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Estudos de gênero na educação física e no esporte

Estudos de gênero na educação física e no esporte

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Estudos de gênero na educação física e no esporte

Duração:
265 páginas
3 horas
Lançados:
3 de out. de 2017
ISBN:
9788547307264
Formato:
Livro

Descrição

A obra Estudos de gênero na Educação Física e no esporte reúne pesquisas realizadas a partir de uma perspectiva cultural e pós-estruturalista. No contexto dessa temática, as investigações versam sobre como os cursos superiores em Educação Física têm preparado futuros(as) docentes para a intervenção pedagógica em relação às questões de gênero na escola, a partir de um estudo de caso; problematizam as barreiras para a inserção e a manutenção de mulheres no ensino de modalidades consideradas como áreas de reserva masculina, como as lutas, especificamente a capoeira; refletem sobre a Educação Física escolar e as relações entre conteúdos de ensino e as identidades de gênero, levantando questões acerca dos conflitos trazidos por essa relação; além de debaterem as mudanças na cobertura da mídia esportiva impressa sobre as mulheres atletas, a partir do exemplo de uma edição dos Jogos Olímpicos Modernos. Ao tecer reflexões sobre quatro temáticas distintas no âmbito dos Estudos de Gênero, esta obra torna-se leitura relevante para aqueles interessados em aprofundar como a categoria gênero atravessa a formação profissional em Educação Física, a inserção de mulheres no ensino de modalidades consideradas masculinas e o ensino de conteúdos generificados na Educação Física escolar, assim como a cobertura midiática sobre o esporte feminino e masculino, colaborando para ampliar essa área de pesquisa na Educação Física brasileira.
Lançados:
3 de out. de 2017
ISBN:
9788547307264
Formato:
Livro

Sobre o autor


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Amostra do livro

Estudos de gênero na educação física e no esporte - Fabiano Pries Devide

Editora Appris Ltda.

1ª Edição - Copyright© 2017 dos autores

Direitos de Edição Reservados à Editora Appris Ltda.

Nenhuma parte desta obra poderá ser utilizada indevidamente, sem estar de acordo com a Lei nº 9.610/98.

Se incorreções forem encontradas, serão de exclusiva responsabilidade de seus organizadores.

Foi feito o Depósito Legal na Fundação Biblioteca Nacional, de acordo com as Leis nºs 10.994, de 14/12/2004 e 12.192, de 14/01/2010.

COMITÊ CIENTÍFICO DA COLEÇÃO EDUCAÇÃO, TECNOLOGIAS E TRANSDISCIPLINARIDADE

Àqueles/as que transformam sua diferença em empoderamento

para transpor barreiras de gênero, transformando sociedades,

apontando a diversidade como realidade necessária ao rompimento

com os históricos padrões binários de comportamento.

Agradecimentos

Aos meus alunos e alunas que me demonstram com discurso, olhares e gestos que o ato de ensinar é, em si, um eterno aprendizado.

Aos autores Emerson Saint’Clair, Eliane Glória dos Reis, Marcos Miranda Correia e Michelle Rodrigues Ferraz Ramos, que tornaram a obra possível e pela confiança no processo de orientação de seus estudos.

A Gabriela Aragão Souza de Oliveira, Mauricio Murad, Sebastião Josué Votre e Silvana Goellner, pelas trocas e ensinamentos, pelo aceite em participar dessa obra e pelas contribuições aos estudos aqui reunidos.

À minha família, especialmente a minha mãe, Maria Josefina Pries Devide, meu pai, Vicente Rocha Devide (in memoriam), meus irmãos, Antônio Carlos Pries Devide e Cláudia Pries Devide, por me acompanharem e apoiarem na trajetória acadêmica desde o seu início.

A Sancler Nascimento da Silva, pelo companheirismo e paciência na escuta atenta acerca do processo de elaboração desta obra.

À equipe editorial da Appris, pelo profissionalismo no processo de edição da obra, em especial a Andréa Coimbra da Silva, Bruna Martins, Jhary Artiolli, Carolina Cruz e Giuliano Ferraz.

Apresentação

Esta obra coletiva é resultante da compilação de alguns textos referentes às pesquisas que orientei no âmbito do stricto sensu. O objetivo primeiro é divulgar os textos integrais produzidos pelos/as pesquisadores/as, sem as supressões comuns, necessárias para que sejam aceitos pelas comissões editoriais dos periódicos da área.

Dessa forma, os autores/as foram convidados a produzir um texto sem a necessidade de sínteses que comprometam sua qualidade teórica e metodológica, traduzindo, assim, suas referidas pesquisas, desenvolvidas na temática dos estudos de gênero na Educação Física e no Esporte, na qual atuo há quase duas décadas. Atualmente, como professor adjunto do curso de Licenciatura em Educação Física da Universidade Federal Fluminense, oriento pesquisas na mesma área, consolidando, paulatinamente, essa temática no curso de Educação Física, a partir da disciplina Introdução aos Estudos de Gênero na Educação Física Brasileira e da construção do Grupo de Pesquisa em Relações de Gênero na Educação Física.

Esta obra representa parte do processo cíclico e frequente de orientação de trabalhos de pesquisa, que me permite amadurecer sobre a relação orientador-orientando/a, seja nos níveis de graduação ou pós-graduação. A obra é também um agradecimento aos orientandos/as de diferentes instituições de ensino superior em que atuei e que me proporcionaram tal aprendizado, aos membros das bancas de avaliação que colaboraram com a construção das pesquisas aqui compiladas, assim como àqueles/as que foram meus alunos/as de monografia, iniciação científica ou pós-graduação desde 2003, quando iniciei minha trajetória no ensino superior.

Assim, no âmbito dos estudos de gênero na Educação Física e no Esporte no Brasil, esta obra coletiva apresenta estudos de abordagem cultural e pós-estruturalista, interpretando que ambas as abordagens não são mutuamente exclusivas. A obra aborda diferentes temáticas, a saber: a formação profissional em Educação Física para a intervenção em relação às questões de gênero na escola; a inserção de mulheres no ensino de modalidades consideradas áreas de reserva masculina, como a capoeira; a Educação Física escolar e as relações entre conteúdos de ensino e as identidades de gênero; assim como as mudanças na cobertura da mídia esportiva impressa sobre o esporte feminino.

No primeiro capítulo da obra, aborda-se como a Licenciatura em Educação Física está formando os futuros docentes para lidar com as relações de gênero na educação básica. A partir do estudo de caso, são analisados e interpretados documentos (grade curricular e ementas das disciplinas); assim como o discurso dos discentes concluintes da licenciatura e dos docentes que ministram disciplinas afins ao tema, sobre a circulação do debate acerca da categoria gênero na formação profissional, no intuito de instrumentalizar os futuros docentes com ferramentas para problematizar as relações de gênero no âmbito das aulas de Educação Física escolar. O texto conclui que a formação profissional em Educação Física na realidade pesquisada encontra-se desarticulada das questões de gênero identificadas no cotidiano escolar, fazendo com que os futuros professores de Educação Física sejam formados assumindo o discurso da inclusão social – porém, com pouca reflexão crítica sobre as questões de gênero.

No segundo capítulo, investiga-se o discurso produzido pelas mestras de capoeira regional do Rio de Janeiro sobre sua trajetória e permanência no ensino dessa luta. A partir da Teoria das Representações Sociais, o texto mapeia as representações das mestras de capoeira regional sobre sua inserção e atuação no ensino da luta no Rio de Janeiro, identificando seus elementos, tais como a reserva masculina, a valorização das mestras pioneiras, a resistência familiar, os preconceitos, o racismo, o conflito de papéis de gênero e a figura masculina na inserção das mulheres mestras. O estudo conclui que o discurso das mestras de capoeira enfatiza a necessidade de se combater os valores patriarcais ainda enraizados em nossa cultura ocidental, que interferem na inserção e permanência de mulheres em áreas consideradas de reserva masculina, como as lutas, especificamente a capoeira, considerada patrimônio histórico da humanidade.

O terceiro capítulo interpreta o discurso de docentes de Educação Física escolar sobre a relação entre os conteúdos de ensino e as identidades de gênero. A partir de uma triangulação metodológica, com o uso da análise documental, da entrevista e da observação participante, o estudo interpreta as representações sociais de docentes de Educação Física escolar de uma rede pública de ensino no Rio de Janeiro, sobre a relação entre os conteúdos de ensino e as identidades de gênero, identificando elementos das representações desses atores no ensino fundamental. O texto conclui que as representações dos informantes sobre essa relação organizam-se a partir de elementos nucleares, como a esportivização da Educação Física escolar, o discurso biologicista, a invisibilidade feminina, a relação linear entre conteúdos e identidades, bem como a ação docente na prática pedagógica.

O quarto capítulo investiga as representações da mídia esportiva impressa sobre a visibilidade de mulheres atletas durante os Jogos Olímpicos Modernos, destacando as mudanças ocorridas na primeira década do século XXI em relação aos estudos anteriormente realizados. Utilizando os referenciais da Análise do Conteúdo e da Iconografia, são analisados dois periódicos esportivos relevantes durante o período dos Jogos Olímpicos, com foco na análise quantitativa da incidência de matérias e imagens sobre mulheres atletas, homens atletas, com atletas de ambos os sexos; do número de matérias assinadas por jornalistas homens, mulheres e assinadas em coautoria; além de na análise iconográfica e interpretação iconológica de imagens de mulheres atletas. O texto avança nos Estudos de Gênero ao apontar mudanças na cobertura midiática do esporte feminino, representada pelas imagens de mulheres atletas no contexto esportivo, destacando sua capacidade atlética em modalidades de reserva masculina; além do seu atleticismo, contribuindo para uma paulatina mudança na forma como a mídia esportiva tem divulgado o esporte feminino, em detrimento da predominância de aspectos relacionados à feminilidade e à beleza, indicados nos Estudos de Gênero na Educação Física até então.

Finalizo desejando uma boa leitura a todos/as aqueles/as que se sensibilizam com a necessidade de buscar a equidade de gênero no âmbito da Educação Física e do Esporte, e nos diferentes espaços onde as relações de gênero se constroem.

Fabiano Pries Devide

Prof. Dr. do Instituto de Educação Física da Universidade Federal Fluminense (IEF-UFF).

Coordenador do Grupo de Pesquisa em Relações de Gênero na Educação Física (CNPq).

Prefácio

A escrita como ato político

Os estudos de gênero não são novidade no campo acadêmico-profissional da Educação Física brasileira. Desde o final da década de 1970, na esteira do que aconteceu em outras áreas de conhecimento, sobretudo na Educação, a utilização dessa categoria analítica fez sua aparição, ainda que de modo tímido, em nosso campo específico.

Análises sobre estereótipos corporais e sexuais, papéis sociais de homens e mulheres, comparação entre padrão de desenvolvimento de meninos e meninas, permearam algumas investigações, cujo foco esteve majoritariamente direcionado para a Educação Física escolar. Passados mais de 40 anos dessa produção inaugural, os estudos de gênero são profícuos na área em produções no formato de livro, capítulos, artigos acadêmicos e textos apresentados em congressos. Com temáticas e abordagens bastante diversas, a utilização do gênero como categoria analítica tem promovido reflexões que, iluminadas por aportes teóricos e recortes metodológicos distintos, mostram-se com recorrência, por vezes conflitantes e, por outras, equivocadas.

Tal afirmação implica dizer que, apesar de já termos um caminho trilhado, ainda há muito a ser feito para que a compreensão sobre gênero, suas implicações e desdobramentos seja mais presente no campo acadêmico-profissional da Educação Física brasileira. Em outras palavras: sua apropriação não representa a plena compreensão do conceito, seja quando utilizado para analisar a produção do corpo, seja quando chamado para explicar situações que se presentificam nas mais diferentes manifestações das práticas corporais e esportivas. Aliás, não é raro observar que essas práticas sequer são compreendidas como espaços generificados e generificadores. Do mesmo modo, ainda é recorrente encontrar análises que identificam como naturais circunstâncias nas quais a biologia dos corpos é o argumento primeiro a justificar a separação por sexo em atividades que envolvem a movimentação dos corpos, seja na dimensão do rendimento, do lazer ou no âmbito educacional.

Os textos reunidos neste livro atestam essas afirmações. Aqueles que analisam a Educação Física no contexto da formação profissional e do seu acontecer no cotidiano da instituição escolar permitem visualizar o quanto o conceito de gênero ainda não é devidamente trabalhado nos cursos de graduação, gerando, por consequência, a falta de habilidades e de sensibilidade para que futuros professores e professoras identifiquem questões que envolvem o conceito e suas implicações em suas aulas. E mais: que possuam subsídios teóricos e metodológicos para minimizar as hierarquizações que se estruturam a partir das relações de gênero.

Já a generificação das práticas corporais e esportivas é aqui apresentada a partir da fala das mestras de capoeira, cujas trajetórias evidenciam um longo percurso de conquistas individuais, nem sempre reconhecidas. A investigação proposta contribui para a reflexão sobre a desigualdade de gênero existente nessas práticas, mais especificamente, as dificuldades enfrentadas pelas mulheres que ousam adentrar em espaços de reserva masculina.

Se sua inserção e permanência é dificultada nesses espaços, a sua aparição nos artefatos midiáticos não se afasta muito dessa mesma iniquidade. A análise da mídia esportiva impressa durante os Jogos Olímpicos de Pequim ilustra que, apesar de serem percebidas algumas rupturas naquilo que comumente é publicado em termos de visibilidade e representação das mulheres atletas, ainda há persistências, como a ênfase em aspectos relacionados à feminilidade, em detrimento do foco nas habilidades técnicas e táticas que compõem sua performance.

Para além das reflexões que este livro apresenta ao esboçar análises das relações de gênero a partir da abordagem cultural e pós-estruturalista, seu organizador coloca em tensão outro tema relevante à produção acadêmica da atualidade: a homogeneidade do fazer científico. Considerando que a avaliação da área 21, as Ciências da Saúde, pela Comissão de Aperfeiçoamento de Pessoal de Ensino Superior (Capes) tem privilegiado o artigo científico como seu produto mais importante, optar por publicar os trabalhos orientados no formato de livro é um ato político que merece reconhecimento e louvor. Ao escapar da lógica da produção para a pontuação, Fabiano Pries Devide anuncia ser outro o papel de quem orienta estudantes de diferentes níveis de formação, ao mesmo tempo em que expõe as conquistas e as fragilidades desse fazer.

Estudos de Gênero na Educação Física e no Esporte faz ver que a produção do conhecimento é um exercício político pleno de liberdades e responsabilidades. Desfrutem dessa oportunidade, pois elas estão rareando!

Profa Pós-Dra Silvana Vilodre Goellner

Professora Titular na graduação em Educação Física e pós-graduação em

Ciências do Movimento Humano da UFRGS.

Coordenadora do Centro de Memória do Esporte da ESEF/UFRGS e do

Grupo de Estudos sobre Esporte, Cultura e História.

SUMÁRIO

Capítulo 1

DISCURSO DA LICENCIATURA EM EDUCAÇÃO FÍSICA SOBRE AS QUESTÕES DE GÊNERO NA FORMAÇÃO PROFISSIONAL EM EDUCAÇÃO FÍSICA

Marcos Miranda Correia

Fabiano Pries Devide

Maurício Murad

Capítulo 2

DISCURSO DAS MESTRAS DE CAPOEIRA REGIONAL DO RIO DE JANEIRO SOBRE SUA INSERÇÃO E PERMANÊNCIA NO ENSINO DA LUTA

Eliane Glória dos Reis

Fabiano Pries Devide

Mauricio Murad

Sebastião Votre

Capítulo 3

DISCURSO DE DOCENTES DE EDUCAÇÃO FÍSICA ESCOLAR SOBRE A RELAÇÃO ENTRE OS CONTEÚDOS DE ENSINO E AS IDENTIDADES DE GÊNERO

Michelle Rodrigues Ferraz Ramos

Fabiano Pries Devide

Maurício Murad

Gabriela Aragão Souza de Oliveira

Capítulo 4

REPRESENTAÇÕES DA MÍDIA ESPORTIVA IMPRESSA SOBRE VISIBILIDADE DE MULHERES ATLETAS NOS JOGOS OLÍMPICOS MODERNOS: ENTRE PERMANÊNCIAS E MUDANÇAS

Emerson Saint’Clair

Fabiano Pries Devide

Maurício Murad

Sobre os autores/as

Capítulo 1

DISCURSO DA LICENCIATURA EM EDUCAÇÃO FÍSICA SOBRE AS QUESTÕES DE GÊNERO NA FORMAÇÃO PROFISSIONAL EM EDUCAÇÃO FÍSICA

Marcos Miranda Correia

Fabiano Pries Devide

Maurício Murad

Introdução

No Brasil, os Estudos de Gênero na Educação Física (EF) e no Esporte começaram a surgir na década de 1980. Para Goellner (2001, p. 220), encontram-se ainda na infância e estão consolidando um campo de pesquisa na área de Cultura e Sociedade da EF. As questões abordadas nesse campo são polêmicas e atravessadas por outras categorias, tais como: classe social, religião, raça e identidades (LUZ JÚNIOR, 2003).

Na EF, o conceito de gênero tem sido apresentado como uma categoria analítica, definida por construções históricas e culturais sobre o masculino e o feminino (LOURO, 2001; SCOTT, 1995). Apesar do consenso, ainda encontram-se lacunas e polêmicas nos estudos de gênero na EF (GOELLNER, 2001). A partir desse consenso, entendemos gênero como uma categoria de caráter relacional, dinâmica, flexível e contrária ao binarismo masculino e feminino – uma categoria que necessita ser estudada por intermédio dos conflitos observados nas diversas contradições e interdições existentes entre as diferenças instituídas e reproduzidas em torno dos papéis sociais projetados para homens e mulheres.

Nesse novo campo de pesquisa em EF, a escola tornou-se um lócus fértil para a problematização das questões de gênero. Estudos direcionados à EF escolar levantaram a discussão sobre os formatos de aulas (mistas, separadas por sexo ou coeducativas) (DUARTE; MOURÃO, 2007; LOUZADA; VOTRE; DEVIDE, 2007), a adoção da coeducação (FARIA JÚNIOR, 1995; SARAIVA, 1999; COSTA; SILVA, 2002) e a exclusão de gênero (ALTMANN, 2002; ANDRADE; DEVIDE, 2006).

Mesmo sabendo a importância da temática de gênero para a sociedade e para a escola, nossa experiência na educação básica nos mostra que tais produções acadêmicas ainda não se refletiram de forma efetiva nas aulas de EF escolar. Alguns estudos (DARIDO, 2003; STEFANE, 2003; GARIGLIO, 2004) demonstram que o meio acadêmico não tem apresentado respostas e

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