já vi festas LINDISSIMAS de um produtor. Só que ele peca, apesar de suas grandes produções, pois todas as festas tem o mesmo perfil. E a festa para ser chique e elegante, tem que ser ÚNICA. Então não basta fazer um curso e se auto denominar PRODUTOR DE EVENTOS. O jeito, o bom gosto tem que estar no sangue, sem contar que o profissional tem que estar antenadíssimo com as tendências que são extremamente mutáveis.

Além disso, é necessário que haja um mínimo de formação acadêmica. Observe que virão todo tipo de cliente, ainda que o profissional se especialize em certos tipos de eventos, como os sociais por exemplo. Essa formação te dará a maturidade e o conhecimento necessário para gerir crises, e creia, elas acontecem o tempo todo.

É preciso ser comunicativo, ter conhecimentos, ter habilidades de negociação, saber gerenciar tempo, ser estrategista, trabalhar e decidir sob pressão, ter bom gosto, ter uma mínimo de material de trabalho como um bom telefone, um tablet, um computador.

Conhecer tendências é fundamental. Participar de eventos de outras pessoas e ter um bom networking e estar informado do que se passa à sua volta, é condição.

Trabalhe a sua imagem. Você precisa ser conhecido e ter uma ótima rede de contatos. Falar e se apresentar bem em público é essencial.

Esse é o ponto de partida. Repare. Nem mencionei ainda falar idiomas, se apresentar bem vestido, enfim, se você não tem esse perfil, mude de área. Você não logrará sucesso.

COORDENADOR DE EVENTOS

Basicamente, o coordenador vai executar o projeto elaborado pelo Produtor de Eventos. Na maioria das vezes as funções de confundem e o coordenador é quem planeja tornando-se o responsável pela produção e fiscalização de todo o conteúdo planejado.

CAPTAÇÃO DE EVENTOS

A fase de captação de eventos é bastante importante para a entidade organizadora, seja o Hotel, empresa ou centro de convenções. Quem deseja atrair eventos para seu empreendimento ou sua cidade ou mesmo empresa, tem que usar estratégias de marketing e trabalhar duramente pois a concorrência é acirrada.

A captação é uma ação continua, e por esta razão, quem estiver interessado em ser este profissional, deve estar sempre atualizado e estar preparado para atuar. Entender estratégias de marketing é fundamental.

A captação de eventos pode ser nacional ou internacional, sendo o Convention & Visitor Bureau, o órgão que auxilia com informações sobre eventos em geral, além de gerir políticas públicas e afins. Além de ajudar no processo de captação de eventos de grande porte, ele provê suporte aos profissionais da área. Os conventions são mantidos por parceiros entre os quais estão hotéis e restaurantes, operadoras de turismo e comercio local.

Caso a empresa ou o profissional deseje trabalhar com captação de eventos internacionais, a EMBRATUR é o órgão que dá o suporte necessário.

DAS LEIS

O profissional de Eventos, tem a plena consciência que imprevistos acontecem e claro, sempre inerentes a sua vontade, mas é possível pensar em medidas para gerenciar os momentos de crise. Aliás, essa é a ideia que não deve sair da mente. Uma crise bem gerenciada garante o sucesso do seu evento.

Para tanto, é necessário conhecer um mínimo de leis que dizem respeito a este setor. Um profissional bem informado é meio caminho em direção ao sucesso. Vamos conhecer algumas leis que são obrigatórias e devem fazer parte do dia a dia do Produtor ou Coordenador.

VIGILÂNCIA SANITÁRIA (Agencia Nacional de Vigilância Sanitária – ANVISA).

É extremamente importante a previsão deste item no seu check list, devido este órgão ser bem rigoroso na fiscalização e principalmente porque a falta deste quesito compromete seu trabalho de forma irreparável.

Os setores que poderão sofrer fiscalização são o de alimentos, controle de zoonose no local, saúde e higiene dos profissionais operacionais, e produtos e serviços que afetem ou atinjam os participantes do evento.

É aconselhável que tudo seja previsto no projeto do Evento, como espaço suficiente para o número de convidados evitando a superlotação, atendimento médico de plantão capaz de atender emergências, ambulâncias, banheiros suficientes, e tudo mais inerente ao bom andamento do projeto. Evidente que estamos aqui tratando de eventos maiores ou de massa, porém lembrando que os menores também podem sofrer fiscalização e em tudo o produtor deve estar preparado e ciente.

Todos os seus contratos com fornecedores devem ser extremamente bem amarrados e com todas as previsões, pois na hora de um problema você tem responsabilidade.

A Lei 8080 de 19 de setembro de 1990 dispõe que cada Município tem a liberdade de legislar sobre ações e serviços públicos, mas cabe aos Estados e o Distrito Federal a criação de normas em caráter suplementar, mas convém, verificar as regras de cada localidade para o seu caso concreto.

Com relação aos alimentos, há que pensar em cuidados especiais, mantendo a higiene adequada.

As condições de armazenamento de alimentos em locais industrializados estão regulamentadas pela Portaria SVS/MS nº 326, de 30 de julho de 1997, e pela Resolução-RDC Anvisa nº 275, de 21 de outubro de 2002. Tais legislações federais também regulamentam o transporte de alimentos industrializados.

Assim é dever do Produtor de Eventos, ser extremamente cuidado na hora de assinar o contrato com o fornecedor de alimentos, deixando as obrigações e condições bem claras e definidas.

RESPONSABILIDADE CIVIL DO PRODUTOR DO EVENTO

A Constituição Federal de 1988, em seu art. 5°, inciso XXXII, traz a previsão da defesa do consumidor pelo Estado como uma garantia constitucional. E ainda, em seu art. 170, inciso V, prevê a defesa do consumidor como um dos princípios promotores e disseminadores da justiça social.

O caput do art. 5° da Constituição Federal prevê que todos são iguais perante a lei. Nos incita com isso, a pensar na evidente desproporcionalidade que se apresenta em muitas das relações de consumo, tendo de um lado uma empresa grande e de outro um simples consumidor, tornado necessária a presença do Estado, através do acesso aos Procons e à Justiça para que haja um certo equilíbrio nas relações. Pensando neste contexto é que temos a atividade da Constituição Federal de 1988 fixando a defesa do consumidor, nos termos do art. 5°, XXXII e do art. 170, V.

Ainda neste cenário, nasce em 1990 a Lei 8078, sendo batizada de Código de Defesa do Consumidor, onde a Responsabilidade Civil é amplamente discutida.

Mas ainda de contas, você sabe o que é Responsabilidade Civil?

Responsabilidade Civil é a obrigação de uma pessoa em reparar o dano que causou a outra. Está ligado a reparação do dano, indenização, perdas e danos e ressarcimento. Essa responsabilidade nasce toda vez que uma pessoa descumprir uma obrigação de fazer que tenha assumido, em virtude de lei ou no nosso caso, de contrato.

No Código Civil de 2002, a Responsabilidade Civil vem previsto no art. 927 : "Aquele que, por ato ilícito, causar dano a outrem, fica obrigado a repará-lo".

No Código de Defesa do Consumidor, o conceito de responsabilidade civil objetiva, está prevista no art. 12:" O fabricante, o produtor, o construtor, nacional ou estrangeiro, e o importador respondem, independentemente da existência de culpa, pela reparação dos danos causados aos consumidores por defeitos decorrentes de projeto, fabricação, construção, montagem, fórmulas, manipulação, apresentação ou acondicionamento de seus produtos, bem como por informações insuficientes ou inadequadas sobre sua utilização e riscos." (BRASIL, 1990, p. 1)

A lei é clara. Não importa de quem é a culpa. O dano será reparado.

Ainda no Código de Defesa do Consumidor, é mencionado as excludentes da responsabilidade do fornecedor no art. 14, § 3º, que assim prevê:

"O fornecedor de serviços só não será responsabilizado quando provar: I – que, tendo prestado o serviço, o defeito inexiste; II – a culpa exclusiva do consumidor ou de terceiro. (BRASIL, 1990, p. 1)

Importante frisar nesse caso, que o ônus da prova dos fatos relativos à inexistência do defeito ou da culpa exclusiva do consumidor ou de terceiro é do prestador de serviço. Logo, se ele não a produzir (a prova), será responsabilizado.

Para finalizar, vejamos o que diz o doutrinador Rizzatto Nunes:

"O risco do prestador do serviço é mesmo integral, tanto que a lei não prevê como excludente do dever de indenizar o caso fortuito e a força maior. E, como a norma não estabelece, não pode o prestador do serviço responsável alegar em sua defesa essas duas excludentes. Assim, por exemplo, se um raio gera sobrecarga de energia num condutor de energia elétrica e isso acaba queimando os equipamentos elétricos da residência do consumidor, o prestador do serviço de energia elétrica tem o dever de indenizar os danos causados ao consumidor. O que acontece é que o CDC, dando continuidade, de forma coerente, à normatização do princípio da vulnerabilidade do consumidor no mercado de consumo, preferiu que toda a carga econômica advinda de defeito recaísse sobre o

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