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O Fator VDM, para PROFISSIONAIS: Um guia antidesastres em projetos criativos

O Fator VDM, para PROFISSIONAIS: Um guia antidesastres em projetos criativos

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O Fator VDM, para PROFISSIONAIS: Um guia antidesastres em projetos criativos

Comprimento:
158 página
1 hora
Lançado em:
Dec 15, 2011
ISBN:
9788564528079
Formato:
Livro

Descrição

No ambiente dos serviços criativos, que envolve fornecedores, clientes, atendimento, veículos, públicos, orçamentos, cronogramas, reuniões e cafezinhos, é assim: para cada case de sucesso existem mil histórias onde o resultado final não ficou como esperado ou a relação saiu abalada. Merdas acontecem. Portanto, se as coisas em algum momento deram errado não se martirize: você não está só. Mas também não se acomode. Existem formas de se prevenir dos desastres. Nos dois volumes da série O FATOR VDM, Luis Marcelo Mendes provoca gerentes de marketing, designers, diretores de comunicação, desenvolvedores de sites, cenógrafos, estudantes a entenderem que, na prática, fazer projetos não é fácil como parece. Esses guias, para profissionais criativos e clientes, mostram os caminhos para você estabelecer uma cultura projetual comum e produzir bons resultados.
Lançado em:
Dec 15, 2011
ISBN:
9788564528079
Formato:
Livro

Sobre o autor


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O Fator VDM, para PROFISSIONAIS - Luís Marcelo Mendes

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Contato com o autor

Luis Marcelo Mendes

email ofatorvdm@gmail.com

twitter twitter.com/ofatorvdm

web luismarcelomendes.com.br

about me about.me/luismarcelomendes

Este livro apoia o projeto Open Bookmarks

Foto: Alexsandro Souza/Divulgação

Meus agradecimentos pela grande aventura:

Rara Dias, João Bonelli, Luiz Augusto e Tatiana Cerveira.

André Stolarski, Marcelo Pereira, Raul Mourão, Rodrigo Machado e Sônia Barreto.

Ana Maria Bahiana, André Weller, Antonio Dias, Armando e Ilana Strozemberg, Bruno Porto, Daniel Chomski, Fabiano Maciel, Fernanda Assunção, Hermano Vianna, Iole de Freitas, Isa Maria de Siqueira, Julio Silveira, Margot Marhnada, Miguel Esteves Cardoso, Renata Fazzio, Rui Miguel Abreu, Suzy Muniz, Tom Leão e Wilson Baroncelli.

Dedicado ao Bento.

A ARTE DE CATIVAR CLIENTES

Por Bruno Porto

A CULTURA PROJETUAL

Ela acontece

Bem-vindo ao meu mundo

O brilho da lâmpada

Jekyll e Hyde

A regra não é clara

Otimismo é um veneno

COMPUTADOR NA MÃO, IDEIA NA CABEÇA

O manual básico de sobrevivência

Pede para sair

Quando tudo certo nunca é 100%

A ordem dos fatores altera o produto

Tamanho é documento

O fluxo de caixa é mais importante que sua mãe

Espeto de aço inox

O NEGÓCIO É O SEGUINTE

Mantenha o medidor ligado

O comercial criativo

Briefing: onde a mágica acontece

Cliente no divã

Encontre o interlocutor

Defina o prazo

Combine papéis

Descubra a verba

Identifique referências

Vale o escrito

Money changes everything

O clube dos macacos velhos

A pressa passa

O maravilhoso mundo dos negócios

Incoerência da concorrência

A nossa parceria

É dando que se dá

Temos que endurecer

Sem perder a experimentação

SÓ FALTA IMPRIMIR

O Vale das ideias mortas

Kill your darlings

Óbvio é um lugar que não existe

A linha fina entre o amor e o ódio

Sexta, não

Pra ontem

Diga se entendido

WYSIWYG

De gênio a besta em 15 segundos

Paz, amor e compreensão

Tudo vai dar certo

EXTENDED PLAY

Cliente ordinário. Por Michel Lent

(Espaço reservado para a sua colaboração)

REFERÊNCIAS

BIBLIOGRAFIA

DISCOGRAFIA

POR BRUNO PORTO

O livro de Luis Marcelo Mendes preenche uma lacuna na biblioteca básica de qualquer profissional, empresa ou órgão que lide com design, publicidade, cinema, música, literatura, fotografia e artes de uma forma geral: é uma abordagem inteligentemente pé no chão sobre a gestão de serviços criativos no Brasil. Oportuno e necessário, O FATOR VDM chega no momento exato em que o país adentra um novo estágio de exigência, competitividade e maturidade nesses serviços.

O texto deste jornalista mineiro, carioca por vocação, vai direto na jugular de um dos principais problemas que atinge a grande maioria dos nossos profissionais de criação: somos muito criativos, mas nem sempre muito profissionais.

Nos dez anos como vice-presidente de operações de uma das mais versáteis agências de design do país — a Tecnopop, da qual foi um dos fundadores — LMM esteve envolvido nos bastidores e na linha de frente de projetos em todos os formatos, portes, áreas e mídias possíveis. 

Não é exagero. Colaborou com premiadas produções audiovisuais de ficção e não ficção, e desenvolveu sistemas completos de branding para clientes do segmento cultural. Estruturou exposições nacionais e internacionais de artes plásticas, design e arquitetura, e produziu publicações de todos os calibres, lombadas e tiragens. Montou estratégias de campanhas interativas on-line e off-line, envolvendo rádio, televisão, internet, displays urbanos, shows. O que você pensar, ele já negociou, orçou e viabilizou.

Esta vivência impressionante o levou a entender como pensam os dois lados do balcão da criação — o que oferece e o que contrata — capacitando-o a identificar quais são e como surgem os problemas no desenvolvimento de projetos criativos. Seu livro destrincha essas questões e contrastes com uma clareza invejável, e a dose certa de um humor implacável.

A experiência de Luis Marcelo Mendes já ajudou a vender música, eleger políticos, conquistar prêmios cinematográficos, fazer literatura, documentar histórias de vida, disseminar informação e ideias, apresentar o Brasil ao mundo, e vice-versa. Ela agora vai ajudar você a evitar as armadilhas que cada projeto esconde e, definitivamente, a se tornar um profissional melhor.

Bruno Porto é designer pós-graduado em Gestão Empresarial e Marketing e educador. Autor dos livros Vende-se design (2011, 2AB) e Memórias tipográficas das Laranjeiras, Flamengo, Largo do Machado, Catete e adjacências (2003, 2AB) e coautor de Asian Graphics NOW! (2010, Taschen). É colunista do Portal DesignBrasil.org.br e editor do BrazilianGraphicDesign.com.

O Ministério do Vai Dar Merda funcionaria assim, segundo Chico Buarque:

A cada decisão importante, esse ministro seria chamado. Se o governo decide recadastrar os idosos, o Lula convoca o ministro e pergunta: ‘Vai dar merda?’ O ministro analisa o caso, vê que os velhinhos vão ser humilhados nas filas, e responde: ‘Vai dar merda’. No caso da briga com o New York Times, era só chamar esse ministro e perguntar: ‘Vamos expulsar o jornalista. Vai dar merda?’ O cara ia analisar e responder: ‘Vai dar merda’.

Trecho de Um retrato do artista

de Rodolfo Fernandes

O Globo em 18 de junho de 2004

Existem mil livros de comunicação, marketing e design com incríveis histórias de projetos de sucesso, a partir de grandes sacadas criativas que resultam em glória, fama e fortuna para os profissionais e empresas envolvidas.

Este não é um deles.

O FATOR VDM é um guia que ajuda profissionais e estudantes a entenderem que, na prática, fazer projetos criativos não é fácil como parece. 

Isto vale para quem atua na área de comunicação, publicidade, comunicação empresarial, redação e marketing on-line. E para os designers gráficos, de produtos, de embalagens, de design em movimento ou webdesign. E ainda para os especialistas em mídias sociais, jogos e aplicativos mobile, de produção de eventos, de cenografia, de produção audiovisual, de criação total, integrada ou 360°. 

Em cada escritório criativo encontramos projetos com abordagens diferentes, para clientes de segmentos diferentes e uma série de problemas de relacionamento em comum. Para cada case de sucesso existem mil histórias onde as coisas não foram tão bem, o resultado final não ficou como esperado e a relação com os clientes saiu abalada. E, em alguns casos, os profissionais criativos insistem em escorregar nas mesmas cascas de banana, esperando atingir resultados diferentes. Por isso, quero que você conheça e comece a aplicar nos seus projetos um novo olhar que eu chamo de FATOR VDM. 

Como você já deve ter entendido, VDM significa vai dar merda. Não se trata de uma filosofia pessimista, assim como não é um pensamento que parte do princípio que as pessoas são incompetentes ou amadoras, mas da constatação que o acaso nem sempre vai te proteger enquanto você andar distraído.

Essa merda projetual, objeto de estudo do livro, é como uma bactéria no ar e está presente em muitos trabalhos de uma forma ou de outra. Por vezes em detalhes imperceptíveis ao olho nu. 

Você pega o catálogo de uma exposição, por exemplo. A impressão está um primor. O acabamento fantástico. O design

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