Aproveite milhões de e-books, audiolivros, revistas e muito mais, com uma avaliação gratuita

Apenas $11.99 por mês após o período de teste gratuito. Cancele quando quiser.

Acabou Juridiquês!: Direito Tributário
Acabou Juridiquês!: Direito Tributário
Acabou Juridiquês!: Direito Tributário
E-book175 páginas2 horas

Acabou Juridiquês!: Direito Tributário

Nota: 0 de 5 estrelas

()

Ler a amostra

Sobre este e-book

Trata-se de um dicionário informal, para aprender Direito Tributário se divertindo. Este livro vai lhe ajudar a entender com brevidade conceitos do mundo jurídico, normalmente cheios de expressões particulares, inusitadas, e até mesmo de outros idiomas. Para quem é adolescente, dona de casa, trabalhador de qualquer área, empresário, empreendedor, ou simplesmente alguém que é curioso, encontrar uma palavra e dizer ah! Entendi!.
Este livro surgiu a partir da necessidade de tornar o vocabulário jurídico mais acessível às pessoas comuns, que ao menos uma vez na vida se depararam com uma intimação, uma notificação, um auto de infração ou até mesmo um processo.
Não se pretende encerrar definitivamente qualquer dúvida, mas apresentar noções básicas de uma forma clara e rápida, como deve ser todo bom dicionário informal, e melhor, sem estresses, porque de estresses os processos estão cheios.
IdiomaPortuguês
Data de lançamento10 de nov. de 2015
ISBN9788582452981
Acabou Juridiquês!: Direito Tributário
Ler a amostra

Relacionado a Acabou Juridiquês!

Ebooks relacionados

Avaliações de Acabou Juridiquês!

Nota: 0 de 5 estrelas
0 notas

0 avaliação0 avaliação

O que você achou?

Toque para dar uma nota

A avaliação deve ter pelo menos 10 palavras

    Pré-visualização do livro

    Acabou Juridiquês! - Raigilson Kid Ferreira

    A

    A rogo

    A pedido. A pedido de…

    Ab Initio¹

    Desde o início. Desde quando começou.

    Ab origene

    Que dizer desde a origem.

    Abalo de crédito

    É quando se acredita que a pessoa perdeu credibilidade para honrar compromissos.

    Abandono de causa

    É o mesmo que desistir de um processo, que será extinto se o autor deixar de cumprir atos ou diligências que lhe cabe por mais de trinta dias.

    Abertura de prazo

    É a determinação de quando vão começar a contar os prazos das obrigações que cabem às partes dentro de um processo.

    Abertura de vista de autos processuais

    Isso pode acontecer quando o servidor público da Justiça autoriza pessoalmente a consulta de um processo. É que antigamente, quando não existia internet, você tinha que ter um advogado para que ele fosse à Justiça saber detalhes de um processo do seu interesse.

    Ação

    É o ato preliminar que vai produzir o processo.

    Ação Penal Tributária

    É uma Ação movida pelo poder público quando o mesmo se sente em prejuízo por um crime cometido pelo Contribuinte.

    Ação Rescisória

    É o tipo de Ação que pretende anular todo um processo. São casos muitos excepcionais, pois é preciso se provar de modo inquestionável os fundamentos da Ação. É possível este tipo de Ação em questões tributárias.

    Ação de Repetição de Indébito Tributário

    É a busca de restituição por meio da Justiça, quando do pagamento repetido de um tributo.

    Acórdão

    É o documento onde fica escrito tudo o que foi decidido em conjunto. Ou seja, depois que uma turma de juizes decide algo, se publica um documento contendo as decisões. Este documento é o acórdão. É diferente de uma sentença, que é elaborada por um só juiz.

    Ad valorem

    Significa conforme o valor. Uma tributação ad valorem é a que coloca o valor do bem como base de cálculo.

    Adimplência

    Cumprimento de uma obrigação por meio de um ato. Com o pagamento de uma dívida você está adimplente. Se não pagar está inadimplente, houve inadimplência.

    Aditamento à petição inicial

    Modificação na petição inicial realizada antes da citação do réu (Ver petição inicial).

    Adjudicação

    A adjudicação ocorre quando uma propriedade ou até mesmo a posse de um bem passa para outra pessoa, em razão de dívidas não pagas. Cabe ao credor promover a adjudicação. A pessoa que fica com o bem é aquela que deveria receber o valor da dívida.

    Mas ninguém precisa sair correndo por aí pra pagar o imposto com medo de perder um bem de família etc. É que a adjudicação só ocorre depois do devido processo legal, com direito a ampla defesa do devedor.

    É importante dizer que quando uma pessoa for se apropriar de um imóvel, que estiver passando por adjudicação, ela será responsável pela quitação das dívidas que houver em impostos…

    Aduana

    É o mesmo que Alfândega. Compõe o sistema de administração/ fiscalização tributária, sobretudo no que diz respeito à repressão ao contrabando.

    Agravo²

    É o recurso que cabe para questionar determinada decisão de um juiz.

    Agravo de instrumento

    É o recurso utilizado contra uma decisão do juiz, que ainda não seja sentença, e que pode causar uma situação grave e de difícil reparação.

    Ajuizar uma ação

    É o mesmo que entrar com um processo.

    Alienação de bens

    A alienação de bens ocorre quando o bem pode ser transferido de uma pessoa para a outra. O imposto a ser cobrado dependerá do bem, e do tipo de alienação.

    Alienação fiduciária

    É quando alguém não tem todo o dinheiro para comprar um bem à vista, compra a prazo e vai pagando. Enquanto estiver quitando, diz-se que o bem está sob alienação fiduciária, se foi feito um contrato formal neste sentido, claro. Caso contrário é só um crediário mesmo. Mesmo estando o bem sob esta situação, o seu proprietário paga imposto. Veja o caso do IPVA de carros financiados, por exemplo.

    Alienação por hasta pública

    É feita na marra, quando um bem é penhorado, indo a leilão. É uma forma de expropriação do bem, isto é, da perda da propriedade. Mas veja bem: só cabe lá na frente, na fase de cumprimento da sentença.

    Alienação por iniciativa particular

    Este tipo de alienação, também cabível apenas na fase de cumprimento da sentença, tem como objetivo vender o bem do devedor/ executado para satisfazer o autor do processo, que é chamado de exequente, a quem cabe tomar esta iniciativa.

    Alíquota

    Normalmente a alíquota é um percentual utilizado para se calcular o valor de um tributo. Mas também pode ser um valor fixo quando se tratar de taxas ou contribuição de melhoria.

    A maiori ad minus

    É o mesmo que se dizer do mais para o menos. Processualmente, ou seja, no contexto dos processos, é uma frase utilizada quando se quer dizer que aquele que pode o máximo, pode o mínimo.

    A minori ad maius

    O inverso. Isto é, do menor para o maior. Com um detalhe: aqui está se querendo dizer que aquilo que é proibido ao menos, também deve ser proibido a mais.

    Amortizar

    Significa reduzir o valor principal de uma dívida com pagamentos parcelados. É muito linda esta palavra, ela começa com amor… Você pode amortizar o peso de uma relação reduzindo os problemas em parcelas…

    Antecipação de tutela/ Tutela antecipada

    É uma das formas previstas para suspensão do crédito tributário (Veja suspensão do crédito tributário). Para se conseguir uma tutela antecipada é necessário um pro cesso mostrando ao juiz que o contribuinte tem um direito cuja prova é inequívoca.

    Outro requisito para se conseguir uma tutela antecipada é a possibilidade de reversão da medida. Se vossa excelência desconfiar que não vai poder reverter o direito que está lhe dando, não tem tutela antecipada certa.

    Exemplo: suponha que a prefeitura pense que você tem a inteligência limitada à de um ogro, e esteja lhe cobrando IPVA de uma carruagem escondida no porão da sua casa.

    Você vai ao juiz e diz: Doutor, prefeitura não pode cobrar IPVA, eu não tenho nem porão, quanto mais carruagem escondida lá e, como vossa excelência pode ver, eu não sou um ogro!!! O juiz vai apenas se certificar desta última parte, e lhe conceder uma tutela antecipada³.

    Anterioridade tributária

    É um Princípio que diz que não se pode cobrar tributo no mesmo exercício financeiro (Ver Princípio da Anterioridade do Exercício).

    Apelação

    É o recurso utilizado para se questionar uma sentença. A apelação produz o reexame integral daquilo que foi pedido em primeiro grau.

    Apreensão de mercadoria

    A preensão de mercadoria é realizada por algum fiscal, como uma forma de coagir o contribuinte a recolher o devido imposto.

    Contudo, é inconstitucional. Não pode. Está errado. É abuso do poder fiscalizatório. Existe súmula (Ver Súmula) esclarecendo esta situação.

    Os agentes do Fisco alegam que possuem poder de polícia, mas até mesmo este poder deve se submeter ao que diz a lei. E a lei em questão é o Código Tributário Nacional.

    Se um contribuinte deve impostos, ele tem o direito de responder conforme o devido processo legal. Não cabe ter sua atividade econômica prejudicada. O Fisco pode/ deve mover Ação de Execução Fiscal para correr atrás do crédito tributário, mas não apreender mercadoria.

    A exceção cabível é para os produtos ilegais. Estes normalmente são destruídos, leiloados ou doados a instituições de caridade.

    Apropriação indébita tributária

    Este tipo de apropriação acontece quando o responsável pelo pagamento do tributo ou o chamado contribuinte substituto, simplesmente fica com o dinheiro e não paga o imposto.

    Apropriação Indébita Previdenciária

    A apropriação indébita previdenciária ocorre quando o empresário desconta do salário do funcionário o valor da Previdência Social, mas não repassa para a mesma. É crime.

    Veja o que diz o Código Penal: "Art.168-A. Deixar de repassar à previdência social as contribuições recolhidas dos contribuintes, no prazo e na forma legal ou convencional: Pena-reclusão, de 2 (dois) a 5 (cinco) anos, e

    Está gostando da amostra?
    Página 1 de 1