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Eficácia vinculante no controle de constitucionalidade em matéria tributária: Repetição Do Indébito, Ação Rescisória, Superação Do Precedente E Modulação De Efeitos

Eficácia vinculante no controle de constitucionalidade em matéria tributária: Repetição Do Indébito, Ação Rescisória, Superação Do Precedente E Modulação De Efeitos

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Eficácia vinculante no controle de constitucionalidade em matéria tributária: Repetição Do Indébito, Ação Rescisória, Superação Do Precedente E Modulação De Efeitos

Duração:
218 páginas
2 horas
Editora:
Lançados:
28 de nov. de 2015
ISBN:
9788582453063
Formato:
Livro

Descrição

O livro analisa os efeitos das decisões proferidas pelo Supremo Tribunal Federal, com eficácia vinculante, para os direitos dos contribuintes. Nesse passo, inicialmente demonstramos a crescente aproximação entre os modelos difuso e concentrado de controle de constitucionalidade, enfatizando o caráter vinculante das decisões proferidas em sede de recurso extraordinário pelo STF, para depois delinear as técnicas através das quais o Supremo realiza a fiscalização sobre a constitucionalidade de uma norma. Em sequência, discorremos acerca das consequências da declaração de inconstitucionalidade em matéria tributária em relação à repetição do indébito, à coisa julgada em face de posterior pronunciamento do Supremo, à aplicação de efeitos prospectivos em caso de superação do precedente e à aplicação da modulação de efeitos em razão de segurança jurídica ou excepcional interesse social, tendo como norte, sempre, a aplicação dos princípios da proteção à confiança do contribuinte, da boa-fé objetiva nas relações com o Estado e da irretroatividade do direito.
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Lançados:
28 de nov. de 2015
ISBN:
9788582453063
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Eficácia vinculante no controle de constitucionalidade em matéria tributária - Priscilla Emanuelle De Melo Cavalcante

EFICÁCIA VINCULANTE NO CONTROLE DE

CONSTITUCIONALIDADE EM MATÉRIA TRIBUTÁRIA

Repetição do indébito, ação rescisória, superação do precedente e

modulação de efeitos

PRISCILLA EMANUELLE DE MELO CAVALCANTE

A Deus, senhor de todas as coisas.

Aos meus pais, Elaine e Manoel, por todo o apoio que sempre me deram.

Aos meus irmãos, Manoella, Júnior e Tainá, pelo companheirismo.

A Victor, pela compreensão e carinho.

Sem vocês nada seria possível.

SUMÁRIO

PREFÁCIO

INTRODUÇÃO

CAPÍTULO 1 – O CONTROLE DE CONSTITUCIONALIDADE NO DIREITO BRASILEIRO

1.1A JURISDIÇÃO CONSTITUCIONAL BRASILEIRA

1.2A EVOLUÇÃO DO CONTROLE DE CONSTITUCIONALIDADE NAS CONSTITUIÇÕES BRASILEIRAS E OS MODELOS DE CONTROLE

1.3APROXIMAÇÃO ENTRE OS MODELOS DE CONTROLE DE CONSTITUCIONALIDADE: A ABSTRATIVIZAÇÃO DO CONTROLE DIFUSO

1.3.1Aumento do rol de ações diretas e dos legitimados para sua propositura

1.3.2Instituição da repercussão geral como requisito de admissibilidade do recurso extraordinário

1.3.3Possibilidade de edição de súmula vinculante e da propositura de reclamação para garantir a autoridade das decisões do Supremo Tribunal Federal

1.3.4Participação de amicus curiae em processos objetivos e subjetivos

1.3.5A aplicação da teoria da transcendência dos motivos determinantes pelo Supremo Tribunal Federal

1.3.6Necessidade de edição de resolução do Senado Federal para suspender a execução de lei inconstitucional com efeitos erga omnes: tradição ou mutação?

1.4VINCULAÇÃO AO PRECEDENTE NO CONTROLE DE CONSTITUCIONALIDADE BRASILEIRO

CAPÍTULO 2 – A DECISÃO NO CONTROLE DE CONSTITUCIONALIDADE BRASILEIRO

2.1INTRODUÇÃO

2.2REGRA GERAL DA DECLARAÇÃO DE INCONSTITUCIONALIDADE NO DIREITO BRASILEIRO

2.2.1Declaração de inconstitucionalidade com efeitos ex tunc

2.3OUTRAS TÉCNICAS DE DECLARAÇÃO DE INCONSTITUCIONALIDADE APLICADAS NO DIREITO BRASILEIRO

2.3.1Declaração de inconstitucionalidade sem redução de texto

2.3.2Interpretação conforme a Constituição

2.3.3Declaração de inconstitucionalidade sem pronúncia da nulidade

2.3.4Decisões aditivas

2.3.5A declaração de inconstitucionalidade com modulação de efeitos

2.4A DECLARAÇÃO DE CONSTITUCIONALIDADE

2.4.1Declaração de constitucionalidade e a lei ainda constitucional

2.5EFEITO VINCULATIVO DA DECISÃO NO CONTROLE DE CONSTITUCIONALIDADE

CAPÍTULO 3 – OS EFEITOS DAS DECISÕES COM EFICÁCIA VINCULANTE PROFERIDAS PELO SUPREMO TRIBUNAL FEDERAL EM CONTROLE DE CONSTITUCIONALIDADE DE NORMAS TRIBUTÁRIAS

3.1EFEITOS DA DECISÃO JUDICIAL FAVORÁVEL AO CONTRIBUINTE

3.2REPETIÇÃO DO INDÉBITO TRIBUTÁRIO EM DECORRÊNCIA DE DECLARAÇÃO DE INCONSTITUCIONALIDADE

3.3EFEITOS DO PRONUNCIAMENTO DO STF ACERCA DA (IN)CONSTITUCIONALIDADE DE LEI OU ATO NORMATIVO EM FACE DA COISA JULGADA TRIBUTÁRIA

3.3.1Efeitos da declaração de (in)constitucionalidade pelo STF em casos que envolvam relação jurídico-tributária instantânea ou continuativa

3.3.2Entendimentos acerca do cabimento da ação rescisória fundada em posterior decisão do STF em matéria tributária

3.3.2.1Corrente doutrinária que defende a impossibilidade de ação rescisória em matéria tributária

3.3.2.2Jurisprudência dos tribunais superiores que entende pela aplicabilidade da ação rescisória em matéria tributária

3.3.2.3Prazo para propositura da ação rescisória

3.3.2.4Efeitos da procedência da ação rescisória perante decisão rescindenda contrária ao contribuinte

3.3.2.5Efeitos da procedência da ação rescisória perante decisão rescindenda favorável ao contribuinte

3.3.3A inaplicabilidade do art. 741, parágrafo único, do Código de Processo Civil em decorrência de posterior entendimento do Supremo Tribunal Federal em matéria constitucional

3.4EFEITOS DA DECISÃO JUDICIAL CONTRÁRIA AO CONTRIBUINTE

3.4.1A segurança jurídica e a proteção da confiança do contribuinte

3.5SUPERAÇÃO DO PRECEDENTE ANTERIORMENTE FAVORÁVEL AO CONTRIBUINTE E A PROTEÇÃO DA CONFIANÇA, A BOA-FÉ OBJETIVA E A IRRETROATIVIDADE EM MATÉRIA TRIBUTÁRIA

3.5.1A partir de que momento se considera que houve superação do precedente

3.5.2Aplicação dos princípios da proteção da confiança, da boa-fé objetiva e da irretroatividade tributária apenas em favor do contribuinte

3.6A DECLARAÇAO DE INCONSTITUCIONALIDADE DE LEI TRIBUTÁRIA E A MODULAÇÃO DE EFEITOS EM RAZÃO DA PROTEÇÃO À CONFIANÇA DO CONTRIBUINTE

3.6.1A utilização do argumento consequencialista em favor do Estado

3.6.2A declaração de constitucionalidade da norma tributária e a possibilidade de modulação dos efeitos

CONCLUSÃO

REFERÊNCIAS BIBLIOGRÁFICAS

PREFÁCIO

O livro que me cabe honrosamente apresentar trata da eficácia vinculante no controle de constitucionalidade em matéria tributária, com enfoque na repetição do indébito, na ação rescisória, na superação do precedente e na modulação dos efeitos.

Retrata um tema de relevância na doutrina do Direito Tributário e do Processo Tributário. É que a acentuada constitucionalização do sistema tributário faz com que as controvérsias entre o ente público detentor da competência tributária e os contribuintes envolvam contornos normativos de teor constitucional, a provocar decisões em controle difuso e concentrado, tanto para reconhecer a inconstitucionalidade de leis ou atos normativos em matéria tributária, quanto para manter a respectiva constitucionalidade.

Os efeitos de tais decisões é o que se desenvolve nesse trabalho, na medida em que as repercussões são extremamente significativas e tocam em ponto delicado do cotejo entre direitos dos contribuintes e o poder de tributar, materializado no exercício da competência de instituir e disciplinar os elementos essenciais da relação de tributação. Nesse desiderato, entrelaçam-se diversos princípios como os da legalidade, segurança, proteção da confiança, boa fé, irretroatividade, dentre outros.

No livro, a autora demonstra uma cultura jurídica bem desenvolvida, apresentando fundamentação criteriosa aportada da doutrina e jurisprudência mais destacadas sobre a temática, inclusive para assumir posições arrojadas como a da eficácia prospectiva para a decisão modificadora da jurisprudência prejudicial ao contribuinte, tendo por sustentáculo os princípios da proteção da confiança, da irretroatividade e da boa fé.

A autora realiza um sonho em sua ainda jovem, mas sólida, trajetória na vida e no direito; um sonho que também é meu. Tenho a grata satisfação de ter acompanhado o seu crescimento pessoal e profissional por ser minha filha e uma das mais diletas alunas na Faculdade de Direito de Alagoas - FDA. Agora como colega no direito, recomendo a leitura da obra como uma contribuição importante no tema desenvolvido e estimo por seu sucesso.

Maceió, 25 de novembro de 2015.

Manoel Cavalcante de Lima Neto

Juiz de Direto titular da 18a Vara Cível da Capital - Fazenda Estadual - AL. Professor Adjunto de Direito Tributário da UFAL. Doutor em Direito Público pela UFPE.

INTRODUÇÃO

O presente trabalho tem por objetivo delinear os efeitos das decisões de constitucionalidade e inconstitucionalidade proferidas pelo Supremo Tribunal Federal, com eficácia vinculante, em matéria tributária, perquirindo sobre a forma como essas conseqüências são aplicadas frente aos direitos dos contribuintes, notadamente diante do direito à repetição do indébito, da rescisão da coisa julgada em função de posterior pronunciamento da Corte Constitucional, da modificação da jurisprudência e da modulação de efeitos no direito tributário.

Seguindo o escopo principal, o livro foi elaborado com vistas a tratar, inicialmente, das características da jurisdição constitucional e do controle de constitucionalidade, passando pelas técnicas de decisão das quais pode se utilizar o Supremo Tribunal Federal quando fiscaliza a inconstitucionalidade de uma lei e desaguando, por fim, nas consequências dessas decisões para o contribuinte.

Nesse diapasão, o primeiro capítulo trata do sistema de controle de constitucionalidade brasileiro, enfatizando o papel da jurisdição constitucional e a crescente aproximação que vem ocorrendo entre os modelos difuso e concentrado de fiscalização da constitucionalidade. Neste ponto, nos dedicamos à análise dos institutos jurídicos que viabilizaram o conhecido processo de objetivação do controle difuso, emprestando eficácia geral e obrigatória a essas decisões e trazendo à baila a necessidade de vinculação ao precedente no direito brasileiro, de que são exemplos o aumento do rol de ações diretas e dos legitimados para sua propositura; a instituição da repercussão geral; a possibilidade de edição de súmula vinculante; a participação de amicus curiae em processo objetivos e subjetivos; a aplicação da tese dos motivos determinantes da decisão e a dúvida sobre a necessidade de edição de resolução do Senado Federal diante da propagada mutação constitucional do art. 52, X da Constituição.

O segundo capítulo, por sua vez, retrata os tipos de decisões proferidas em sede de controle de constitucionalidade no direito brasileiro, sendo certo que, como regra geral, permanece a declaração de inconstitucionalidade com efeitos retroativos, retirando imediatamente a lei do ordenamento jurídico em face de sua incompatibilidade com a Constituição. No entanto, outras técnicas de declaração de inconstitucionalidade também podem ser utilizadas a depender da necessidade do caso sub judice, quando o Supremo Tribunal pode declarar a inconstitucionalidade sem redução de texto, realizar uma interpretação conforme a Constituição ou declarar a inconstitucionalidade sem a pronúncia da nulidade, hipóteses em que o texto da lei permanece vigente e apenas se exclui um de seus sentidos.

De outro lado, quando apenas a declaração de inconstitucionalidade não é suficiente para solucionar a lide, o Tribunal pode proferir decisão aditiva, que possui caráter normativo, já que determina a regulação aplicável ao caso concreto, envolvendo, neste caso, discussão acerca da atuação da Corte como legislador positivo em face da separação dos poderes.

Sob outro aspecto, a decisão de declaração de inconstitucionalidade também pode ter seus efeitos modulados, resguardando-se as situações jurídicas regidas pela lei inconstitucional em nome da segurança jurídica ou de interesse social excepcional. Por último, falamos da declaração de constitucionalidade e a lei ainda constitucional, em que a Corte realiza um apelo ao legislador para prevenir a futura inconstitucionalização da norma e discorremos também sobre a declaração de constitucionalidade e sua eficácia erga omnes e retroativa, por excelência, mas que também pode vir a ser modulada em casos específicos em que a proteção da confiança do contribuinte exija, assunto que tratamos no terceiro capítulo.

Por fim, o terceiro capítulo enfoca especificamente os efeitos das decisões de declaração de (in)constitucionalidade favoráveis ou contrárias aos contribuintes e que tem eficácia vinculante frente aos demais órgãos do judiciário e da administração pública. Como efeitos das decisões favoráveis, temos o direito à repetição do indébito e a (im)possibilidade de rescisão da coisa julgada benéfica ao contribuinte em razão de posterior pronunciamento do Supremo Tribunal Federal acerca da constitucionalidade do tributo ou da inconstitucionalidade do benefício fiscal. Observando que os tribunais admitem a rescisão, entendemos que ela só pode ocorrer em benefício do contribuinte em atenção aos princípios da segurança, da boa-fé, da irretroatividade e das limitações ao poder de tributar.

De outra banda, como efeitos das decisões contrárias ao contribuinte analisamos a atribuição de eficácia prospectiva à modificação de jurisprudência prejudicial ao contribuinte e a modulação de efeitos da declaração de (in)constitucionalidade em prol do contribuinte por motivos de segurança jurídica, perquirindo se é possível alegar argumentos consequencialistas para configurar excepcional interesse social que justifique a modulação em detrimento do contribuinte e em benefício do Estado, nos moldes do art. 27 da Lei nº 9.868/99.

CAPÍTULO 1 – O CONTROLE DE CONSTITUCIONALIDADE NO DIREITO BRASILEIRO

1.1A JURISDIÇÃO CONSTITUCIONAL BRASILEIRA

A jurisdição constitucional é o poder de dizer o direito para solucionar casos que envolvam a aplicação de normas constitucionais cuja competência é primordialmente da Corte Constitucional Suprema do país, a qual detém a última palavra nesta matéria, não obstante os tribunais inferiores e juízes singulares também exercerem jurisdição constitucional em processos subjetivos e de maneira incidental. Segundo o escólio de João Maurício Adeodato, a jurisdição constitucional é o "conjunto de interpretações, argumentações e decisões apreciadas pelo judiciário, em questões que envolvem os textos constitucionais¹".

A lei ou ato normativo precisam ser interpretados para ter seu sentido e alcance determinados e conhecidos pela sociedade, orientando a regulação da conduta dos cidadãos e dos operadores do direito. O que os textos querem dizer, como efetivamente cooperam para o tratamento dos conflitos, vai depender de como os profissionais do direito entendem esses mesmos textos diante do caso concreto,² sem olvidar que o intérprete não é completamente livre para dar o sentido que sua vontade quiser, pois o próprio texto literal, as figuras dogmáticas, os valores consagrados pelo sistema, a tradição jurídica, as regras de hermenêutica e o consenso da comunidade jurídica e da sociedade balizam a atuação do intérprete e do julgador. A fixação do sentido da lei ou ato normativo, até mesmo pelo Supremo Tribunal Federal, não é arbitrária, mas tem como ponto de partida o texto escrito e se limita às possibilidades do caso concreto, dos valores sociais, da opinião jurídica geral, das pré-compreensões do intérprete. A interpretação dos textos geralmente dá ensejo à construção de várias normas jurídicas com conteúdos distintos. Isto é assim porque a norma jurídica não é dada pelo enunciado normativo nem corresponde a uma interpretação correta deste, mas é um construído.

Outrossim, é fundamental consignar que a jurisdição constitucional deve ser pró-ativa, no sentido de atuar sempre que for necessário para garantir a força normativa da Constituição e os direitos e deveres fundamentais dos cidadãos. Isto porque o judiciário é o mecanismo para assegurar a efetividade das normas constitucionais, não se podendo dele afastar qualquer lesão ou ameaça a direito. Contudo, por outro lado, também é preciso efetivar uma autolimitação (self-restraint) da jurisdição constitucional para não haver confronto com o princípio da harmonia e separação dos poderes (art. 2º da CF), ainda que, na atual configuração do sistema jurídico, este princípio tenha sofrido uma flexibilização³.

Nunca é demais ressaltar que é a própria Corte Constitucional que, em última análise, constrói, aos poucos, a Constituição⁴ e, que, portanto, tem o poder de interpretar e fixar sua própria competência. Por isso é tão importante que os membros do referido Tribunal exercitem também a auto-limitação. A Corte Constitucional não pode querer se substituir ao legislador ou ao administrador, posto que cada um tem suas funções e suas competências delimitadas na própria Constituição, sendo certo que o Estado Democrático de Direito existe na medida do equilíbrio entre seus Poderes. Nas palavras de Octavio Campos Fischer, atualmente, busca-se, portanto, averiguar até onde esta [a jurisdição constitucional] pode atuar para garantir a efetividade das normas constitucionais, sem afrontar o próprio texto constitucional, pois este deve ser protegido pela Suprema Corte⁵.

A necessidade de auto-contenção é mais premente quando se nota que não há um Poder específico com função de controlar a última instância do judiciário. Não há quem controle o controlador. Nem seria possível que houvesse, pois isto levaria à inutilidade da própria jurisdição constitucional⁶, já que haveria outra instituição que poderia

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