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Acidentes aéreos no brasil: redução por meio da formação de professores do ensino superior aeronáutico

Acidentes aéreos no brasil: redução por meio da formação de professores do ensino superior aeronáutico

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Acidentes aéreos no brasil: redução por meio da formação de professores do ensino superior aeronáutico

Duração:
317 páginas
3 horas
Lançados:
1 de jan. de 2017
ISBN:
9788547304768
Formato:
Livro

Descrição

A obra Acidentes aéreos no Brasil: redução por meio da formação de professores do Ensino Superior Aeronáutico apresenta os resultados de estudos e investigações sobre o processo de formação de professores do ensino superior aeronáutico brasileiro, com foco nos docentes que atuam nos cursos de graduação tecnológica de Pilotagem Aérea e o impacto de suas ações pedagógicas no processo de formação de aviadores civis, sob o olhar da Teoria da Complexidade, que se mostrou totalmente adequada a esse desafio.

Partindo-se do pressuposto de que a formação docente é a estrutura basilar para o processo de formação de aviadores, isso nos permite afirmar que a relação entre ambos estabelece-se por meio do processo de formação profissional, com o intuito de capacitar estudantes da pilotagem aérea a planejar com proficiência e julgar pelo conhecimento, para poder decidir de forma assertiva quando diante de uma situação perigosa em voo. A complexidade dessa relação exige, portanto, uma teoria que permita avançar para além do atual modo cartesiano e fragmentado de se formar e ensinar, ou seja, na direção de outro modo ou forma que garanta também a aprendizagem contextualizada e significante ao estudante e aprendiz da pilotagem de aeronaves.

A expectativa é de que a emergência de um novo paradigma educacional, baseado na Teoria da Complexidade, possa contribuir de forma útil para a formação de professores que formam aviadores e, consequentemente, para a redução de acidentes aéreos no Brasil, sem que se tome esse ideal por uma opção única e derradeira.
Lançados:
1 de jan. de 2017
ISBN:
9788547304768
Formato:
Livro

Sobre o autor


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Acidentes aéreos no brasil - Luis Antonio Verona

COMITÊ CIENTÍFICO DA COLEÇÃO EDUCAÇÃO, TECNOLOGIAS E TRANSDISCIPLINARIDADE

A publicação de um livro é o retrato impresso, em palavras, de algo em que acredito ser possível de se realizar. Portanto, meu único e exclusivo objetivo é poder contribuir com o meu país, com as Autoridades Aeronáuticas do Brasil, com as Autoridades do Ministério da Educação e, em especial, com os nobres aviadores brasileiros, cuja preservação das vidas é o objeto maior

do meu estudo e das minhas pesquisas.

É para eles que dediquei incansáveis horas de investigação, tanto nos setores aeronáuticos como no da educação formal, no desejo de que as estatísticas que refletem os índices e fatores contribuintes dos acidentes aéreos possam regredir para além dos significativos esforços que já têm sido desprendidos pelas Autoridades Aeronáuticas Brasileiras, nesse mesmo sentido.

Dedico também este livro a Deus, à minha família, aos meus professores, à minha orientadora de doutoramento, Profª Drª Marilda Aparecida Behrens, aos meus amigos e ao povo brasileiro, que ainda carece de muito acesso à educação formal e institucionalizada.

Não tenho ouro nem prata, mas, trago o que de mais precioso me foi dado:

Jesus Cristo!

Venho em seu Nome, para alimentar a chama de amor fraterno que arde em cada coração; e desejo que chegue a todos e a cada um a minha saudação:

A paz de Cristo esteja com vocês!

Papa Francisco

XXVIII Jornada Mundial da Juventude

Rio de Janeiro: Opus Dei no Brasil, 2013.

AGRADECIMENTOS

• Agradeço a Deus, por ter criado a vida humana na face da Terra e ter concedido a esta espécie o livre arbítrio.

• Agradeço à minha família, por ter me escolhido, e eu a ela, livre e docemente, pois ela foi sempre o meu porto seguro, onde sempre ancoro a minha alma.

• Agradeço à minha cara e generosa professora, Marilda Behrens, que soube me acolher como discípulo e me orientar no caminho da sapiência.

• Agradeço a todas as professoras e professores pelas vidas dos quais eu passei e que puderam deixar um pouco de suas marcas cravadas no meu ser.

• Agradeço aos amigos e colegas de profissão docente e militar que me incentivaram, apoiaram e me ajudaram nessa caminhada de luta e saber.

• Agradeço ao Ministério da Educação brasileiro, que me concedeu a possibilidade de aperfeiçoar o conhecimento, por meio do contato com a cultura europeia.

• Agradeço a você que está lendo este livro, pois talvez se inspire a trilhar os caminhos pelos quais passei, e por meio dele, poder ajudar um pouco mais o próximo.

• Agradeço, enfim, ao povo brasileiro, pois como nacionalista e fiel à minha pátria, retribuirei a todos, indistintamente, aquilo que lhes tem sido sistematicamente negado, principalmente à população de baixa renda: acesso à cultura e ao conhecimento significativo para nos tornarmos uma Nação de referência.

APRESENTAÇÃO

A obra intitulada Acidentes reos no Brasil: redução por meio da formação de professores do Ensino Superior Aeronáutico apresenta os resultados dos estudos e das investigações sobre a formação de professores do ensino superior aeronáutico, com a finalidade de contribuir e ampliar as reflexões sobre o processo de formação de professores que atuam nos Cursos de Graduação Tecnológica de Pilotagem Aérea, sob o olhar do paradigma da complexidade, enquanto possibilidade de contribuir diretamente com os esforços para a redução dos índices de acidentes aéreos no Brasil.

Esta obra nasceu a partir da minha participação como pesquisador do Programa de Pós-Graduação em Educação da Pontifícia Universidade Católica do Paraná (PUCPR), desde 2011, quando ingressei no Programa de Doutorado em Educação, na linha de pesquisa sobre a Teoria e Prática Pedagógica na Formação de Professores do grupo de pesquisa sobre Paradigmas Educacionais e Formação de Professores (Pefop).

Anteriormente, como fruto da minha dissertação de mestrado, publiquei a obra intitulada Formação docente para o ensino superior tecnológico aeronáutico (Juruá, 2008), onde tratei da formação de professores que atuam na formação de mecânicos para a aviação civil brasileira, por meio de um estudo de caso.

Assim, desde 2006, venho publicando artigos e trabalhos em Congressos, Encontros e Seminários, nacionais e internacionais, sempre abordando as temáticas relacionadas à educação tecnológica aeronáutica, à formação docente para o ensino superior e às suas práticas pedagógicas.

Em 2013, pude realizar parte do doutoramento na Universidade do Porto, junto à Faculdade de Psicologia e Ciências da Educação (FPCEUP), em Portugal, por meio da concessão de bolsa de estudo da Capes (Comissão de Aperfeiçoamento de Pessoal do Nível Superior) do Ministério da Educação, pesquisando, ainda, a temática da formação docente para o ensino superior no contexto europeu, agregando maior profundidade e amplitude às minhas investigações científicas, graças à proximidade das áreas de Psicologia com a da Educação, na mesma faculdade, permitindo conhecer o impacto que essas áreas, ao trabalharem juntas, exercem sobre o processo de formação desses profissionais e como isso se reflete na formação de professores que formam outros profissionais.

Os meus questionamentos e posicionamentos investigativos na área de formação docente para o ensino profissional aeronáutico, que redundaram nesta obra, decorrem da coexistência entre a minha experiência prática e o conhecimento profissional adquirido ao longo de 30 anos de trabalho na Força Aérea Brasileira, somadas à minha formação acadêmica em Ciências Aeronáuticas e atualmente, como pesquisador no campo da formação docente para o ensino superior, em nível de Pós-Graduação lato e stricto sensu.

Na carreira aeronáutica, tive o privilégio de trabalhar como mecânico operacional de voo, em três Organizações Militares da Força Aérea de grande significância para o contexto nacional e internacional: na Academia da Força Aérea (AFA), onde são formados os aviadores militares que irão compor os diversos esquadrões aéreos da Força Aérea Brasileira, onde pude ter contato com um avançado processo de formação de pilotos profissionais, tanto na teoria quanto na prática; no Esquadrão de Demonstração Aérea (EDA) – também conhecido como Esquadrilha da Fumaça –, onde pude voar com um grupo seleto de aviadores e acrobatas, representantes da excelência na arte de voar, tanto no Brasil como no exterior, demonstrando não só o excelente desempenho técnico das aeronaves brasileiras fabricadas pela Embraer (Empresa Brasileira de Aeronáutica), como também a capacidade e proficiência do piloto militar brasileiro; e por fim, no Segundo Centro Integrado de Defesa Aérea e Controle de Tráfego Aéreo (Cindacta II), cuja missão foi o orgulho diário de poder prestar apoio e suporte técnico àqueles que mantêm toda a infraestrutura de controle do espaço aéreo brasileiro, sob sua jurisdição, mas integrado com todo o Sistema de Controle de Tráfego Aéreo do Brasil, empregando todos os meios para a manutenção segura do controle de todas as aeronaves em voo e também da soberania do território nacional.

Qualifiquei-me, ainda, como Auditor da Qualidade pelo Departamento de Ciência e Tecnologia Aeroespacial (DCTA) do Comando da Aeronáutica e como Elemento Credenciado (EC) em investigação do fator material – nível técnico de manutenção – pelo Centro de Investigação e Prevenção de Acidentes Aeronáuticos (Cenipa), também do Comando da Aeronáutica, tendo participado de diversas ações de investigação e prevenção de acidentes aéreos.

Na carreira acadêmica, atuei como docente e coordenador de ensino dos Cursos Superiores de Tecnologia em Pilotagem Profissional e de Manutenção de Aeronaves em um dos primeiros Cursos Superiores reconhecido pelo Ministério da Educação e pelo Comando da Aeronáutica, a Universidade Tuiuti do Paraná (UTP). Nessa instituição de ensino superior, criei e coordenei dois Cursos de Especialização Lato Sensu, sendo um em Gestão de Empresas de Manutenção de Aeronaves, e o outro em Gestão de Empresa de Transporte Aéreo.

Atuei, ainda, como docente, na Faculdade de Ciências Exatas e de Tecnologia (Facet-UTP), no Curso de Engenharia Mecânica. Atualmente sou docente no Curso de graduação em Administração de Empresas da Escola de Negócios da PUCPR, pesquisador na área de sustentabilidade organizacional do Programa de Pós-Graduação em Administração (PPAD), coordenador do Curso de Especialização em Gestão de Projetos e Pós-Doutorando em Administração de Empresas pela PUCPR.

O somatório das experiências, das formações, atuações acadêmicas e das pesquisas nas áreas da aeronáutica, da educação, da formação e práticas pedagógicas de docentes, em nível superior, proporcionou-me uma visão amplificada sobre as dificuldades e carências que envolvem o processo de formação de aviadores civis e, em especial, o de formação de professores para a formação desses profissionais no Brasil.

Essa visão amplificada e contextualizada conduziu-me a empreender uma investigação, cujo pressuposto foi verificar se e como o emprego de um novo paradigma educacional, baseado na Teoria da Complexidade e aplicado à formação de professores que lecionam no ensino superior aeronáutico – como alternativa que abarque e transcenda o atual paradigma conservador – poderia ser útil e significativo para a redução dos atuais índices de acidentes aéreos no Brasil.

Essa inquietação decorre, fundamentalmente, do enorme déficit de estudos relacionados à formação inicial e continuada de professores para o ensino superior aeronáutico, e em especial que correlacionasse o atual modelo de formações desses docentes, com os principais fatores contribuintes dos acidentes aéreos no Brasil.

Embora existam muitos trabalhos e pesquisas publicadas sobre investigações de acidentes aéreos no Brasil e no mundo, o foco dessas investigações está relacionado, fundamentalmente, com a compreensão dos fatores contribuintes desses eventos, por tipo de ocorrência, relacionando-os a falhas na esfera da operacionalidade, do psicofísico humano ou da materialidade da aeronave, os quais, sem dúvida, têm contribuído significativamente para o entendimento dos erros, falhas e incapacitações, na expectativa de redução dos acidentes aéreos.

Entretanto, ao realizar a revisão bibliográfica sobre a temática que abordo nesta obra – a questão da formação de professores para a formação de aviadores civis em nível superior –, não pude encontrar, à época, qualquer publicação que tratasse claramente dessa questão e seu possível impacto sobre os índices de acidentes aéreos.

É importante lembrar que não é apenas a investigação sobre a questão da formação de professores para o ensino superior aeronáutico que impacta e que é possível de garantir a melhoria dos índices de acidentes aéreos, mas também outras, como por exemplo, os currículos no que se referem à garantia da aquisição de competências, habilidades e atitudes, assim como os processos avaliativos para a comprovação da aquisição de competências, o uso de metodologias ativas de ensino e aprendizagem, os regulamentos, normas e regras, as restrições orçamentárias, enfim, todas passíveis de outras investigações.

Dessa forma, partindo-se do pressuposto de que a formação docente é a estrutura basilar para o processo de formação de aviadores, isso me permite afirmar que no processo do ensinar e no de aprender existe uma relação de construção, transmissão e aquisição de conhecimentos e saberes que se estabelece entre um professor e um estudante, com o intuito de que este último adquira competências e habilidades necessárias para a condução segura de uma aeronave em voo.

Assim, da relação entre ambos, se estabelece um processo de formação profissional com o intuito de capacitar o estudante a planejar com proficiência e julgar pelo conhecimento, para poder decidir de forma assertiva, quando diante de uma situação perigosa, de forma a evitá-la ou ainda mitigar seus efeitos.

Entretanto, essa lógica cartesiana comporta alguns questionamentos, como por exemplo, o fato de que a pilotagem aérea envolve um relacionamento complexo que se estabelece no ato de um ser humano poder conduzir uma máquina voadora, altamente tecnologizada, pelo espaço aéreo, sendo que esse não é seu habitat natural, mas é aquele de onde parte e para onde, inexoravelmente, deverá retornar.

A complexidade dessa relação exige uma teoria que permita avançar para além do atual modo cartesiano e fragmentado de se formar e ensinar, ou seja, na direção de outro modo ou forma que garanta também a aprendizagem contextualizada e significante ao estudante e aprendiz da pilotagem de aeronaves. A expectativa é que a emergência de um novo paradigma educacional, baseado na Teoria da Complexidade, que vem sendo defendida por vários cientistas, investigadores e pensadores da contemporaneidade, como Edgar Morin, Fritjot Capra, Maurice Tardif, Maria Cândido Moraes, Marilda Behrens, entre outros, possa contribuir de forma útil para a formação de professores que formam aviadores, e consequentemente, para a redução de acidentes aéreos no Brasil, sem que se tome esse ideal por uma presunção de fato.

A análise preliminar dos dados divulgados pelas Autoridades Aeronáuticas Brasileiras na última década permitiu verificar que a maioria dos fatores que têm contribuído majoritariamente para a ocorrência de acidentes aeronáuticos está relacionada à ação humana no ato da pilotagem aérea, envolvendo fundamentalmente aspectos psicológicos, de planejamento, de supervisão e de julgamento, indicando algumas rotas as quais busquei seguir durante o processo de investigação científica e que envolveu diretamente o processo da formação de pilotos, implicando, por consequência, o processo de formação de seus formadores.

Os elementos fulcrais dessa análise relacionaram-se aos paradigmas que envolvem a construção do conhecimento necessário à docência para os professores que irão formar os aviadores civis brasileiros, assim como às questões que se relacionam com as políticas públicas e as diretrizes curriculares e que parametrizam esse processo, num campo do saber que dá relevo ao tecnicismo, como é o caso do Ensino Superior Aeronáutico.

Assim, a emergência de um novo paradigma educacional, baseado na Teoria da Complexidade, pode permitir avançar sobre o atual modelo conservador de formação de professores, na direção de um pensamento crítico, amplificado, aprofundado, contextualizado e conectado, podendo contribuir significativamente para a formação de aviadores e, consequentemente, para a redução dos acidentes aéreos.

Nessa perspectiva paradigmática, onde a complexidade relacional revela o poder da conectividade, a educação tem o desafio de trazer a integração e a contextualização do saber, por meio de uma visão sistêmica e interconectada, transitando entre a separação e a ligação, a análise e a síntese, de forma a demonstrar o poder do conhecimento quando a serviço de uma utilidade e na busca pelo avanço sobre o desconhecido, com o objetivo de desvelá-lo para prevenir.

Entretanto, conforme afirma Morin (2010a, p. 24):

Nossa civilização e, por conseguinte, nosso ensino privilegiaram a separação em detrimento da ligação, e a análise em detrimento da síntese. Ligação e síntese continuam subdesenvolvidas. [...] Como nosso modo de conhecimento desune os objetos entre si, presamos conceber o que os une. Como ele isola os objetos de seu contexto natural e do conjunto do qual fazem parte, é uma necessidade cognitiva inserir um conhecimento particular em seu contexto e situá-lo em seu conjunto.

A partir dessa realidade, emerge o pensamento complexo, que nada tem a ver com a palavra complicado, ou seja, complexo tem a ver com conectado e interligado, o que permite as adaptações, os arranjos e as soluções integradas ponto-a-ponto, como sugere a física quântica. Dessa forma, esse pensamento pode dar suporte a muitos processos de formação, ao possibilitar o desenvolvimento de aptidões voltadas ao contexto e às suas possibilidades interativas e relacionais, que une, em contraposição ao cartesianismo redutor e linear, que fragmenta e desune.

Assim, parece não fazer sentido pensar em conhecimentos e acontecimentos isolados ou separados dos seus contextos, mas de perceber como eles se modificam a partir desses contextos, e vice-versa. Então, o pensamento complexo pode dar suporte ao processo de formação de professores que formam aviadores que pilotam aeronaves imersas no meio aéreo que contextualiza o voo e que se transforma continuamente, imprimindo a necessidade da interação entre o ser humano e a máquina que opera, e de ambos com o meio ambiente que os circunda.

Esse pensamento permite afirmar, ainda, segundo Morin e Moigne (2000), que o todo é maior do que o conjunto das partes que o compõem, e de fato, se pensarmos numa aeronave, num aviador, e no espaço aéreo isoladamente, após o término de um voo, e se depois disso voltarmos a pensar num novo voo em que o mesmo aviador volte a comandar as operações de uma aeronave, na imensidão do espaço aéreo, ele carregará consigo todos os conhecimentos e experiências adquiridas no voo anterior, quando estavam todos em harmonia, e não em suas partes isoladas e que pouco lhes dizem respeito, pois são transitórias.

Dessa forma, independentemente de se separar homem, meio e máquina, após cada voo, sempre que se unirem outra vez, serão um pouco mais do que já foram enquanto estiveram separados, ou ainda que unidos num voo passado.

Segundo Morin (2010a, p. 25):

Trata-se de procurar sempre as relações e inter-retro-ações entre cada fenômeno e seu contexto, as relações

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