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Falando Bonito: Uma reflexão sobre os erros de português cometidos em São Paulo e outros estados
Falando Bonito: Uma reflexão sobre os erros de português cometidos em São Paulo e outros estados
Falando Bonito: Uma reflexão sobre os erros de português cometidos em São Paulo e outros estados
E-book79 páginas49 minutos

Falando Bonito: Uma reflexão sobre os erros de português cometidos em São Paulo e outros estados

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Sobre este e-book

Pertencente à coleção Pocket books do Método DeRose, o livro Falando Bonito apresenta uma série de dicas e reflexões para o aprimoramento e eventual correção do português falado e escrito. Mesmo sem ser professor de língua, nem gramático, Prof. DeRose, assim como muitas pessoas das mais diversas áreas profissionais, consideram parte essencial da cultura poder se expressar corretamente na própria língua.
Descubra nesta bem-humorada, educativa e leve leitura, quais são as expressões e palavras onde comumente ocorrem os principais erros linguísticos do brasileiro e aprenda a maneira correta de dizê-las.
IdiomaPortuguês
EditoraEgrégora
Data de lançamento17 de jun. de 2016
ISBN9788562617331
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    Pré-visualização do livro

    Falando Bonito - DeRose

    Copyright 2013 -De Rose, L.S.A.

    2a. edição - 2015

    Capa: Carlos Bonafé

    Ilustração usada na capa: Joris Marengo

    Produção gráfica: DeRose Editora

    Book designer: DeRose

    Revisão: Vênus Santos

    Realização gráfica: Office

    Impressão: Vida e Consciência

    Adaptação para eBook: Hondana

    A Editora não responde pelos conceitos emitidos pelo autor.

    Esta obra é distribuída pela Método Distribuidora,

    tel. (11) 3589-7227, Rua Estado de Israel, 527, São Paulo SP,

    www.metododistribuidora.com

    ISBN 978-85-62617-32-4

    PERMISSÃO DO AUTOR PARA A TRANSCRIÇÃO E CITAÇÃO

    Resguardados os direitos da Editora, o autor concede permissão de uso e transcrição de trechos desta obra, desde que seja obtida autorização por escrito e a fonte seja citada. A DeRose Editora se reserva o direito de não permitir que nenhuma parte desta obra seja reproduzida, copiada, transcrita ou mesmo transmitida por meios eletrônicos ou gravações, sem a devida permissão, por escrito, da referida editora. Os infratores serão punidos de acordo com a Lei no 9.610/98.

    Sumário

    MINHA PRETENSÃO

    ONDE SE FALA BRASILEIRÊS?

    FALAR ERRADO

    QUEM FOI O SISTEMATIZADOR DO MÉTODO DeROSE DE QUALIDADE DE VIDA

    MINHA PRETENSÃO

    Não sou professor de português, gramático nem linguista. Reconheço que sou apenas um leigo admirador da nossa nobre língua portuguesa e exponho-me aqui para defendê-la, qual cavaleiro andante a defender essa dama indefesa. Minha nada humilde pretensão é a de que nossos conterrâneos falem com menos erros. Estou ciente das minhas próprias limitações. Também cometo os meus tropeços, mas agradeço todas as vezes em que algum amigo tem a gentileza de apontá-los e procuro me corrigir.

    É compreensível que tenhamos uma sintaxe brasileira, uma pronúncia nacional, expressões idiomáticas nossas e uma diferenciação de significado para muitos vocábulos, em relação ao português lusitano. Mas podemos parar por aí.

    Os acordos ortográficos tentam, o tempo todo, manter uma inteligibilidade entre os países lusófonos: Brasil, Portugal, Angola, Moçambique, Cabo Verde, Timor Leste, Guiné Bissau, São Tomé e Príncipe.

    Admite-se graciosamente que falemos brasileirês, uma vertente do português. A partir dessa constatação, devemos esforçar-nos por – sempre que possível – falar e escrever utilizando a norma culta.

    TODOS DEVEMOS USAR A NORMA CULTA?

    Claro que não. Cada estrato social tem sua linguagem característica, sua pronúncia (às vezes, somente compreensível pelos componentes do mesmo grupo) e seus erros consagrados como fatores de identificação cultural.

    Por isso mesmo, torna-se importante que você evite os erros que poderão comprometê-lo em suas pretensões profissionais ou afetivas. Já vi carreiras e romances devastados por uma gafe cometida no falar.

    Imagine o garotão sendo apresentado ao pai da namorada e sair com esta verbalização:

    – Tâmo na paz, mano, tudo legal, pode crê.

    Só se o paizão for do mesmo grupo cultural. Se a família da menina for um pouquinho – só um pouquinho – melhor, não vai dar casamento.

    E se fosse entrevista de trabalho para um cargo bem remunerado, o jovem em questão já poderia esquecer a pretensão. A entrevista não passaria do cumprimento inicial.

    No caso dos Empreendedores do Método DeROSE de Qualidade de Vida, trabalhamos com um público exigente, de excelente padrão cultural. Um deslize idiomático pode fazer despencar a credibilidade do profissional e, com ela, o patamar da sua remuneração.

    Portanto, leia com redobrada atenção as considerações

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