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Planejamento educacional e formação de professores: práticas, sentidos e significados

Planejamento educacional e formação de professores: práticas, sentidos e significados

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Planejamento educacional e formação de professores: práticas, sentidos e significados

Duração:
259 páginas
4 horas
Lançados:
1 de jan. de 2016
ISBN:
9788547301217
Formato:
Livro

Descrição

Mergulhar na leitura desta obra foi me entregar em uma viagem pelo tempo-espaço de orientação acadêmica, pelos afetos produzidos em saber que muito mais que especialistas-mestres em educação, formamos intérpretes de sonhos. Porque faço essa afirmação? Porque este livro contempla informações, conhecimentos e práticas que indicam caminhos para que sonhos se tornem realidade, e para que o planejamento coletivo se torne instrumento de transformação da educação.

O valor da leitura deste exemplar está justamente em identificar possibilidades de romper com as estruturas dominantes e de produzir novas condições para que o ato de planejar possa se transformar em um ato de amor pela educação. O texto produzido alcança a extensão das proposições inicialmente postas no seu título, quando anuncia o desafio de relacionar a formação de professores com o planejamento, por meio de processos reflexivos, críticos e colaborativos.

Este desafio anuncia também o motivo impulsionador da pesquisa colaborativa realizada e da sua consequente socialização por meio da produção escrita que ressalta conceitos da Psicologia Sócio-histórica, da Pedagogia Crítica, da Pesquisa Colaborativa, bem como referenciais que rompem com 'zonas de confortos', 'zonas de certezas' e demonstram como a teoria orienta a prática e a prática reorienta a teoria. É necessária a leitura desta obra para compreender como o planejamento pode se tornar reflexivo, crítico, criativo e transgressor, isto é, como o planejamento pode se transformar em ato de amor pela educação, pelas crianças, pelos jovens e pelos adultos.
Lançados:
1 de jan. de 2016
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9788547301217
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Amostra do livro

Planejamento educacional e formação de professores - MARIA LUIZA SANTOS GAMA

Editora Appris Ltda.

1ª Edição – Copyright© 2016 dos autores

Direitos de Edição Reservados à Editora Appris Ltda.

Nenhuma parte desta obra poderá ser utilizada indevidamente, sem estar de acordo com a Lei nº 9.610/98.

Se incorreções forem encontradas, serão de exclusiva responsabilidade de seus organizadores.

Foi feito o Depósito Legal na Fundação Biblioteca Nacional, de acordo com as Leis nºs 10.994, de 14/12/2004 e 12.192, de 14/01/2010.

COMITÊ CIENTÍFICO DA COLEÇÃO EDUCAÇÃO - POLITICAS E DEBATES

AGRADECIMENTOS

Aos meus filhos, Hélio Hudson e Heloana, frutos de minha existência, que me inspiram e me impulsionam para o alto e para o prazer de descobrir, conhecer e viver.

De modo especial, à profª Drª Ivana Maria L. de M. Ibiapina pelas contribuições valiosas, pela disponibilidade e pela firmeza na orientação deste trabalho.

A todos que me estimularam na caminhada da docência, e aos amigos e colegas que, de alguma forma foram coautores desta obra. Aqui fica meu carinho e eterna gratidão.

Os sentidos como que deságuam uns nos outros e como

que influenciam uns aos outros, de sorte que os anteriores

como que estão contidos nos posteriores ou os modificam.

VIGOTSKI

PREFÁCIO

O nascimento do pensamento é igual ao nascimento de uma

criança: tudo começa com um ato de amor. Uma semente há de

ser depositada no ventre vazio. E a semente do pensamento é o

sonho. Por isso os educadores, antes de serem especialistas

em ferramentas do saber, deveriam ser especialistas em amor:

intérpretes de sonhos.

Rubem Alves

Ontem à noite tive um sonho ao contemplar meu neto brincar. Como diz Rubem Alves (2003, p. 8) nada melhor do que contemplar uma criança a brincar quando se quer sonhar, porque nossos pensamentos ficam leves como bolha de sabão. E como bolha de sabão viajam no tempo. No meu sonho viajei no tempo futuro, na educação do futuro, na educação que será responsável pela formação das crianças no futuro.

Uma semente foi depositada e o meu pensamento voou.Como a semente do pensamento é o sonho, sonhei com uma educação que se traduz em práticas vivas e o planejamento é transformado em um ato de amor, parafraseando novamente Rubem Alves.

O exemplar em apreço demonstra que os conhecimentos sedimentados sobre planejamento tiram a possibilidade de sonharmos com o planejamento como ato de amor, impedindo que pensamentos e práticas coletivas de planejar existam e se multipliquem nas escolas e fora delas. O passeio pelo texto produzido por Luiza, autora do livro prefaciado, que recebeu o título de Planejamento Educacional e Formação de Professores: práticas, sentidos e significados permite que leitoras e leitores, sonhadores ou não, encontrem discussões fundamentadas sobre o trabalho coletivo e as possibilidades de romper com as racionalidades dominantes na educação sobre o ato de planejar.

Mergulhar na leitura desta obra foi me entregar em uma viagem pelo tempo-espaço de orientação acadêmica, pelos afetos produzidos em saber que muito mais que especialistas-mestres em educação, formamos intérpretes de sonhos. Porque faço essa afirmação? Porque este livro contempla informações, conhecimentos e práticas que indicam caminhos para que sonhos se tornem realidade, e para que o planejamento coletivo se torne instrumento de transformação da educação. Sonho que se transforma no real? A leitura deste livro nos faz mergulhar em possibilidades de transformar o sonho em realidade, demonstrando que a formação docente reflexiva e colaborativa é o caminho viável para que sonhos se transformem em realidade.

Conforme atesta a autora na conclusão: o estudo apontou a expansão dos níveis de consciência dos professores. Antes os discursos expressavam concepções de práticas solitárias, individualistas, que no percurso de formação foram se modificando para modos de pensar reflexivo e crítico, por exemplo, no reconhecimento da necessidade de refletir criticamente em conjunto com os pares, interagindo, negociando, partilhando valores, conhecimentos, experiências. Quanto ao modo de agir, ficou o compromisso firmado consigo e com os outros para fazer diferente e expandirem o trabalho coletivo.

Pesquisadores como Tacca (2009), Magalhães (2011) e Ibiapina (2006) defendem que qualquer transformação nas práticas vividas na escola passa antes pela produção de condições que tornem possível o questionamento de sentidos e significados aceitos e inquestionáveis, bem como de práticas comumente utilizadas na comunidade escolar, por exemplo, a prática de planejar. As condições criadas no contexto da pesquisa desenvolvida pela autora deste livro demonstram como é possível essa transformação e apontam indícios de que os sonhos sonhados hoje podem, no amanhã, transformar-se em realidade.

Para que o sonho se torne realidade, é necessário, conforme também defende a autora do livro, que as comunidades educativas discutam criticamente as práticas recorrentes de planejamento, para terem condições de transformar os sentidos e significados de planejar cristalizados, fossilizado, que aprisionam os professores e as professoras em uma ‘zona de certezas’ que os impedem de transformar os modos de pensar e agir quando planejam os processos de ensino e aprendizagem.

Concordo com Vigotski (1991) quando defende que é preciso criar condições para penetrar nessa zona de certezas e questionar estes sentidos e os significados, para produzir condições de agir de forma transformadora nos contextos escolares. Nesse caso, o sonho que aparentemente pode ser considerado fácil, é, na verdade, complexo e envolve o mergulho na essência e na existência das práticas de planejamento recorrentes na educação atual, para transformá-las.

O valor da leitura deste exemplar está justamente em identificar possibilidades de romper com as estruturas dominantes e de produzir novas condições para que o ato de planejar possa se transformar em um ato de amor pela educação. O texto produzido alcança a extensão das proposições inicialmente postas no seu título, quando anuncia o desafio de relacionar a formação de professores com o planejamento, por meio de processos reflexivos, críticos e colaborativos.

Este desafio anuncia também o motivo impulsionador da pesquisa colaborativa realizada e da sua consequente socialização por meio da produção escrita que ressalta conceitos da Psicologia Sócio-históricas, da Pedagogia Crítica, da Pesquisa Colaborativa, bem como referenciais que rompem com ‘zonas de confortos’, ‘zonas de certezas’ e demonstram como a teoria orienta a prática e a prática reorienta a teoria. É necessária a leitura desta obra para compreender como o planejamento pode se tornar reflexivo, crítico, criativo e transgressor, isto é, como o planejamento pode se transformar em ato de amor pela educação, pelas crianças, pelos jovens e pelos adultos.

Nesse sentido, recomendo novamente a leitura do livro, porque ele demarca caminhos para o planejar e aponta outra racionalidade para a prática de planejamento, por exemplo, como produção situada e tensionada pelas contradições existentes nos contextos práticos e teóricos de compartilhamento de experiências e de partilha de conhecimentos, e também espaço-tempo de produção que cria possibilidades de desenvolvimento para todos que direta ou indiretamente participam desse ato transformativo. Consideramos que o exposto indica relações promissoras de que educadores possam se transformar em intérpretes de sonhos, via planejamento das práticas educativas, conforme realcei, ao escolher a epígrafe inicial deste Prefácio.

Outra indicação diferencial da leitura está na inclusão dos procedimentos metodológicos e instrumentais que produzem a colaboração como condição que torna possível a transformação vital do ato de planejar e de intervir para provocar transformação, criando as condições para que haja a ampliação da consciência sobre as teorias e as práticas desenvolvidas na educação.

Outro destaque pode ser mencionado no exemplar: o desenvolvimento da colaboração, responsável por fazer expandir as funções psicológicas ainda não de todo consolidadas dos partícipes da pesquisa e de instituir a possibilidade de os colaboradores desenvolverem-se enquanto aprendizes, que agem inicialmente com a colaboração de pares, para, posteriormente, fazerem sozinhos o que antes só conseguiam fazer em colaboração, isto é, pensar e agir criticamente ao planejarem suas práticas.

Assim, na perspectiva defendida pela autora, o processo colaborativo promove a reflexão crítica sobre o desenvolvimento de planejamentos coletivos como condição para que os sentidos e significados, bem como o ato de planejar possa se transformar em práticas críticas, o que acrescento: possam produzir energia vital em torno de vivências cognitivas e afetivas, que promovem situações revolucionárias e transformem o planejamento em um ato de amor, para que as crianças, jovens e adultos do futuro possam ser educadas com mais dignidade, solidariedade, criatividade e amor.

A brincadeira do meu neto acabou.De volta a realidade, o sonho que sonhei não se dissipou como as bolhas de sabão. No jogo da imaginação, estas se transformaram em bolas de cristais. Como o dever acadêmico me chamava, resolvi contar o meu sonho, escrevendo este Prefácio, para que a materialização escrita possa se reverter em vozes múltiplas e em chamado para todos que fazem e vivem a educação: vamos nos tornar intérpretes de sonhos e planejar para tornar os sonhos reais.

Fico feliz em ter tido a oportunidade de dialogar com os leitores e leitoras deste livro, produzindo motivos para que possam ler e se deliciar com as práticas colaborativas compartilhadas. Na bola de cristal da minha imaginação posso vê-los também se transformando em intérpretes de outros sonhos ainda não sonhados.

Ivana Maria Lopes de Melo Ibiapina

APRESENTAÇÃO

Esta obra tem como foco a formação de professores e sua relação com a prática de planejamento de ensino e destina-se aos profissionais da educação, recomendada preferencialmente a professores e alunos da área de educação e coordenadores pedagógicos, bem como aos leitores em geral que tiverem interesse pelo tema.

Este trabalho tem como referência a investigação realizada com professores do Ensino Médio que lecionam em escola da rede pública do Estado do Maranhão, no ano de 2012, através de uma pesquisa colaborativa, realizada pela autora preocupada em contribuir na formação de professores com a pesquisa, que relaciona as necessidades formativas dos professores para o trabalho coletivo com a prática de planejamento.

O objetivo de produzir essa obra é que se torne um instrumento de consulta para alunos e professores dos cursos da área de educação, pedagogos e professores das redes de ensino pública e particular, além de educadores em geral, que trabalham ou querem trabalhar na perspectiva da colaboração na prática de planejamento e, um referencial para alunos concludentes de cursos de graduação e pós-graduação; formação e aperfeiçoamento profissional de professores.

Com a presente publicação, pretendemos levar ao conhecimento de alunos, professores e demais profissionais da educação que, de alguma forma, estão envolvidos com o processo de formação de professores, a contribuição teórico-metodológica para uma proposta de planejamento colaborativo visando criar melhores condições de interação, negociação e compartilhamento de conhecimentos entre os pares no ambiente escolar, para que a aprendizagem e o desenvolvimento dos alunos se deem com a mediação do professor.

Toda prática de planejamento está sustentada em pressupostos teórico-metodológicos que envolvem uma ou outra racionalidade, seja ela instrumental/normativa, prática-reflexiva ou reflexiva-crítica, considerando a base que alicerça a formação inicial e/ou continuada de professores, que caracteriza sua prática como profissional.

Este livro está organizado em três capítulos: no primeiro é apresentado o conceito de trabalho coletivo, das racionalidades da prática de planejamento e das necessidades formativas dos professores. No segundo capítulo, todo o embasamento teórico-metodológico da pesquisa colaborativa e ainda as inter-relações entre a abordagem sócio-histórica e a pesquisa colaborativa. No terceiro capítulo, são apresentados alguns resultados de pesquisa sobre a prática de planejamento de professores que apontam para a transformação de práticas engessadas, seja pelo sistema, ou mesmo pela falta de formação continuada dos profissionais da educação no trabalho cotidiano.

A autora se sentirá plenamente recompensada e gratificada se este livro resultar em contribuição significativa para a transformação da prática de planejamento individual para trabalho coletivo, renovada na perspectiva da prática de planejamento crítico-reflexiva-colaborativa.

Bacabal, novembro de 2015

Maria Luiza Santos Gama, Msc.

SUMÁRIO

CAPÍTULO I

SENTIDO E SIGNIFICADO DO TRABALHO DOCENTE COLETIVO EM CONTEXTO DE PLANEJAMENTO 

1.1 O TRABALHO COLETIVO: SENTIDOS E SIGNIFICADOS SOCIAIS  

1.2 PRÁTICAS DE PLANEJAMENTO NA AÇÃO DOCENTE 

1.2.1 SIGNIFICADO DA ATIVIDADE DE PLANEJAR 

1.2.2 RACIONALIDADES DA PRÁTICA DE PLANEJAMENTO 

1.2.2.1 A RACIONALIDADE TÉCNICO/INSTRUMENTAL NA PRÁTICA DE PLANEJAMENTO 

1.2.2.2 A RACIONALIDADE PRÁTICA REFLEXIVA DA PRÁTICA DE PLANEJAMENTO 

1.2.2.3. A RACIONALIDADE REFLEXIVA CRÍTICA DA PRÁTICA DE PLANEJAMENTO 

1.2.3 PRÁTICAS DE PLANEJAMENTO 

1.3 NECESSIDADES FORMATIVAS NA PERSPECTIVA DA PRÁTICA DE PLANEJAMENTO 

CAPÍTULO II

DISCUSSÃO TEÓRICA E PROCEDIMENTOS METODOLÓGICOS DA PESQUISA COLABORATIVA: CONSTRUINDO CAMINHO

2.1 INTER-RELAÇÕES NA PESQUISA: ABORDAGEM SÓCIO-HISTÓRICA E PESQUISA COLABORATIVA 

2.1.1 ATIVIDADE NA PERSPECTIVA DO TRABALHO HUMANO 

2.1.2 SENTIDOS E SIGNIFICADOS DA PRÁTICA DE PLANEJAMENTO 

2.2 PESQUISA COLABORATIVA 

2.2.1 PRINCÍPIOS DA PESQUISA COLABORATIVA 

2.3 APRESENTANDO O CONTEXTO E OS PARTICIPANTES DO PLANEJAMENTO 

2.3.1 PROCEDIMENTOS METODOLÓGICOS: QUESTIONANDO E REFLETINDO COM PROFESSORES 

2.3.1.1 QUESTIONÁRIO 

2.3.1.2 ENCONTRO COLABORATIVO 

2.3.1.3 DIÁRIO REFLEXIVO DE PLANEJAMENTO 

2.3.1.4 SESSÃO REFLEXIVA 

2.4 PROCEDIMENTOS DE ANÁLISE DE DADOS 

CAPÍTULO III

ANÁLISE DOS DADOS E DISCUSSÃO DOS RESULTADOS

3.1 SENTIDOS E SIGNIFICADOS DE TRABALHO COLETIVO: INTER-RELAÇÕES CONSTRUÍDAS EM PROCESSO DE COLABORAÇÃO 

3.2 SENTIDOS E SIGNIFICADOS DE PROFESSORES NA PRÁTICA DE PLANEJAMENTO 

3.3 CARACTERIZAÇÃO DA PRÁTICA DE PLANEJAMENTO DOS PROFESSORES 

3.4 IDENTIFICANDO NECESSIDADES FORMATIVAS NA PRÁTICA DE PLANEJAMENTO 

3.4.1 POSSIBILIDADE DE RELACIONAR DIALETICAMENTE TEORIA E PRÁTICA 

3.4.2 POSSIBILIDADE DE ESPAÇO DE REFLEXÃO CRÍTICA, COLETIVA E CONTÍNUA DA PRÁTICA. 

CONSIDERAÇÕES FINAIS 

REFERÊNCIAS 

INTRODUÇÃO

Nas últimas décadas do século XX, e desde o princípio do século XXI, o tema formação de professores tem sido de interesse para as Ciências Humanas e para as Ciências da Educação devido à situação precária em que se encontra o ensino público no Brasil. A existência de uma série de fatores concorrem para a precariedade do ensino nas escolas, dentre eles destacamos a ausência de colaboração em todos os níveis da educação pública em nosso país. A vida moderna está marcada por várias experiências individualistas, orientadas por investidas egocêntricas, que deliberam sobre as questões das esferas política, social e pessoal. Essa manifestação se propaga por vários contextos, notadamente no educacional, sufocando as vozes dos profissionais da educação no âmbito da discussão, da reflexão crítica e da tomada de decisão sobre a questão da formação de professores, dentre outras, distanciando os atores, provocando a ausência de trabalho coletivo entre os profissionais do ensino. Fator que motivou este estudo sobre o trabalho coletivo dos professores na perspectiva da prática de planejamento.

O interesse pelo tema, desenvolvido neste estudo, surgiu da necessidade de entendermos o trabalho coletivo dos professores, no contexto de planejamento, em uma

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