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Quem paga essa conta: Danos morais, assédio moral e outras encrencas

Quem paga essa conta: Danos morais, assédio moral e outras encrencas

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Quem paga essa conta: Danos morais, assédio moral e outras encrencas

Duração:
360 páginas
3 horas
Editora:
Lançados:
27 de out. de 2016
ISBN:
9788582453797
Formato:
Livro

Descrição

Manual de diretrizes de compliance para gerenciamento da ética laboral.

Este livro é para quem cursou e para quem não cursou uma faculdade de direito. Foi escrito por um Desembargador Federal do Trabalho, professor de direito, que já foi empregado, militar, advogado, e está muito atento à responsabilidade civil trabalhista.
A prevenção nas empresas hoje se faz por compliance, sendo a responsabilidade civil trabalhista uma das disciplinas para fazer cumprir as normas legais e regulamentares sobre o assunto, e identificar e evitar os desvios que daí possam advir. Este manual objetiva estabelecer algumas diretrizes seguras de conformidade com a ética.

Tratar melhor o ser humano, valorizá-lo, e saber respeitá-lo em seu ambiente de trabalho requer qualificação dos chefes e pares. Os litígios daí decorrentes podem resultar em elevadas indenizações.

O treinamento e preparo em ética ergonômica constitui eficaz meio para melhorar o meio ambiente do trabalho e prevenir os litígios causadores do temido "passivo oculto trabalhista".

Este é um livro pra todo mundo: empresários, administradores de empresas, economistas, gestores dos setores de relações de trabalho, sindicalistas, trabalhadores, advogados, juízes, membros do Ministério Público, estudantes de direito, cujo objetivo é transmitir os ensinamentos básicos do assunto, sem descuidar dos aspectos técnicos e científicos.

O estudo de casos com a indicação do entendimento do Tribunal Superior do Trabalho, meu entendimento e breves explicações sobre as questões em litígio, auxiliam na compreensão e fixação da matéria.
Editora:
Lançados:
27 de out. de 2016
ISBN:
9788582453797
Formato:
Livro

Sobre o autor


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Amostra do livro

Quem paga essa conta - Cassião

2016.

1 - INTRODUÇÃO

As relações sociais evoluem diariamente e fatos que antes eram vistos como inofensivos atualmente são tratados como condutas reprováveis. Doenças ou infortúnios que surgiam por azares da vida, hoje têm um responsável.

A teoria do azar na qual os acidentes ocorriam por casualidades, já não mais prevalece, na maioria das vezes há um responsável pelo ato danoso. Se um cachorro morde alguém na rua, isto não é um azar. Este cachorro tem um dono. Se não tem dono, o Estado deveria providenciar sua retirada das ruas.

Lesões que eram consideradas um mero agravamento de uma morbidez hoje são caracterizadas como doenças, e até relacionadas ao trabalho, dando origem aos termos LER/DORT – lesão por esforço repetitivo/doença ocupacional relacionada ao trabalho.

O que antigamente era um comportamento rigoroso, tal como punir um aluno com um castigo físico, hoje é encarado até como ilícito criminal, gerador de reparação pecuniária pelo sofrimento físico e moral causado.

A evolução social das relações de trabalho também acarretou uma necessária revisão no relacionamento entre superiores e subordinados, entre trabalhadores do mesmo nível hierárquico, dos subordinados para com seu chefe, e até dos métodos de organização empresarial.

O ontem chefe rigoroso e grosseiro, hoje pode ser encarado como um assediador, causador de danos materiais e imateriais ao seu subordinado, e ao próprio empregador, pois ao assim agir ou deixando de fiscalizar a atitude de seus subordinados, gera agressões ao meio ambiente do trabalho.

Já o empregador que organiza sua atividade com medidas rígidas para o atingimento de metas, excesso de rigor em punições, adota critérios arbitrários para progressão funcional, pode ser responsabilizado por assédio moral organizacional, expressão que até 10 anos atrás era pouco usada ou desconhecida.

Por outro lado, a empresa que promove e permite expressa ou tacitamente o assédio no ambiente laboral, sujeita-se a sanções que vão de pesadas multas administrativas e vultosas indenizações civis, até sanções criminais conforme o grau de assédio e o dano que sua atitude comissiva ou omissiva acarretar.

São comuns as acusações de que o Poder Judiciário, em especial a Justiça do Trabalho, promovem ou são complacentes com a chamada indústria do dano, decorrente da enxurrada de ações em que os autores postulam reparação por danos sofridos, com pleitos milionários, cujo resultado pode ser o emprobrecimento do indenizante e enriquecimento sem causa do indenizado (locupletamento), fazendo mudar de mãos um patrimônio construído por anos a fio, mediante decisão judicial.

Segundo dados do Conselho Nacional de Justiça – CNJ, no ano de 2.015 foram ajuizadas nada mais, nada menos que 665.833 (seiscentas e sessenta e cinco mil, oitocentos e trinta e três) ações com pedidos de indenização por danos morais¹, sendo este o 3º assunto mais demandado na Justiça do Trabalho.

Considerando que diversas destas ações são tutelas plúrimas com mais de um beneficiário, não é demais falar que as demandas relativas a danos morais envolvem mais de 1.000.000 (um milhão) de brasileiros, mais um outro número parecido com a metade deste de empregadores.

É muita demanda pra pouca Justiça!

São milhares de envolvidos em violência moral, e ainda que haja significativo número de pedidos rejeitados, é muita gente!

Se por um lado é numerosa a quantidade de atingidos, também é imenso o número de profissionais envolvidos no diagnóstico, prevenção e solução destas questões, que abrange médicos, psicólogos, dirigentes e administradores de empresas, profissionais de RH, e obviamente o pessoal da área de direito – advogados privados e públicos, juízes, membros do Ministério Público, estudantes e pesquisadores.

Para se estudar a ética no trabalho, responsabilidade civil e assédio moral, faz-se necessária a contextualização mediante uma breve abordagem de alguns casos sobre dano, suas causas e consequências.

Há numerosos e consistentes estudos sobre o tema, normalmente situados em manuais jurídicos, direcionados ao público da área do direito, e que acabam sendo inacessíveis aos dirigentes de empresas, gestores e operadores da área de recursos humanos e de medicina, higiene e saúde do trabalho, ou até mesmo aos iniciantes na prática forense, por estarem escritos em juridiquês, ou porque se encontram em estantes pouco visitadas por tais profissionais.

O tal do juridiquês é um problema:

Relator concedeu liminar inaudita altera pars, com espeque no art. 300, parágrafo 2º do digesto processual.

Os embargos não devem ser conhecidos por ausente o preparo.

Pelo princípio de direito intertemporal tempus regit actum, o remédio não merece ser provido.

O objetivo deste manual é ministrar de forma descontraída, ilustrada, e numa linguagem coloquial, os conceitos básicos relacionados com a ética no trabalho voltada para os problemas decorrentes de assédio moral, de modo a tornar fácil o acesso às informações básicas do assunto.

Procurei usar somente referências de artigos disponíveis na internet e de autores renomados, o que não significa desprestígio aos grandes ícones do direito. Priorizei os textos facilmente acessáveis na grande teia.

O propósito é mostrar que com um computador e acesso à internet, pode-se aprender direito e com qualidade.

Para auxílio neste propósito uso também as ilustrações. Parece-me que a educação de adultos (andragogia) e nossas mídias, especialmente os livros, são direcionados para a geração baby boomer² e até um pouco para a geração X, mas a geração Y, criada com educação digital, precisa de imagens de referência para estimular seu interesse e assimilar o aprendizado.

Quem foi educado lendo livros ilustrados na época da educação infantil, e, da adolescência em diante, passou a lidar apenas com escritos, talvez não perceba que para os Y as imagens são essenciais à assimilação, e eles têm razão, afinal, entre outras coisas, ler livros sem figuras é muito chato!

Outra coisa: temos que preparar o Brasil para a geração Z.

A intenção é a de que este seja um manual realmente pedagógico, no qual eu tenha oportunidade de compartilhar experiências, expor minhas ideias e entendimentos sobre o assunto, e que podem não refletir a opinião dominante na doutrina e jurisprudência.

Além do que, são muitos os fatores que interferem na formação de uma decisão judicial, pelo que a análise e interpretação dos casos deve levar em conta a hipótese concreta de cada um dos processos e conclusão que ali se chegou.

Este é "um livro pra todo mundo", inclusive profissionais que não são da área jurídica.

A análise de casos concretos, nos quais me permito expressar opiniões pessoais nos tópicos eu decido assim, deve ser útil para assimilação e até para abrir os debates sobre cada um dos institutos em exame.

São estudos de casos retirados da prática de meu exercício na magistratura e magistério, e a partir deles faço propostas para identificar medidas preventivas e minimizar problemas no ambiente de trabalho, mediante implantação de políticas relacionadas à ética.

Uma das principais utilidades deste manual é a orientação para o compliance indicando alguns caminhos legais, a fim de estabelecer políticas e diretrizes para tratar e evitar desvios de conduta.

Se prevenir é melhor que remediar, vamos identificar os focos de problemas e trabalhar na sua prevenção.

Penso que deste modo posso até prestar um serviço social relevante ao divulgar minhas ideias e compartilhar minha experiência no assunto.

Para melhor entendermos as situações relatadas na obra, participam alguns personagens especialmente convidados:

LESO

É um trabalhador desafortunado, constante vítima de Assédio de seus chefes e pares. Trabalha em condições desfavoráveis. Só se dá mal!

DANILDO

É um trabalhador estabanado, ora chefe, ora subordinado, é um brasileiro batalhador, mas que por falta de esclarecimento faz trapalhadas, sempre com o intuito de acertar. Para ele algumas coisas até dão certo, mas no mais das vezes…

CRÉO

É um chefe individualista. Rígido, que só quer resultados e não se importa com as consequências para os trabalhadores. Ralou muito e foi maltratado para ascender à chefia. No fundo, mas bem lá no fundo mesmo, é uma boa pessoa.

Dr. D.PENDE

Meu eterno aluno. Um estudante do direito que quer aprender direito, ser um profissional ético e de sucesso, e cavar oportunidades profissionais.

Estes serão meus companheiros nesta jornada, e me ajudarão neste caminho que temos pela frente.

Mãos à obra então!

2 - NOÇÕES DE RESPONSABILIDADE CIVIL

Um dano, uma vida.

Podem até parecer exageradas estas ponderações, mas um acidente ou fato que produz um dano pode causar reação em cadeia, tal como um objeto que cai na água e lhe transmite parte da energia de seu movimento, que se transforma em vibrações que vão se espalhando em circunferências cada vez maiores, até que seu efeito se disperse ou seja limitado por alguma coisa.

As consequências de um ato danoso podem ir se irradiando na vida de uma pessoa, nas quais os efeitos geram outros efeitos, cujos resultados podem ser representados por círculos concêntricos como os da água.

Um acidente produz ferimento, que pode se transformar em lesão permanente com amputação de um membro, que gera dor, despesas de tratamento, invalidez, complexo, limitação de atividades, e daí decorrem problemas familiares causados dos prejuízos econômicos, mobilização de um ou mais membros da família para assistência, e por aí vai.

O direito avalia todas estas irradiações e tentar eliminar ou diminuir cada uma delas.

Logo, uma pessoa que sofreu um dano por ato culposo de terceiro tem direito a reparação pelos prejuízos sofridos, pela dor, pela característica estética, pela limitação de seus hábitos e preferências, e por aí afora.

Para estudar quais atos são considerados danosos e que devem ser sobrestados ou indenizados, faz-se necessária a análise prévia dos institutos envolvidos.

2.1 - Conceitos

2.1.1 - Dano - o que é o dano indenizável?

Pelo dicionário MICHAELIS dano pode ser: 1 Prejuízo material, físico ou moral causado a alguém; (…) ou, 2 Estrago causado a alguma coisa: (…), ou ainda, 3 JUR Prejuízo, geralmente financeiro, sofrido por alguém, decorrente de ação, imperícia ou omissão por parte de outrem.³

Logo, o conceito de dano está ligado ao de prejuízo material ou não, e nessa acepção podemos incluir estrago ou mal.

Já indenizar significa: reparar, ressarcir, tornar indene, restaurar ou compensar. A ideia é que o indenizado seja reposto ao estado anterior à situação que gerou o prejuízo – status quo.

Nem todo o dano é indenizável, mas situações cotidianas podem gerar hipóteses de danos e indenizações.

Com o exemplo de uma pessoa lavando pratos de louça podem ser criadas diversas hipóteses.

A - Quem ao lavar a própria louça em sua residência quebra um prato, apesar de ter evidente prejuízo, não deve ser indenizado, pois deu causa ao manejar bem material frágil de sua propriedade.

B - Situação diversa ocorre quando uma empregada, em serviço, quebra um prato do empregador. Ao se verificar que ela agiu intencionalmente ou com imperícia, imprudência ou negligência (modalidades de culpa), ficaria obrigada a reparar seu empregador pelo estrago causado.

C - Porém, se esta lavadora de pratos escorregasse no chão molhado por falta de alguma medida de segurança, se machucasse, e ainda, quebrasse o prato, além de não ter que pagar pela louça, ainda poderia ser indenizada por seu infortúnio, e o empregador arcaria com indenização pela lesão do trabalhador e pelo prejuízo do prato.

Portanto, o dano indenizável é o que atinge terceiro, por atuação voluntária culposa ou dolosa.

2.1.2 - Culpa e dolo – conceitos embaralhados

Aqui também uma breve consideração sobre os conceitos de "dolo e culpa".

"Dolo" implica uma conduta intencional, na qual o agente previu e quis aquele resultado lesivo. A conduta já nasce ilícita, normalmente requer malícia.

"Culpa" ocorre após o resultado danoso da ação por incidir numa conduta socialmente inadequada.

É violação do dever de cuidado.

A culpa pode ser grave quando há grosseira falta de cuidado: é o injustificável descuido. É a chamada culpa consciente e se assemelha ao dolo eventual – figura do direito penal na qual o agente assume o risco de produzir o resultado, porém, quando age com culpa grave ele pensa que o efeito não ocorrerá. Ex.: condutor de veículo dirigindo em velocidade muito acima da permitida no local, o que pode ser caracterizado como dolo eventual, ainda mais se o motorista estiver embriagado por álcool ou entorpecentes.

Eis o LESO dirigindo embriagado e acima do limite de velocidade!

Culpa leve ocorre pela falta de atenção comum, ordinária, da conduta que seria esperada por um ser humano médio – bonus pater familiae (pai, chefe de família zeloso). Esta é a hipótese mais comum nos acidentes de trabalho. Ex.: falta de uso de equipamento de proteção individual – EPI, capacete em uma obra.

E o DANILDO achando que acidentes não acontecem com ele…

A culpa levíssima se dá pela ausência de habilidade especial ou conhecimento específico de determinado assunto. Ex. um condutor de veículos com habilitação categoria B dirigindo caminhão de mais de 6.000 Kg para o qual se requer habilitação especial (E).

Culpa concorrente se dá quando a ação ou omissão de ambas as partes colabora para a ocorrência de um ato danoso. O exemplo mais comum é o acidente do trânsito no qual a vítima que não usava cinto de segurança falece em acidente por culpa do condutor de outro veículo que desrespeitou a sinalização. O acidente não poderia ser por ela evitado, o óbito sim.

Nos contratos de trabalho isto também se observa, podendo ser exemplificado com a situação de falta de uso de capacete para conduzir motocicleta no interior do estabelecimento, porém tolerada na prática pela empresa, o que não afasta o direito à indenização, mas o diminui.

DANILDO levando a turma para passear de moto e sem capacete!

A culpa concorrente pode implicar em redução da indenização, mas não exclui o direito da vítima de ser ressarcida.

Claro que há variadas hipóteses desse tipo de ocorrência em outras situações, tais como falta de uso de Equipamento de Proteção Individual – EPI não fiscalizada pelo empregador, e outras, mas aqui a título ilustrativo faz-se o estudo de caso 1, em anexo.

A culpa contratual deriva do cumprimento ou não de uma obrigação contratual – de um contrato de trabalho, por exemplo. Já a culpa extracontratual, também chamada em direito de culpa aquiliana, se dá no caso de inobservância a preceito de lei ou dos costumes, sem vínculo decorrente de um contrato entre as partes.

De onde vem o termo culpa aquiliana?

Vem da Lex Aquilia – século III a.c., lei romana que previu a retribuição de um mal praticado pelo pagamento de uma pena pecuniária, substituindo a lógica da lei de Talião: olho por olho, dente por dente.

Culpa do empregado

O empregado também tem de indenizar os danos causados, e frequentes são os casos em que o trabalhador dá causa a um acidente, Ex.: acidente de trânsito, multas de trânsito, dano proposital a um equipamento (sabotagem), etc., hipótese na qual deve pagar pelos prejuízos que causou.

O parágrafo único do artigo 462, da CLT, permite ao empregador descontar do empregado o valor dos danos causados em caso de dolo, e para o caso de culpa, desde que tenha havido prévio acordo nesse sentido, isto é, conste cláusula em seu contrato de trabalho autorizando expressamente o desconto.

CLT Art. 462 - Ao empregador é vedado efetuar qualquer desconto nos salários do empregado, salvo quando este resultar de adiantamentos, de dispositvos de lei ou de contrato coletivo. § 1º - Em caso de dano causado pelo empregado, o desconto será lícito, desde de que esta possibilidade tenha sido acordada ou na ocorrência de dolo do empregado. (…)

Normalmente os acidentes causados por empregados ocorrem por culpa leve ou levíssima, e, nesses casos, não havendo cláusula contratual permitindo o desconto, o empregador pode promover a cobrança, inclusive mediante ação judicial.

Limite dos descontos

Olha o CRÉO tomando todo o dinheiro do salário do DANILDO!

Caso tenha sido acordada a possibilidade de descontos, o empregador terá de observar limites, tanto para descontos mensais, quanto das verbas rescisórias.

O parâmetro hoje é dado pela Lei 10.820/2003 que permite as operações de crédito com pagamento consignado em folha e o Decreto 4.840/2003 que a regulamentou, e consiste em possibilidade de desconto de até 30% da remuneração disponível.

Para cálculo da remuneração disponível somam-se as parcelas salariais permitidas por lei (salário base, adicionais, gratificações, abonos, horas extras, etc.), deduzindo-se: contribuição para Previdência Oficial; pensão alimentícia judicial; imposto sobre rendimentos do trabalho; decisão judicial ou administrativa; mensalidade de contribuição em favor de entidades sindicais; outros descontos instituídos por lei ou decorrentes do contrato de trabalho.

Podem extrapolar este limite os descontos referentes a: adiantamento salarial; pensão alimentícia; saldo devedor do empréstimo consignado nas verbas rescisórias.

2.1.3 - Excludentes de culpa

Exclusão de culpa se dá em hipóteses em que o dono ou o dirigente do local do acidente não contribuiu para ocorrência do infortúnio, ou teve justificadas razões para fazê-lo.

São elas: - estado de necessidade ocorre em caso de atitude agressiva de alguém para preservar outro bem jurídico.

É um tipo de legítima defesa na qual a iniciativa parte do agente. Consiste na prática de um

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