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A teoria do tudo: O Sonho de Einstein

A teoria do tudo: O Sonho de Einstein

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A teoria do tudo: O Sonho de Einstein

notas:
3.5/5 (2 notas)
Duração:
164 páginas
2 horas
Editora:
Lançados:
May 14, 2017
ISBN:
9788582454589
Formato:
Livro

Descrição

Postulo inicialmente os entes verdadeiramente elementares a que nomeio como unifótons. E para testar a teoria dos unifótons (a teoria do tudo) desenvolvo o texto explicando os princípios das principais teorias físicas atuais. Pois teorias mais gerais englobam outras, ou seja, explicam as hipóteses das outras. As hipóteses de teorias menos gerais são fatos a serem explicados pelas mais gerais. Assim, os testes das menos básicas são indiretamente utilizados na testagem das mais gerais. Com a Teoria do Tudo, que criei, expliquei os princípios das principais teorias físicas e assim a testei.
Editora:
Lançados:
May 14, 2017
ISBN:
9788582454589
Formato:
Livro


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A teoria do tudo - José Roberto De Resende

Quântica.

Teoria dos Unifótons, do Tudo

1 - Os Indivisíveis

Demócrito-Como entendemos um texto?

Leucipo- A partir do entendimento das palavras e das formas de operarem e se interagirem (da gramática).

Demócrito- Como entendemos as palavras?

Leucipo- A partir do entendimento das sílabas e das formas de operarem e se interagirem.

Demócrito- Como entendemos as sílabas?

Leucipo- A partir do entendimento das letras e das formas de operarem e se interagirem.

Demócrito- Como entendemos as letras?

Leucipo- A partir do entendimento das formas de operarem e se interagirem.

Demócrito- Como entendemos os entes constituídos?

Leucipo- A partir do conhecimento de suas partes e formas de operarem e se interagirem.

Demócrito- Dê um exemplo.

Leucipo- Para entendermos uma máquina, precisamos entender suas peças e a forma de operarem e se interagirem.

Demócrito- Se pudéssemos subdividir tudo, indefinidamente, teríamos uma explicação do Tudo?

Leucipo- Não, pois sempre teríamos novas partes a serem entendidas. Teríamos uma sequência infinita de explicação, da explicação, da explicação, …, a causa, …da causa, …da causa…

Demócrito- E se não pudéssemos subdividir tudo, indefinidamente, ou seja, se chegássemos a entes indivisíveis a que nomeio como unifótons (as letras da natureza), teríamos uma explicação do tudo?

Leucipo- Sim, pois não teríamos novas partes a serem entendidas e, a partir delas, entenderíamos os entes constituídos dos menos complexos (das sílabas) aos mais complexos (as bibliotecas).

Demócrito- Muito bem. Mas, você não aprendeu desde criança que Deus é a causa de tudo e não esses unifótons ou entes indivisíveis?

Leucipo- Sim, mas aprendi também que, tudo que é escrito, até os textos mais belos e perfeitos, utilizam as letras como seus constituintes elementares. Para aceitar os unifótons, não preciso negar as maravilhas dos entes constituídos. Para aceitar os unifótons, não preciso negar a existência de Deus.

Demócrito- Então, você concorda que só podemos entender tudo, caso existam os unifótons, os entes indivisíveis?

Leucipo- Sim, pois, caso contrário, teríamos a sequência infinita da causa, da causa, da causa, … Se não for assim, não poderemos entender tudo.

Demócrito- Você entende o esforço humano para quebrar partículas através de colisões destas, como ocorre nos maiores laboratórios de Física?

Leucipo- Sim. Precisamos nos alfabetizar, conhecer o alfabeto do livro da natureza. Só assim, poderemos lê-lo.

Continue no entendimento das letras do alfabeto da natureza. Veja, no próximo tópico, o porquê dos unifótons apresentarem uma forma definida de interação.

2 –A Razão da Natureza Apresentar Uma Estrutura Lógica.

Demócrito- Escreve-se com letras de alfabetos diferentes?

Leucipo- Não.

Demócrito- Joga-se com peças de jogos diferentes?

Leucipo- Não.

Demócrito- Por que se escreve com letras do mesmo alfabeto e se joga com peças do mesmo jogo?

Leucipo- Porque são com os elementos definidos e com regras de operações com os mesmos que se cria uma estrutura lógica. A escrita apresenta uma estrutura lógica (uma gramática). Os jogos apresentam uma estrutura lógica (regras táticas de desafios).

Demócrito- A Teoria Quântica apresenta definidos elementos com suas regras de interações ou operações?

Leucipo- Sim. Feynman, em seu livro O que é uma lei física, na página 165, explana sobre os entes quânticos: são esquisitos, mas esquisitos exatamente da mesma maneira.

Demócrito- Por que os entes quânticos, supostos constituintes básicos da natureza, são caracterizados de uma única maneira?

Leucipo- Não fosse assim, esta representação da natureza não teria uma lógica interna.

Demócrito- A natureza apresenta uma estrutura lógica?

Leucipo- Sim. As teorias são estruturas lógicas que representam a natureza. A Quântica explica e prevê quase tudo. E como veremos, esta que agora lhe está sendo apresentada, a dos unifótons é uma Teoria do tudo.

Demócrito- Para a natureza, são definíveis entes elementares e suas regras de interações ou operações?

Leucipo- Sim. Pois, caso contrário, a natureza não apresentaria uma lógica, não seria inteligível.

Por que os unifótons devem ser móveis? Veja a resposta no próximo tópico.

3- A Necessidade Lógica dos Unifótons se Moverem.

Demócrito- O constituído pode mover sem o movimento de suas partes?

Leucipo- Não.

Demócrito- O movimento dos entes constituintes é condição para o movimento do constituído?

Leucipo- Sim. Se as partes fossem imóveis, o todo também seria.

Demócrito- Logo, os unifótons são móveis?

Leucipo- Sim, pois do contrário, nada moveria, uma vez que os unifótons são os constituintes em última instância de tudo.

Demócrito- Há movimento no vácuo?

Leucipo- Sim. As ondas eletromagnéticas movem no vácuo.

Demócrito- Logo o vácuo é constituído por Unifótons?

Leucipo- Sim, pois estes são os únicos entes móveis da natureza.

Demócrito- Por que as ondas eletromagnéticas propagam em tudo?

Leucipo- Porque elas propagam nos Unifótons e estes constituem, em última instância, tudo.

Demócrito- Por que ondas eletromagnéticas nos trazem as informações das partes mais distantes do universo?

Leucipo- Porque elas propagam em tudo, inclusive no vácuo.

4- Explicando A Origem do Tempo e das Forças.

Demócrito- As interações são importantes?

Leucipo- Sim, pois através delas é que ocorrem as alterações nas propriedades dos entes. É que ocorrem as sucessões. O tempo.

Demócrito- O espaço pode se interagir com os Unifótons?

Leucipo- Não, pois as interações ocorrem entre entes elementares e o espaço é um todo. Ele não é constituinte de qualquer coisa, tampouco constitui algo.

Demócrito- Os entes elementares se interagem?

Leucipo- Sim, pois existem as sucessões, o tempo.

Demócrito- Sem o movimento, os Unifótons poderiam se interagir?

Leucipo- Não, pois entre eles só há a parte da natureza que apenas permite o movimento. O espaço. E só através do movimento, um Unifóton atinge a outro.

Demócrito- Logo, o movimento dos Unifótons é a condição básica das interações?

Leucipo- Sim. O movimento dos entes constituídos depende do de suas partes. Sem o movimento, não haveria interações.

Demócrito- Os Unifótons são as partes móveis da natureza?

Leucipo- Sim. O movimento dos entes constituídos é, em última análise, dos Unifótons.

Demócrito- Por que a comunicação de movimento é básica?

Leucipo- Porque ela é a comunicação da condição da comunicação, é a comunicação da condição das interações.

Demócrito- Pode haver tempo sem a existência do movimento?

Leucipo- Não. As sucessões (sem as quais não há tempo) ocorrem por causa das interações e, estas, por causa do movimento dos unifótons.

Demócrito- A história depende de interações?

Leucipo- Sim. Sem as interações, não ocorrem mudanças.

Demócrito- O funcionamento dos entes constituídos depende das interações de seus constituintes?

Leucipo- Sim. O funcionamento é uma história, é uma sequência de mudanças decorrentes de interações dos entes constituintes entre si.

Demócrito- São as forças que fazem os entes ganharem ou perderem velocidade. Acelerarem. Tendo por base este fato, responda: Por que a Física, como ciência básica, procura entender as forças?

Leucipo- O movimento é condição das interações e, estas, a condição das sucessões, do tempo. Mudança nos movimentos determina a história, a sequência das mudanças. Possibilita as previsões. As explicações. O propósito das ciências. Por isto, a palavra força é quase sinônimo de causa.

Demócrito- As acelerações ocorrem nos unifótons?

Leucipo- Eles é que se movem. Logo, só neles podem ocorrer mudanças de velocidade. Fontes e sumidouros de velocidade. Forças.

Demócrito- Então, são nos unifótons que devemos procurar a explicação das forças? Das fontes e sumidouros de velocidade?

Leucipo- Sim.

Demócrito- Se os físicos conhecessem a hipótese dos unifótons, onde eles procurariam a força básica? As fontes e os sumidouros de velocidade?

Leucipo- Na forma de interagir dos unifótons.

Demócrito- As forças fundamentais, as comunicações de movimento, ocorrem apenas nos unifótons e, quando estes formam estruturas, eles comunicam velocidades em formas especiais, conforme as estruturas formadas que dão origem às forças consideradas fundamentais. As forças forte e fraca no núcleo atômico, as eletromagnéticas em estruturas com cargas elétricas e forças gravitacionais nas estruturas com massa. Você concorda?

Leucipo- Sim.

Demócrito- A teoria que explica as forças fundamentais seria a do Tudo?

Leucipo- Sim, pois explicaria a origem das interações, ou seja, as fontes e os sumidouros de velocidade.

Demócrito- Então, a teoria dos unifótons é a Do Tudo?

Leucipo- Sim. Se ela, a partir dos unifótons, explicar as fontes e os sumidouros de velocidade.

Por que os unifótons, os comunicadores de velocidades, devem ser impenetráveis?

No próximo tópico cuidaremos de responder a esta pergunta.

5 – Os Impenetráveis Como Causa do Campo Único e Gerador de Todas as Forças.

Demócrito- O espaço é penetrável?

Leucipo- Sim, pois é onde ocorrem os movimentos.

Demócrito- O espaço é a parte da natureza que permite os movimentos?

Leucipo- Sim.

Demócrito- Sem a penetrabilidade, não haveria a região da natureza que permite os movimentos. Logo, a essência do espaço é a penetrabilidade?

Leucipo- Sim.

Demócrito- O espaço pode impedir o movimento de um ente qualquer?

Leucipo- Não, pois, assim, ele perderia sua natureza essencial, a de ser penetrável.

Demócrito- O que pode afetar o movimento de um ente?

Leucipo- Apenas outros entes impenetráveis.

Demócrito- Vimos que os entes que comunicam movimento são os unifótons. Então, podemos concluir que eles são impenetráveis?

Leucipo- Sim.

Demócrito- As forças estão relacionadas com a impenetrabilidade?

Leucipo- Sim, pois os impenetráveis é que comunicam movimento. Através deles, ocorrem as fontes e os sumidouros de velocidade. As forças.

Demócrito- Os campos que explicam as forças seriam campos de impenetrabilidade?

Leucipo- Sim.

Demócrito- Logo, o campo único que explica todas as forças é o de impenetrabilidade?

Leucipo- Sim.

Demócrito- A teoria dos unifótons é a do campo unificado? É a do Tudo?

Leucipo- Sim.

Veja no próximo tópico a explicação da origem de todas as forças.

6 – A Explicação da Origem de Todas as Forças.

Demócrito- Você concorda não ser possível alterar o movimento do constituído sem alterar os movimentos de seus entes constituintes?

Leucipo- Sim. A soma vetorial das velocidades dos constituintes é a do constituído.

Demócrito- Logo, a forma de alterar o movimento dos unifótons é básica?

Leucipo- Sim, pois delas é que decorrem as dos entes constituídos. Eles são os constituintes mais elementares de tudo.

Demócrito- Vimos que os unifótons apresentam uma forma de interagir, uma forma de comunicar movimento e são corpúsculos impenetráveis. Se eles pudessem ter formas variadas, suas comunicações de movimento, provavelmente, seriam diferentes, conforme a região onde ocorrem as colisões. A forma esférica é a que apresenta uma superfície invariável. Você acha, então, razoável presumir que os unifótons sejam esféricos?

Leucipo- Sim. Sendo suas superfícies de formas variadas, a forma de comunicarem movimento, também, provavelmente, seria.

Demócrito- É razoável, então, presumirmos os unifótons como esféricos?

Leucipo- Sim.

Demócrito- A impenetrabilidade de um unifóton não faz sentido em direção tangente à

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