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O TRIBUNAL DE DEUS E SEUS PROCEDIMENTOS: Aprofundando no Conhecimento da Vontade de Deus Pela Oração

O TRIBUNAL DE DEUS E SEUS PROCEDIMENTOS: Aprofundando no Conhecimento da Vontade de Deus Pela Oração

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O TRIBUNAL DE DEUS E SEUS PROCEDIMENTOS: Aprofundando no Conhecimento da Vontade de Deus Pela Oração

Duração:
226 páginas
4 horas
Editora:
Lançados:
22 de mai. de 2018
ISBN:
9788592160401
Formato:
Livro

Descrição

O Tribunal de Deus foi escrito para ser um como um manual, já que aborda desde os princípios mais fundamentais da oração até o conhecimento do mundo espiritual em atividade contínua. A oração pode tornar-se mais eficaz a partir do momento em que se conhece o interlocutor e sua maneira de agir. Ao orar deve-se manter uma expectativa alta com relação à resposta já que de alguma forma ela virá. Mas, é possível se certificar de que isso realmente acontecerá. Considere examinar este conteúdo preparado para pessoas realmente interessadas em experimentar mudanças significativas em suas vidas e comunidades através da oração. O Tribunal de Deus está acessível a qualquer pessoa que, crendo que Deus existe e que é galardoador daqueles que O buscam, queiram apresentar suas causas pessoais, ou corporativas diante do Juiz de toda a Terra. Boa leitura.
Editora:
Lançados:
22 de mai. de 2018
ISBN:
9788592160401
Formato:
Livro

Sobre o autor


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O TRIBUNAL DE DEUS E SEUS PROCEDIMENTOS - Geraldo Nunes Leandro

abundantemente.

PRIMEIRA PARTE

A ORAÇÃO E A VONTADE DE DEUS

A Noiva e o Noivo

A noiva e o noivo, numa simples definição, são duas pessoas comprometidas com o futuro casamento. O noivado portanto, é o período que transcorre entre a promessa de casamento feita entre duas pessoas e a celebração das bodas. É o tempo em que os noivos dedicam-se à preparação do casamento, ao estreitamento dos laços, conhecimento mais profundo dos anseios, do caráter, do que agrada o outro, de estarem em expectativa, de estabelecerem seus planos, o alinhamento de interesses, de sonhos e projetos. O significado do noivado não mudou com o tempo, continua sendo o tempo dedicado à maturidade de uma escolha para a vida.

Diante disso, como podemos então imaginar que possa haver uma noiva que não converse com o seu noivo? Como podemos imaginar uma noiva que não compartilhe seus sonhos, planos, projetos com o seu noivo? Como podemos conceber que a noiva se perca em meio aos seus próprios anseios e desejos a ponto de não parar pra ouvir seu noivo falar de seus sonhos, planos e projetos? Como então imaginar a noiva que não passe seus dias a pensar em seu noivo, a suspirar por ele, a ansiar por encontrar-se com ele, sonhar seus sonhos ao lado dele, dividir cada segundo dessa espera com o amado? Impossível! Inimaginável!

O relacionamento dos noivos como já dito, e por muitos sabido, é um relacionamento de muita proximidade e grandes expectativas. Os dois fazem planos juntos, sonham com a conclusão da faculdade se ainda são estudantes, com a construção ou compra da casa futura e de como será decorada, e claro, com a cerimônia que confirmará o enlace e cada um de seus detalhes como salão para a recepção dos convidados e a decoração, o programa para a tão sonhada noite de núpcias, a primeira como casados, da viagem de lua de mel, quantos filhos pretendem ter, enfim…é emocionante, intenso e marcado por muita comunhão. Todavia, valendo-nos dessa representação da noiva no seu relacionamento com o noivo, como a própria Palavra, para falar do relacionamento da Igreja, a Noiva, com o Noivo, Jesus, não a vemos assim.

A Igreja não está vivendo a expectativa das núpcias. Talvez porque tenhamos avançado para uma era em que o consumismo é tão grande, o egoísmo cada vez maior, quando a vontade própria e o culto a ela definem os comportamentos de muitos, é possível que, como Igreja, também tenhamos nos deixado envolver por este ritmo e passamos a um comportamento em que nos comunicamos com o Noivo apenas pelo Prayerbook, momentos em que postamos nossas necessidades, damos nossas cutucadas, mandamos mensagens inbox, colocamos as imagens do que gostamos que os outros vejam, mas sem ao menos considerar que Ele possa estar "online em algum momento para nos responder. E então passamos de uma a outra postagem e não esperamos nenhuma resposta específica. Qualquer coisa" que vier, está ótimo. Relacionamento frio e vazio, superficial e nem sempre verdadeiro, infelizmente.

Ah! Como seria diferente se mantivéssemos uma vida de oração alinhada com o coração do Noivo! Ah, se estivéssemos ouvindo a voz do Santo Espírito para aprendermos mais sobre o Noivo. Afinal, Ele é o Amigo do Noivo e O conhece bem! Seria maravilhoso e surpreendente, revelador e empolgante se parássemos diariamente para ouvir a voz deste Amigo e aprendêssemos com Ele sobre como pensa o Noivo, o que Lhe agrada o coração, o que Lhe faz contente.

Mas, geralmente, não dedicamos tempo para parar e tão somente escutar. Não nos dedicamos a simplesmente interromper a correria do dia e permanecer em silêncio, prontos e desejosos de ouvir e contemplar o que vem do Noivo. Não sabemos sequer como é o som da voz do Consolador. Dedicamos-Lhe muito pouco de nós.

A Igreja tem vivido como a adolescente que gasta o máximo de tempo possível à frente do espelho arrumando o cabelo, tentando um tipo novo e diferente de penteado, maquiando-se de forma a parecer mais atraente, perfumando-se, pintando as unhas, escolhendo uma roupa que ressalte melhor a sua beleza, e tudo isso para que? Para quem? O tempo não é ainda de casamento, ela nem ao menos conhece o noivo, mas seu coração enganoso a quer levar aos lugares onde possa encontrar possíveis candidatos ao casamento e, quem sabe, até se entregar nos braços de alguém que sequer se importa com ela, senão que apenas deseja tirar dela todo o proveito possível para depois descartá-la usada, magoada, decepcionada, inferiorizada, enquanto que o Noivo, Jesus, sabendo que ela é a Noiva, escolhida desde antes da fundação do mundo, aguarda que ela amadureça um pouco e se deixe conquistar por Ele, para que então possa levá-la às bodas e assim fazer dela sua esposa.

Ah, que noivo amoroso, paciente, nobre, misericordioso! Ajuda-nos a ouvir o Consolador, Noivo Maravilhoso! Ajuda-nos a aprender mais a Teu respeito, conhecer Teu coração, Noivo amoroso! Queremos conhecer e reconhecer o som da Tua voz falando-nos ao coração de Teus segredos. Queremos aprender sobre como dispor nosso querer para as mesmas disposições do Teu querer. Queremos esperar, por simplesmente Te amar. Queremos viver a expectativa das bodas com toda intensidade, oh Noivo Jesus!

Que essa seja a motivação do coração de cada leitor, porque nisto está o fundamento da vida com Jesus, do relacionamento com o Espírito da Verdade que Ele deixou a guiar-nos em todas as situações, porque nesta realidade de intimidade e comunhão está a chave de uma vida de oração vitoriosa e eficaz, pois somente conhecendo o que está no coração do Noivo, através do que Ele diz e direciona, poderemos cooperar para que sejam estabelecidos cada um de Seus desígnios para nós como Noiva, como Igreja.

A Oração: Uma parceria com Deus

Diante de um quadro tão caótico que se vê na vida da Igreja, em que os princípios e valores fundamentais da vida cristã têm sido relegados em detrimento de tanta superficialidade e distorção, tempos em que se vê tantos crentes sofrendo por não compreenderem quem são em Cristo, o propósito de suas vidas, qual o sentido de terem sido escolhidos e dotados de tanta capacitação para cumprirem um chamado, algumas perguntas precisam ser feitas: O que é oração? Nossa oração é eficaz? Conhecemos o poder da oração?

A oração é, provavelmente, o maior chamado de Deus aos homens. Orar é mais do que falar com Deus. Orar é trabalhar com Deus. Por meio da oração, o propósito de Deus é realizado, as intenções de Satanás são bloqueadas, interceptadas, impedidas.

A oração é o ato mais maravilhoso e poderoso do reino espiritual e também um assunto muitíssimo misterioso. Apesar de misteriosa, não é incompreensível, nem inexplicável. A verdade é que poucas pessoas conhecem realmente a fundo a oração. Por isso, tão pouco realizam para Deus no ministério da oração.

O poder da oração não está ligado ao quanto oramos, mas no quanto nossas orações estão alinhadas com o princípio da oração: não se trata de quem ora, mas A QUEM SE ORA e COMO SE ORA.

Por que orar? Para que serve a oração? Deus não é Soberano, Onisciente, Onipresente e Onipotente? Então, por que temos que orar para que Ele comece a operar? Se Ele já sabe tudo antecipadamente, por que precisamos lhe contar outra vez? Se Ele é Todo Poderoso, por que não opera diretamente, sem a necessidade das nossas orações? Por que somente os que batem, entram? Por que as Escrituras dizem Nada tendes, porque nada pedis (TIAGO 4.2, P. 1294)? A oração pode ser contrária à vontade de Deus? Qual é a relação entre a oração e a justiça de Deus?

Já sabemos que Deus jamais fará algo contra a Sua própria vontade, e se abrir portas é a vontade dele, por que esperar até que batamos para abrir? Por que Ele não as abre segundo a Sua própria vontade, sem requerer que batamos? Ele sabe que precisamos de portas abertas, por que, então, espera até batermos para que se abram? Se a porta deve se abrir, e se isso está de acordo com a Sua vontade, bem como nós precisamos que aconteça, por que esperar pelo nosso bater? Por que Ele não vai à frente e por Si só abre-nos as portas? O que Deus quer com isso? Se é justo nos abrir as portas, Ele as abrirá sem que batamos? Ele prefere atrasar Sua vontade e Sua justiça esperando que batamos à porta? Ele permitirá que Sua vontade de abrir a porta seja impedida porque não oramos? Então, não estaríamos limitando a vontade de Deus? Mas, Ele não é Todo-Poderoso? Então, por que temos de orar para que as portas se abram?

Se temos todas essas perguntas respondidas com um grande e sincero não sei, então concluímos que a oração é, realmente, um mistério. Ela revela o princípio do trabalho de Deus: Seu povo deve orar antes que Deus se levante e opere. Sua vontade somente é realizada mediante as orações dos Seus.

As orações dos salvos devem realizar Sua vontade. Deus não cumprirá Sua vontade sozinho. Ele operará somente depois que Seu povo se identificar com Ele por meio das orações. Então, a oração nada mais é do que o crente operando juntamente com Deus. A oração é a união entre o pensamento do crente e a vontade de Deus. Esta oração, alinhada à vontade de Deus é, na verdade, o expressar da vontade Dele no Céu. A oração não é a expressão de nosso desejo de que Ele ceda à nossa petição e que preencha nosso desejo egoísta. Não é forçar o Senhor a mudar Sua vontade e realizar o que não deseja. É o crente proferindo a vontade de Deus.

Outro ponto importante é que a oração não altera o que Deus determinou. Não muda nada; apenas realiza o que já foi pré ordenado. A falta de oração, entretanto, efetua mudanças, ou seja, Deus deixará que muitas de Suas resoluções fiquem suspensas devido à falta de cooperação dedicada de Seu povo.

O Mundo Espiritual é Governado a Partir do Natural

Dar-te-ei as chaves do reino dos céus; o que ligares na terra terá sido ligado nos céus; e o que desligares na terra terá sido desligado nos céus. (MATEUS 16.19, P. 1015)

Deus, no Céu, somente ligará e desligará o que Seus filhos, sobre a Terra, ligarem ou desligarem. Ele deseja que Seu povo declare e ligue primeiramente na Terra o que for, e então, Ele fará com que seja ligado no Céu. Ele espera que o Seu povo desligue na Terra o que precisa ser desligado e, então, do mesmo modo Ele desligará no Céu. Para entendimento deste texto, precisamos recorrer ao grego que nos esclarece quanto ao ligar e ao desligar. Enquanto ligar significa atar, prender com cadeias, colocar sob a obrigação da Lei, proibir, declarar ser ilícito, desligar por sua vez significa libertar, absolver, desatar, desamarrar, desfazer, dissolver, declarar ser lícito, permitir. Posto isto, o que ligamos, ou o que desligamos? Se ligar significa prender, então ligamos principados, potestades, dominadores, forças espirituais da maldade e todo o poder das trevas que opera nas regiões celestiais, conforme Paulo escreveu aos Efésios. Se desligar significa libertar, então libertamos os cativos e algemados do diabo, aos oprimidos, aos enfermos, conforme escreveu o profeta Isaías a respeito do Messias. Deste modo, uma tradução interessante do versículo citado anteriormente poderia ficar assim:

Dar-te-ei eu a autoridade para governar à partir dos céus; o que declarares lícito, permitido, legal na terra, será tido como lícito, permitido, legal nos céus; o que declarares ilícito, proibido, ilegal na terra, será tido como ilícito, proibido e ilegal nos céus. (Paráfrase)

Esta autoridade conferida à Igreja pelo Senhor Jesus nos coloca constantemente diante de um tribunal celestial, a partir de onde liberamos comandos às trevas, por meio de atos espirituais que podemos equiparar aos atos jurídicos havidos nos tribunais terrenos, bem como decretos, mandatos ou ordens. Consiste numa forma eficaz de batalha e intercessão a fim de cooperarmos com Deus naquilo que Ele mesmo deseja fazer sobre a Terra. Este tema está melhor explicado no capítulo específico sobre A Oração e o Tribunal de Deus.

Deus se deleita em colocar todas as Suas obras sob o governo do Seu povo, e ver os Seus agirem guiados por Seu Espírito. A carne não tem capacidade de governar coisas espirituais, por isso, aquele que não é cheio do Espírito, que não é guiado pelo Espírito, não será capaz, jamais, de governar com Deus. Ele é um Rei humilde, por isso, Sua corte celestial só pode ser composta por pares humildes como Ele. Seu governo não é tirano, ainda que seja Soberano.

Assim, quando tomamos a atitude de ordenar o ligar ou desligar conforme as palavras de Seu Filho, estes atos mandamentais devem ser expedidos com toda humildade, com a consciência de que todo Poder e autoridade fluem do Trono de Deus somente. Ele não ligará nem desligará nos céus nada que seja contrário à Sua própria vontade. Então, o que Ele faz é aguardar que Seu povo, guiado pelo Seu Espírito, ligue na Terra aquilo que Ele tem desejado ligar no Céu, e assim, a Sua vontade se estabelece. O próprio fato de Deus ligar no Céu o que é ligado na Terra demonstra a Sua vontade de fazer tal coisa.

O homem foi criado com livre arbítrio. Ao fazer isso, Deus espera que o homem una sua vontade à Dele, em oposição à vontade de Satanás, e assim governe sobre a Terra. O homem foi criado para governar, porém, ao pecar, entregou todos os reinos deste mundo ao seu opositor, como podemos ler em Lucas 4, verso 6: Disse-lhe o diabo: Dar-teei toda esta autoridade e a glória destes reinos, porque ela me foi entregue, e a dou a quem eu quiser.

O propósito da redenção inclui devolver ao homem o governo sobre a Terra e sobre todas as coisas que nela foram criadas por Deus com o propósito de que o homem sobre elas governe. Quando o homem alcança compreensão da grandeza desse propósito, posicionando-se diante disso, ele se torna mais operante nas mãos de Deus. Se o povo de Deus por outro lado, caminhar sem a direção do Santo Espírito, guiado por outras vozes e motivações, falhando assim em ouvir Sua voz, conhecer Seus planos e andar conforme cada um deles em unidade com o Criador, Ele vai preferir esperar e adiar Sua obra. Ele se recusa a agir sozinho, porque quando o Seu povo trabalha com Ele, Ele recebe a glória.

Nisto se vê que a razão pela qual a Igreja encontra-se em seu estado atual, é exatamente o fato de ter deixado de buscar conhecer ao seu Criador, a Sua vontade e Seu propósito para a vida dos Seus. Afastou-se do seu Deus e passou a andar segundo o curso deste mundo. Por isso, a sua disposição mental deixa de ser a de filhos de Deus, comissionados por Ele para uma obra grandiosa na Terra, para ser apenas de servos.

Quando sairmos desta fumaça que tem encoberto o plano soberano de Deus, enxergaremos melhor nossa identidade e nos posicionaremos corretamente como reis e sacerdotes que reinarão para sempre. Para isso, precisamos negar-nos a nós mesmos, tomar a cada dia a nossa cruz e segui-Lo. E este seguir implica em dar os passos que Ele daria estando no nosso lugar.

O nosso quebrantamento provocará o quebrantamento daqueles que não O conhecem. A nossa humilhação provocará o reconhecimento necessário da dependência de Deus nos corações dos descrentes. O Reino do Senhor será implantado e Ele poderá retornar mais rapidamente. O conhecimento do Senhor encheria a Terra numa velocidade incrível e Satanás e seus poderes seriam lançados no abismo já!

Mas, como temos nos preocupado mais com os nossos afazeres, ainda que muitas vezes imersos em um ativismo religioso, sob o argumento de que fazemos para Deus, e falhamos em efetivamente fazer com Deus, muitos inimigos e muita ilegalidade e injustiça sobre a Terra deixam de ser desligados, muitos cativos deixam de ser livres e a imensa Graça do Senhor deixa de ser manifesta por meio dos atos de justiça que cabem aos filhos de Deus manifestar. Dessa forma, restringimos o agir dos céus sobre a Terra. Precisamos aprender a orar em unidade com o Corpo de Cristo para vermos o cumprimento das palavras de Jesus, quando diz: Se dois de vocês concordarem a respeito de qualquer coisa que pedirem […] (MATEUS 18.19, P. 1017).

Como também precisamos aprender a orar conforme a vontade do Pai, como disse o apóstolo João: E esta é a confiança que temos para com ele: que, se pedirmos alguma coisa segundo a sua vontade, ele nos ouve. (1 JOÃO 5.14, P. 1312).

O significado verdadeiro da oração é que a pessoa que ora o faça pelo cumprimento da vontade daquele a Quem ora. A oração é a oportunidade pela qual expressamos nosso anseio pela vontade de Deus. Quando oramos, estamos alinhando nossos desejos ao desejo soberano do Pai. Fora disso, não existe oração.

A Oração e a Maturidade Espiritual

Quantas orações hoje expressam a vontade de Deus? Em que medida temos nos esquecido de nós mesmos, procurando somente a vontade do Senhor? Quantos de nós estamos, realmente, cooperando com Deus em oração, expressando por meio da nossa fé em declarar Sua vontade, de que ela é mesmo boa, perfeita e agradável? Quantos estamos declarando diariamente perante Ele a verdade que Dele conhecemos e derramando nossos corações em oração, para que Ele possa manifestar-nos

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