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MANDALAS TERAPEUTICAS: Desvendando os Mistérios de sua mente

MANDALAS TERAPEUTICAS: Desvendando os Mistérios de sua mente

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MANDALAS TERAPEUTICAS: Desvendando os Mistérios de sua mente

notas:
4/5 (9 notas)
Duração:
88 páginas
1 hora
Editora:
Lançados:
1 de out. de 2015
ISBN:
9788582454015
Formato:
Livro

Descrição

Arte como um método terapêutico representada pelas Mandalas Terapêuticas, numa abordagem Junguiana , se obtendo uma abordagem simbólica , bem como suas mais diversas ramificações, técnicas e recursos. A escolha dos materiais, e a função que cada um exerce sobre a psique humana, decifrar o que as imagens querem nos dizer com o emprego da cor na amplitude de percepção, efeitos físicos e suas emoções, para então imergirmos nas singularidades e pluralidades das mandalas Terapêuticas, fazendo desta forma uma breve viagem histórica, sobre sua origem, utilização e benefícios. Quando desenhamos, pintamos, construímos com os mais variados recursos e a colorimos com a intenção de superação de nossos problemas pessoais ou psicológicos nos permitimos que o corpo e a alma entrem em equilíbrio com as necessidades mais profundas e as intenções mais nobres de nos mesmos trazendo um reequilíbrio natural da parte dual de nossa essência. Trabalhar com mandalas favorece essa reconexão de maneira que o indivíduo se sinta completo e íntegro - ligado à Natureza, à Vida, ao mundo que o envolve encorajando estados emocionais e mentais positivos.Este estado positivo nós permite sentir um grande bem-estar, aliviando o nosso sistema nervoso, muito eficaz também no tratamento de psicoses como transtornos de personalidade, esquizofrenia e demais casos clínicos como por exemplo dependência química ou alcoolismo. A atividade artística ligada à mandala alivia a tensão, o medo e a dúvida do paciente e facilita o processo de bem-estar .Porém o uso da mandala num trabalho terapêutico não precisa estar ligado à nenhuma doença ou à um problema psicológico particular. Ela pode ser utilizada com um meio de se equilibrar emocionalmente, encontrar um pouco de paz após um dia cansativo de trabalho ou ainda, permitir um estado de relaxamento diante de situações perturbadoras ou de grande ansiedade. Ela é um caminho de auto-conhecimento.
Editora:
Lançados:
1 de out. de 2015
ISBN:
9788582454015
Formato:
Livro

Sobre o autor


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Amostra do livro

MANDALAS TERAPEUTICAS - SANDRA JAMBERG PONTES

2013

CAPITULO 1- ARTETERAPIA

Tendo como referencial teórico a abordagem Junguiana, o uso desta técnica é fundamental não só em crianças e adolescentes, mas também em uma diversidade de casos. Em certos pacientes somáticos, naturalmente nas psicoses de qualquer tipo, e em outros casos em análise nos quais as mãos podem falar mais do que o cérebro, às vezes de forma inesperada.

Por meio das produções criadas, podemos vincular as dimensões intuitivas e emocionais às formulações literais, abstratas e impessoais presentes e enfatizadas nas propostas. A experiência do trabalho com arteterapia proporciona a possibilidade de reconstrução e de integração de uma personalidade.

Ao ser possível integrar, pela atuação consciente, o resultado do criado com a temática-emocional oculta na representação apresentada, o sujeito adquire a condição de transcender as suas vivencias imediatas, experimentando novos sentimentos e disponibilizando-se para novas oportunidades.

Com o surgimento da Psicanálise e o aprofundamento nas questões do inconsciente, a utilização de modalidades expressivas, com finalidades terapêuticas ganha a categoria de elemento propiciador da eliminação de materiais indesejáveis à mente e de entendimento para a terapeuta acerca dos problemas de seu paciente ‚como o de avaliação do progresso do tratamento e da possível melhora do paciente.

O inconsciente para Jung dinamiza e cria conteúdos novos, assim como, por ser receptáculo, guarda conteúdo dos quais a consciência gostaria de se libertar. Se o inconsciente é assim postulado como uma totalidade dos conteúdos psíquicos e sendo a arte o resultado aparente destes últimos, a visão alcançada pela teoria analítica proporciona um fundamento mais aproximativo ao entendimento da riatividade e das ações expressivas como reveladora da alma humana, sem reduzi-la a estados sintomáticos, necessariamente.

No Brasil, a Arteterapia ganha destaque com o trabalho pioneiro de Nise da Silveira, que sempre preferiu a utilização do termo Emoção de lidar. Como grande admiradora de Jung, teme a nomenclatura de Arte na modalidade terapêutica, pois, para ela, assim como em Jung, as produções deveriam estar desprovidas de valor artístico, para não estarem submetidas a julgamentos pertinentes aos padrões estéticos presentes na arte como tal. Para ambos, a denotação de artista para um cliente estaria desvirtuando a finalidade do exercício: o de trazer à luz um conteúdo inconsciente para ser confrontado e integrado. O olhar para a produção como obra de arte perderia o senso inicial proposto, por estar direcionado a outra finalidade crítica. Assim, surge a Arteterapia como um referente transcendente as questões relativas ao desenvolvimento de habilidades, das finalidades artísticas, de instrumentos de diagnóstico e prognóstico. Revestida de um valor técnico, visa, por meio da mediação de instrumentos plásticos, à expressão a comunicação de representações como as fantasias e os sentimentos, possibilitando, assim, um espaço para a liberação de energias psíquicas, favorecendo a expressão posterior à criação estabelecida.

A finalidade da Arteterapia consiste em possibilitar a emergência de uma imagem imaginada transposta em imagem criada, a partir da utilização de materiais plásticos, que cedem sua flexibilidade e maleabilidade a quem os utiliza, para expressar seus conteúdos íntimos.

A ação de uma imaginação criadora é um passo viável, visível e objetivado que possibilita aproximar elementos ou realidades ocultas às dimensões mais acessíveis de serem compreendidas, facilitando a conscientização dos mesmos.

A Arteterapia alcança sua meta como função terapêutica por permitir essa passagem de um conteúdo inconsciente, não assimilado, transmutado ou transformado em outro conscientizado.

A Arteterapia converte-se, assim, em um caminho direcionado a individuação (Jung). Por ele, entendemos o processo da construção de um indivíduo, conseguido por meio da expressão de impulsos inconscientes, que, ao serem objetivados, tornam-se passíveis de serem confrontados.

A transformação aqui buscada inclui uma mudança no próprio inconsciente. Toda cultura surge de linguagens simbólicas, criada de acordo com os usos dados pelos exercícios de simbolização de uma dada sociedade, cuja finalidade encontra-se a de estruturação da vida humana.

1.1 –ARQUÉTIPOS

Os 4 maiores arquétipos Junguianos

O psiquiatra e psicólogo suíço Carl Jung acreditava que os arquétipos são modelos de pessoas, comportamentos ou personalidades. Jung sugeriu que a psique era composta por três componentes: o ego, o inconsciente pessoal e o inconsciente coletivo.

De acordo com Jung, o ego representa a mente consciente, enquanto o inconsciente pessoal contém lembranças, incluindo aquelas que foram suprimidas. O inconsciente coletivo é um componente único, e Jung acreditava que essa parte da psique serviu como uma forma de herança psicológica. Ela contém todo o conhecimento e experiências que compartilhamos como uma espécie.

As Origens

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Avaliações do leitor

  • (4/5)
    Interessante e de leitura fácil. A autora apresenta uma introdução à arteterapia por meio das mandalas. Introduz também alguns conceitos de arquétipo de Jung e uma interpretação sobre cores e linhas.
  • (5/5)
    revoltado que não consigo cancelar essa conta Caralho, Porra, Puta-que-pariu, Merda, Puta-merda e Cacete